Sustentabilidade
Com soluções da Sumitomo Chemical, agricultor alcança maior produtividade de soja no Pará – MAIS SOJA

Na última safra, o agricultor Rodolfo Schlatter alcançou uma produtividade de 108,8 sacas por hectare na cultura de soja, integrando estratégias de manejo avançadas e colaborando com tecnologias modernas do portfólio da Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro. Esse desempenho o consagrou campeão paraense no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), do qual a Sumitomo Chemical é patrocinadora. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira (26/6) durante o 17º Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja. A conquista reforça a importância da adoção de boas práticas agrícolas, do apoio técnico e da parceria entre pesquisa e indústria para promover ganhos de produtividade.
Engenheiro agrônomo e produtor rural, Rodolfo Schlatter é natural de Itambé (PR) e conquistou o resultado na fazenda Santana Rios, no município de Santana do Araguaia (PA), em uma área de sequeiro. Além do primeiro lugar no estado, alcançou ainda o sexto lugar na região.
“Parabenizamos com entusiasmo o nosso campeão no Pará Rodolfo Schlatter, produtor parceiro, por essa conquista que é fruto de trabalho sério, visão de futuro e paixão pela agricultura. A Sumitomo Chemical agradece a confiança e reforça seu compromisso com os produtores rurais, protagonistas do agronegócio brasileiro”, afirma Marcelo Figueira, gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical. “Rodolfo utilizou nossos BioRacionais em 100% da área inscrita no desafio. A companhia tem um portfólio que está presente em lavouras com as maiores produtividades da cultura da soja no Brasil e se orgulha de apoiar iniciativas como o Prêmio de Máxima Produtividade de Soja do Cesb, que reconhecem e impulsionam a alta performance no campo”, destaca.
Soluções para o Agro
Cliente da Sumitomo Chemical, Schlatter usou BioRacionais – produtos biológicos ou de origem natural que atuam na proteção, produtividade ou melhor qualidade da produção das plantas – em 100% da área inscrita no desafio.
A começar pela solução de tratamento de sementes Aveo® EZ, que cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). Também utilizou o inseticida Inside® FS, que elimina os alvos rapidamente, no manejo de sugadores.
Para impulsionar o desenvolvimento da planta, aplicou os reguladores de crescimento MaxCel® e ProGibb®, que fazem parte do programa SOJA+. MaxCel induz a formação de mais hastes laterais para uma melhor arquitetura produtiva da planta e ProGibb diminui significativamente o abortamento de flores e vagens, resultando em mais grãos e maior produtividade.
Somadas a essas eficientes soluções, o produtor utilizou também os fungicidas Pladius® e Excalia Max® e o MycoApply EndoFuse®, esta voltada para melhorar a qualidade biológica, promovendo maior longevidade, saúde e qualidade à planta.
Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro
Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.
Fonte: Assessoria de Imprensa Sumitomo Chemical
Sustentabilidade
Milho/Ceema: Milho sobe em Chicago e mantém viés de alta no Brasil – MAIS SOJA

Comentários referentes ao período entre 13/03/2026 e 19/03/2026
Ao contrário da soja, a cotação do milho subiu neste período, de forma quase constante, sendo que o primeiro mês cotado atingiu a US$ 4,69/bushel no fechamento do dia 19/03, contra US$ 4,48 uma semana antes. O fechamento deste dia 19/03 foi o mais alto, para o primeiro mês, desde o dia 28/04/2025.
A guerra no Oriente Médio tem ajudado a manter firmes as cotações em Chicago, além
da possibilidade de uma redução na área semeada nos EUA neste ano. Neste sentido, há grande expectativa em torno do dia 31/03, quando será divulgada a intenção de plantio dos produtores estadunidenses para o ano de 2026.
Já no Brasil, os preços do cereal apresentam um viés de alta, porém, o processo tem sido lento nas diferentes regiões do país. No Rio Grande do Sul, as principais praças mantiveram-se em R$ 56,00/saco, enquanto no restante do país os preços oscilaram entre R$ 52,00 e R$ 69,00/saco.
Um dos motivos deste viés altista está no fato de que a disponibilidade de milho no mercado livre nacional, para negociação imediata, diminuiu, aumentando a concorrência entre os compradores. Mas isso parece ter pouca sustentação, pois a produção nacional, neste ano, será boa, salvo surpresas, e os estoques iniciais (o ano comercial iniciou em fevereiro/26) são elevados, atingindo a 12,68 milhões de toneladas, contra apenas 1,88 milhão no início do ano comercial anterior (cf. Conab). O que preocupa é o custo da logística, especialmente transportes, com a continuidade da guerra no Oriente Médio.
Por outro lado, o plantio do milho safrinha, no Centro-Sul brasileiro, teria atingido a 91% da área esperada até o dia 12/03. Calcula-se que cerca de 1,5 milhão de hectares serão plantados fora da janela ideal. E a estiagem já atinge a safrinha do Paraná, causando preocupação. Enquanto isso, o milho verão 2025/26 já estaria com 50% de sua área colhida no Centro-Sul, contra 72% um ano atrás (cf. AgRural).
Enquanto isso, a Conab informa que o plantio da safrinha, em todo o Brasil, chegava a 85,5% no dia 14/03, contra a média de 82,9%. Cerca de 13,6% da área ainda estava em fase de emergência, 79,5% em desenvolvimento vegetativo, 6,5% em floração e 0,4% em enchimento de grãos. Já a colheita de verão no país atingia a 34% da área, contra a média de 33,1%. Até o dia 14/03 o Rio Grande do Sul havia colhido 83% da área, Paraná 69%, Santa Catarina 54%, São Paulo 15%, Bahia 12% e Minas Gerais 7%.
E no Mato Grosso do Sul, a comercialização da safra 2025/26 chegou a 32,5% do total no final de fevereiro/26. Os dados referentes à safra 2024/2025 indicam que o volume comercializado atingiu 86% da produção até fevereiro de 2026. O preço médio disponível do milho no estado foi de R$ 50,06/saco em fevereiro de 2026, enquanto o preço médio futuro foi de R$ 49,87/saco, valores estes cerca de 16% inferiores aos registrados em fevereiro de 2025. Para a safra 2026/2027, o levantamento indica que 1,1% do volume foi comercializado em fevereiro, totalizando 14% da produção estimada negociada até o momento (cf. Aprosoja/MS).
Pelo lado das exportações, conforme a Secex, nos primeiros 10 dias úteis de março o Brasil vendeu 483.720 toneladas do cereal, sendo que a média diária representou um crescimento de 5,5% sobre março do ano passado. O preço pago por tonelada caiu 4,5% ficando em US$ 229,50 em março de 2026 contra os US$ 240,30 de março de 2025.
Neste momento, a maior preocupação está com a guerra no Oriente Médio já que o Irã
é forte importador de nosso milho, assim como a região é um corredor importante de
transporte do cereal.
Fonte: Ceema

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: CEEMA
Sustentabilidade
Trigo/Ceema: Mercado do trigo mostra reação com alta nos preços no Sul – MAIS SOJA

Comentários referentes ao período entre 13/03/2026 e 19/03/2026
As cotações do trigo, após subirem a US$ 6,18/bushel no dia 13/03 (a maior cotação desde o dia 13/06/2024), recuaram um pouco durante a semana, porém, fecharam a quinta-feira (19) nos melhores níveis dos dois últimos anos. O primeiro mês cotado fechou em US$ 6,08/bushel, contra US$ 5,92 uma semana antes.
Enquanto isso, na Europa, a produção de trigo macio para a União Europeia e o Reino Unido, somados, deverá atingir a 142,6 milhões de toneladas em 2026, ficando abaixo das 148,7 milhões produzidas em 2025. A expectativa é de que a produtividade do trigo caia em relação aos níveis excepcionais de 2025. No caso do milho, a projeção foi elevada para 60,7 milhões de toneladas, e a da canola em 21,1 milhões de toneladas (cf. Coceral).
Vale destacar que, até o dia 10/03, 55% da produção de trigo de inverno nos EUA estava sob algum nível de estiagem, percentual bem acima dos 27% registrados no mesmo período do ano passado. Além disso, há os efeitos da guerra no Oriente Médio.
E no Brasil, os preços melhoram lentamente. As principais praças gaúchas fecharam a semana com R$ 58,00/saco, enquanto no Paraná os mesmos oscilaram entre R$ 62,00 e R$ 64,00. Na prática, os vendedores estão mais firmes nos preços pedidos. As cotações externas mais elevadas e uma leve desvalorização do Real auxiliaram neste comportamento.
E como já indicado no boletim passado, em 2026 os produtores brasileiros de trigo tendem a colher sua menor safra do cereal dos últimos cinco anos. Segundo projeções da Conab, a área semeada deverá ficar em 2,32 milhões de hectares, com recuo de 4,92% sobre o ano passado. A produtividade média é aguardada em 2.978 quilos/ha no país, com recuo de 7,5% sobre a de 2025. Com isso, a produção final no corrente ano deverá alcançar, em clima normal, 6,9 milhões de toneladas, ou seja, cerca de um milhão de toneladas a menos do que o colhido no ano passado. Isso equivale a 12,3% de redução. Lembrando que analistas privados (Safras & Mercado) indicam que “a área plantada em 2026/2027 pode cair até 40% em relação há quatro anos atrás, ou um recuo de 15,5% em relação à temporada anterior, para 1,99 milhão de hectares.
O que vem assombrando os produtores, com razão, são os altos custos de produção, agora puxados pelos fertilizantes e diesel novamente, devido a guerra no Oriente Médio. Além disso, os custos do seguro agrícola, o crédito limitado e as perdas financeiras registradas nas safras recentes também reduzem a disposição dos produtores de assumir riscos maiores. Em tais condições, os produtores brasileiros devem ficar atentos aos seguintes pontos: evolução das condições das lavouras no Hemisfério Norte; competitividade entre exportadores como Rússia, União Europeia e Argentina; movimentação dos fundos no mercado futuro; e variações no câmbio, que impactam diretamente a paridade de importação (cf. Safras & Mercado).
Enfim, o mercado de trigo no Sul do país segue moderado, com negócios pontuais e o frete assumindo protagonismo devido ao seu aumento de preços. No Rio Grande do Sul a semana foi relativamente calma, com operações realizadas principalmente na modalidade FOB, próximas de R$ 1.200,00/tonelada. Para contratos futuros, o trigo também gira em torno de R$ 1.200,00 sobre rodas no porto de Rio Grande. O mercado aponta ainda que cerca de 85% da safra já foi comercializada, restando pouco mais de 500.000 toneladas até o fim do ano. A expectativa é de que exportações e cabotagem alcancem 2 milhões de toneladas. Já em Santa Catarina, o mercado começa a dar sinais de reação, ainda que com poucos negócios efetivados.
O trigo pão diferido é negociado a R$ 1.250,00/tonelada, enquanto o trigo branco segue sem demanda. Há continuidade na procura por produto gaúcho e paraguaio, principalmente no oeste do estado. Negócios com trigo tipo 2 foram registrados a R$ 1.050,00/tonelada, e moinhos seguem comprando no Rio Grande do Sul. No Paraná, o frete também começa a pressionar o mercado, afetando tanto o trigo quanto as farinhas. Os preços FOB estão entre R$ 1.320,00 e R$ 1.350,00/tonelada. O trigo branqueador foi negociado a R$ 1.400,00 entregue nos moinhos. No mercado externo, o trigo paraguaio é ofertado a US$ 253,00/tonelada no norte do estado, enquanto o argentino chega a US$ 270,00 nacionalizado em Paranaguá, com poucos negócios recentes (cf. TF Agronômica).
Fonte: Ceema

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: CEEMA
Sustentabilidade
Arroz/RS: Colheita do arroz avança no RS com boa produtividade – MAIS SOJA

Na cultura do arroz irrigado, predominam as lavouras em maturação e em colheita nas diversas regiões produtoras.
As condições climáticas no período, como a continuidade de tempo firme, favoreceram a redução da umidade dos grãos e a evolução das operações de colheita. De maneira geral as
produtividades têm se mantido satisfatórias. Há registros de resultados elevados em diversos talhões, apesar das variações associadas às condições meteorológicas ocorridas durante o período reprodutivo.
Em parte das lavouras, especialmente naquelas submetidas a menor radiação solar e a episódios de temperaturas mais baixas durante o emborrachamento e enchimento de grãos, observam-se limitações na formação de panículas e ocorrência de grãos malformados, o que reflete em redução do rendimento em comparação ao potencial inicial. Ainda assim, a qualidade do grão colhido está, de modo geral, boa, com bom rendimento de engenho.
O manejo da irrigação se encontra em fase de finalização, e ocorre a retirada gradual da água dos quadros para viabilizar a colheita. A disponibilidade hídrica está satisfatória na maior parte das regiões produtoras, sustentando o desenvolvimento adequado das lavouras
até o final do ciclo.
Seguem as atividades de monitoramento fitossanitário, com atenção a pragas e doenças típicas da fase final, bem como práticas de manejo pós-colheita em áreas já colhidas.
A área cultivada é de 891.908 hectares (IRGA). A produtividade está projetada em 8.744 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, o tempo seco favoreceu a perda de umidade dos grãos e o avanço da colheita. Em Uruguaiana, cerca de 15% dos 71.090 hectares cultivados foram colhidos. As produtividades estão inferiores às obtidas na safra passada, inclusive em áreas com as mesmas cultivares, devido à baixa radiação solar entre o final de dezembro e início de janeiro, além das temperaturas reduzidas durante o emborrachamento e enchimento de grãos, que resultaram em falhas de panículas e grãos gessados.
Situação semelhante é relatada em Alegrete e Manoel Viana, onde as produtividades estão pouco abaixo da expectativa inicial. Apesar disso, a qualidade dos grãos colhidos está satisfatória até o momento. Em São Borja, há dificuldades operacionais relacionadas ao fornecimento de óleo diesel, que precisa ser adquirido em pequenas quantidades, o que pode impactar o ritmo da colheita.
Na de Pelotas, a colheita avançou aceleradamente em todos os municípios produtores. A distribuição das fases indica 64% das lavouras maduras e prontas para colheita, 12% em enchimento de grãos e 24% colhidas. As condições climáticas do período permitiram a continuidade das operações e favoreceram o desenvolvimento final das lavouras, consolidando o potencial produtivo em grande parte das áreas.
Na de Santa Maria, a área cultivada está estimada em 124.415 hectares. A colheita supera 20%, e cerca de 50% das lavouras estão em maturação. As produtividades confirmam desempenho elevado, com médias superiores a 8.000 kg/ha. Em São João do Polêsine, as lavouras colhidas apresentam produtividade média de 9.000 kg/ha. Em talhões colhidos, os
rizicultores realizaram práticas de manejo, como gradagem superficial, visando reduzir o banco de sementes de arroz vermelho e outras plantas daninhas. O cenário produtivo indica safra cheia na região.
Na de Santa Rosa, as lavouras se encontram em fase final de ciclo. Os produtores estão reduzindo gradualmente a irrigação nas áreas em preparação para o início da colheita nos próximos dias, que está condicionado às condições meteorológicas e à umidade dos grãos, fatores determinantes para a qualidade, especialmente no rendimento de grãos inteiros.
Na de Soledade, 5% estão em florescimento, 40% em enchimento de grãos, 35% em maturação e 20% colhidos. As produtividades são satisfatórias, e há excelente qualidade de grãos, com destaque para o rendimento de engenho. Segue o monitoramento fitossanitário, especialmente para percevejos e brusone, com intervenções conforme a necessidade.
Comercialização (saca de 50 quilos)
O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 1,54%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 54,68 para R$ 55,52.
Fonte: Emater
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