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Plantio da soja avança em Mato Grosso e passa de 75% da área

A semeadura da soja em Mato Grosso alcançou 75,81% da área estimada no ciclo 2026/27. A extensão supera os 60,05% da safra 2025/26 cultivados no mesmo período do ano passado e a média das últimas cinco safras de 64,31%. Para o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o resultado visto em campo amplia a perspectiva de que uma maior parte da área de milho segunda safra seja plantada dentro da janela ideal.
Conforme levantamento divulgado no último dia 23 de outubro pelo Instituto, o plantio da oleaginosa registrou um avanço semanal de 23,95 pontos percentuais, superando os 23,05 pontos percentuais observados entre os dias 2 e 9 de outubro.
O ritmo acelerado, pontua o Imea, decorre da melhora das condições de cultivo. Nas três primeiras semeadas de plantio liberado em Mato Grosso havia uma cautela diante da falta de chuva e da baixa umidade do solo.
Entre as regiões produtivas, o Médio-Norte deve desligar as máquinas ainda nesta semana. Por lá, 96,60% da área já recebeu as sementes. Os trabalhos também estão acelerados no Oeste do estado, onde 86,78% das áreas já foram semeadas. No Norte 78,70%.
As demais regiões se encontram abaixo dos 70%, com destaque para o Sudeste com 59,04%. Já o Centro-Sul, Noroeste e Nordeste semearam 67,35%, 64,71% e 63,08% de suas respectivas áreas.
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Preços do feijão avançam, com oferta restrita dos melhores grãos

Os preços dos feijões carioca e preto registraram alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas em Economia Aplicada (Cepea), de acordo com o levantamento divulgado na segunda-feira (26). Segundo o Centro de Pesquisas, o feijão-preto se valorizou em todas as praças monitoradas.
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Para o feijão carioca de qualidade superior, Barreiras-BA foi a região que apresentou maior valorização, crescendo 1,29% em relação ao dia anterior (vendido a R$ 314 por saca de 60kg). Entretanto, o maior preço ficou por conta de São Paulo-SP, que se mantém a R$ 353,48 (não aumentou e nem diminuiu).
Já o carioca de menor qualidade chegou a crescer 2,03% no leste goiano (média de R$ 294,02 por saca), mas os maiores preços seguem sendo os de São Paulo (R$ 338,88, também sem alteração).
O feijão preto, campeão de crescimento neste levantamento semanal, aumentou 2,43% em Itapeva-SP, que também foi onde o produto alcançou o maior valor – R$ 298,75 por saca.
Para mais detalhes sobre a cotação em diferentes polos, acesse a página do Cepea.
Segundo os pesquisadores, isso ocorre diante da demanda de reposição do varejo e da oferta restrita de lotes de melhor qualidade. No campo, as condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos agentes, por influenciarem o plantio da primeira safra de 2026/27 e no início da colheita em São Paulo.
O monitoramento de preços das três safras de feijão pelo Cepea, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), já completa 2 anos. Ao longo desse tempo, a pesquisa passou a abranger 51 praças de comercialização, distribuídas por 15 estados e pelo Distrito Federal, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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Milho já acumula 6,41% de queda nos preços, segundo Cepea

A queda nos preços de milho no mercado nacional continua, segundo cotações divulgadas na segunda-feira (26). O Centro de Estudos em Economia Avançada (Cepea) explica que a alta disponibilidade é o que pressiona os valores para baixo.
A redução no valor já soma 6,41% ao mês, com as sacas de 60kg vendidas a, em média, R$ 64,27.
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O cereal passou por uma sequência de boas safras e a perspectiva é de que as próximas também tragam bons volumes. Os pesquisadores do Cepea afirmam que produtores têm se mostrado mais flexíveis na comercialização, com receio de novas desvalorizações e/ou para formar caixa.
Ainda segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, somada à desvalorização do dólar, também tem reduzido a paridade de exportação e contribuído para as baixas no mercado interno.
Assim como no mercado interno, os preços nos portos recuaram, mas de forma mais intensa, pressionados pelas quedas das cotações futuras e do dólar na última semana.
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Missão da África do Sul visita iniciativas brasileiras em bioinsumos

Uma delegação da África do Sul esteve no Brasil entre 21 e 25 de setembro para conhecer a experiência brasileira com bioinsumos. A missão técnica foi articulada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e realizada em São Paulo e no Distrito Federal, no âmbito do Memorando de Intenções na área de agricultura firmado entre os dois países.
Com apoio do Renera – Brazilian Bioinputs Hub, iniciativa da ApexBrasil em parceria com a CropLife Brasil, a programação reuniu representantes governamentais, pesquisadores e integrantes do setor privado dos dois países.
Ao longo da semana, a delegação conheceu diferentes etapas do desenvolvimento e da utilização de bioinsumos no Brasil. A agenda incluiu temas como políticas públicas, regulamentação, pesquisa, inovação, produção industrial e aplicação no campo.
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Na área científica, o grupo visitou a Embrapa Meio Ambiente, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) e a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen). As atividades foram voltadas ao intercâmbio de conhecimentos sobre pesquisa e desenvolvimento de soluções biológicas para a agricultura.
A agenda também incluiu aproximação com o setor produtivo. Empresas e instituições brasileiras apresentaram tecnologias, estruturas de produção e experiências práticas relacionadas ao uso de bioinsumos em sistemas agrícolas.
Segundo o Mapa, a programação permitiu identificar oportunidades de cooperação entre Brasil e África do Sul nas áreas regulatória, científica, tecnológica e comercial. A experiência brasileira chamou a atenção pela integração entre pesquisa, produção em escala e uso de bioinsumos em diferentes sistemas agrícolas.
A missão foi concluída em Brasília, com reuniões e visitas técnicas a instituições públicas e organizações ligadas ao setor agropecuário. Entre as atividades finais, a delegação conheceu o trabalho da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e experiências de utilização de soluções biológicas no campo.
Fonte: gov.br
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