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Elas no Campo: Evento destaca liderança feminina no setor e renda vai para apoio a pacientes com câncer

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O Encontro Elas no Campo, que chega à sua quinta edição, é visto como um dos principais eventos voltados à liderança feminina no setor agropecuário. A programação traz muito conhecimento e apresentações de especialistas renomados, como a pesquisadora Jaqueline Weigel, que é futurista global e consultora de estratégias para negócios.

Em sua participação no Encontro Elas no Campo, Jaqueline Weigel quer provocar uma reflexão no público, sobre o que realmente significa pensar o futuro do setor do agronegócio. As informações e insights fazem parte da palestra “Megatendências e sinais disruptivos do agro”. De acordo com a futurista, compreender as transformações globais de longo prazo e os sinais ainda sutis de mudança, é uma habilidade essencial para quem deseja liderar com visão estratégica.

“Tendências são apenas probabilidades, são previsões. Mas acompanhá-las hoje é uma competência essencial de quem está em gestão de qualquer tipo de negócio, incluindo o agro”, afirma. Para ela, o agro precisa ir além da ideia de que o futuro será uma simples continuidade do presente. “O perigo de ficar na mesmice é a não existência. A transformação é urgente, e os riscos da estagnação podem ser fatais para os negócios”, alerta.

Na palestra, Jaqueline vai trazer uma visão sistêmica das grandes forças que já estão redesenhando o setor: da bioeconomia à agricultura regenerativa, da conectividade rural à geopolítica global, passando pelo impacto das mudanças climáticas e pela emergência de um novo perfil de consumidor. “Não estou falando só de inovação, estou falando de sobrevivência. De novos produtos, serviços e mercados que estão em construção”, enfatiza.

 

Mulheres têm protagonismo decisivo

Jaqueline destaca que, em um mundo cada vez mais complexo, a capacidade de adaptação deve ser rápida. Além disso, as mulheres têm um papel decisivo como protagonistas na construção desse novo agro, mais resiliente, diverso e inovador. “O agro é a riqueza do Brasil, sem dúvida nenhuma, mas ele tem muitos desafios na transformação e na reinvenção. E as mulheres têm um papel fundamental na liderança dessa renovação no século XXI.” conclui.

O papel fundamental do protagonismo feminino e as transformações necessárias para o setor que mais cresce no Brasil serão discutidos por Jaqueline em sua palestra na próxima sexta-feira (27), às 10h45, no Encontro Elas no Campo, que será realizado no Cenarium Rural, em Cuiabá.

Com uma programação cuidadosamente elaborada, o evento vai reunir cerca de 800 participantes nos dias 26 e 27 de junho, para 12 palestras e 8 painéis com temas que vão desde inovação tecnológica até liderança e motivação, com o objetivo de ampliar a visão e o conhecimento das mulheres ligadas ao agro.

A programação completa do evento Encontro Elas no Campo pode ser visualizada no link a seguir: https://elasnocampo.com.br/#programa

Evento tem renda direcionada ao acolhimento a mulheres com câncer

Com foco na responsabilidade social, o Encontro Elas no Campo destinará recursos ao Instituto Viva o Despertar (IVD), entidade que oferece, gratuitamente, apoio a mulheres em tratamento contra o câncer de mama. O instituto disponibiliza uma variedade de atendimentos, como yoga, meditação, psicoterapia, fisioterapia, nutrição, hidroginástica e assessoria jurídica. Mais informações: institutovivaodespertar.com.br

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Banco Master associado a apurações sem fundamento

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Mais uma vez, rumores sem qualquer base tentam arrastar o nome do Banco Master para o noticiário negativo, vinculando a instituição a supostas investigações na Faria Lima.

A estratégia é velha conhecida: usar um banco em ascensão como peça de narrativa para gerar manchetes fáceis, sem apresentar provas, documentos ou confirmações de órgãos oficiais.

O Master, na realidade, não aparece em nenhuma apuração. Não há citação formal, não há processos, não há comunicados.

A Reag, gestora que presta serviços de administração de fundos, foi citada em investigações — e o Master é apenas um entre vários clientes da empresa. Isso é rotina no setor.

O problema é que, em vez de esclarecer essa distinção básica, alguns jornalistas preferiram inflar a narrativa.

Não é coincidência que isso aconteça justamente em um momento de crescimento do Master. O banco tem ganhado espaço no mercado, protagonizado operações relevantes e atraído atenção de concorrentes.

É natural que, nesse contexto, também desperte desconforto e ataques. Mas transformar essa disputa de bastidores em “notícia” é ultrapassar os limites da responsabilidade jornalística.

O mercado financeiro exige precisão. Um rumor pode afetar preços de ativos, decisões de investidores e até confiança de clientes. Por isso, manchetes sem base documental são perigosas.

No caso do Master, é evidente que a intenção foi lançar dúvida sobre sua reputação, ainda que a realidade mostre exatamente o contrário: governança sólida, compliance reforçado e auditorias que validam a consistência da sua atuação.

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Clima favorável deve impulsionar crescimento da produção de soja para a safra 2025/26

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A produção de soja para a safra 2025/2026  deve atingir 75,5 milhões de toneladas, representando um crescimento de 3,1% em relação à safra anterior, segundo dados da Cog Consultoria. Esse aumento é impulsionado por uma combinação de fatores, como a recuperação da produtividade no Rio Grande do Sul, que superou um ciclo difícil de adversidades climáticas, e o crescimento da área plantada, especialmente nas regiões do Arco Norte.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

O aumento na área plantada será mais moderado em relação às temporadas anteriores, estimando um crescimento de cerca de 2%, o que corresponde a aproximadamente 900.000 hectares, Carlos Cogo, analista da Cog Consultoria. A expansão da soja será concentrada no Arco Norte, que inclui estados como Rondônia, Acre, e partes do Pará e Matopíba, além de uma substituição de arroz por soja no Rio Grande do Sul, que enfrenta um mercado negativo para o grão.

Clima favorável

Ao contrário de anos anteriores, a safra 2025/2026 se beneficiará de uma “neutralidade climática”, explica Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural. Isso significa que o fenômeno El Niño, que causou grandes prejuízos no passado, não será um fator determinante nesta temporada. Müller diz que as chuvas deverão retornar no momento adequado para a maioria das regiões produtoras, o que favorece as colheitas no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. A expectativa é que as condições climáticas, como a redução do calor excessivo, beneficiem a safra como um todo.

Geopolítica

Outro ponto crucial para a safra 2025/26 será o  impacto das tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China sobre o mercado global de soja. Cogo destacou que a guerra tarifária e o aumento das tarifas impostas pelos EUA à soja chinesa vêm gerando mudanças no fluxo de comércio. Em agosto, os EUA não conseguiram vender soja para a China, um mês tradicionalmente crucial para as encomendas. Esse cenário tem beneficiado o Brasil, que já exportou 75% de sua soja para o mercado chinês até julho deste ano, alcançando um recorde histórico.

Apesar disso, Cogo alerta que a evolução do mercado internacional dependerá de um eventual acordo entre os EUA e a China, o que poderia reverter as atuais condições comerciais. Caso a tarifa de 23% seja reduzida ou eliminada, as exportações dos EUA poderiam voltar a ser competitivas, afetando diretamente o preço da soja no Brasil.

Estoques e demanda

A alta demanda por soja não se limita ao mercado externo. A mistura de biodiesel, com 15% de biodiesel no óleo diesel a partir de agosto, tem aumentado a demanda interna por óleo de soja. O analista da COG Consultoria avalia que o Brasil pode enfrentar um estoque muito baixo de soja na virada da safra, com estoques quase zerados devido à intensa exportação e à crescente demanda interna. Em 2026, as exportações dependem do ritmo de colheita precoce, com a soja do Cerrado, por exemplo, podendo atender à demanda da China já em janeiro.

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Ao lado do governador, Amaggi e Inpasa anunciam parceria para mais três usinas de etanol em MT

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Após reunião com o governador Mauro Mendes, as multinacionais Amaggi e Inpasa anunciaram uma parceria para a construção de mais três usinas de etanol de milho em Mato Grosso.

A reunião ocorreu na última semana e o anúncio foi feito nesta sexta-feira (29.9), após a confirmação oficial dos investimentos, que giram na casa dos R$ 2,5 bilhões, com previsão de gerar centenas de empregos diretos e indiretos.

O encontro, mediado pelo ex-senador e presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, contou com a presença do ex-governador e investidor da Amaggi, Blairo Maggi, bem como de toda a diretoria da empresa, além do fundador e principal controlador da Inpasa, José Lopes.

De acordo com os representantes de ambas as empresas, as medidas do Governo de Mato Grosso para fortalecer a indústria “foram fundamentais” para a tomada de decisão.

Entre as medidas, se destacam a rapidez e isonomia na concessão de incentivos fiscais, desburocratização, a retomada do equilíbrio fiscal, a redução de mais de 140 taxas e impostos que o Estado promoveu para toda a população desde o início da gestão, e os recordes em investimentos em todas as áreas.

“Hoje Mato Grosso é o melhor lugar do país para se investir, porque construímos um ambiente favorável para isso. E é por esse motivo que temos atraído tantas empresas e indústrias para cá. Nenhuma empresa faria investimentos dessa magnitude se não confiasse no potencial do nosso estado”, destacou o governador Mauro Mendes.

O setor

Mato Grosso é hoje o maior produtor de etanol de milho do país e o segundo maior produtor de etanol em geral, perdendo apenas para o estado de São Paulo.

Na safra 2023/2024, foram produzidos 4,54 bilhões de litros de etanol de milho no estado, por meio das 14 usinas que processam milho, sendo 11 exclusivas de milho.

A estimativa é que, até 2031, esse volume de produção aumente para até 9,6 bilhões de litros por ano.

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