Sustentabilidade
mercado apreensivo pelos números do USDA; veja as cotações

O mercado brasileiro de soja apresentou poucos negócios e preços quase inalterados nesta quinta-feira (26).
Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve algumas negociações no porto, mas no interior as vendas seguiram lentas, com os produtores ainda retendo a produção.
Veja os preços da soja hoje
- Passo Fundo (RS): R$ 129
- Santa Rosa (RS): R$ 130
- Porto de Rio Grande: R$ 135
- Cascavel (PR): R$ 130
- Porto de Paranaguá (PR): R$ 134
- Rondonópolis (MT): R$ 115
- Dourados (MS): R$ 119
- Rio Verde (GO): avançou de R$ 116 para R$ 118
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em baixa.
O mercado foi pressionado pelo quadro de ampla oferta global do grão e o clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos.
“Ao longo do dia, a desvalorização do dólar frente a outras moedas e os sinais de uma demanda aquecida pelo produto norte-americano ensaiaram uma alta nas cotações, que não se concretizou”, pontua Silveira.
Relatório do USDA
Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1º de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano anterior.
A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels. O relatório trimestral será divulgado às 13h desta segunda (30). Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de
bushels.
Em 1 de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 402.900 toneladas na semana encerrada em 19 de junho.
De acordo com o USDA, a Holanda liderou as importações, com 63.400 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 156.200 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 400 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.
Contratos futuros da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 1,75 centavo, ou 0,16%, a US$ 10,26 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,16 1/2 por bushel, perda de 2,00 centavos ou 0,19%.Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com recuo de US$ 3,6 ou 1,23%, a US$ 287,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 52,85 centavos de dólar, com queda de 0,53 centavo ou 1,01%.Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,07%, sendo negociado a R$ 5,4976 para venda e a R$ 5,4956 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4911 e a máxima de R$ 5,5621.Sustentabilidade
TRIGO/CEPEA: Clima e menor oferta no spot mantêm preços em alta no BR – MAIS SOJA

Os preços do trigo em grão seguem em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. As negociações estão pontuais, refletindo a menor disponibilidade do cereal no mercado spot.
Pesquisadores do Cepea destacam também que agentes permanecem atentos às condições climáticas para a safra 2026/27, especialmente no Sul do País, onde a perspectiva de maior volume de chuvas ao longo do ciclo pode comprometer a qualidade dos grãos. Esse cenário mantém compradores e vendedores cautelosos, o que contribui para a sustentação dos preços domésticos.
No campo, segundo a Conab, até 12 de junho, 59,5% da área destinada ao trigo na safra 2026 já havia sido semeada no Brasil. Os trabalhos já estavam concluídos em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Goiás, a semeadura atingia 99% da área prevista; no Paraná, 78%; na Bahia, 60%; no Rio Grande do Sul, 36%; e em Santa Catarina, 7,3%.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
Sustentabilidade
Como ficaram os preços da soja? Cotações variam entre queda e estabilidade em regiões do Brasil

O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e sem registro de grandes volumes negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nesta segunda-feira (22), as melhores ofertas apareceram no porto de Santos, mas o ritmo dos negócios permaneceu lento.
As cotações oscilaram entre estáveis e mais fracas ao longo do dia, refletindo o comportamento do dólar e da Bolsa de Chicago. Os prêmios apresentaram alguma alta, fator que ajudou a conter quedas mais acentuadas nos preços.
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Segundo o analista, a semana começou com poucos movimentos e sem negociações de maior relevância, mantendo o mercado em espera.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
- Santa Rosa (RS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
- Rio Verde (GO): desceu de R$ 116,00 para R$ 115,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
- Rio Grande (RS): desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pela queda dos preços do petróleo, diante dos avanços das conversas entre Irã e Estados Unidos em busca de um acordo para o encerramento do conflito no Oriente Médio.
O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas reforçou o cenário baixista para os preços na abertura da semana. Ainda nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará seu relatório mensal com os dados sobre o avanço da soja americana.
As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 241.045 toneladas na semana encerrada em 18 de junho, segundo relatório semanal do USDA. Na semana anterior, o volume havia sido de 533.438 toneladas. No mesmo período do ano passado, o total inspecionado alcançou 202.391 toneladas.
Contratos futuros
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 0,62%, a US$ 11,15 3/4 por bushel. A posição agosto encerrou cotada a US$ 11,22 1/2 por bushel, com recuo de 5,75 centavos de dólar, ou 0,50%.
Nos subprodutos, o farelo para julho fechou com queda de US$ 1,50, ou 0,49%, a US$ 299,80 por tonelada. Já o óleo de soja para julho terminou a sessão em 71,15 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 1,46 centavo, ou 2,09%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,1422 para venda e R$ 5,1402 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1237 e a máxima de R$ 5,1685.
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Sustentabilidade
Vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

O vazio sanitário da soja já está em vigor em Mato Grosso do Sul desde o dia 15 de junho e segue até 15 de setembro de 2026. Durante esse período, é proibida a manutenção de plantas vivas de soja em qualquer estágio de desenvolvimento, incluindo plantas voluntárias (guaxas) que possam surgir após a colheita. A medida é uma das principais estratégias para o controle da ferrugem asiática.
De acordo com a Portaria SDA/MAPA nº 1.579/2026, após o término do vazio sanitário, a semeadura da soja para a safra 2026/2027 estará autorizada entre 16 de setembro e 31 de dezembro de 2026.
A ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, pode provocar perdas expressivas na produtividade quando não controlada adequadamente. Como o fungo necessita de plantas vivas para sobreviver e se multiplicar, a eliminação da soja durante a entressafra reduz significativamente a quantidade de inóculo presente no ambiente e contribui para retardar o aparecimento da doença na safra seguinte.
Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o cumprimento do vazio sanitário é uma responsabilidade coletiva que beneficia toda a cadeia produtiva.
“O vazio sanitário é uma ferramenta fundamental para reduzir a pressão da ferrugem asiática nas lavouras. Quando cada produtor faz sua parte e elimina as plantas vivas de soja durante esse período, contribuímos para diminuir a sobrevivência do fungo e aumentar a eficiência das estratégias de controle na próxima safra”, destaca Balta.
Além de contribuir para a sanidade das lavouras, o respeito ao calendário fitossanitário ajuda a reduzir a necessidade de aplicações de fungicidas ao longo do ciclo produtivo, favorecendo a sustentabilidade da produção e reduzindo os riscos de desenvolvimento de resistência dos patógenos aos produtos utilizados no manejo.
Datas importantes para a safra 2026/2027 em MS
- Vazio sanitário da soja: 15 de junho a 15 de setembro de 2026;
- Semeadura: 16 de setembro a 31 de dezembro de 2026.
A Aprosoja/MS orienta os produtores a seguirem rigorosamente as determinações fitossanitárias, contribuindo para a manutenção da produtividade, competitividade e sustentabilidade da soja sul-mato-grossense.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja MS
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