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25 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

STF suspende ampliação de terra indígena que delimitou áreas ocupadas por fazendas em MT

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, provisoriamente, o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que ampliou a Terra Indígena Irantxe/Manoki, em Brasnorte, a 580 km de Cuiabá. A decisão determina que a homologação fique suspensa até a realização de uma audiência de conciliação entre povos indígenas, produtores rurais e demais envolvidos no conflito.

A liminar foi publicada na última sexta-feira (26) e foi concedida em um mandado de segurança apresentado pela Associação de Produtores Rurais Papagaio, que contesta o decreto.

Segundo a entidade, o decreto ampliou a área da terra indígena de 45.555 hectares para aproximadamente 252 mil hectares, impondo restrições administrativas sobre imóveis rurais localizados na região.

Na ação, a associação sustenta que a ampliação atinge propriedades inseridas em uma área consolidada de produção agropecuária, com cultivo de soja, milho, feijão, hortaliças e criação de gado. Os produtores argumentam que a medida compromete a segurança jurídica, afeta financiamentos, contratos e toda a cadeia produtiva vinculada às propriedades rurais.

Dino avaliou que a entrada imediata em vigor do decreto pode gerar prejuízos à atividade agropecuária nas propriedades afetadas, dificultando o acesso ao crédito rural, ao custeio da produção e à comercialização das safras. Para Dino, como a suspensão é temporária e não decide o mérito da ação, não há risco de prejuízo irreversível aos povos indígenas até que o STF analise o caso definitivamente.

“A providência adotada nesta decisão é reversível e de caráter meramente conservativo do direito vindicado, pois não resolve a questão principal nem impede futuras ações estatais. Ademais, não vislumbro urgência que justifique a imediata aplicação dos efeitos do decreto às áreas tituladas”, escreveu o ministro.

Ao conceder a liminar, Flávio Dino afirmou que, diante da complexidade do conflito, é necessário ouvir todas as partes antes da implementação definitiva do decreto. Por isso, determinou a realização de uma audiência de contextualização e conciliação entre representantes dos povos indígenas, produtores rurais e demais interessados.

Na decisão, o ministro também esclareceu que, enquanto a medida estiver suspensa, “as situações possessórias e de domínio permanecem inalteradas”, ou seja, a situação das propriedades continua a mesma existente antes da publicação do decreto presidencial.

A audiência será realizada pelo STF e servirá para subsidiar a análise definitiva do caso. Até lá, ficam suspensos todos os efeitos administrativos decorrentes da ampliação da Terra Indígena Irantxe/Manoki.

Em Mato Grosso, foram homologadas a demarcação de três terras indígenas em novembro de 2025, a Terra Indígena Estação Parecis, em Diamantino, a Terra Indígena Manoki, em Brasnorte, e a Terra Indígena Uirapuru, localizada nos municípios de Campos de Júlio, Nova Lacerda e Conquista D’Oeste.

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: pescador se distrai e leva mordida de dourado em MT

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Edimar Santos relatou que o peixe causou ferimento em um dos dedos e precisou de um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

O pescador Edimar Santos foi surpreendido pela mordida de um dourado enquanto pescava no Rio Sepotuba, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. As imagens foram registradas por colegas que estavam no barco e o vídeo viralizou nas redes sociais durante a semana (assista abaixo).

Edimar contou que o ocorrido se deu após uma situação de risco em que, ao tentar desviar de uma galhada na correnteza, o grupo conseguiu capturar o peixe com um anzol. Ele também detalhou o momento de descuido que permitiu o ataque enquanto o barco descia o rio.

“Eu estava preocupado com o anzol, para ele não enganchar na minha perna. Quando virei o rosto para jogar o anzol na água, descuidei e acabei colocando a mão no rumo da boca dele”, relatou.

Devido à força da mordida, Edimar contou que foi necessário utilizar um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

“A mordida dele é muito forte. Tivemos que pegar o alicate, colocar na boca dele e abrir para ajudar. Ele fez um buraco no meu dedo bem fundo e chegou a sair bastante sangue”, descreveu.

Rei do Rio

Considerado por muitos como “rei do rio” pelo comportamento agressivo e grande porte, o dourado (Salminus brasiliensis) é encontrado nos rios da Bacia do Prata, como os rios Paraguai e Paraná. O peixe demonstra um comportamento territorial que exige cuidado redobrado no manuseio fora da água.

O dourado é valorizado na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura, e se alimenta principalmente de outros peixes. Pode ultrapassar 1 metro de comprimento e pesar até 25kg. A espécie é bastante valorizada na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura.

Lei do Transporte Zero

Vale lembrar que o dourado é uma das 12 espécies de peixes com transporte, armazenamento e comercialização proibidos até 2029, de acordo com a Lei do Transporte Zero. O projeto pretende dobrar o turismo de pesca esportiva com previsão de atrair turistas e gerar empregos, segundo o governo.

  • Cachara
  • Caparari
  • Dourado
  • Jaú
  • Matrinchã
  • Pintado/Surubin
  • Piraíba
  • Piraputanga
  • Pirara
  • Pirarucu
  • Trairão
  • Tucunaré

 

🎣 Quem pode pescar?

  • Povos indígenas, originários e quilombolas que tenham a pesca como atividade de subsistência, para comercialização e o transporte de iscas vivas, que deverão ser regulamentados por resolução do Conselho Estadual de Pesca do Estado de Mato Grosso (Cepesca);
  • Profissionais artesanais e a modalidade pesque e solte, desde que atendidas as condições previstas na lei, com exceção do período de defeso da piracema.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VIDEO:

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Dra. Mara fortalece ações de cidadania e leva serviços gratuitos na área de saúde na Capital I MT

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Caminhares da Fecomércio: Cuidando da saúde e o bem estar social da família.

A população da Região Oeste de Cuiabá terá, a partir do dia 22, acesso a uma importante ação da Fecomércio, no Centro de Eventos do Pantanal, com serviços gratuitos nas áreas de saúde, visão, beleza e atendimento voltado às mulheres.

A iniciativa chega à região por meio da articulação da vereadora Dra. Mara, que tem buscado parcerias e alternativas para aproximar serviços essenciais das comunidades e ampliar o acesso da população.

Para Dra. Mara, cuidar das pessoas também significa facilitar o acesso à saúde, à prevenção, à autoestima e à cidadania.

É trabalho que se transforma em benefício para a população: com diálogo, articulação e compromisso, Dra. Mara segue levando oportunidades para quem mais precisa.

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Safra recorde de soja em MT pode encher 1 milhão de caminhões e formar fila que daria 7 voltas no Brasil

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