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10 de setembro de 2026

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Russi ameniza falta de deputados estaduais e diz que não é “dono” da Assembleia

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Deputado estadual afirmou que número de baixo de parlamentares em sessão seria normal em época de campanha eleitoral

O presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PODE), amenizou a ausência de deputados estaduais na sessão parlamentar dessa quarta-feira (9). Ele disse que a maioria teria faltado por causa das agendas de campanha eleitoral. 

“Vários deputados passaram pelo plenário, mas acabaram até com seus compromissos já pré-agendados de campanha. É natural num período como esse [a falta de quórum]. Nós estamos a menos de 20 dias praticamente da eleição”, disse. 

A sessão foi suspensa por falta de número mínimo para que os projetos em pauta fossem ser votados. Um dos itens era o veto ao aumento de 6,8% no salário dos servidores do Judiciário, por ordem da Justiça. A votação deve ser aberta. 

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Russi disse que cumpriu a determinação do desembargador Márcio Vidal de colocar o veto em nova votação na sessão parlamentar desta semana. Mas a Assembleia Legislativa tem regras próprias para o trâmite e a votação de projetos de lei. 

“Eu cumpri a decisão judicial, incluí [o veto] na pauta. Agora, eu não sou Deus, não sou o dono da verdade, nem o dono da Assembleia. Eu não posso fazer votação sem obedecer à Constituição do Estado, ao regimento da Assembleia. Para ter votação, nós precisamos de 13 deputados, no mínimo”, disse. 

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Parceria entre Prefeitura e concessionária garante caixas d’água gratuitas para moradores vulneráveis

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Entregas começam pelo Cras do Pedra 90 e se estendem até o fim do mês em outras três unidades. Iniciativa busca melhorar o acesso e a qualidade da água

Moradores dos bairros Pedra 90, Nova Esperança, CPA 4 e Jardim União, em situação de vulnerabilidade, serão contemplados com a doação de 200 caixas d’água de 500 litros, entregues pelo Projeto Abastecer, iniciativa realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, em parceria com a concessionária de água e esgoto de Cuiabá.

A programação tem início no Cras Pedra 90, com atendimento nos dias 10 e 11 de setembro. A primeira etapa da ação será realizada nesta quinta-feira (10), a partir das 8h, na unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do bairro. As entregas continuam no Cras Nova Esperança, onde as equipes estarão nos dias 15, 16 e 17. No dia 18, a entrega será realizada no Cras CPA 4. Encerrando o cronograma, a ação chega ao Cras Jardim União nos dias 21, 22 e 23 de setembro.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão de Cuiabá, Hélida Vilela, a parceria é fundamental para ampliar o alcance das políticas públicas e assegurar melhores condições às famílias atendidas.

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“Quando o poder público e a iniciativa privada unem esforços, conseguimos ampliar o alcance das ações e atender de forma mais efetiva as famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade. Agradeço pela parceria e pelo compromisso com iniciativas que contribuem para garantir mais segurança, dignidade e qualidade de vida à população cuiabana”, afirmou a secretária.

De acordo com a Águas Cuiabá, a ação dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Projeto Abastecer, que já contribuiu para melhorar a rotina de famílias em situação de vulnerabilidade.

Para Leonardo Menna, diretor-geral da Águas Cuiabá, além do serviço de saneamento, a iniciativa também ajuda, de forma prática, a melhorar a vida das famílias, assegurando acesso à água e condições adequadas para armazená-la em casa. “O objetivo é contribuir para melhores condições de armazenamento de água nas residências, proporcionando mais tranquilidade e segurança no dia a dia dos moradores”, afirmou.

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Agro Mato Grosso

Operação apreende cerca de 3 mil toras de madeira nativa em área desmatada de MT

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Quase 3 mil toras de madeira nativa foram apreendidas durante uma operação contra o desmatamento ilegal, em Brasnorte, a 580 km de Cuiabá, nesta segunda-feira (8). Ao todo, 2.863 toras foram encontradas, além de caminhões e outros veículos que, segundo a fiscalização, eram usados para transportar a madeira.

A ação foi realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), por meio da Coordenadoria de Fiscalização de Flora, com apoio da Força Tática do 1º Comando Regional (CR).

Segundo a Sema, a fiscalização começou após alertas de alta resolução indicarem um ponto de desmatamento na Reserva Indígena Menku. No local, também foi identificada uma estrutura usada para receber, medir, registrar e carregar a madeira.

Conforme a fiscalização, foram encontrados indícios de extração, transporte, armazenamento e comercialização ilegal de madeira nativa.

Durante a operação, 15 homens foram conduzidos. Também foram apreendidos nove caminhões, uma caminhonete, uma picape, uma motocicleta, um trator pá-carregadeira e duas motosserras.

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Bombeiros apagam chamas em duas cidades e montam cerco contra outros cinco incêndios florestais

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Estado registrou quase 30 focos de calor nas últimas 24 horas. Operação usa imagens de satélite para caçar e punir quem coloca fogo irregularmente

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu dois incêndios florestais em Paranatinga e Colniza, e segue no combate a outros cinco incêndios nesta quarta-feira (9.9), registrados nos municípios de Luciara, Marcelândia, Nova Maringá, Barão de Melgaço e Poconé.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As ações de combate contam com o reforço do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar, conforme a necessidade de cada operação. Essa atuação conjunta amplia a capacidade de resposta e fortalece a estrutura empregada no enfrentamento aos incêndios florestais em todo o Estado.

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Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 29 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 23 focos foram registrados na Amazônia, três focos no Cerrado e três focos no Pantanal.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo três focos na Terra Indígena Nambikwara, em Comodoro; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e um foco na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis.

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

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O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Aripuanã, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Lambari D’Oeste, Luciara, Matupá, Nova Nazaré, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia e União do Sul.

Proibição do uso do fogo

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O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

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