Sustentabilidade
Mosaic é destaque no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja – CESB 2025 – MAIS SOJA

A Mosaic, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, é novamente destaque no cenário agrícola nacional ao contribuir com resultados superiores em campo. Os agricultores premiados nas duas principais categorias do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil): Nacional e Irrigado, utilizaram fertilizantes Mosaic em seu manejo. A cerimônia de premiação foi realizada nesta manhã, 26 de junho, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural.
As vitórias no Desafio do CESB coroam o compromisso da Mosaic com a produtividade e a inovação no campo. Para a empresa, cada conquista dos produtores é reflexo de um trabalho conjunto, baseado em tecnologia, conhecimento técnico e paixão pelo agro. “Nossas soluções são desenvolvidas com foco em alta performance e sustentabilidade, e ver os produtores alcançando resultados tão expressivos é motivo de muito orgulho para nós”, afirma Sabrina Coneglian, gerente Nacional de Desenvolvimento de Mercado da Mosaic.
O concurso contou com a participação de mais de 4.760 produtores rurais de todas as regiões do Brasil e realizou 812 auditorias para identificar os maiores índices de produtividade na cultura da soja, tanto em áreas irrigadas quanto de sequeiro. O destaque nacional na região Sul foi o Grupo Agro Mallon, da Fazenda Santa Bárbara, em Canoinhas (SC), que alcançou uma produtividade de 135,48 sacas por hectare — um resultado 149% superior à média da própria fazenda (90,8 sc/ha) e 225% acima da média nacional registrada em 2024, de aproximadamente 60 sc/ha. A estratégia adotada pelos campeões incluiu o uso das soluções MicroEssentials, Aspire e Gesso Agrícola, da Mosaic, que contribuíram diretamente para o desempenho excepcional da lavoura.
Charles Adriano Breda, produtor rural e especialista em fertilidade do solo, nutrição de plantas e Agricultura Digital 4.0, está à frente da Fazenda Malon. Para ele, o segredo do sucesso está na combinação de fatores: agricultura de precisão, correção profunda do solo, tecnologia de ponta e parcerias estratégicas. “A Mosaic tem sido essencial nesse processo. O gesso agrícola nos ajudou a aprofundar raízes, corrigir o alumínio e melhorar a oxigenação do solo. O Aspire garantiu uma distribuição uniforme de potássio e boro, e o MicroEssentials S9 foi fundamental como fonte de fósforo e enxofre”, explica. A fazenda também adota uma gestão ambiental exemplar, com ações como o cercamento de nascentes, o uso de big bags para reduzir resíduos e práticas de controle de erosão.
Na categoria Irrigado, o vencedor foi o produtor Paulo Storti, da Fazenda Santana, em Itapeva (SP), que atingiu a produtividade de 126,71 sacas por hectare. O manejo adotado utilizou o MicroEssentials, fertilizante que combina fósforo de alta solubilidade, duas formas de enxofre (sulfato e elementar) e nitrogênio em um único grânulo. Essa combinação favorece o desenvolvimento radicular, a formação de grãos e a resistência da planta a estresses.
Para Paulo Storti, produtor há 40 anos, cuja vida sempre esteve ligada ao agro, a parceria com empresas como a Mosaic é fundamental. Ele começou sua trajetória comprando e empacotando feijão e, com o tempo, passou a se dedicar exclusivamente à produção. “Estamos muito felizes com esse prêmio do CESB. Graças a Deus, nossa produtividade tem sido excelente ano após ano. E isso também é mérito da nossa equipe, que está no dia a dia conosco, trazendo sugestões e soluções para enfrentar os desafios da lavoura,” afirma.
Segundo Storti, essas parcerias impulsionam o crescimento no campo. “A cada ano, investimos mais em infraestrutura e buscamos aprimorar nossas práticas. A lavoura tem seus altos e baixos, mas seguimos em frente com resiliência. Hoje, um dos maiores desafios é o clima. Mesmo vivendo em um país tropical, sabemos o quanto ele pode interferir na produção. Neste cenário, o manejo eficiente e o uso de insumos de qualidade fazem toda a diferença. Produtos como o MicroEssentials da Mosaic contribuíram diretamente para os bons resultados que alcançamos, inclusive na conquista deste prêmio,” conclui.
Além dos campeões nacionais, o Desafio também premiou o campeão da região Centro-Oeste, que fez uso dos fertilizantes das linhas convencionais da companhia. A Mosaic reconhece e valoriza a diversidade de estratégias adotadas pelos produtores em todo o país, reforçando que o sucesso no campo está diretamente ligado ao conhecimento técnico, à dedicação e à escolha de soluções que melhor se adaptam a cada realidade.
As vitórias de 2025 reforçam o histórico de excelência da Mosaic no Desafio CESB. Em 2024, o produtor Silvio Maluta, também de Itapeva (SP), foi campeão nacional na categoria Irrigado, com 133,79 sacas por hectare, utilizando soluções da Mosaic. Já em 2023, a empresa esteve presente nos manejos vencedores das categorias Irrigado e Sequeiro, com produtividades superiores a 130 sacas por hectare.
Sobre a Mosaic
Com a missão de ajudar o mundo a produzir os alimentos de que precisa, a Mosaic atua da mina ao campo buscando solucionar desafios de maneira diferente, refletindo seu espírito inovador reconhecido mundialmente. A empresa entrega cerca de 27,2 milhões de toneladas de fertilizantes ao ano para 40 países, sendo uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados. Sua produção se dá com base em conhecimentos sólidos, adquiridos a partir de evidências científicas que garantem a eficácia de seus produtos. Opera na mineração, produção, importação, comercialização e distribuição de fertilizantes, incluindo bioinsumos, para aplicação em diversas culturas agrícolas, ingredientes para nutrição animal e produtos industriais. No Brasil, está presente em mais de dez estados, tendo presença também no Paraguai, com profissionais que trabalham diariamente comprometidos com a ética. Em 2024, a empresa completou duas décadas de compromisso em ajudar a alimentar uma população global cada vez maior, promovendo, para isso, ações que visam transformar a produtividade do campo e a realidade dos locais onde atua, de forma segura, sustentável e inclusiva. Para mais informações, visite www.mosaicco.com.br. Siga-nos no Facebook, Instagram e LinkedIn e acompanhe também nossos canais de conteúdo Nutrição de Safras e NutriMosaic.
Fonte: Assessoria de Imprensa Mosaic
Sustentabilidade
Preços de soja sobem de R$ 1 a R$ 2 por saca nas praças do Brasil; confira as cotações do dia

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços mais altos, acompanhando os fortes ganhos na Bolsa de Chicago, impulsionados pela valorização do farelo. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que, no físico, as cotações melhoraram, com avanços entre R$ 1,00 e R$ 2,00 por saca nos portos, dependendo do momento.
Os prêmios e o dólar recuaram um pouco, mas o movimento de Chicago teve maior peso na formação dos preços. Apesar das cotações ainda fortes, o mercado interno permaneceu bastante calmo para negócios.
“O produtor espera que o porto chegue a R$ 170,00 por saca. Então, temos preços ainda bem fortes, mas o mercado disponível segue bastante travado”, destaca Silveira.
Na safra nova, os preços também avançaram, com boas ofertas nos portos e cotações mais fortes em Minas Gerais e Goiás. “O produtor aproveitou o movimento para fechar custos da safra nova”, acrescenta o analista.
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Mercado de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 154,00 para R$ 155,00
- Santa Rosa (RS): subiu de R$ 154,00 para R$ 156,00
- Cascavel (PR): subiu de R$ 151,00 para R$ 152,00
- Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
- Dourados (MS): manteve em R$ 147,00
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 149,00
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 162,00 para R$ 163,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 162,00 para R$ 163,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta segunda-feira (21). O mercado foi sustentado pelas expectativas em torno das negociações comerciais entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, previstas para esta semana.
As compras chinesas de produtos agrícolas norte-americanos e uma possível redução da tarifa chinesa de 10% sobre a oleaginosa e outros grãos dos Estados Unidos estão entre os principais temas esperados nas discussões. Apesar da queda de 12% nas importações de soja dos Estados Unidos pela China em agosto, para 10,66 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a agosto, o país já ultrapassou a metade da meta de 25 milhões de toneladas de soja norte-americana prevista para este ano.
USDA
Na sexta-feira (18), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou uma venda privada de 111 mil toneladas de soja para a China, com entrega no ano comercial 2026/27. As inspeções de exportação de soja somaram 759.193 toneladas na semana encerrada em 17 de setembro, acima das 680.252 toneladas da semana anterior e das 565.630 toneladas registradas no mesmo período do ano passado.
Desde o início do ano-safra, em 1º de setembro, o volume inspecionado chega a 1,68 milhão de toneladas, contra 1,65 milhão de toneladas no mesmo período da temporada anterior.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 24,50 centavos de dólar ou 1,87%, a US$ 13,28 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,44 por bushel, com avanço de 24,00 centavos de dólar ou 1,81%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 9,80 ou 2,73%, a US$ 368,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,85 centavos de dólar, com ganho de 0,63 centavo ou 0,92%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,74%, sendo negociado a R$ 5,1069 para a venda e a R$ 5,1049 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1024 e a máxima de R$ 5,1379.
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Sustentabilidade
Alta e queda dos fertilizantes refletem na safra 2026/27 – MAIS SOJA

O MAP (fosfato monoamônico), que é um adubo considerado essencial para o cultivo de soja, ficou mais caro no Brasil, enquanto a ureia, muito utilizada na safra de milho, seguiu na direção oposta. Levantamento da consultoria de inteligência de mercado Aegro Insights revelou que o MAP granulado subiu para R$ 5.250 a tonelada, alta de 9,3% no trimestre em andamento entre maio e 10 de setembro, se comparado com o trimestre de abril a junho. Para a ureia, na comparação dos mesmos períodos analisados, a tonelada de ureia caiu para R$ 3.400 até 10 de setembro, um recuo de 8,7% ante o trimestre anterior.
Segundo a análise da Aegro Insights, a relação de troca entre fosfato e soja subiu o equivalente a quase um terço. Na prática, o produtor precisa destinar uma fatia maior da colheita para pagar a mesma quantidade de adubo fosfatado. “Os dois adubos seguem em caminhos opostos. A ureia barateou, mas o fosfato continua com preços altos. O que pesa na composição de preço não é o câmbio. Quem está adiando a compra porque espera o dólar abaixar está olhando para a variável errada”, afirma o engenheiro agrônomo Mathias Bergamin, coordenador de inteligência de mercado na Aegro.
Pode-se considerar que as compras para a adubação de base da soja na safra 2026/27 já foram encerradas, e o produtor vai sentir o peso desse custo ao longo da safra, à medida que outros insumos entrarem na conta. O gasto médio passou de R$ 842,10 por hectare na safra 2024/25 para R$ 1.058,00 na temporada 2025/26 e R$ 1.086,00 para a soja 2026/27, o equivalente a 9,44 sacas de soja por hectare atualmente.
“O preço do MAP vem num movimento de alta nos últimos quatro anos por causa da incerteza global, da guerra e da movimentação sociopolítica mundial. Mas, para lidar com isso, o produtor tem aprendido a ter um manejo mais eficiente com tecnologias de aplicação. É possível investir em boas práticas de manejo de solo e buscar alternativas. O produtor pode fazer uma análise prévia de solo para entender as zonas de manejo e fazer a fertilização linha a linha, no sulco, para aumentar a eficiência operacional no campo”, diz Bergamin.
Já a ureia, insumo que costuma ter maior peso na adubação do milho, aponta em direção diferente. A série mensal de 2026 mostra a tonelada saltando para R$ 4.200 em abril e recuando à faixa de R$ 3.200 a R$ 3.300 nos meses seguintes, patamar em que se manteve até 10 de setembro. Esse movimento traz oportunidades para quem planeja a safrinha de milho de 2027.
“A ureia está com um preço bem atraente para o produtor que quer fechar a adubação do milho. O preço da ureia pode cair mais ainda, mas o produtor rural que quer se proteger financeiramente já pode comprar”, opina Bergamin. A pesquisa da consultoria Aegro Insights foi baseada em notas fiscais reais de insumos, com dados anonimizados de compras realizadas por produtores que utilizam o software de gestão Aegro.
Sobre a Aegro
A Aegro oferece o sistema de gestão para produtores rurais mais utilizado do Brasil. Líder do segmento, a Aegro simplifica a gestão de fazendas, unindo a operação do campo ao controle financeiro do escritório.
Além disso, a empresa opera um braço de inteligência de mercado que desenvolve pesquisas baseadas em dados anonimizados de milhares de hectares em todo o Brasil, em sua maioria destinados ao cultivo de grãos. Essa área de negócios é formada pelo Aegro Insights, que gera relatórios e painéis para os produtores rurais, incluindo o Compare Preços, ferramenta disponível gratuitamente.
A empresa segue investindo em tecnologia e inovação. Por meio de suas soluções, a Aegro ajuda produtores brasileiros a tomarem decisões baseadas em números reais para garantir a sustentabilidade de seus negócios.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Dessecação sequencial contribui para o manejo de plantas daninhas de difícil controle – MAIS SOJA

Estabelecer a lavoura “no limpo” (sem a presença de plantas daninhas) é uma das principais e mais eficazes estratégias de manejo para reduzir o impacto decorrente da matocompetição inicial na soja. No entanto, espécies complexas como caruru, buva, capim-amargoso, capim-pé-de-galinha e trapoeraba, entre outras, apresentam difícil controle em função de características fisiológicas e resistência a determinados herbicidas, e nem sempre são controladas com apenas uma aplicação e herbicidas, resultando em muitos casos, em falhas de manejo como plantas rebrotadas e/ou plantas remanescentes no estabelecimento da soja.
Figura 1. Plantas de capim-amargoso em fase de rebrota após dessecação.
Nesse contexto, o posicionamento de herbicidas exerce um papel central no manejo e controle eficiente das plantas daninhas. Mesmo com o uso de herbicidas com amplo espectro de ação e eficácia comprovada, a complexidade que envolvem o controle de certas espécies daninhas demanda estratégias mais completas de controle, além da dessecação pré-semeadura.
Uma dessas estratégias é a dessecação sequencial, que consiste na realização de duas ou mais aplicações de herbicidas em momentos estratégicos na pré-semeadura da soja. Entre outros aspectos essa estratégia permite o uso de diferentes mecanismos de ação, ampliando a eficiência do manejo, o espectro de controle e o manejo da resistência das plantas daninhas aos herbicidas (HRAC-BR, 2026).
Figura 2. Aplicação sequencial de herbicidas na soja.

Além de atuar sobre plantas remanescentes mais debilitadas, em processo de rebrote, a aplicação sequencial de herbicidas permite o controle de novos fluxos de emergência originários no intervalo entre as aplicações. Pesquisas demonstram que a aplicação sequencial de herbicidas é um dos métodos mais eficazes para o controle químico de espécies daninhas de difícil controle como a trapoeraba e que a associação entre herbicidas de diferentes mecanismos de ação é crucial para ampliar a eficácia do controle.
A exemplo, Bianchi; Sturmer; Somavilla (2018) observaram que para a trapoeraba, uma maior eficiência de controle é observada quando se adotam aplicações sequenciais, nas quais a primeira aplicação é composta por glifosato + 2,4-D (1458 g e.a. + 1340 g e.a. ha⁻¹), seguida de uma segunda aplicação com glufosinato de amônio (500 g ha⁻¹) ou diquat (400 g ha⁻¹), consolidando-se como uma estratégia tecnicamente consistente para a redução da infestação dessa espécie.
Resultados similares demonstrando a importância da aplicação sequencial de herbicidas também foram observados por Grigolli (2017) e Raimond et al. (2019), que constataram que a aplicação de herbicidas no rebrote do capim-amargoso constitui uma importante estratégia e manejo. Não menos importante, a dessecação sequencial permite uma maior efetividade no controle de plantas daninhas decorrentes de novos fluxos de emergência, pós primeira aplicação de herbicidas e/ou sobreviventes em decorrência do “efeito guarda-chuva” desempenhado pelas plantas maiores, que limita a chegada de ingrediente ativo ao alvo.
Nesse contexto, principalmente se tratando de espécies de difícil controle e com resistência a herbicidas, a dessecação sequencial constitui uma importante estratégias de manejo para reduzir a população de plantas daninhas no estabelecimento da soja, possibilitando um maior controle de espécies invasoras e contribuindo para o manejo da resistência delas a herbicidas.

Referências:
BIANCHI, M. A.; STURMER, H.; SOMAVILLA, J. C. ESTRATÉGIAS DE CONTROLE PARA TRAPOERABA. CCGL. Boletim Técnica, n. 65, 2018. Disponível em: < https://upherb.com.br/ebook/boletim_t%C3%A9cnico_65.pdf >, acesso em: 21/09/2026.
GRIGOLLI, J. F. J. MANEJO E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA SOJA. Fundação MS, Tecnologia e Produção: Soja 2016/2017, 2017. Disponível em: < https://www.fundacaoms.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Tecnologia-e-Producao-Soja-20162017.pdf >, acesso em: 21/09/2026.
HRAC-BR. NECESSIDADE DO USO DE APLICAÇÃO SEQUENCIA. Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas, 2026. Disponível em: < https://www.hrac-br.org/post/necessidade-do-uso-de-aplicacao-sequencial >, acesso em: 21/09/2026.
RAIMONDI, R. T. et al. ALTURA DE ROÇADA AFETA O CONTROLE DE CAPIM-AMARGOSO PERENIZADO. Cultura Agronômica, 2019. Disponível em: < https://ojs.unesp.br/index.php/rculturaagronomica/article/view/2446-8355.2019v28n3p254-267 >, acesso em: 21/09/2026.

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