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26 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Fortalecimento do El Niño acende alerta na safra 2026/27 e coloca a genética no centro da estratégia de segurança do produtor – MAIS SOJA

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A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA, atualizou, no mês de agosto, seu relatório e confirmou o fortalecimento do fenômeno El Niño. Esse cenário traz impactos diretos e severos para o planejamento do ciclo agrícola e pecuário de 2026/2027 em todo o país. A anomalia nessa área estava em +1,8°C, ou seja, a superfície do oceano encontrava-se aproximadamente 1,8°C acima da média.

A NOAA aponta 81% de chance de o El Niño atingir intensidade muito forte. O período de maior aquecimento do Pacífico Equatorial é esperado entre meados da primavera e o começo do verão de 2026/2027. A probabilidade de o fenômeno alcançar nível “muito forte” entre outubro e dezembro de 2026 subiu para 95%, justamente durante uma fase decisiva para o plantio e desenvolvimento da safra brasileira 2026/27. O cenário chama ainda mais atenção porque há 69% de chance de o atual El Niño ficar entre os mais intensos registrados desde 1950. No Matopiba — Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia —, no Norte e em parte de Mato Grosso, o principal risco é a redução das chuvas.

Diante da apreensão do mercado com a seca para a safra 2026/2027, a escolha da genética e o correto posicionamento técnico tornam-se fatores centrais de segurança. Para mitigar esses gargalos, a LongPing High-Tech, por meio de sua marca Morgan, dispõe de soluções focadas em estabilidade e tolerância ao estresse hídrico.

O híbrido MG540 posiciona-se como uma opção de alta segurança e estabilidade para ambientes sob restrição hídrica na safrinha. O portfólio contempla ainda o MG447, material superprecoce cuja janela de ciclo auxilia a lavoura a escapar do déficit hídrico no final do desenvolvimento.

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“O avanço de cenários climáticos mais complexos exige que o agronegócio trabalhe com máxima eficiência e antecipação. Nosso compromisso na LongPing High-Tech tem sido investir continuamente em pesquisa, melhoramento genético e biotecnologia para entregar materiais que ofereçam previsibilidade ao produtor. Os híbridos da Morgan são desenvolvidos justamente para mitigar riscos de estresse hídrico e pressão fitossanitária, permitindo que a lavoura sustente seu teto produtivo e sua estabilidade mesmo diante das adversidades do El Niño”, afirma Aldenir Sgarbossa, presidente da LongPing High-Tech.

Sobre a LongPing High-Tech

A LongPing High-Tech é uma empresa do Grupo CITIC Group e está entre as três maiores em participação no mercado brasileiro da Safrinha. Seu portfólio está em constante aprimoramento e se expressa nas marcas Morgan e Forseed. Nessas marcas, o produtor encontra híbridos de milho e sorgo que oferecem alta estabilidade, adaptabilidade e potencial produtivo, além das mais avançadas biotecnologias do mercado: VIP3, PowerCore e PowerCore Ultra.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Expectativa de safra volumosa pressiona cotações para 2027 – MAIS SOJA

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As expectativas de uma safra volumosa de soja em 2026/27 têm pressionado os preços para embarque no próximo ano. Segundo o Cepea, a paridade de exportação para 2027 atingiu, na última semana, o menor patamar desde agosto, em meio às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras do Brasil e dos Estados Unidos.

De acordo com pesquisadores do Cepea, boa parte dos consumidores esteve resistente a fechar negócios envolvendo grandes volumes, tanto para entrega imediata quanto ao longo de 2027, o que reduziu a liquidez no mercado brasileiro.

Ainda de acordo com o Centro de Pesquisas, em geral, esses agentes estão abastecidos para o curto e o médio prazos e têm feito aquisições pontuais. A estratégia é concentrar as compras na entrada da nova safra brasileira, quando são esperados preços menores – expectativa respaldada pela curva de preços para o próximo ano.

Segundo representantes de indústrias brasileiras consultados pelo Cepea, a menor demanda pela matéria-prima também está atrelada à redução no volume de vendas de farelo e de óleo de soja nos últimos dias. No caso do farelo, parte dos consumidores intensificou as aquisições em setembro, formando estoques, o que reduziu expressivamente as negociações no spot nacional.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Ferrugem asiática ameaça lavouras de soja; SP instala coletores para detectar fungo antes dos primeiros sintomas

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A ferrugem asiática é uma das principais preocupações fitossanitárias da cultura da soja, e o monitoramento antecipado pode ser decisivo para o controle da doença. Em São Paulo, a Defesa Agropecuária iniciou uma nova etapa de ações para identificar a presença do fungo causador da doença antes mesmo do aparecimento dos primeiros sintomas nas lavouras, com a instalação de coletores de esporos.

A iniciativa começou durante o II Seminário do Vazio Sanitário da Soja, realizado entre os dias 20 e 22 de outubro, na divisão regional de Ourinhos. O evento reuniu engenheiros agrônomos e técnicos agropecuários de 16 departamentos regionais e marcou o início de uma nova fase do Programa Estadual de Vigilância Fitossanitária (PEVF), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Nesta primeira etapa, serão instalados 21 coletores nas principais regiões produtoras do estado. Os três primeiros equipamentos foram instalados durante o seminário e permitirão auxiliar na identificação de esporos do fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem asiática.

Segundo Jucileia Irian dos Santos Wagatsuma, engenheira agrônoma e responsável pelo PEVF, a expectativa é ampliar gradualmente a rede de monitoramento para alcançar todo o território paulista.

A identificação antecipada do fungo pode ajudar os produtores a planejar melhor as medidas de manejo, além de contribuir para a redução de custos e do uso de defensivos agrícolas. O objetivo é permitir decisões mais precisas, antes que os sintomas da doença se manifestem nas plantas.

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Capacitação e manejo da doença

O seminário também teve como objetivo capacitar os servidores estaduais sobre as ações do Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A pesquisadora Claudine Dinali Santos Seixas, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), conduziu uma apresentação sobre as características do fungo, as condições favoráveis ao desenvolvimento da doença e as estratégias de manejo. A atividade incluiu uma etapa prática em laboratório, na qual os participantes puderam observar e identificar sinais da ferrugem asiática.

Cadastro das áreas de soja é obrigatório

Outro tema discutido durante o encontro foi o cadastro anual obrigatório das áreas produtoras de soja em São Paulo. Na safra 2025/26, o percentual de propriedades cadastradas chegou a 43%, e a Defesa Agropecuária busca ampliar essa participação.

Conforme a Resolução SAA 87/2024, os produtores devem cadastrar as áreas de cultivo em até 15 dias após o término do calendário de semeadura. O procedimento pode ser realizado pelo celular, por meio do sistema Survey123, ou presencialmente em uma unidade da Defesa Agropecuária.

A ampliação do cadastro e a instalação dos coletores fazem parte das estratégias para fortalecer a vigilância fitossanitária no estado. Com o monitoramento da presença do fungo e o planejamento das medidas de controle, a iniciativa busca contribuir para o manejo da doença e para a eficiência da produção de soja.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Oferta elevada e queda nos preços externos pressionam cotações – MAIS SOJA

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Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro, pressionados pela elevada disponibilidade do cereal. Segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, somada à desvalorização do dólar, também tem reduzido a paridade de exportação e contribuído para as baixas no mercado interno.

De acordo com pesquisadores do Cepea, compradores seguem cautelosos nas novas negociações, observando o ritmo da semeadura, que, apesar do elevado volume de chuvas, vem ocorrendo de forma satisfatória, mantendo as boas previsões de oferta nos próximos meses. Do lado vendedor, produtores têm se mostrado mais flexíveis na comercialização, com receio de novas desvalorizações e/ou para formar caixa.

Assim como no mercado interno, os preços nos portos recuaram, mas de forma mais intensa, pressionados pelas quedas das cotações futuras e do dólar na última semana, conforme apontamento do Cepea.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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