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16 de junho de 2026

Sustentabilidade

Semeadura do trigo atinge quase 60% da área nacional estimada com clima favorável no sul – MAIS SOJA

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Trigo: 59,5% semeado. No RS, a retomada da umidade do solo, após as chuvas, favoreceu o avanço da semeadura, especialmente, na metade Leste. As lavouras emergidas apresentam bom desenvolvimento vegetativo e as áreas implantadas no início da janela já iniciam o perfilhamento.

No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo, com áreas em emergência e início de floração. A adequada umidade do solo e as temperaturas mais baixas favorecem o desenvolvimento da cultura e o perfilhamento das plantas.

Em SC, a semeadura avança gradualmente no Oeste e Extremo Oeste, com predominância de lavouras em germinação e emergência. As condições de umidade do solo e as temperaturas amenas e frias favorecem o estabelecimento inicial da cultura. Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. As baixas temperaturas favorecem seu desenvolvimento.

Em MS, as chuvas e as temperaturas favoráveis mantêm boas condições ao desenvolvimento da cultura. As lavouras apresentam, de forma geral, bom aspecto fitossanitário. Em MG, o trigo irrigado apresenta bom desenvolvimento, com as primeiras áreas entrando em fase reprodutiva. O trigo de sequeiro encontra-se com boa parte das lavouras em maturação. As chuvas recentes podem reduzir a qualidade dessas áreas.

Em GO, a colheita do trigo de sequeiro teve início, com rendimentos reduzidos devido à falta de chuva. As lavouras irrigadas mantêm bom desenvolvimento. A previsão de chuvas isoladas na região Leste exige atenção nas áreas em final de ciclo. Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª safra avança e chega à 90,4% da área total – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra: 90,4% colhido.

Em SC, SP, PR, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. No RS, a colheita se aproxima da finalização. No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com boas produtividades sendo obtidas. No MA, a colheita avança em todo o estado.

Milho 2ª Safra – 6,7% colhido.

Em MT, a colheita avança com produtividades acima das estimadas inicialmente. No PR, a colheita se aproxima do início e as lavouras se encontram, na maioria, em boas condições. Em MS, a colheita começou no sul do estado com boas produtividades sendo alcançadas.

Em GO, as precipitações ocorridas não conseguiram reverter as condições das lavouras e as perdas já são consolidadas. Em SP, a colheita foi iniciada lentamente devido às chuvas. Em MG, as lavouras irrigadas apresentam ótimo desenvolvimento em contraste com as lavouras de sequeiro, fortemente impactadas pelas precipitações reduzidas.

No TO, os produtores aguardam a maior redução da umidade dos grãos para acelerar a colheita. No MA, a colheita avança no sudoeste do estado. As lavouras nas demais regiões finalizam os estádios reprodutivos em condições regulares. No PI, algumas lavouras nas regiões de Uruçuí e Bom Jesus apresentam sintomas de deficit hídrico, mas a maioria das lavouras apresenta bom desempenho.

No PA, a colheita acelera nos polos da BR-163 e Redenção com boas produtividades sendo obtidas. No polo de Santarém, o excesso de chuvas provocaram erosões em algumas áreas, comprometendo a produtividade desses talhões.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Milho 26/27: Custos de produção saltam 15% em MT e exigem travamento de preços – MAIS SOJA

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Em jun/26, o USDA divulgou o relatório de oferta e demanda mundial da safra 25/26, com alta de 0,94% na oferta em comparação à divulgação anterior. O departamento projetou a produção mundial de milho em 1,33 bi de t, aumento de 1,07% ante o último relatório. Esse avanço foi impulsionado pelo reajuste da área cultivada para 215,17 mi de ha, +0,71% em relação a mai/26.

No que se refere à demanda mundial, o consumo doméstico foi revisado para 1,30 bi de t, incremento de 0,55% ante a última divulgação. Diante do maior aumento da oferta ante a demanda, os estoques finais foram revisados para cima, e ficaram em 303,36 mi de t, +2,16% em relação à última divulgação. Para a safra 26/27, a produção mundial de milho foi elevada para 1,30 bi de t, alta de 0,39%, reflexo da maior área semeada na Índia, além da maior demanda para o consumo doméstico. Diante desse cenário, os estoques finais aumentaram para 281,22 mi de t, adição de 1,32%, reforçando a disponibilidade do cereal e mantendo a pressão sobre os preços.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: o Prêmio Santos subiu 23,33% no comparativo semanal, refletindo maior demanda de tradings sobre o milho brasileiro e pela exportação e demanda mais intensa pelo milho no spot.
  • AUMENTO: diante do aumento da aversão ao risco do mercado decorrente do conflito no Oriente Médio, a moeda norte-americana subiu 1,90% frente à semana passada.
  • BAIXA: o preço do cereal no indicador Cepea Campinas registrou queda de 0,54% em relação à semana passada, assim cotado na média de R$ 64,23/sc.
Segundo o CPA-MT¹, o custeio da safra 26/27 foi estimado em R$ 3.799,42/ha em mai/26, alta de 14,46% ante o consolidado da safra 25/26.

O resultado foi influenciado pelas maiores despesas com fertilizantes e defensivos, além, também, do aumento dos custos das sementes utilizadas na produção, refletindo tanto o encarecimento do insumo quanto o avanço tecnológico do material genético. Como resultado, o COE apresentou incremento de 15,03% em relação à safra passada, encerrando mai/26 em R$ 5.528,49/ha. Por fim, o CT avançou 10,30% no comparativo anual e atingiu R$ 7.418,49/ha.

Nesse cenário, o aumento dos custos da safra futura amplia a necessidade de investimento para o cultivo. Contudo, com uma produtividade de referência de 120,28 sc/ha, o produtor precisará comercializar a saca de milho a, pelo menos, R$ 45,96 para cobrir o COE, reforçando a importância do travamento de preços em momentos oportunos para garantir melhor rentabilidade.

Fonte: IMEA


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Sustentabilidade

Soja/MT 26/27: Custo em Alta e Incerteza Climática Exigem Cautela do Produtor – MAIS SOJA

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As perspectivas para a safra 26/27 de soja em MT indicam um cenário de maior cautela. As incertezas climáticas seguem como principal fator de atenção, podendo afetar a produtividade das lavouras. Ainda, a restrição do crédito rural tende a limitar os investimentos dos produtores, resultando em ajustes no pacote tecnológico da próxima temporada. Além disso, o custo de produção para a próxima safra já apresenta alta.

O projeto Custo de Produção Agropecuário em Mato Grosso (Senar-MT e Imea) estimou o custeio da soja para a safra 26/27 em R$ 4.315,29/ha, aumento de 3,21% em relação à safra 25/26, impulsionado pelos maiores gastos com fertilizantes e corretivos (+5,40%), e defensivos (+10,97%). Como consequência, o ponto de equilíbrio para cobrir o custeio aumentou 9,13% frente à safra anterior. Diante desse cenário, a atenção dos produtores se volta para a aquisição dos insumos remanescentes e para a comercialização da safra futura, uma vez que as margens da atividade seguem pressionadas.

Confira os principais destaques do boletim:
  • DESVALORIZAÇÃO: o preço da soja na CMEGroup caiu 2,21% no comparativo semanal, reflexo do clima favorável para o desenvolvimento das lavouras de soja no Meio-Oeste dos EUA.
  • AUMENTO: a moeda norte-americana registrou incremento semanal de 1,90%, pautado pelo avanço da aversão ao risco do mercado decorrente do conflito no Oriente Médio.
  • MAIOR: o preço da soja em Mato Grosso exibiu valorização semanal de 0,60%, e encerrou o período na média de R$ 105,81/sc.
Em Mato Grosso, o esmagamento de soja em mai/26 registrou um novo recorde mensal.

O volume processado da oleaginosa para o período somou 1,28 milhão de t, alta de 6,98% em relação a abr/26 e de 3,22% quando comparado ao mesmo período de 2025. Esse resultado foi impulsionado pela maior utilização das plantas industriais no período, aliada à demanda externa aquecida por óleo de soja e ao avanço do setor de biodiesel.

Como reflexo do movimento, o volume exportado de derivado de soja pelo estado totalizou 21,69 mil t, aumento de 41,80% em relação ao mês anterior. No entanto, apesar do desempenho positivo das exportações de óleo de soja e do volume processado, a valorização de 1,18% da soja em grão no período, aliada ao recuo nas cotações dos coprodutos, pressionou as margens das indústrias. Com isso, a margem bruta de esmagamento registrou retração de 7,82% no comparativo mensal, encerrando o período com média em R$ 639,84/t.

Fonte: IMEA



 

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