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18 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

Aprosoja MT aprofunda conhecimento sobre logística em visitas técnicas a terminais portuários

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Segundo dia do módulo no estado de São Paulo levou os produtores para conhecer a FIPS, TGG e Santos Brasil

A programação do quarto e último módulo da Academia de Liderança da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) teve continuidade nesta terça-feira (30.06) com uma série de visitas técnicas voltadas à compreensão da logística que conecta a produção agrícola brasileira aos mercados internacionais.

Após conhecerem, no primeiro dia, a estrutura do Porto de Santos e sua importância para o comércio exterior, os cerca de 30 produtores rurais participantes da formação seguiram para o município de Guarujá (SP), onde acompanharam de perto o funcionamento da Ferrovia Interna do Porto de Santos (FIPS) e do Terminal de Granéis do Guarujá (TGG). No período da tarde, a programação prosseguiu com uma visita ao Porto Santos Brasil.

As atividades fazem parte do módulo dedicado à logística, desenvolvido para proporcionar aos participantes uma visão prática dos principais elos da cadeia de transporte e exportação da produção agrícola. A proposta é aproximar os produtores da infraestrutura responsável por garantir o escoamento dos grãos produzidos em Mato Grosso até os mercados consumidores.

Durante a visita à Ferrovia Interna do Porto de Santos (FIPS), os participantes conheceram o funcionamento da malha ferroviária que atende o complexo portuário e observaram como a integração entre os diferentes modais contribui para tornar mais eficiente a movimentação de cargas. A estrutura desempenha papel estratégico na redução do fluxo de caminhões, na otimização das operações portuárias e no aumento da competitividade da logística nacional.

Na sequência, o grupo visitou o Terminal de Granéis do Guarujá (TGG), onde acompanhou as operações de recebimento, armazenagem e movimentação de granéis sólidos destinados à exportação. A visita permitiu compreender como a eficiência operacional dos terminais influencia diretamente a agilidade no embarque das cargas e a competitividade do agronegócio brasileiro.

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O produtor rural associado ao núcleo da Aprosoja MT em Tangará da Serra, Eduardo Pasa, destacou a importância de conhecer de perto toda a estrutura logística responsável pelo escoamento da produção agrícola.

“Estamos no quarto módulo da Academia de Liderança da Aprosoja MT e tivemos a oportunidade de conhecer de perto a logística ferroviária, hidroviária e parte da logística rodoviária que integra o Porto de Santos. É muito importante entender como os grãos produzidos em Mato Grosso chegam até aqui e seguem para exportação. Tem sido uma experiência muito enriquecedora, porque conseguimos visualizar todo o processo, desde a chegada das cargas até o embarque nos navios. Conhecer essa estrutura nos ajuda a compreender a dimensão da logística que sustenta o agronegócio brasileiro”, destaca.

No período da tarde, os acadêmicos conheceram a estrutura do Porto Santos Brasil, um dos principais terminais de contêineres da América Latina. Durante a visita técnica, os participantes acompanharam a dinâmica das operações portuárias, os processos de movimentação de cargas e as tecnologias empregadas para aumentar a eficiência e a segurança das operações.

A programação também apresentou aos produtores informações sobre os investimentos realizados em infraestrutura, inovação e ampliação da capacidade operacional, demonstrando como a modernização dos terminais contribui para fortalecer a logística nacional e atender à crescente demanda do comércio exterior.

O diretor de desenvolvimento de projetos estratégicos do Santos Brasil, Bruno Stupello, ressaltou a importância da aproximação entre o setor portuário e os produtores rurais, destacando o papel da logística para garantir eficiência e competitividade às exportações brasileiras.

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“É muito importante receber produtores, exportadores e demais representantes da cadeia produtiva no terminal portuário. Muitas vezes, eles acompanham apenas a realidade das propriedades rurais ou das indústrias e não conhecem a dimensão das operações realizadas dentro de um porto. Essas visitas permitem mostrar como funciona o terminal, quais são nossas responsabilidades, os investimentos realizados para ampliar a capacidade operacional e os projetos que estão sendo desenvolvidos para atender, cada vez melhor, a demanda das cargas que chegam ao país e seguem para os mercados internacionais.”

O módulo de logística da Academia de Liderança busca ampliar a visão dos produtores sobre os desafios enfrentados além das porteiras das propriedades rurais. Ao conhecerem de perto estruturas ferroviárias, terminais de armazenagem e instalações portuárias, os participantes compreendem que a competitividade do agronegócio depende de uma cadeia logística integrada, eficiente e capaz de reduzir custos, aumentar a agilidade no transporte e garantir que a produção brasileira chegue aos mercados internacionais com qualidade e segurança.

A programação da Academia de Liderança segue ao longo da semana com novas visitas técnicas e atividades voltadas ao fortalecimento da formação dos produtores rurais, consolidando os conhecimentos adquiridos sobre um dos temas mais estratégicos para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

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Avó, mãe e netas morrem após acidente de carro na BR-364 em MT

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Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino, a 209 km de Cuiabá, na tarde de sábado (17). As vítimas são Luciana Pinheiro de Souza, de 46 anos, a filha dela, Kamilli Vitória Souza da Silva, de 24 anos, e as netas Sophia Vitória Souza de Matos, de 9 anos, e Manuella Vitória Souza de Matos, de 1 ano.

Segundo a Polícia Civil, os dois carros saíram da pista após a batida, e um deles tombou.

Kamilli dirigia um dos carros e morreu no local, assim como a filha dela, Sophia. Luciana morreu depois de ser levada ao Hospital Municipal de Diamantino. Já a bebê Manuella morreu durante o transporte de ambulância para uma unidade de saúde com estrutura de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para realizar os procedimentos periciais. A ocorrência também foi atendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e por investigadores da Polícia Civil.

Em nota, a Prefeitura de Diamantino lamentou a morte de Luciana, que trabalhava como técnica de enfermagem no Grupo Viver Legal, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania. O município também manifestou pesar pela morte da filha dela, Kamilli, e das netas Sophia e Manuella.

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“A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda”, diz trecho da nota.

 

As circunstâncias do acidente serão apuradas.

Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino. — Foto: Reprodução- Polícia Militar

Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino. — Foto: Reprodução- Polícia Militar

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Agro Mato Grosso

Cinco pessoas morreram após carro bater de frente com carreta na MT-140

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Cinco pessoas morreram após um carro bater de frente com uma carreta na MT-140, nas proximidades do Trevo do Corgão, em Nova Brasilândia, a 215 km de Cuiabá, neste sábado (17). As vítimas foram identificadas como Avelino Carlos de Souza, de 33 anos, Amanda Nayara Manoel da Silva, de 29, Emanuelly da Silva Fajardo, de 10, Arthur Emanuel da Silva Fajardo, de 8, e Davi Manoel Carlos de Souza, de 2 anos. Todas estavam no carro e morreram no local.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado por volta das 19h. Ao chegar ao local, a equipe constatou que as cinco vítimas estavam presas às ferragens e sem sinais vitais.

Após autorização da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), os bombeiros retiraram as vítimas do veículo. Para isso, removeram as portas e o teto do carro e rebateram o painel para liberar os corpos. Após o resgate, os corpos foram entregues à Politec e à Polícia Civil.

O motorista do caminhão não apresentava ferimentos aparentes e recusou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Equipes da Polícia Militar também atenderam à ocorrência.

As causas do acidente não foram informadas.

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Justiça penhora fazenda de R$ 17,6 mi do “maior desmatador do Pantanal” I MT

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O juiz Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento, da 4ª Vara Cível de Rondonópolis, determinou a penhora de uma fazenda avaliada em R$ 17,6 milhões pertencente ao pecuarista Claudecy Oliveira Lemes, conhecido como o “maior desmatador do Pantanal”. A medida busca garantir o pagamento de uma dívida de R$ 15,2 milhões cobrada pelo Banco do Brasil.

Na decisão, publicada nesta quinta-feira (15), o magistrado também rejeitou o pedido da instituição financeira para bloquear outros imóveis do fazendeiro e quebrar seu sigilo bancário.

A cobrança tramita na Justiça desde 2024 e envolve um débito de R$ 15.228.453,70. Para assegurar o recebimento, o banco havia solicitado medidas sobre diversas propriedades do pecuarista, localizadas em diferentes municípios.

A defesa de Claudecy contestou os pedidos, alegando que as restrições eram desnecessárias, já que uma das propriedades havia sido oferecida como garantia hipotecária da operação financeira.

Trata-se da Fazenda Bom Sucesso, localizada em Santo Antônio de Leverger, que possui 5.887,4 hectares e valor estimado pela defesa em R$ 17.632.342.

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Ao analisar o processo, o juiz entendeu que a propriedade deve ser utilizada, inicialmente, para garantir a cobrança, uma vez que seu valor estimado supera o montante exigido pelo banco.

Para o magistrado, não há justificativa, neste momento, para ampliar as restrições patrimoniais antes de verificar se o imóvel dado em garantia é suficiente para quitar a dívida.

Com isso, determinou que a penhora fique limitada à Fazenda Bom Sucesso e que seja realizada uma avaliação judicial para confirmar o valor de mercado da área. O procedimento deverá ser realizado na comarca de Santo Antônio de Leverger.

Maior desmatador do Pantanal

Claudecy Oliveira Lemes ficou conhecido após ser investigado pela Polícia Civil por suspeita de promover desmatamento em larga escala no Pantanal mato-grossense, utilizando produtos químicos para destruir a vegetação nativa.

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O caso foi alvo da Operação Cordilheira, conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), após uma denúncia recebida em 2022.

As investigações apontaram que agrotóxicos eram lançados por aeronaves sobre áreas de vegetação nativa, em uma prática conhecida como “desmate químico”.

Segundo a Polícia Civil, o método representa riscos não apenas à flora, mas também aos animais e à população, já que as substâncias podem ser carregadas pelas águas durante os períodos de cheia e contaminar rios e outros ambientes do Pantanal.

O pecuarista possui aproximadamente 277 mil hectares de terras no bioma, extensão equivalente a 2,7 mil quilômetros quadrados e que representa quase 6% do Pantanal localizado em Mato Grosso.

Com base em valores de mercado de propriedades rurais da região, as áreas investigadas foram avaliadas em cerca de R$ 775,6 milhões.

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Pelas irregularidades ambientais identificadas, Claudecy recebeu multas que ultrapassam R$ 2,8 bilhões, valor apontado como a maior penalidade administrativa já aplicada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

 

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