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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Qualidade das sementes ganha protagonismo estratégico no setor – MAIS SOJA

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A produtividade da agricultura brasileira depende, cada vez mais, da qualidade das sementes. Estudos oficiais indicam que sementes de alta qualidade podem elevar a produtividade da soja entre 10% e 15%. Em um cenário de margens apertadas, custos elevados e pressão aos agricultores, ir além na oferta dos cultivares e agregar valores com vigor, germinação e uniformidade pode ser a diferença entre uma safra lucrativa e perdas econômicas relevantes.

Nesse contexto, a Boa Safra consolidou um posicionamento focado em qualidade industrial, armazenamento refrigerado, rastreabilidade e tratamento industrial de sementes (TSI), construindo uma das operações mais eficientes do segmento no Brasil. Sob o slogan Qualidade Boa Safra: do campo ao campo, garantindo excelência a cada safra, a área de qualidade conta com uma equipe de 43 pessoas, contando com três laboratórios próprios de controle interno de qualidade, no Cerrado e Sul do país. Onde são realizados testes como Tetrazólio, Envelhecimento Acelerado, Emergência em Canteiro, Germinação em Papel e Areia e Análise Visual e com Inteligência Artificial.

“No mercado atual, a semente deixou de ser apenas um insumo agrícola e passou a ser tratada como ferramenta de gestão de risco. Por isso, na Boa Safra, excelência significa responsabilidade com o produtor rural. Todas as nossas sementes são submetidas a um criterioso processo de controle em cada etapa, desde o recebimento até a expedição. Esse monitoramento contínuo assegura que todos os lotes entregues ao campo mantenham elevados padrões de emergência e desempenho fisiológico. Contamos com um laboratório equipado com tecnologia de ponta para garantir que apenas sementes de alta qualidade cheguem ao agricultor, afirma Maikely Feliceti, gerente de Qualidade de Sementes da empresa.

Com principal atuação na comercialização de sementes de soja, mas com um portfólio que hoje também inclui milho, sorgo e forrageiras, a Boa Safra conta com uma estrutura voltada à excelência em qualidade, realizando testes e controles rigorosos em todas as culturas trabalhadas. O monitoramento contempla análises fisiológicas, genéticas, físicas e sanitárias, garantindo elevados padrões de desempenho, segurança e confiabilidade das sementes entregues ao campo.

 

 

O impacto econômico da qualidade na lavoura

Na prática, sementes de maior qualidade impactam diretamente a rentabilidade. Segundo a Embrapa, França-Neto (2025), sementes vigorosas podem gerar ganhos de até 400 quilos por hectare em determinadas condições. “Considerando o atual patamar de preços da soja e o elevado custo por hectare, diferenças dessa magnitude possuem impacto significativo na margem operacional do produtor”, afirma Glaube Caldas, diretor de Operação da Boa Safra.

Por conta desse panorama, a disputa no mercado de sementes mudou nos últimos anos. Hoje, a estabilidade de entrega, conservação, logística, tratamento industrial, suporte técnico e rastreabilidade são diferenciais importantes para o produtor rural.

“No agronegócio moderno, a construção de marca no segmento de sementes depende cada vez mais de confiança técnica. O produtor rural passou a avaliar não apenas o potencial genético, mas a consistência operacional da empresa fornecedora. E é por isso que a Boa Safra ocupa uma posição central. Num mercado pulverizado, nosso market share de 10% confirma a confiança do setor na empresa”, finaliza Glaube.

Sobre a Boa Safra

Fundada em 2009, a Boa Safra (SOJA3) é líder na produção de sementes de soja – mercado que domina com um market share de 10%. Com sede em Formosa (GO) e 17 unidades entre Centros de Distribuição e Unidades de Beneficiamento, a companhia ampliou sua atuação após o IPO realizado em 2021, consolidando sua presença no mercado nacional com um portfólio diversificado que inclui sementes de milho, sorgo, trigo, feijão, arroz e mix de cobertura.

Comprometida com eficiência, qualidade e excelência operacional, a Boa Safra investe continuamente em tecnologia avançada e infraestrutura inovadora, assegurando sementes de alto valor agregado, com índices de vigor e germinação acima da média do mercado, contribuindo diretamente para o aumento da produtividade do produtor rural. Presente em todas as regiões e produção nos melhores polos agrícolas do país, a empresa vem expandindo sua estrutura e capacidade produtiva, atualmente em 280 mil big bags de sementes de soja e 2,5 mm sacas de sementes de milho.

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Fonte: Assessoria de imprensa



 



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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

El Niño pode reduzir produtividade em até 15%, afirma especialista; veja como se preparar para a safra 2026/27 – MAIS SOJA

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A alta probabilidade de formação de um forte fenômeno El Niño entre os meses de junho e julho acendeu um alerta crítico para o agronegócio brasileiro. O fenômeno meteorológico deve impactar diretamente o planejamento da safra de grãos 2026/27. Projeções técnicas apontam que a intensidade do evento esperado para o segundo semestre assemelha-se à do último grande El Niño registrado no biênio 2014/2015, trazendo potencial para atrasar os plantios e reduzir a produtividade das lavouras em até 15%.

O El Niño de 2026 deve dividir o território nacional em extremos meteorológicos severos. Enquanto a região Sul do país enfrentará chuvas volumosas acima da média e riscos severos de enchentes, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste sofrerão com temperaturas historicamente elevadas, secas intensas, estiagens prolongadas e maior vulnerabilidade a incêndios florestais.

Diante desse cenário de alto risco para a produção nacional, o especialista em fisiologia vegetal Leandro Barcelos, consultor agronômico por trás do recorde nacional de produtividade de soja do CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil) de 2025, ressalta que o impacto climático pode ser severamente mitigado se o produtor focar na construção e no manejo correto do perfil do solo. Barcelos destaca que ainda há tempo para o produtor rural adotar manejos que minimizem drasticamente os prejuízos.

Massa radicular: proteção contra a seca e as enchentes

O método defendido pelo consultor, batizado de “A Raiz da Solução”, foca no equilíbrio químico profundo da terra e no estímulo do sistema radicular das plantas. De acordo com Barcelos, uma estrutura de solo corrigida e um sistema radicular agressivo e profundo funcionam como uma blindagem eficiente tanto para cenários de seca extrema quanto de enchentes.

“O produtor não pode controlar o clima, mas pode controlar o ambiente onde a raiz se desenvolve. Quando construímos um perfil de solo profundo, livre de impedimentos químicos como o alumínio e fisicamente estruturado, nós induzimos a planta a buscar água e nutrientes em camadas profundas. A planta com o sistema radicular robusto e quimicamente equilibrada tem maior sustentação mecânica e vigor fisiológico para suportar períodos de seca ou de encharcamento e de baixa luminosidade”, afirmou.

Embora o El Niño traga cenários opostos para o mapa do Brasil, Barcelos defende que a base do manejo preventivo para as duas situações de estresse é exatamente a mesma: a descompactação e a construção do perfil profundo de solo.

  • No Centro-Norte (Combate à Seca): O foco é eliminar travas químicas para aprofundar as raízes. “Para a gente suportar um El Niño, seja com muita chuva ou pouca chuva, nós temos que ter sistema radicular na nossa planta. A raiz é a boca da planta e ela bebe nutrientes, ela não come. Mesmo num período de 20 ou 30 dias sem chover, a 50 ou 60 centímetros de profundidade existe umidade. O gesso e o calcário condicionam o solo e tiram o alumínio tóxico que impede o crescimento da raiz, permitindo que ela acesse essas reservas profundas”, explicou Barcelos.
  • Na Região Sul (Combate ao Encharcamento): O excesso de água expulsa o oxigênio do solo, o que impede a respiração radicular e força a planta a produzir etileno, hormônio que acelera a morte do tecido vegetal. “O problema de 80% das fazendas do Brasil hoje é a compactação. No Sul, o solo precisa estar descompactado para que a água infiltre rapidamente e vá embora, evitando o alagamento. Um solo perfeito precisa absorver e infiltrar até 100 mm de chuva em uma hora, sem formar poças.”
“O solo é o motor, o restante é a turbina”

O especialista utiliza uma analogia automotiva precisa para explicar por que investimentos isolados em insumos de alta tecnologia falham quando a estrutura da terra é negligenciada no planejamento da safra.

“Não adianta pegar uma Ferrari e botar em terra esburacada, não dá para correr. O solo é o motor. Se nós tivermos um motor ruim, essa máquina não vai andar. A semente de alto vigor, os micronutrientes, a adubação foliar, a adubação como um todo, são como se fossem uma turbina. Agora, adianta a gente turbinar um motor fundido? Não adianta, aí é que ele termina de fundir. Primeiro a gente faz o motor.”

Segundo o criador do método A Raiz da Solução, focar exclusivamente em sementes certificadas sem corrigir o perfil do solo impede que a planta expresse seu potencial genético, gerando custos altos que sequer se pagam diante de uma crise climática.

Estratégias práticas imediatas recomendadas pelo especialista

Para enfrentar as adversidades do El Niño na safra 2026/27, Barcelos elenca orientações estratégicas indispensáveis para o planejamento imediato das fazendas, independentemente da região do país:

  • Análise e Diagnóstico do Perfil de Solo: Avaliar as camadas subsuperficiais (de 20 a 40 cm e 40 a 60 cm) para identificar travas químicas, como a presença de alumínio tóxico, que impedem o crescimento da raiz.
  • Uso de Calcário e Gesso: Utilizar a gessagem e a calagem de forma estratégica para carregar cálcio em profundidade, neutralizar o alumínio e permitir que o sistema radicular explore o máximo volume de solo possível.
  • Estímulo Fisiológico e Nutrição Vegetal Equilibrada: Adotar manejos que priorizem o equilíbrio químico e estimulem os hormônios vegetais ligados ao crescimento radicular, aumentando a resiliência da planta contra os estresses bióticos e abióticos.
  • Descompactação Física Mecânica: Utilização de equipamentos como o subsolador para quebrar as camadas compactadas do solo e restabelecer a aeração e a capacidade de infiltração rápida da água.
  • Construção de Matéria Orgânica e Sistema de Plantio Direto: Adoção de plantas de cobertura (como braquiária, crotalária e ervilhaca) para gerar palhada abundante, protegendo a superfície e aumentando a capacidade de retenção de umidade.
  • Atenção à Janela de Plantio: Com a previsão de atrasos causados pela estiagem no Centro-Norte ou pelo excesso de umidade no Sul, o produtor precisará de plantas que arranquem com alto vigor inicial para compensar o encurtamento da janela ideal.

“O segredo para romper os tetos tradicionais de produtividade e garantir estabilidade em anos difíceis está abaixo da linha da superfície. Na biologia e na química do solo, quando trabalhamos o sistema com palhada e vida bacteriana, um mais um não é dois, um mais um passa a ser três. A palha amortece o impacto da chuva forte para não compactar a superfície, e a matéria orgânica funciona como uma verdadeira caixa d’água no solo, capaz de reter até 20 vezes o seu próprio peso em água. O produtor não pode controlar o clima, mas pode controlar o ambiente onde a raiz se desenvolve. Fazendo o manejo correto, nós conseguimos enfrentar qualquer adversidade climática: podemos perder um pouco de potencial, mas sempre colheremos bem e com lucratividade no final. O clima vai desafiar o agricultor em 2026, mas quem investir na biologia, na fisiologia e na raiz colherá os resultados em 2027.”

Quem é Leandro Barcelos?

Especialista em fisiologia vegetal com mais de 40 anos de vivência no campo, Leandro Barcelos é o consultor agronômico por trás do recorde nacional de produtividade de soja do CESB 2025.

Natural do Rio Grande do Sul e filho de produtores, trilhou uma jornada resiliente: de produtor rural a caminhoneiro, estudando ciência das plantas na cabine do caminhão após enfrentar perdas severas pela seca. Essa trajetória o levou a desenvolver um método exclusivo chamado A Raiz da Solução, que permite colher acima de 100 sc/ha em diversas regiões do Brasil.

Referência técnica validada por milhares de alunos e cases de sucesso espalhados por todo o país, ele transformou o desafio do estresse hídrico na marca histórica de 135,49 sc/ha na Fazenda Santa Bárbara (SC), consolidando-se como uma das maiores autoridades em produtividade e resiliência climática no agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Colheita do milho registra atraso e alcança apenas 0,1% da área cultivada em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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De acordo com informações do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, a colheita do milho segunda safra 2025/2026 começou em ritmo mais lento que o registrado no ciclo anterior, em Mato Grosso do Sul.

Apenas 0,1% da área cultivada havia sido colhida até a segunda semana de junho. O percentual representa atraso de aproximadamente dois pontos percentuais em relação ao ciclo passado.

De acordo com o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o cenário é influenciado principalmente pelo elevado volume de precipitações registrado nos principais municípios produtores de milho do Estado. “A maior umidade dos grãos dificulta o avanço das máquinas no campo e adia o início mais intenso da colheita”.

Apesar do atraso, o coordenador destaca que os trabalhos de colheita costumam avançar de forma gradual entre maio e junho. Historicamente, o ritmo se intensifica a partir da segunda quinzena de julho, período em que ocorre a maior concentração das operações nas propriedades rurais.

Enquanto aguardam condições mais favoráveis para a retirada do cereal do campo, os produtores acompanham o desenvolvimento das lavouras. O monitoramento realizado na segunda semana de junho mostra que 70,8% das áreas apresentam bom potencial produtivo, 18,3% estão em condição regular e 10,9% foram classificadas como ruins.

Para a safra 2025/2026, a estimativa é de cultivo em 2,206 milhões de hectares, aumento de 3% em relação ao ciclo anterior. A produtividade média esperada é de 84,2 sacas por hectare, o que deverá resultar em produção de 11,139 milhões de toneladas de milho. Embora expressivo, o volume representa redução de 20,1% frente à safra passada, reflexo principalmente das condições climáticas observadas ao longo do ciclo.

Mais informações sobre o cenário das lavouras de milho podem ser acessadas aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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