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9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Entregas de fertilizantes foram de 19,02 milhões de toneladas no primeiro semestre – MAIS SOJA

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A ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos) informa que, no primeiro semestre deste ano, foram entregues 19,02 milhões de toneladas de fertilizantes ao mercado. Isso significou redução de 5,4% ante as 20,11 milhões de toneladas registradas em igual período de 2025. No entanto, a demanda do agro nacional foi devidamente atendida.

Especificamente em junho, foram 3,55 milhões de toneladas. O volume significa redução de 17,2% em relação ao mesmo mês de 2025, quando foram entregues 4,29 milhões de toneladas. As quedas no período refletem as enormes adversidades do quadro geopolítico global, relações de troca acima das médias históricas, escassez de crédito, riscos de recuperações judiciais, altos juros e as ameaças climáticas, como o El Niño.

A ANDA destaca, por outro lado, que, no primeiro trimestre, houve impacto positivo da boa safrinha. As compras seguiam normalmente no início do ano, mas, após o começo da guerra no Irã, viu-se o arrefecimento de novos negócios, o que acaba sendo percebido a partir do mês de maio nas menores entregas, com impacto também no mercado referente à safra 2026/2027.

O Estado de Mato Grosso, líder nas entregas ao mercado, concentra a maior quantidade no período até junho, com 4,90 milhões de toneladas, ou 25,8% do total. Seguem-se: Paraná (2,15 milhão), Goiás (2,01 milhão), São Paulo (2,00 milhão) e Minas Gerais (1,33 milhão).

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Produção Nacional

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou o mês de junho de 2026 com 533 mil toneladas. O volume representa queda de 12,5% ante o mesmo mês de 2025.

No acumulado de janeiro a junho de 2026, foram 2,94 milhões de toneladas. Houve queda de 16,3% em relação a igual período do ano passado, quando se produziram 3,51 milhões de toneladas. A queda se deve principalmente ao fato de o Brasil produzir fosfatados e o enxofre, insumo necessário para essa produção, vir registrando altas contínuas no mercado.

Cabe esclarecer que, apesar dos reforços da ANDA perante as empresas, em função de mudanças na estrutura societária ou de retomadas de produção em ativos, nem toda a produção nacional foi capturada no período, particularmente a de ureia e de cloreto de potássio.

Importação

As importações de fertilizantes intermediários continuam chegando ao Brasil com redução, alcançando, em junho, 3,17 milhões de toneladas, com queda de 10,9%. No acumulado de janeiro a junho de 2026, o total foi de 17,69 milhões de toneladas, significando retração de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram importadas 18,47 milhões de toneladas.

Porta de entrada

No porto de Paranaguá, principal porta de entrada dos adubos, ingressaram, de janeiro a junho, 4,44 milhões de toneladas, indicando redução de 8,8% em relação a 2025, quando foram descarregadas 4,87 milhões de toneladas. O terminal representou 25,1% do total importado de todos os portos (Fonte: Siacesp/MDIC).

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Fortalecimento do El Niño acende alerta na safra 2026/27 e coloca a genética no centro da estratégia de segurança do produtor – MAIS SOJA

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A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA, atualizou, no mês de agosto, seu relatório e confirmou o fortalecimento do fenômeno El Niño. Esse cenário traz impactos diretos e severos para o planejamento do ciclo agrícola e pecuário de 2026/2027 em todo o país. A anomalia nessa área estava em +1,8°C, ou seja, a superfície do oceano encontrava-se aproximadamente 1,8°C acima da média.

A NOAA aponta 81% de chance de o El Niño atingir intensidade muito forte. O período de maior aquecimento do Pacífico Equatorial é esperado entre meados da primavera e o começo do verão de 2026/2027. A probabilidade de o fenômeno alcançar nível “muito forte” entre outubro e dezembro de 2026 subiu para 95%, justamente durante uma fase decisiva para o plantio e desenvolvimento da safra brasileira 2026/27. O cenário chama ainda mais atenção porque há 69% de chance de o atual El Niño ficar entre os mais intensos registrados desde 1950. No Matopiba — Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, no Norte e em parte de Mato Grosso, o principal risco é a redução das chuvas.

Diante da apreensão do mercado com a seca para a safra 2026/2027, a escolha da genética e o correto posicionamento técnico tornam-se fatores centrais de segurança. Para mitigar esses gargalos, a LongPing High-Tech, por meio de sua marca Morgan, dispõe de soluções focadas em estabilidade e tolerância ao estresse hídrico.

O híbrido MG540 posiciona-se como uma opção de alta segurança e estabilidade para ambientes sob restrição hídrica na safrinha. O portfólio contempla ainda o MG447, material superprecoce cuja janela de ciclo auxilia a lavoura a escapar do déficit hídrico no final do desenvolvimento.

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“O avanço de cenários climáticos mais complexos exige que o agronegócio trabalhe com máxima eficiência e antecipação. Nosso compromisso na LongPing High-Tech tem sido investir continuamente em pesquisa, melhoramento genético e biotecnologia para entregar materiais que ofereçam previsibilidade ao produtor. Os híbridos da Morgan são desenvolvidos justamente para mitigar riscos de estresse hídrico e pressão fitossanitária, permitindo que a lavoura sustente seu teto produtivo e sua estabilidade mesmo diante das adversidades do El Niño”, afirma Aldenir Sgarbossa, presidente da LongPing High-Tech.

Sobre a LongPing High-Tech

A LongPing High-Tech é uma empresa do Grupo CITIC Group e está entre as três maiores em participação no mercado brasileiro da Safrinha. Seu portfólio está em constante aprimoramento e se expressa nas marcas Morgan e Forseed. Nessas marcas, o produtor encontra híbridos de milho e sorgo que oferecem alta estabilidade, adaptabilidade e potencial produtivo, além das mais avançadas biotecnologias do mercado: VIP3, PowerCore e PowerCore Ultra.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Soja deve atingir 174,9 milhões de toneladas em 2026 e exige maior eficiência no tratamento de sementes – MAIS SOJA

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A produção brasileira de soja deve alcançar 174,9 milhões de toneladas em 2026, novo recorde da série histórica apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume faz parte de uma safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada em 353 milhões de toneladas no levantamento de julho.

O volume de produção exige atenção em uma etapa anterior à chegada das sementes ao campo: processar grandes quantidades com qualidade e regularidade no tratamento de sementes. Para a indústria de sementes, o avanço da soja aumenta a demanda por processos capazes de conservar um padrão em cada etapa do Tratamento de Sementes Industrial (TSI).

Escala recorde aumenta a pressão por eficiência

Quando o volume processado cresce, a repetibilidade das operações ganha peso. No TSI, isso significa buscar uniformidade na aplicação dos produtos, bom recobrimento das sementes, secagem adequada e fluidez ao longo do processo.

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O Tratamento de Sementes Industrial ocorre em ambiente controlado e utiliza equipamentos específicos para aplicação dos diferentes componentes do tratamento. Entre as tecnologias presentes estão os polímeros e os pós secantes, usados no revestimento das sementes.

Para a Laborsan Agro, especializada em tecnologia de Film Coating, o aumento da escala da soja exige atenção à capacidade de processamento e à regularidade da operação.

“Com o volume que a soja alcançou no Brasil, manter o padrão do tratamento de sementes em grandes escalas exige mais atenção da indústria. O foco recai em processar uma grande quantidade de sementes com a manutenção da qualidade e da regularidade ao longo de toda a operação”, declara Robson Soares, Gerente de Agronomia e Geração de Demanda da Laborsan Agro.

Polímeros e pós secantes contribuem para a padronização

Dentro do TSI, as sementes recebem aplicação de polímero para o recobrimento de sua superfície, essa tecnologia pode contribuir para aspectos como maior adesão dos produtos utilizados, recobrimento e resistência da película formada.

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Os pós secantes complementam essa etapa e atuam na secagem e no escoamento das sementes após o tratamento, características importantes em operações que precisam manter o ritmo constante e uniforme, mesmo diante de grandes volumes.

Na tecnologia de Peliculização, ou Film Coating, da Laborsan Agro, a linha de polímeros LabFix atua em conjunto com os pós secantes LabSec. Segundo a empresa, a tecnologia contribui com características como recobrimento, secagem, resistência à abrasão e fluidez nos processos industriais.

Esses atributos passam a ter maior peso à medida que a quantidade de sementes processadas aumenta visto que, em escala industrial, pequenas variações repetidas ao longo dos lotes podem afetar a regularidade e o ritmo da operação.

“Em uma linha de Tratamento de Sementes Industrial, o objetivo é conseguir repetir o processo e conservar um padrão. Polímeros e pós secantes fazem parte dessa construção porque atuam em pontos importantes para a operação, como recobrimento, aderência, secagem e fluidez das sementes”, acrescenta Robson Soares, Gerente de Agronomia e Geração de Demanda da Laborsan Agro.

Sobre a Laborsan Agro

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A Laborsan Agro é uma empresa brasileira com quase 30 anos de experiência, especializada no desenvolvimento e comercialização de tecnologias para o setor de insumos do agronegócio. Seu portfólio inclui polímeros e pós secantes para revestimento de sementes por meio da tecnologia Film Coating e conta com outras soluções destinadas aos processos de tratamento e beneficiamento de sementes.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Planejamento e manejo fitossanitário são fundamentais para a sustentabilidade e o sucesso da produção agrícola – MAIS SOJA

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O planejamento e o manejo fitossanitário são fundamentais para conciliar produtividade, qualidade dos alimentos, sustentabilidade e viabilidade econômica da atividade agrícola. Esse é o tema do novo episódio da série Conversando com o Especialista, iniciativa do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).

Disponível nas redes sociais da entidade, o episódio traz o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Laércio Zambolim, responsável pelo “Módulo 8 – Manejo Fitossanitário”, disponível gratuitamente na Plataforma de Treinamentos on-line do Sindiveg.

Para o especialista, o planejamento deve fazer parte da atividade agrícola desde o início do empreendimento e considerar os diferentes fatores que influenciam seus resultados. A busca pelo retorno econômico, segundo ele, precisa estar associada a práticas que contribuam para a preservação dos recursos naturais e para a qualidade da produção.

“Ao empreender, quer seja no ramo da fruticultura, de hortaliças ou de grãos, o produtor tem que ter o estímulo do lado econômico. Mas também visamos, além do lucro, que ele siga as instruções da sustentabilidade ambiental. Não adianta produzir com qualidade sem pensar no meio ambiente em que nós vivemos”, explica Zambolim.

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A adoção de práticas responsáveis também pode contribuir para a diferenciação da produção no mercado. Na avaliação do professor, o cuidado com o meio ambiente e a preocupação com a oferta de alimentos saudáveis ajudam a construir uma relação de confiança e a fortalecer a reputação do produtor.

“O cultivo precisa ser diferenciado no mercado. O produtor deve conquistar a reputação de quem cuida do meio ambiente e produz alimentos saudáveis. Ele será distinguido por isso. Sempre haverá lugar para produtores que seguem essas regras”, afirma.

Além da sustentabilidade e da qualidade da produção, o especialista destaca que a consolidação de um empreendimento rural depende da capacidade de atender às demandas do mercado de forma consistente, conciliando qualidade, produtividade e escala.

Outro ponto abordado no episódio é a importância da atualização constante para o aprimoramento do manejo. Com a evolução das práticas de cultivo, adubação e controle de pragas e doenças, acompanhar novos conhecimentos é essencial para apoiar a tomada de decisões no campo. “O produtor precisa buscar conhecimento continuamente. Não pode se acomodar com o que já sabe, porque o mercado atual é dinâmico e as metodologias de cultivo, adubação e controle de pragas e doenças estão em constante evolução”, orienta o professor.

O módulo

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A proposta do módulo foi construída a partir da combinação entre conhecimento técnico e experiências práticas relacionadas à realidade agrícola. Para Zambolim, esse conjunto de referências permite oferecer ao produtor um conteúdo aplicável às diferentes etapas do empreendimento.

“O módulo foi elaborado com base na experiência de produtores e técnicos de extensão, na revisão de literatura e nas minhas observações em campo. Essas referências contribuíram para estruturar um conteúdo com orientações aplicáveis à rotina do produtor”, finaliza.

Módulo 8 – Manejo Fitossanitário está disponível gratuitamente para produtores, técnicos e estudantes clicando aqui.

Sobre o Sindiveg

Há mais de 85 anos, o Sindiveg – Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal atua no Brasil representando o mercado de defensivos agrícolas no País, com suas 22 associadas, e dando voz legalmente à indústria de produtos de defesa vegetal em todo o território nacional. O Sindicato tem como propósito a promoção da produção agrícola de forma consciente, com o uso correto dos defensivos, bem como o apoio ao setor no desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, na promoção do uso consciente de defensivos agrícolas, sempre respeitando as leis, a sociedade e o meio ambiente. Mais informações clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa

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