Connect with us
27 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Algodão: Chuvas nos EUA e demanda aquecida sustentam ICE, mas mercado de MT registra leve retração – MAIS SOJA

Published

on


Entre 19 e 23/10, o contrato dez/26 na ICE registrou a média de ¢ US$ 80,77/lb, avanço de 0,57% ante a semana anterior. A valorização foi favorecida pelas preocupações com os efeitos das chuvas sobre a colheita americana e pelo interesse de compra das indústrias próximo de ¢ US$ 80,00/lb. Para Mato Grosso, esse movimento pode fortalecer as referências de negociação da pluma, ao elevar o valor do algodão no mercado internacional. No entanto, o dólar recuou 0,24% no período, compensando parte desse ganho quando convertido para reais.

Nesse cenário, o preço médio em MT apresentou queda de 0,36%, para R$ 126,44/@. O avanço internacional favoreceu as negociações, mas não impediu a leve queda semanal dos preços em Mato Grosso, que ainda permanecem acima dos registrados no mesmo período da safra passada. Para as próximas semanais, a valorização do dólar após o resultado eleitoral poderá reforçar a paridade de exportação e favorecer melhores ofertas pela pluma em Mato Grosso.

Confira os principais destaques do boletim:
  • RETRAÇÃO: o preço do algodão no Cepea, apresentou queda semanal de 0,23%, e ficou cotado em ¢ R$ 406,28/lb, essa retração é reflexo da maior disponibilidade de pluma no mercado.
  • BAIXA: o preço do caroço de algodão em Mato Grosso ficou na média de R$ 700,25/t, queda de 0,70%, diante da demanda enfraquecida e da maior procura pelo DDG na alimentação animal.
  • DESVALORIZAÇÃO: a cotação média do poliéster apresentou redução de 2,59% no comparativo semanal e ficou precificado na média de ¢ US$ 46,65/lb.
Na semana encerrada em 15/10, os embarques americanos de algodão somaram 45,51 mil t.

Com avanço de 35,01% em relação à semana anterior. Nas duas semanas de out/26, o volume atingiu 79,22 mil t, alta de 21,73% ante mesmo período da safra 25/26. No acumulado de ago/26 até a parcial de out/26, os embarques totalizaram 433,65 mil t, volume 29,32% superior ao período comparável da safra 25/26. Esse desempenho conta com o aumento dos embarques ao Vietnã, em um cenário de revisão positiva do USDA para
o consumo de algodão pela indústria têxtil do país. Até 15/10, as entregas americanas ao Vietnã somaram 135,87 mil t no acumulado da temporada, avanço de 23,65% ante o período equivalente da safra anterior.

Apesar da aceleração, o USDA manteve as exportações dos EUA projetadas em 2,68 mi de t para 26/27. A manutenção das compras e do ritmo de embarques nas próximas semanas  erá determinante para avaliar uma possível revisão positiva da projeção nas exportações.

Fonte: IMEA

Advertisement


 

Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Disparada! Soja atinge alta produtividade e supera média nacional em estado; saiba qual

Published

on

A produtividade da soja cresceu 15,4% em Goiás ao longo de dez safras, passando a 3,9 toneladas por hectare no ciclo 2025/26. O avanço superou o registrado no Brasil, de 9,4%, no período entre as safras 2016/17 e 2025/26, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa).

Além do aumento no rendimento das lavouras, a produção estadual cresceu 81,3% no período, chegando a 20,1 milhões de toneladas. A área plantada também avançou 57,2%, alcançando 5,1 milhões de hectares.

Municípios se destacam na produtividade da soja

O ganho de produtividade mede o volume de grãos colhido por hectare e permite avaliar o desempenho das lavouras para além da expansão da área cultivada. Entre os municípios que apresentaram os maiores avanços nesse indicador ao longo do período estão Aparecida do Rio Doce, Estrela do Norte e Campinaçu.

Já segundo a Pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os municípios que se destacaram pelo rendimento médio da soja em 2025 foram Uruana, Piracanjuba, Morrinhos, Caldas Novas, Marzagão, Jataí, Chapadão do Céu, Professor Jamil, Campos Belo e Ceres.

Tecnologia impulsiona o rendimento das lavouras

Segundo a Seapa, a melhora da produtividade está associada à adoção de tecnologias e ao aprimoramento dos sistemas de produção.

Advertisement

Entre os fatores que contribuem para esse avanço estão o desenvolvimento de cultivares mais adaptadas às condições de solo e clima do Cerrado, a evolução da mecanização agrícola, o manejo da fertilidade do solo e a adoção de práticas conservacionistas, como o plantio direto e a rotação de culturas.

Na cultura da soja, a inoculação de bactérias benéficas favorece a fixação biológica do nitrogênio e reduz a necessidade de fertilizantes nitrogenados.

Também contribuem para o desempenho das lavouras o aperfeiçoamento das técnicas de semeadura, o manejo integrado de pragas e doenças, a agricultura de precisão e o uso mais eficiente dos insumos.

Entre os instrumentos de apoio aos produtores rurais, a Seapa destaca o Mecaniza Campo, o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO Rural), o Programa Estadual de Bioinsumos e os serviços de assistência técnica e extensão rural prestados pela Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater).

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Colheita de trigo no Brasil atinge 57,3% com qualidade e produtividade abaixo do esperado – MAIS SOJA

Published

on


Trigo/BR: 57,3% colhido. No RS, a colheita avança rapidamente em razão da sequência de dias sem chuva. O produto colhido indica a produtividade e a qualidade dos grãos mais baixas em relação ao projetado no início da safra. Pontualmente, lavouras com manejo adequado, épocas de semeadura favoráveis e cultivares adaptadas têm apresentado melhores resultados.

No PR, a colheita avançou e a qualidade das lavouras remanescentes apresentou leve piora. O produto colhido segue apresentando PH abaixo do esperado, com registros de perdas de produtividade decorrentes do granizo.

Em SC, no Extremo Oeste e no Oeste, a colheita está em andamento, limitada pela alta precipitação. No Meio-Oeste, a colheita se inicia com umidade do solo elevada. Já no Planalto Norte, Planalto Sul e a Serra Catarinense, de calendário mais tardio, a cultura está entre as fases de enchimento e maturação.

Em SP, a colheita foi finalizada com quantidade e produtividade dentro do projetado, mas com a qualidade do grão comprometida pelo excesso de precipitação.

Advertisement

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

IMEA: Preços do milho disponível recuam em MT e Chicago com avanço do plantio e colheita nos EUA – MAIS SOJA

Published

on


Out/26 é marcado pela queda dos preços do milho disponível em MT e em Chicago. Após altas mensais de 7,22% em ago/26 e 10,18% em set/26, impulsionadas pelo maior apetite comprador e pelo receio de atrasos na semeadura da soja, que poderiam comprometer a janela ideal do milho, a média parcial de out/26 do preço do milho em MT, até 23/10, recuou 3,82% frente a set/26, ficando em R$ 46,66/sc.

O movimento reflete o menor ritmo das negociações e o avanço da semeadura da soja, favorecendo a expectativa do cultivo do milho dentro da janela ideal e reduzindo as preocupações com o calendário agrícola.

Assim, entre 19 e 23/10, o preço médio do milho disponível em MT ficou em R$ 44,99/sc, queda semanal de 3,24%. Em Chicago, as cotações acompanharam a tendência, com recuo semanal de 3,75% e média de US$ 4,61/bu. Nos EUA, o avanço da colheita e a perspectiva da segunda maior produção da história reforçam a maior oferta e estoques de passagem elevados, pressionando as cotações.

Confira os principais destaques do boletim:
  • QUEDA: o contrato de milho na B3 recuou 3,05% ante a semana passada, pressionado pela baixa em Chicago e pelo recuo do mercado físico nacional, registrando média de R$ 65,69/sc no período.
  • BAIXA: o indicador do milho em Campinas recuou 1,22% ante a semana passada, em meio à postura cautelosa dos compradores e à menor liquidez nas negociações, registrando média de R$ 64,38/sc.
  • ALTA: O prêmio de exportação do milho no porto de Santos registrou avanço de 7,95% ante a semana passada, alcançando ¢US$ 0,88/bu.
Produção de etanol de milho avança no BR e reforça a importância do cereal na indústria de biocombustíveis.

De acordo com os dados da ANP, a produção total de etanol no Brasil atingiu 14,51 mi de m³ entre jul/26 e set/26, alta de 0,80% ante o mesmo período de 2025. Desse volume, 2,90 mi de m³ correspondem ao etanol de milho, crescimento anual de 23,71%. Esse avanço reflete a maior utilização do cereal pela indústria, cuja participação projetada na produção nacional de etanol passou de 16,29% em jul–set/25 para 20,00% em jul–set/26, aumento de 3,71 p.p.

Entre os principais polos industriais, MT liderou com 1,76 mi de m³, 60,72% do etanol de milho estimado no país em jul–set/26, seguido por MS (539,22 mil m³), GO (262,02 mil m³) e MA (220,29 mil m³). Juntos, concentraram 95,92% da produção prevista de etanol de milho no período. Diferentemente da cana-de-açúcar, o milho permite formar estoques e
abastecer as usinas ao longo do ano, reduzindo a dependência dos períodos de safra e favorecendo a continuidade das operações industriais, o que fortalece a demanda doméstica pelo cereal.

Advertisement

Fonte: IMEA



 

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT