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16 de agosto de 2026

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Alexandre de Moraes retira tornozeleira de dois mato-grossenses condenados pelo STF

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Decisão elimina tornozeleira e recolhimento domiciliar, mas mantém outras restrições

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o fim do uso de tornozeleira eletrônica e do recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana de dois moradores de Mato Grosso condenados por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023. As decisões foram assinadas na última quarta-feira (15).

Os beneficiados são Vanderlei Gralak, morador de Sorriso, e Ceila Michelle Pilocelli, de Juara. Ambos haviam sido condenados pelo STF pelos crimes de associação criminosa e incitação ao crime, em razão da participação nos atos que culminaram na invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

A pena de um ano de prisão aplicada aos dois foi convertida em medidas restritivas de direitos. Entre as determinações impostas estão a realização de 225 horas de serviços comunitários, participação obrigatória em curso sobre Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado, além do pagamento de 20 dias-multa.

Ao analisar os pedidos, Moraes ressaltou que os condenados cumpriram regularmente as determinações judiciais durante o período de monitoramento. Segundo o ministro, Vanderlei permaneceu sob as medidas desde março de 2023 sem registros de descumprimentos relevantes, enquanto Ceila também observou integralmente as obrigações impostas ao longo de aproximadamente três anos.

Embora tenha retirado a tornozeleira eletrônica e encerrado a obrigação de permanência em casa durante a noite e nos fins de semana, o ministro manteve o restante das restrições. Os dois continuam proibidos de usar redes sociais, deixar a comarca onde residem ou sair do país, permanecem com os passaportes suspensos e não podem manter contato com outros investigados relacionados ao caso.

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Polícia Militar prende homem com drogas escondidas em geladeira em Rondonópolis

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Suspeito de 37 anos foi detido com porções de maconha e cocaína, além de balança e materiais usados para preparar e embalar os entorpecentes

 

Policiais militares do 4º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (14.8), um homem de 37 anos suspeito de tráfico ilícito de drogas, na região central de Rondonópolis. Com o suspeito foram apreendidas porções de substâncias análogas à maconha e à cocaína, além de materiais utilizados para o preparo e acondicionamento dos entorpecentes.

Os policiais receberam informações de que um homem, que estaria utilizando uma motocicleta de cor azul, estaria em um estabelecimento comercializando entorpecentes. Diante da denúncia, a equipe realizou diligências e localizou um indivíduo com as características informadas.

Durante a aproximação, o suspeito demonstrou nervosismo e levou a mão à região da cintura, motivando a abordagem. Na busca pessoal, os militares localizaram um aparelho celular e uma porção de substância análoga à cocaína.

Durante a abordagem, o celular do suspeito recebia constantemente ligações e mensagens, que ao ser questionado pelos policiais, admitiu que estaria realizando o comércio de entorpecentes e informou que havia mais material ilícito em sua residência.

A equipe realizou diligências até o imóvel, onde foram localizadas 52 porções de substância análoga à maconha, já embaladas e prontas para comercialização. As porções estavam armazenadas no interior de uma geladeira. Ainda no local, os policiais também encontraram quatro porções de cocaína e uma porção maior, em formato de pedra em um prato.

Também foram apreendidas uma balança de precisão, um rolo de papel-filme e diversas embalagens do tipo zip lock, materiais comumente utilizados para o fracionamento de entorpecentes.

Diante dos fatos, o suspeito foi preso e encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia, juntamente com todo o material apreendido, para as devidas providências cabíveis que o caso requer.

 

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Brasileiros rejeitam eutanásia, mas se dividem sobre fim de tratamentos

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Pesquisa Datafolha revela resistência à morte assistida e empate sobre a interrupção de tratamentos que apenas prolongam a vida

A maioria dos brasileiros ainda rejeita a eutanásia e o suicídio assistido, mas o país está dividido quando a discussão envolve a interrupção de tratamentos que apenas prolongam artificialmente a vida.

É o que mostra pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (16). Segundo o levantamento, 56% são contra a eutanásia e 39% a favor. No caso do suicídio assistido, 60% rejeitam a prática e 35% são favoráveis. A pesquisa ouviu 2.050 pessoas em 137 municípios. (Folha de S.Paulo)

A divisão aparece quando a pergunta trata de pacientes sem possibilidade de cura. 48% defendem que médicos possam interromper tratamentos que apenas prolongam artificialmente a vida, enquanto outros 48% são contra. (Folha de S.Paulo)

A diferença não é apenas semântica. A eutanásia envolve uma ação destinada a provocar a morte. Já a chamada ortotanásia permite que a morte ocorra naturalmente, evitando procedimentos considerados inúteis ou desproporcionais e mantendo os cuidados para aliviar o sofrimento. O Conselho Federal de Medicina distingue expressamente a ortotanásia da eutanásia e reconhece as diretivas antecipadas de vontade dos pacientes. (Portal Médico)

O Brasil também passou a contar, em 2024, com uma Política Nacional de Cuidados Paliativos no SUS. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 625 mil brasileiros necessitam desse tipo de cuidado, voltado ao controle da dor, dos sintomas e ao apoio ao paciente e à família. (Serviços e Informações do Brasil)

A pesquisa mostra, portanto, que embora a maioria dos brasileiros ainda rejeite a ideia de provocar deliberadamente a morte, existe uma fronteira muito mais incerta quando a questão passa a ser até onde a medicina deve ir para prolongar uma vida que já não pode ser curada.

É nessa fronteira — entre prolongar a vida, aliviar o sofrimento e respeitar a vontade do paciente — que o debate sobre a morte no Brasil deverá avançar.

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Bombeiros combatem incêndio em caminhonete dentro de oficina em Matupá

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Equipe controlou as chamas e evitou que o fogo se espalhasse pela oficina; ninguém ficou ferido

*RÁPIDA AÇÃO*
*Corpo de Bombeiros combate incêndio em caminhonete em oficina mecânica em Matupá*

Equipe do 6º PIBM agiu rapidamente e evitou a propagação das chamas pela edificação

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na tarde desta sexta-feira (14.8), um incêndio em uma caminhonete em uma oficina mecânica localizada no Setor Regional, em Matupá (684 km de Cuiabá).

O 6º Pelotão Independente de Bombeiro Militar (6º PIBM) recebeu o chamado por volta das 12h30 e prontamente uma equipe se deslocou ao local indicado. Ao chegar, iniciou as ações de combate ao incêndio.

A equipe realizou o controle das chamas por meio da técnica de resfriamento, evitando que o fogo se alastrasse pelo interior da oficina, atingisse outras áreas da edificação ou comprometesse ainda mais o veículo.

Após a extinção das chamas, os militares realizaram o rescaldo, com o objetivo de eliminar possíveis focos remanescentes e reduzir o risco de reignição. Não houve registro de vítimas. As causas do incêndio são desconhecidas.

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