Sustentabilidade
Por que o adubo fosfatado está mais caro em 2026? – MAIS SOJA

O mercado global de fertilizantes vive um momento de forte turbulência. A combinação entre restrições comerciais da China, impactos do conflito russo-ucraniano e instabilidade no Oriente Médio tem elevado os custos das matérias-primas estratégicas e aumentado a pressão sobre o produtor rural brasileiro – justamente em um cenário de commodities estabilizadas e crédito mais restrito.
O tema foi o fio condutor da edição especial do “BRANDT Explica”, quadro que reúne especialistas para discutir as principais tendencias do agronegócio. Nesta estreia, Maria Luísa Segura Bertoletti, gerente de desenvolvimento de mercado da BRANDT Brasil – empresa de inovação tecnológica focada em fisiologia vegetal, biossoluções e tecnologia da aplicação –, recebeu Vitor Marques, especialista em inteligência de mercado da Markestrat, referência em monitoramento do setor de insumos agrícolas.
Mercado aquecido por fora, lento por dentro
Em pauta, o painel MIND, da Markestrat – que consolida a visão de mais de 50 especialistas entre revendas e cooperativas –, revela que o ritmo de comercialização dos insumos segue abaixo do histórico para o período. “Se a gente olha para a dinâmica de insumos como um todo, aproximadamente temos um mercado rodado de 20%. Quando a gente olha para fertilizantes, geralmente é uma categoria que roda um pouco mais rápido, dado a janela, temos aí 40% desses insumos comercializados, comentou Marques.
Segundo ele, o cenário reflete uma combinação de fatores que pressionam simultaneamente o custo e a capacidade de investimento do produtor: os fertilizantes ficaram mais caros, as commodities não conseguiram responder e o crédito encareceu após três safras de recuperações judiciais.
Três frontes geopolíticas que encarecem o fosfato
O especialista entrevistado ainda detalhou três frentes geopolíticas que vêm pressionando simultaneamente os preços do insumo no país, que importa grande parte dos fertilizantes fosfatados que utiliza, algo que torna o setor altamente exposto aos choques de oferta internacionais.
- China: a maior exportadora mundial de MAP (fosfato monoamônico) e DAP (fosfato diamônico) adotou postura protecionista, priorizando o mercado interno e limitando as exportações – medida que segue vigente até agosto de 2026;
- Rússia: além de restringir as exportações de nitrogenados, o país segue em conflito com a Ucrânia, o que pressiona a própria produção interna de fertilizantes;
- Oriente Médio: a interrupção do Estreito de Ormuz gerou um choque de oferta de enxofre – matéria-prima primordial para a produção de MAP, DAP e outros fosfatados via ácido sulfúrico.
“A partir do momento que a gente está tendo choques relacionados a oferta desses produtos com base nos conflitos, a gente tem um desbalanço desses indicadores e aí a gente acaba tendo uma precificação superior dessas matérias-primas, o que vai impactar diretamente no custo de produção dos nossos agricultores”, salientou o especialista em inteligência de mercado.
Produtor pressionado busca eficiência como saída
O retrato desenhado no episódio é de um setor que, ao contrário de 2022, não conta com o impulso das commodities nem com a folga do crédito para absorver o aumento dos insumos. “O produtor está com um grande desafio na mão, que e como ele consegue, de fato, ser mais eficiente dentro da operação, como ele consegue extrair mais daquela terra, daquela propriedade, mesmo num cenário de custos mais altos”, comentou o profissional da Markestrat.
Nesse contexto, a busca por alternativas que mantenham a produtividade sem ampliar o aporte de fertilizantes minerais ganha relevância. Entre as soluções apontadas no episódio estão os inoculantes para nitrogenados e os solubilizadores de fósforo –– produtos biológicos capazes de mobilizar o estoque de deste nutriente já acumulado no solo.
Biológicos: alternativa estratégica para o fósforo
Estudos indicam que apenas entre 15% e 30% do fósforo aplicado via fertilizantes e absorvido pelas plantas a cada ciclo agrícola. O restante fica adsorvido no solo – pesquisas de Paulo Pavinato, da Universidade de São Paulo (USP), estimam que aproximadamente 66% de todo o fósforo aplicado historicamente nos solos brasileiros (cerca de 45 milhões de toneladas entre 1960 e 2016) permanece acumulado e indisponível para a planta sem intervenção.
“Quando a gente olha para os fosfatados, você [da BRANDT] têm os solubilizadores de fósforo, que são também uma alternativa possível de ser utilizada para reverter esse cenário e que, de fato, ele não tenha perdas de produtividade. Dá para produzir mais utilizando algumas alternativas, como essas tecnologias que trazem um diferencial para o produtor”, afirmou Vitor Marques.
Para a BRANDT Brasil, esse movimento reforçar a proposta de seus produtos biológicos voltados ao aproveitamento de fósforo no solo. “E é justamente esse o papel do BRANDT SoluForce, que é o nosso produto biológico”, salientou Maria Luísa. Ele atua, por exemplo, a partir de microrganismos que produzem ácidos orgânicos e enzimas capazes de liberar o fósforo imobilizado no solo, tornando-o novamente disponível para as plantas. Com isso, o manejo favorece um sistema radicular mais desenvolvido, ampliando a exploração do solo e a capacidade de acesso a água e nutrientes.
Janela de risco para a safra 2026/2027
O episódio terminou com uma reflexão sobre a urgência de decisão para produtores que ainda não fecharam os fosfatados para a próxima safra. “É muito difícil a gente estimar qual que vai ser essa janela ideal de compra, porque a gente está ainda no meio de um conflito. Mas a gente tem uma expectativa de que [o cenário] aconteça e que a gente volte, retome os cenários de precificação que tinham alguns meses atras, antes da gente ter o estopim dos conflitos”, pontuou Vitor Marques.
O especialista destacou que produtores que se anteciparam – aproveitando uma janela cambial mais favorável, com dólar flertando abaixo de R$ 5,00 – conseguiram travar o custo de produção em patamar mais vantajoso. Para os demais, o acompanhamento do cenário geopolítico e a adoção de alternativas de eficiência seguem como leques de gestão disponíveis.
A primeira edição do BRANDT Explica está disponível nos canais digitais da BRANDT Brasil e inaugura uma série de conversas sobre mercado, inovação e estratégias agronômicas para o futuro da agricultura.
Sobre a BRANDT
Empresa pioneira na indústria agrícola, atua em mais de 80 países desde 1953 com tecnologias projetadas, testadas e validadas para assegurar a absorção e translocação eficaz de cada componente deu suas soluções, que desempenham papel fundamental na fisiologia das culturas. Presente no Brasil há mais de uma década, a BRANDT é especialista em uma ampla gama de produtos, incluindo fertilizantes foliares de alto desempenho, soluções para tratamento de sementes, fisiologia vegetal, tecnologia da aplicação e bioproteção para diversas culturas. Mais informações, clique aqui.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Preços da soja se elevam e queda produtiva dos EUA pode gerar novas altas

Os preços da soja apresentaram boas altas ao longo da semana no mercado brasileiro, tanto no físico como nos portos.
Segundo o analista de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve uma melhora na comercialização, com os produtores aproveitando a elevação das cotações, garantida pelo crescimento dos contratos futuros negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).
Preços médios da soja
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 140 para R$ 147
- Cascavel (PR): passou de R$ 136 para R$ 144
- Rondonópolis (MT): avançou de R$ 133 para R$ 138
- Porto de Paranaguá: subiu de R$ 147 para R$ 155
Bolsa de Chicago
Na Bolsa de Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, subiram 3,05% no balanço da semana, sendo cotados a US$ 12,32 por bushel.
- Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Os agentes acompanharam de perto a tradicional crop tour do Pro Farmer, realizada ao longo da semana. As impressões iniciais confirmaram potencial produtivo abaixo das expectativas iniciais, como já havia sido antecipado no relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
“Outros pontos que ajudaram a sustentar as cotações foram a continuidade das compras chinesas no mercado norte-americano e a alta do preço do petróleo. O barril deve fechar a semana com ganhos em torno de 5%, reflexo das renovadas tensões no Oriente Médio”, contextualiza Silveira.
As importações de soja dos Estados Unidos pela China subiram 164% em julho ante o ano anterior, à medida que o produto adquirido sob um acordo para encerrar a guerra comercial do ano passado continuou chegando aos portos chineses. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 1,11 milhão de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos no mês passado ante 420,8 mil em igual período de 2025, conforme a Administração Geral da Alfândega.
No acumulado do ano, são 10,29 milhões de toneladas importadas, 38% inferior a igual período do ano passado.
Do Brasil, foram importadas 9,78 milhões de toneladas em julho, perda de 5,9% frente ao ano passado. No acumulado do ano, são 44,53 milhões de toneladas importadas, 5,37% superior a igual período do ano passado.
Oferta e demanda de soja
O mercado brasileiro de soja segue com exportações em ritmo acelerado, sustentadas pela forte demanda externa. Segundo o analista de Safras & Mercado, a demanda está atualmente cerca de 5 milhões de toneladas acima do observado no mesmo período de 2025.
Mesmo com o retorno da China ao mercado norte-americano e o avanço das vendas da nova safra dos Estados Unidos, a demanda nos portos brasileiros permanece sustentada, com outros compradores mantendo ritmo firme de aquisições.
“As questões geopolíticas internacionais e os possíveis impactos do El Niño são os principais fatores que mantêm os compradores em busca de garantir produto e recompor estoques”, afirma Silveira.
Diante da demanda aquecida, Safras revisou a projeção de exportações brasileiras em 2026 para 112,5 milhões de toneladas. A estimativa para o processamento interno também foi ajustada, passando para 63 milhões de toneladas.
Com isso, a projeção para os estoques finais de 2026 foi reduzida para apenas 4,883 milhões de toneladas. De acordo com o especialista, o ajuste é significativo e ocorre porque as projeções anteriores consideravam um retorno mais consistente da China ao mercado norte-americano e, consequentemente, uma redução da demanda pela soja brasileira.
Porém, esse cenário não vem se concretizando. Silveira ressalta que a procura pelo produto brasileiro permanece firme, resultando em uma perspectiva de estoques consideravelmente mais apertados e mantendo os prêmios firmes nos portos do país.
Para a temporada 2026/27, Safras & Mercado mantém a produção brasileira projetada em 180,089 milhões de toneladas. Com estoques iniciais de 4,883 milhões e importações estimadas em 900 mil toneladas, a oferta total é projetada em 185,872 milhões de toneladas.
As exportações em 2027 são estimadas em 110 milhões de toneladas, enquanto o processamento deverá alcançar 63,5 milhões. A demanda total está projetada em 177,1 milhões de toneladas, com estoques finais estimados em 8,772 milhões.
O post Preços da soja se elevam e queda produtiva dos EUA pode gerar novas altas apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Mercado da soja encerra semana com preços firmes e demanda chinesa em destaque

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com movimentos contidos em termos de volume comercializado, apesar da manutenção de preços firmes tanto nos portos quanto na indústria. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o basis permanece bastante fortalecido, mas o spread entre as ofertas dos compradores e as pedidas dos vendedores segue elevado.
Na Bolsa de Chicago, a sessão foi marcada por volatilidade. Silveira destaca que o Crop Tour
surpreendeu ao projetar uma produtividade maior para a safra norte-americana, depois de algumas amostras ao longo da semana apresentarem resultados menos favoráveis.
Por outro lado, houve grandes reportes de vendas da safra nova dos Estados Unidos, de aproximadamente 1,4 milhão de toneladas, com a China respondendo por cerca da metade desse volume.
“O dólar apresentou recuos firmes, enquanto os prêmios compensaram parte desses ajustes”, observa Silveira. De maneira geral, as cotações oscilaram entre a estabilidade e leves quedas, sem alterar os bons patamares de preços observados atualmente.
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 147,00 para R$ 146,50.
- Santa Rosa (RS): recuou de R$ 148,00 para R$ 147,50.
- Cascavel (PR): permaneceu em R$ 144,00.
- Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 138,00.
- Dourados (MS): permaneceu em R$ 135,50.
- Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 138,00.
- Paranaguá (PR): subiu de R$ 153,50 para R$ 155,00.
- Rio Grande (RS): recuou de R$ 155,00 para R$ 154,50.
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam com em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta sexta-feira (21), ampliando a valorização semanal. Após passar boa parte do dia pressionado por um movimento de realização de lucros, o mercado voltou a subir, ainda que moderadamente, reagindo a novos anúncios de vendas de soja dos Estados Unidos, reafirmando a boa demanda chinesa.
Na semana, a posição novembro acumulou alta de 3,7%. Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 712.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 26/27. E mais 720.000 toneladas de soja para destinos não revelados, a serem disponibilizadas na
temporada 26/27.
Os agentes seguem atentos aos resultados da Crop Tour da Pro Farmer. No leste de Iowa, a contagem de vagens atingiu 1.362,93 em uma área de 3 por 3 pés, acima da média de três anos, de 1.295,70, mas abaixo das 1.384,38 registradas no ano passado.
Em Minnesota, a contagem chegou a 1.257,80 vagens, acima da média de três anos, de 1.089,82, e ligeiramente superior às 1.247,86 observadas em 2025. Os números finais da crop tour serão divulgados logo mais pela Pro Farmer.
Contratos da soja
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 3,00 centavos de dólar, ou 0,24%, a US$ 12,39 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,53 3/4 por bushel, com elevação de 2,25 centavo de dólar ou 0,17%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,00 ou 0,61% a US$ 325,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 69,58 centavos de dólar, com perda de 1,74 centavo ou 2,43%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1%, sendo negociado a R$ 5,1423 para venda e a R$ 5,1403 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1322 e a máxima de R$ 5,1832. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,5%.
O post Mercado da soja encerra semana com preços firmes e demanda chinesa em destaque apareceu primeiro em Canal Rural.
Sustentabilidade
Etapas do controle do azevém – MAIS SOJA

Controlar o azevém (Lolium multiflorum) de forma eficaz é um dos principais desafios encontrados no cultivo de culturas de inverno de folha estreita (Poaceas). As similaridades dessa planta daninha com culturas comerciais pertencentes a família Poaceae, limita o controle pós-emergentes, havendo poucas ferramentas seletivas disponíveis para esse uso. Atrelado a isso, é consenso que algumas populações de azevém apresentam resistência a herbicidas, o que dificulta ainda mais o posicionamento de herbicidas para um controle químico eficiente dessa espécie daninha.
Sendo assim, Mário Bianchi, Pesquisador da Rede Técnica Cooperativa – RTC, chama atenção para três etapas essenciais para um bom manejo do azevém:
- Dessecação
- Controle pré-emergente
- Controle pós-emergente
Independentemente da etapa de manejo, Bianchi ressalta que o estádio de desenvolvimento do azevém é um fator determinante para o sucesso do controle. De modo geral, plantas mais jovens e de menor porte apresentam maior suscetibilidade aos herbicidas, enquanto indivíduos mais desenvolvidos tendem a apresentar maior dificuldade de controle. Dessa forma, o manejo precoce do azevém constitui uma importante estratégia para aumentar a eficiência das aplicações e reduzir a possibilidade de escapes.
Contudo para evitar efeitos indesejados sobre culturas como o trigo, a dessecação pré-semeadura deve ser planejada com atenção, especialmente quanto à escolha e ao posicionamento dos herbicidas em áreas com populações de azevém resistentes. A disponibilidade de herbicidas registrados para essa finalidade é limitada, com opções como diquate, glifosato e glufosinato de amônio, o que torna ainda mais importante conhecer o histórico de resistência da população presente na área. No caso do glufosinato de amônio, a eficiência do controle está diretamente relacionada ao estádio de desenvolvimento das plantas, sendo maior quando aplicado sobre azevém com duas a três folhas, nas doses de 400 a 600 g de ingrediente ativo por hectare. Já o desempenho do diquate sobre gramíneas pode depender de sua associação com herbicidas graminicidas (Rizzardi, s. d.).
Nesse contexto, o uso de herbicidas pré-emergentes também desempenha papel importante no manejo do azevém, pois contribui para reduzir os fluxos de emergência e, consequentemente, a pressão de competição sobre a cultura. Além disso, essa estratégia é particularmente relevante em áreas com populações resistentes a herbicidas pós-emergentes, uma vez que amplia os mecanismos de ação utilizados no programa de manejo. Entretanto, a disponibilidade de produtos registrados para o controle do azevém em pré-emergência do trigo ainda é limitada, destacando-se opções como a Pendimetalina, a Piroxasulfona (Rizzardi, s. d.) e o Bixlozone.
Na pós-emergência do trigo, as opções se limitam principalmente a Clodinafope, Iodosulfurom-metílico, Piroxsulam, Imazamoxi e mais recentemente o Pinoxaden, contudo, vale destacar que o Imazamoxi é indicado somente para uso em cultivares de trigo tolerantes CL (ClearField®).
Figura 1. Azevém em meio a cultura do trigo.
Considerando a limita oferta de produtos seletivos para o controle do azevém em pós-emergência, além de definir o herbicida para apropriado para o controle da população de azevém, o momento de aplicação é determinante para o sucesso do manejo. De acordo com Bianchi, maiores resultados de controle são obtidos em pulverizações com azevém em estádio de 2 a 4 folhas. Vale destacar que a adoção das três etapas de controle (dessecação, pré-emergência e pós-emergência) são indispensáveis para um controle eficiente e eficaz do azevém em trigo, principalmente se tratando de populações com histórico de resistência a herbicidas.
Assim, o manejo eficiente do azevém no trigo deve integrar estratégias de pré e pós-emergência, priorizando o controle de plantas jovens, a diversificação dos mecanismos de ação e o uso de herbicidas pré-emergentes sempre que disponíveis e registrados para a cultura.
Confira abaixo as dicas do Pesquisador Mário Bianchi.
Inscreva-se agora no canal Rede Técnica Cooperativa – RTC clicando aqui!
Referências:
UP. HERB. COMO CONTROLAR O AZEVÉM NO TRIGO? Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas, s.d. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/como-controlar-o-azevem-no-trigo>, acesso em: 21/08/2026.

Sustentabilidade11 horas agoPreços da soja se elevam e queda produtiva dos EUA pode gerar novas altas
Featured19 horas agoBombeiros combatem 12 incêndios florestais em Mato Grosso neste sábado
Featured15 horas agoINSS libera consignado para beneficiários sem biometria facial
Business18 horas agoQuem vai plantar o feijão de amanhã? Tema precisa ser central no próximo governo
Featured18 horas agoSaiba quais são as funções de presidente, vice e governador
Featured20 horas agoObra de viaduto altera trânsito na rodovia Palmiro Paes de Barros por 90 dias
Featured17 horas agoPix apresenta instabilidade generalizada e pico de reclamações na manhã deste domingo; Banco Central confirma normalização
Featured16 horas agoEncceja 2026 é aplicado neste domingo em todo o país para certificação do ensino fundamental e médio

















