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8 de maio de 2026

Sustentabilidade

Plataforma torna eficiente a logística de deslocamento de veículos no campo – MAIS SOJA

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O Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, com uma impressionante diversidade de cultivos que inclui grãos, frutas, fibras, oleaginosas e plantas forrageiras. Essa variedade é estratégica para a economia nacional: só em 2024, o agronegócio respondeu por cerca de 25% do PIB e mais de 50% das exportações do país. Líder global na produção de soja, milho, café, laranja e algodão, o país também se destaca no cultivo de cana-de-açúcar, sendo o segundo maior produtor de etanol do mundo. Essa força no campo garante não apenas o abastecimento interno, mas também posiciona o país como peça-chave na segurança alimentar global.

Para que toda essa produção seja ainda mais eficiente, uma boa logística é fundamental. Pensando em solucionar um dos principais gargalos operacionais do agro — o deslocamento ineficiente de veículos no campo — a Senior desenvolveu, com sua recém-adquirida GAtec, o Roteirizador de Campo. “Com essa ferramenta é possível fazer um mapeamento personalizado da malha viária dos clientes, das usinas, dos produtores e agroindústrias. São dados que não estão disponíveis nos aplicativos públicos tradicionais”, explica, Fernando Bortolazzo, líder da equipe de desenvolvimento da empresa.

O Roteirizador de Campo é uma plataforma completa que integra ambiente web e aplicativo mobile, funcionando mesmo em áreas sem conexão com a internet. Sua aplicação é especialmente útil em regiões remotas, onde as operações agrícolas demandam precisão e agilidade. “Ele sincroniza os dados antes, e depois funciona perfeitamente offline. Isso é essencial no campo, onde não há boa cobertura como nas cidades”, completa Bortolazzo.

A solução combina mapas públicos com geometrias personalizadas das propriedades, permitindo a criação de rotas inteligentes e adaptadas à realidade da operação canavieira. Entre as principais funcionalidades do Roteirizador de Campo, destacam-se a navegação personalizada considerando características e dimensões dos veículos, recálculo automático de rotas em caso de imprevistos, administração de ocorrências logísticas e coleta de feedback em tempo real dos motoristas. “Classificamos os trechos indicando, por exemplo, se são adequados para treminhões, apenas veículos leves ou caminhões, com suas restrições e velocidades médias”, detalha o desenvolvedor.

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Diferenciais

A ferramenta tem impacto direto na redução de custos gerais, além de aumentar a produtividade das operações agrícolas. Somado a isso, permite atender a mais frentes de trabalho por dia, otimizar o tempo dos operadores e reduzir atrasos entre colheita e carregamento. “O principal benefício é a diminuição do tempo de deslocamento gerando redução de gasto com máquina, manutenção, combustível e lubrificante. Pode ser usado na colheita, na aplicação de produtos, no monitoramento ou até mesmo por uma ambulância em caso de acidente”, reforça o especialista.

Além dos ganhos operacionais, o sistema fortalece a sustentabilidade das agroindústrias, promovendo menor emissão de CO₂, rastreabilidade das atividades e conformidade com práticas ambientais. Com dados em tempo real e dashboards completos, os gestores têm à disposição informações estratégicas para decisões assertivas. “Também rastreamos toda a movimentação. Se uma rota deveria durar 30 minutos, mas vários veículos estão levando 45, isso gera um alerta. Pode ser um problema na via, buraco, excesso de tráfego e aí ajustamos o planejamento”, destaca o líder de desenvolvimento da Senior.

O Roteirizador de Campo é especialmente valioso para usinas, cooperativas e grandes grupos agroindustriais que precisam de alta eficiência na gestão logística. Com flexibilidade para integração com qualquer ERP, a solução oferece controle, economia e inteligência operacional, pilares fundamentais para o agro moderno.

Lançamento oficial

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Todos os produtores, cooperativas, investidores, especialistas e demais visitantes que estiverem presentes no Congresso Conecta Agro (CCAgro), que acontece de 2 a 4 de julho de 2025, em Campinas (SP), poderão conhecer de perto o Roteirizador de Campo, um dos grandes destaques da Senior na ocasião.

O evento, que reúne as principais lideranças do agro, será marcado pela integração de cinco grandes encontros em um só ambiente, incluindo o Top Farmers, o ENCA (Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias) e o Encontro de Gestão dos Cafeicultores. A programação contará com palestras simultâneas, painéis técnicos e rodadas de negócios.

A Senior estará presente no estande H08, apresentando soluções tecnológicas que conectam, automatizam e potencializam o agro em cada etapa da jornada, transformando a gestão no campo. Além do lançamento exclusivo do Roteirizador de Campo, entre os destaques estão o ERP especializado para o Agro, ferramentas de originação de grãos, inteligência artificial aplicada à operação e logística inteligente.

Sobre a Senior

A Senior Sistemas é a escolha de empresas líderes de mercado que buscam inovação e gestão de alta performance. A multinacional oferece um portfólio completo que abrange todas as etapas da cadeia produtiva em setores estratégicos da economia, como Indústria, Agronegócio, Construção e Logística. Com mais de 35 anos de excelência, Senior transforma a gestão de mais de 13 mil empresas de médio e grande porte no Brasil. Com 15 filiais e mais de 3,4 mil colaboradores no Brasil e no exterior, a Senior mantém 160 canais de distribuição, uma operação na Colômbia, e cresceu 16,8% em 2024 em receita líquida. A Senior acredita que, com sua profunda expertise e soluções tecnológicas, tem a oportunidade de impulsionar empresas rumo à maior eficiência operacional, expansão de receitas e liderança em seus segmentos. Por isso, entrega mais que tecnologia. Para mais informações, visite www.senior.com.br.

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Fonte: Assessoria de Imprensa Senior



 

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Sustentabilidade

Colheita do milho avança lentamente no RS, com safrinha sustentando potencial produtivo – MAIS SOJA

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A colheita da cultura evoluiu lentamente, condicionada principalmente ao ciclo das lavouras de safrinha, que ainda estão em fases de enchimento de grãos e maturação fisiológica. A priorização operacional de culturas mais suscetíveis às precipitações do período também contribuiu para a menor intensidade das operações.

As áreas implantadas em épocas mais precoces ou intermediárias se encontram majoritariamente colhidas (93%). Restam parcelas conduzidas em sistemas de menor escala, frequentemente com colheita manual ou mecanização de menor capacidade.

As condições meteorológicas do período (chuvas e menor demanda evaporativa) favoreceram a manutenção da umidade no solo e sustentaram o potencial produtivo das lavouras em enchimento de grãos (3%). A ocorrência de geadas de baixa intensidade, seguida por dias ensolarados, tende a acelerar a perda de umidade dos grãos em maturação (4%), sem impacto relevante sobre cultivos ainda em fase reprodutiva.

A sanidade das lavouras em safrinha, de modo geral, continua adequada, com baixa incidência de enfezamentos, refletindo o controle satisfatório do vetor. A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada em 803.019 hectares, e produtividade média estadual em 7.424 kg/ha.

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intensidade, seguidas por dias ensolarados, o que favoreceu a perda de umidade dos grãos em lavouras conduzidas principalmente pela agricultura familiar na Campanha e Fronteira Oeste, onde a colheita ocorre de forma escalonada, manual ou com colhedoras adaptadas. Os cultivos de segunda safra, inclusive de implantação tardia, não sofreram impactos significativos e mantêm o bom enchimento de grãos. Em Maçambará e Manoel Viana, observa-se planejamento antecipado da próxima safra. Porém, a elevação expressiva no preço dos fertilizantes deve refletir diretamente no nível de investimento nas lavouras e, consequentemente, no seu potencial produtivo.

Na de Caxias do Sul, a colheita supera 80%, com predominância de áreas já colhidas em sistemas empresariais. Ainda há lavouras por colher em pequenas propriedades, conduzidas com colheita gradual.

Na de Erechim, a colheita atinge 95%, e a produtividade média está estimada em aproximadamente 9.000 kg/ha. O desempenho é considerado satisfatório, e há relativa uniformidade entre áreas já colhidas.

Na de Pelotas, 54% foram colhidos. As remanescentes se distribuem entre enchimento de grãos (20%), florescimento (2%) e maturação (24%). As condições de umidade do solo, associadas à menor evapotranspiração e à ocorrência de chuvas, têm favorecido a recuperação do potencial produtivo nas áreas ainda em definição de rendimento.

Na de Santa Maria, a colheita supera 75%. Aproximadamente 22% das lavouras se encontram em maturação, enquanto 8% — correspondentes à safrinha — estão em enchimento de grãos.

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Na de Santa Rosa, a colheita alcança 95%. Os cultivosremanescentes estão em estádios de floração (1%), enchimento de grãos (3%) e maturação (1%). Na de Soledade, 70% foram colhidos. As lavouras implantadas entre novembro e janeiro estão principalmente em enchimento de grãos (22%), e há parcelas em maturação fisiológica (3%) e maturação de colheita (5%). As condições de temperatura relativamente elevada para o período, associadas à boa disponibilidade hídrica e radiação solar, favorecem a continuidade do desenvolvimento e a definição do peso de grãos, apesar do alongamento do ciclo em função da redução sazonal de radiação.

Comercialização (saca de 60 quilos)

Conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o preço do milho reduziu 0,12%, de R$ 58,19 para R$ 58,12 em média no Estado.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Preço da soja no Brasil não resiste à nova queda de Chicago: veja as cotações

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Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão de pouca movimentação, com negócios pontuais e ritmo lento tanto nos portos quanto no mercado interno.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.

Ao longo do dia, o analista menciona que a Bolsa de Chicago operou em queda, enquanto os prêmios não conseguiram compensar o movimento recente de baixa. "As ofertas continuam depreciadas em termos de valor", acrescenta.

Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. Segundo Silveira, o ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Todo mundo está esperando os números da próxima semana, que serão divulgados na próxima terça-feira, dia 12”, resume.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): R$ 123,50
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 118,50 para R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 107,50
  • Dourados (MS): R$ 110,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 109,50 para R$ 109
  • Porto de Paranaguá (PR): baixou de R$ 128,50 para R$ 128
  • Porto de Rio Grande (RS): permaneceu em R$ 128,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), mas acima das mínimas do dia.

Silveira pontua que o comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo, foi determinante para as oscilações da soja, em dia de muita volatilidade e de ajustes.

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O petróleo iniciou o dia com fortes perdas, mas reduziu a retração na parte da tarde, chegando até mesmo a operar no território positivo.

“Tudo gira em torno das negociações entre Irã e Estados Unidos em busca de uma solução para o conflito no Oriente Médio. A falta de novidades trouxe certo ceticismo ao mercado”, relata o analista.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,50 centavos de dólar, ou 0,2%, a US$ 11,92 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,86 3/4 por bushel, com retração de 2,25 centavos de dólar ou 0,18%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,15 centavos de dólar, com perda de 0,87 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 4,9222 para venda e a R$ 4,9202 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8954 e a máxima de R$ 4,9304.

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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