Sustentabilidade
Milho/BR: Colheita da 1ª safra avança e chega à 90,4% da área total – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra: 90,4% colhido.
Em SC, SP, PR, GO, MG e PA, a colheita foi finalizada. No RS, a colheita se aproxima da finalização. No PI, a colheita avança no sudoeste do estado com boas produtividades sendo obtidas. No MA, a colheita avança em todo o estado.
Milho 2ª Safra – 6,7% colhido.
Em MT, a colheita avança com produtividades acima das estimadas inicialmente. No PR, a colheita se aproxima do início e as lavouras se encontram, na maioria, em boas condições. Em MS, a colheita começou no sul do estado com boas produtividades sendo alcançadas.
Em GO, as precipitações ocorridas não conseguiram reverter as condições das lavouras e as perdas já são consolidadas. Em SP, a colheita foi iniciada lentamente devido às chuvas. Em MG, as lavouras irrigadas apresentam ótimo desenvolvimento em contraste com as lavouras de sequeiro, fortemente impactadas pelas precipitações reduzidas.
No TO, os produtores aguardam a maior redução da umidade dos grãos para acelerar a colheita. No MA, a colheita avança no sudoeste do estado. As lavouras nas demais regiões finalizam os estádios reprodutivos em condições regulares. No PI, algumas lavouras nas regiões de Uruçuí e Bom Jesus apresentam sintomas de deficit hídrico, mas a maioria das lavouras apresenta bom desempenho.
No PA, a colheita acelera nos polos da BR-163 e Redenção com boas produtividades sendo obtidas. No polo de Santarém, o excesso de chuvas provocaram erosões em algumas áreas, comprometendo a produtividade desses talhões.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Algodão/BR: Início da colheita, alerta contra pragas e previsão do tempo – MAIS SOJA

Algodão: 1,7% colhido. Em MT, há o início da colheita da primeira safra. Permanece o foco no controle do bicudo-doalgodoeiro. Na BA, a colheita segue lentamente e atrasada em relação à safra passada. O prolongamento do ciclo, associado à maior proporção de áreas irrigadas e às temperaturas noturnas mais baixas, deve favorecer a qualidade da fibra e a produtividade.
No MA, as lavouras de primeira e segunda safra permanecem em maturação e abertura de capulhos. De forma geral, as lavouras apresentam bom potencial produtivo. Em MS, a colheita foi iniciada na região nordeste, com produtividades satisfatórias. Parte dos talhões mais atrasados ainda necessita de reposição hídrica para a formação das maçãs.
Em GO, há o início da colheita, com as áreas de sequeiro em maturação. Na região Sul, avança o manejo de desfolha. A previsão de chuvas, principalmente, na região Leste e no Entorno do Distrito Federal, pode afetar a qualidade da fibra nas áreas com pluma exposta.
Em MG, a colheita foi iniciada. No PI, as lavouras seguem com bom desenvolvimento. Em SP, as chuvas dos últimos dias suspenderam temporariamente a colheita.
Previsão Agrometeorológica (15/06/2026 a 22/06/2026)
N-NE: Os maiores acumulados de chuva podem ocorrer no Oeste do AM, RR, AP e Centro-Norte do PA. Em RO, litoral do PA e Noroeste do MA, as chuvas podem ser irregulares e, no AC e RO, menos intensas. No Matopiba, o tempo permanecerá firme, favorecendo a maturação e colheita do milho segunda safra, mas restringindo as lavouras em frutificação.
No litoral da região Nordeste, podem ocorrer chuvas fracas e isoladas, favorecendo as lavouras do Sealba mais próximas da costa. Nas áreas do interior, a umidade no solo continuará baixa.
CO: Há previsão de chuvas pontuais com baixos acumulados no Oeste de MT, Centro Sul de MS e Sul de GO. Em GO, predominarão dias de tempo firme. Em MS, acumulados mais significativos ocorrerão entre sexta e sábado. Com exceção do Nordeste de MT e parte de GO, onde a umidade no solo encontra-se mais baixa, as condições serão favoráveis para o milho segunda safra em frutificação, maturação e colheita.
SE: Há previsão de chuvas para todo o estado de SP, CentroSul de MG, RJ e ES, entre segunda e terça. Na quarta e quinta-feira, a previsão é de chuvas mais restritas no RJ e ES. A partir de sábado, as chuvas devem retornar à região, principalmente, no Centro-Sul de SP e Oeste do RJ. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno em SP, Triângulo, região central e Sul de MG. No restante de MG, deverá permanecer a condição de restrição hídrica.
S: Há previsão de chuvas fracas e isoladas no litoral do PR e SC entre segunda e terça. No restante da região, a previsão é de tempo firme. Entre quinta e sábado, está prevista a ocorrência de chuvas no RS, SC e PR, principalmente, no Oeste de SC e Sudoeste do PR. No geral, as condições serão favoráveis para os cultivos de segunda safra e inverno. As temperaturas mais baixas devem persistir até quinta-feira.
Fonte: Conab

Autor:Conab
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Semeadura do trigo atinge quase 60% da área nacional estimada com clima favorável no sul – MAIS SOJA

Trigo: 59,5% semeado. No RS, a retomada da umidade do solo, após as chuvas, favoreceu o avanço da semeadura, especialmente, na metade Leste. As lavouras emergidas apresentam bom desenvolvimento vegetativo e as áreas implantadas no início da janela já iniciam o perfilhamento.
No PR, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo, com áreas em emergência e início de floração. A adequada umidade do solo e as temperaturas mais baixas favorecem o desenvolvimento da cultura e o perfilhamento das plantas.
Em SC, a semeadura avança gradualmente no Oeste e Extremo Oeste, com predominância de lavouras em germinação e emergência. As condições de umidade do solo e as temperaturas amenas e frias favorecem o estabelecimento inicial da cultura. Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. As baixas temperaturas favorecem seu desenvolvimento.
Em MS, as chuvas e as temperaturas favoráveis mantêm boas condições ao desenvolvimento da cultura. As lavouras apresentam, de forma geral, bom aspecto fitossanitário. Em MG, o trigo irrigado apresenta bom desenvolvimento, com as primeiras áreas entrando em fase reprodutiva. O trigo de sequeiro encontra-se com boa parte das lavouras em maturação. As chuvas recentes podem reduzir a qualidade dessas áreas.
Em GO, a colheita do trigo de sequeiro teve início, com rendimentos reduzidos devido à falta de chuva. As lavouras irrigadas mantêm bom desenvolvimento. A previsão de chuvas isoladas na região Leste exige atenção nas áreas em final de ciclo. Na BA, as lavouras seguem com bom desenvolvimento.
Fonte: Conab
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Milho 26/27: Custos de produção saltam 15% em MT e exigem travamento de preços – MAIS SOJA

Em jun/26, o USDA divulgou o relatório de oferta e demanda mundial da safra 25/26, com alta de 0,94% na oferta em comparação à divulgação anterior. O departamento projetou a produção mundial de milho em 1,33 bi de t, aumento de 1,07% ante o último relatório. Esse avanço foi impulsionado pelo reajuste da área cultivada para 215,17 mi de ha, +0,71% em relação a mai/26.
No que se refere à demanda mundial, o consumo doméstico foi revisado para 1,30 bi de t, incremento de 0,55% ante a última divulgação. Diante do maior aumento da oferta ante a demanda, os estoques finais foram revisados para cima, e ficaram em 303,36 mi de t, +2,16% em relação à última divulgação. Para a safra 26/27, a produção mundial de milho foi elevada para 1,30 bi de t, alta de 0,39%, reflexo da maior área semeada na Índia, além da maior demanda para o consumo doméstico. Diante desse cenário, os estoques finais aumentaram para 281,22 mi de t, adição de 1,32%, reforçando a disponibilidade do cereal e mantendo a pressão sobre os preços.
Confira os principais destaques do boletim:
- ALTA: o Prêmio Santos subiu 23,33% no comparativo semanal, refletindo maior demanda de tradings sobre o milho brasileiro e pela exportação e demanda mais intensa pelo milho no spot.
- AUMENTO: diante do aumento da aversão ao risco do mercado decorrente do conflito no Oriente Médio, a moeda norte-americana subiu 1,90% frente à semana passada.
- BAIXA: o preço do cereal no indicador Cepea Campinas registrou queda de 0,54% em relação à semana passada, assim cotado na média de R$ 64,23/sc.
Segundo o CPA-MT¹, o custeio da safra 26/27 foi estimado em R$ 3.799,42/ha em mai/26, alta de 14,46% ante o consolidado da safra 25/26.
O resultado foi influenciado pelas maiores despesas com fertilizantes e defensivos, além, também, do aumento dos custos das sementes utilizadas na produção, refletindo tanto o encarecimento do insumo quanto o avanço tecnológico do material genético. Como resultado, o COE apresentou incremento de 15,03% em relação à safra passada, encerrando mai/26 em R$ 5.528,49/ha. Por fim, o CT avançou 10,30% no comparativo anual e atingiu R$ 7.418,49/ha.
Nesse cenário, o aumento dos custos da safra futura amplia a necessidade de investimento para o cultivo. Contudo, com uma produtividade de referência de 120,28 sc/ha, o produtor precisará comercializar a saca de milho a, pelo menos, R$ 45,96 para cobrir o COE, reforçando a importância do travamento de preços em momentos oportunos para garantir melhor rentabilidade.
Fonte: IMEA

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