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1 de julho de 2026

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USDA eleva estimativa de área plantada com soja nos Estados Unidos

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou na terça-feira (30) sua estimativa para a área plantada com soja no país para 85,365 milhões de acres, o equivalente a 34,55 milhões de hectares. O número supera a projeção do fim de março, de 84,7 milhões de acres, e ficou em linha com a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal.

Na soja, a revisão indica aumento de 0,665 milhão de acres em relação ao levantamento divulgado no fim de março. Em hectares, a estimativa passou de 34,28 milhões para 34,55 milhões. A projeção dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal era de 85,370 milhões de acres, também equivalentes a 34,55 milhões de hectares.

Para o milho, o USDA estimou área plantada de 95,343 milhões de acres, ou 38,58 milhões de hectares. O volume ficou praticamente estável ante os 95,338 milhões de acres projetados no fim de março. Ainda assim, o resultado veio acima da média das estimativas de analistas, que apontava 94,937 milhões de acres, o equivalente a 38,42 milhões de hectares.

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No trigo, o movimento foi oposto. A área total foi estimada em 42,7 milhões de acres, ou 17,28 milhões de hectares, abaixo dos 43,775 milhões de acres, ou 17,72 milhões de hectares, indicados na projeção de março. O resultado também ficou abaixo da expectativa do mercado, que previa leve aumento para 43,834 milhões de acres, equivalentes a 17,74 milhões de hectares.

Os novos números mostram revisão para cima na soja, estabilidade no milho e recuo na área total de trigo na comparação com as estimativas anteriores do USDA.

Com a atualização divulgada na terça-feira (30), o USDA passou a estimar 85,365 milhões de acres para soja, 95,343 milhões de acres para milho e 42,7 milhões de acres para trigo nos Estados Unidos.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Dia Mundial da Fruta: Brasil ainda tem espaço para exportar mais, avalia Abrafrutas

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Foto: Pixabay

O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, mas ainda está longe de ocupar a mesma posição no comércio internacional. Apesar do avanço das exportações e do crescimento da demanda por alimentos saudáveis, o setor avalia que há espaço para ampliar a presença das frutas brasileiras no mercado externo.

A avaliação ganha destaque neste 1º de julho, quando é celebrado o Dia Mundial da Fruta. Além de reforçar a importância da alimentação saudável, a data chama atenção para o papel estratégico da fruticultura na economia brasileira.

A atividade ocupa cerca de 2,5 milhões de hectares, produz aproximadamente 45 milhões de toneladas de frutas por ano e gera em torno de 5 milhões de empregos diretos e indiretos. As condições climáticas, a diversidade de biomas e o investimento em tecnologia permitem ao país ofertar frutas frescas durante praticamente todo o ano.

No mercado externo, a fruticultura brasileira também vem avançando. Em 2025, o país exportou mais de 1,2 milhão de toneladas de frutas, com receita superior a US$ 1,4 bilhão — o maior valor já registrado pelo setor.

As frutas brasileiras chegam a mercados considerados exigentes, como União Europeia, Estados Unidos, Reino Unido e Canadá. Ainda assim, o Brasil ocupa posição inferior no ranking mundial de exportadores, o que, na avaliação do setor, demonstra o potencial de crescimento das vendas internacionais.

Entre os fatores apontados para ampliar essa participação estão a abertura de novos mercados, investimentos em logística e o fortalecimento das ações de promoção comercial.

Consumo de frutas acompanha busca por alimentação saudável

Além do mercado externo, a demanda interna também favorece a fruticultura. Segundo a pesquisa Tendências do Varejo 2026, apresentada durante a APAS Show, a saudabilidade passou a ser a principal tendência de consumo entre os brasileiros.

O levantamento mostra que os consumidores estão priorizando alimentos naturais e reduzindo a ingestão de produtos com alto teor de açúcar. Nesse cenário, as frutas ganham espaço por reunirem características valorizadas pelo mercado, como origem conhecida, qualidade nutricional e produção sustentável.

Frutas brasileiras chegam a mais de 100 mercados

De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), o Brasil exporta frutas como manga, melão, limão, mamão, uva, melancia, abacate e outras espécies tropicais para mais de uma centena de mercados.

A entidade afirma que o crescimento das exportações reflete investimentos dos produtores em inovação, rastreabilidade, sustentabilidade e atendimento às exigências sanitárias dos compradores internacionais.

A Abrafrutas também destaca que o consumo regular de frutas é recomendado por organizações de saúde por contribuir para uma alimentação equilibrada, auxiliando no fortalecimento do sistema imunológico, na prevenção de doenças crônicas e na oferta de nutrientes essenciais para diferentes fases da vida.

*Com informações da assessoria de imprensa

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Exportações de frutas somam US$ 1,57 bilhão em 2025

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Celebrado nesta quarta-feira (1º), o Dia Mundial das Frutas reforça a relevância da fruticultura no comércio internacional. Em 2025, as exportações brasileiras do setor somaram US$ 1,57 bilhão, com embarques de 1,309 milhão de toneladas. O resultado representa crescimento de 20,8% em relação a 2024, quando as vendas externas alcançaram US$ 1,3 bilhão.

A fruticultura ocupa a 13ª posição entre os segmentos da agropecuária brasileira que mais exportam. A pauta embarcada é diversificada e reúne principalmente frutas frescas e secas. Entre os principais produtos exportados estão manga, melão, limão e lima, uva, melancia, mamão, abacate e banana.

Os principais destinos das frutas brasileiras são a União Europeia e os Estados Unidos, que concentram grande parte das exportações do setor. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), desde 2023 foram abertas cerca de 30 novas oportunidades de mercado para frutas brasileiras.

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou que o avanço das exportações reflete a competitividade da produção brasileira. Ele destacou o embarque, no Vale do São Francisco, do primeiro contêiner de uvas destinado ao mercado europeu com tarifa zero. Segundo o ministro, a medida fortalece a competitividade do produto brasileiro, amplia oportunidades para os produtores e evidencia a confiança internacional na qualidade da produção.

Em 2026, o desempenho das exportações segue em alta. Até maio, as vendas externas de frutas já somavam US$ 663 milhões, com crescimento de 20,3% em relação ao mesmo período de 2025, quando o setor registrou aproximadamente US$ 551 milhões.

Com receita de US$ 1,57 bilhão em 2025, embarques de 1,309 milhão de toneladas e avanço também nos primeiros meses de 2026, a fruticultura brasileira mantém crescimento nas exportações e amplia sua presença no mercado internacional.

Fonte: gov.br

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Fim da subvenção não deve alterar preço do diesel em julho, avalia sindicato

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

O fim da subvenção federal ao diesel não deve provocar reajustes imediatos no preço do combustível nas bombas. A avaliação é do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de Mato Grosso (Sindipetróleo-MT), que aponta que a redução de R$ 0,35 por litro anunciada pela Petrobras compensa integralmente o encerramento do benefício.

A retirada da subvenção foi anunciada pelo Governo Federal na terça-feira, 30 de junho, mesmo dia em que a Petrobras informou a redução no preço do diesel vendido às distribuidoras. Com isso, a expectativa do setor é de que os consumidores não sintam impacto no valor pago durante o mês de julho.

Para o presidente do Sindipetróleo-MT, Kaká Alves, a combinação das duas medidas mantém o mercado equilibrado neste momento. “Na prática, a combinação dessas duas medidas fará com que o preço do diesel permaneça inalterado, pelo menos ao longo do mês de julho. Com a estabilização do preço do petróleo no mercado internacional, o Governo Federal identificou condições para retirar o subsídio”.

A avaliação ocorre em meio à queda das cotações internacionais do petróleo. Depois de superar US$ 120 durante a escalada das tensões no Oriente Médio, o barril do Brent encerrou junho próximo de US$ 73, após a normalização do tráfego de navios no Estreito de Hormuz.

Cenário ainda exige cautela

Mesmo com a perspectiva de estabilidade para julho, o sindicato orienta os revendedores a acompanharem atentamente as notas fiscais emitidas pelas distribuidoras. Como o mercado de combustíveis é livre, fatores como custos logísticos, fretes e despesas operacionais também influenciam a formação do preço final.

Na prática, isso significa que os valores podem variar conforme a política comercial adotada por cada distribuidora, mesmo com a redução anunciada pela Petrobras compensando o fim da subvenção federal.

Kaká Alves ressalta que o comportamento do mercado continuará sendo acompanhado. “Embora o consumidor não deva perceber alterações no preço do diesel neste momento, continuaremos acompanhando a evolução dos mercados nacional e internacional. O setor de combustíveis é altamente sensível às oscilações econômicas e geopolíticas, por isso é fundamental monitorar continuamente os próximos movimentos”.

Além da retirada da subvenção ao diesel, o setor também acompanha outras medidas que podem influenciar o mercado de combustíveis, entre elas a manutenção da subvenção destinada às refinarias e aos importadores de diesel, os estudos para a retirada gradual do benefício da gasolina e o prazo de vigência do imposto sobre a exportação de petróleo bruto.


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