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27 de maio de 2026

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Embrapa Soja abre inscrições para curso de produção em Londrina

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Soja promoverá, entre domingo (22) e quinta-feira (26), o Curso de Produção de Soja, em Londrina (PR). A capacitação dará destaque ao módulo de Manejo do Solo e da Cultura e ao Manejo de Plantas Daninhas. Segundo a instituição, a proposta é compartilhar estratégias de produção com foco no manejo do sistema produtivo e na condução técnica da lavoura.

O curso será realizado na unidade da Embrapa Soja, em Londrina, e terá aulas teóricas e práticas ministradas por pesquisadores da própria empresa e de instituições parceiras. A programação informada pela Embrapa inclui temas ligados à instalação da lavoura, integração lavoura-pecuária, manejo e conservação do solo e da água, fertilidade do solo, nutrição de plantas, manejo pós-colheita, manejo integrado de plantas daninhas e dessecação pré-colheita.

De acordo com a descrição do evento, o módulo busca apresentar práticas de manejo que influenciam o desempenho da soja ao longo do ciclo produtivo. O conteúdo técnico abrange desde a preparação do sistema de cultivo até procedimentos de conservação e condução da área, com ênfase em fatores que interferem na produtividade e na eficiência operacional.

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A Embrapa informou ainda que o Curso de Produção de Soja será dividido em dois módulos independentes. O segundo está previsto para 2026 e será voltado ao manejo fitossanitário. O material divulgado não detalha, até o momento, carga horária total, número de vagas nem público máximo por turma.

Para produtores, consultores, técnicos e demais profissionais da cadeia da soja, a capacitação reúne temas centrais do manejo agronômico, especialmente em um cenário em que decisões sobre solo, fertilidade, plantas daninhas e pós-colheita têm efeito direto sobre custo operacional e desempenho da lavoura.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis no endereço informado pela Embrapa: http://www.embrapa.br//soja/curso-de-producao. Até o momento, a instituição não informou novos detalhes sobre critérios de participação além dos dados básicos de data, local e conteúdo técnico do treinamento.

Fonte: embrapa.br

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Centro-Sul moe 40,06 milhões de toneladas de cana na 2ª quinzena de abril

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As usinas do Centro-Sul processaram 40,062 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na segunda quinzena de abril da safra 2026/27, informou a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) nesta quarta-feira (27). O volume supera em 123,12% as 17,956 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo anterior. No intervalo, também avançaram a produção de açúcar, a fabricação de etanol e a qualidade da matéria-prima medida em Açúcares Totais Recuperáveis (ATR).

Segundo o levantamento quinzenal da Unica, 38 unidades produtoras reiniciaram as operações na segunda metade de abril, elevando para 238 o total de unidades em atividade no Centro-Sul. Desse número, 219 usinas processavam cana, dez empresas produziam etanol de milho e nove eram usinas flex. No mesmo período da safra 2025/26, estavam operando 226 unidades.

A qualidade da matéria-prima também mostrou melhora. O ATR atingiu 116,89 quilos por tonelada de cana, alta de 6,34% na comparação anual. Esse indicador é acompanhado pelo setor porque influencia o rendimento industrial e a definição do mix entre açúcar e etanol.

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Na segunda quinzena de abril, a produção de açúcar somou 1,800 milhão de toneladas, avanço de 109,48% sobre igual período da safra passada. Já a fabricação de etanol alcançou 2,039 bilhões de litros, crescimento de 105,85%. Desse total, 1,410 bilhão de litros corresponderam ao etanol hidratado, com alta de 100,61%, e 628,64 milhões de litros ao etanol anidro, com avanço de 118,66%.

A destinação da cana manteve maior participação do biocombustível. Na quinzena, 59,66% da matéria-prima processada foi direcionada à produção de etanol, ante 54,31% no mesmo intervalo do ciclo anterior. Do volume total de etanol fabricado, 392,48 milhões de litros vieram do milho, participação de 19,25% e alta de 9,37% em relação a um ano antes.

Os dados indicam uma entrada mais acelerada das usinas na safra 2026/27, com expansão simultânea da moagem e da oferta de derivados. Ainda não foram apresentados, no conteúdo disponível, dados consolidados de comercialização ou preços para medir o efeito imediato sobre o mercado.

O acompanhamento das próximas quinzenas será determinante para avaliar se o ritmo de moagem, o mix voltado ao etanol e o avanço do etanol de milho serão mantidos ao longo da safra 2026/27, conforme os relatórios da Unica.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Mato Grosso inicia vazio sanitário da soja em 8 de junho para conter ferrugem asiática

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Mato Grosso inicia o período de vazio sanitário da soja no dia 8 de junho. A medida, que segue até 6 de setembro, proíbe a existência de plantas vivas da oleaginosa em qualquer área do estado para reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática. O calendário fitossanitário para a safra 2026/27 foi oficializado por uma nova Instrução Normativa Conjunta da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT).

Com a publicação do documento, o cronograma anterior foi mantido. Após o término do vazio sanitário, a semeadura da soja estará autorizada no estado entre os dias 7 de setembro de 2026 e 7 de janeiro de 2027.

A principal obrigação dos agricultores ao longo dos próximos três meses é a eliminação das plantas “guaxas” ou voluntárias, que nascem de forma espontânea nos campos após a colheita. A ausência de vegetação viva quebra o ciclo de reprodução do fungo Phakopsora pachyrhizi, considerado um dos patógenos mais severos da cultura e capaz de causar prejuízos severos à produtividade.

Riscos e penalidades

As regras estaduais também exigem o monitoramento contínuo das propriedades e o controle imediato caso a doença seja detectada. Além das lavouras, o transporte de grãos e sementes precisa de atenção redobrada, com acondicionamento adequado para evitar o derramamento de carga em rodovias e vias públicas, o que costuma gerar germinação nas margens das pistas.

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A fiscalização das áreas rurais e urbanas ficará a cargo do Indea-MT. Caso fiscais identifiquem plantas voluntárias ou irregularidades no transporte durante o período de restrição, os responsáveis estarão sujeitos a penalidades.

“O descumprimento das medidas previstas na normativa pode gerar notificações, destruição das áreas irregulares, multas e demais penalidades previstas na legislação estadual de defesa sanitária vegetal”, explica o analista técnico de Agricultura da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Sistema Famato), Alex Rosa.


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Circuito das Águas Paulista obtém Indicação Geográfica para café

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A região do Circuito das Águas Paulista, na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, obteve a Indicação Geográfica (IG) para o café produzido no território. O reconhecimento foi publicado nesta terça-feira (26) pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Segundo as informações divulgadas, esta é a 15ª IG concedida ao estado de São Paulo e a sétima relacionada ao café.

A Indicação Geográfica reconhece a relação entre a origem territorial e características do produto, considerando fatores como ambiente, tradição produtiva e modos de fazer desenvolvidos localmente. No caso do Circuito das Águas Paulista, o café é associado às condições de solo e altitude das áreas de cultivo em região serrana da Mantiqueira.

De acordo com o conteúdo divulgado, a entidade responsável pela IG é a Associação dos Produtores de Cafés Especiais do Circuito das Águas Paulista (Acecap). O registro abrange nove municípios: Águas de Lindóia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindóia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro.

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que atuou no trabalho de fomento e acompanhamento do processo. O material também destaca que a tradição cafeeira da região remonta à segunda metade do século XIX, período em que o cultivo do grão avançou com a presença de imigrantes europeus, especialmente italianos e portugueses.

Do ponto de vista da cadeia produtiva, a IG funciona como instrumento de diferenciação comercial e de identificação de origem. Na prática, esse tipo de registro pode fortalecer a rastreabilidade, a padronização e a estratégia de posicionamento de cafés regionais no mercado. O conteúdo divulgado, no entanto, não apresenta estimativas de produção, área cultivada, volume comercializado ou impacto econômico imediato para os produtores da região.

Com o novo reconhecimento, São Paulo amplia o número de registros de origem ligados ao café, segmento que busca maior agregação de valor por meio da diferenciação territorial. Sem dados adicionais sobre produção e mercado, os efeitos econômicos e comerciais da medida ainda dependerão da aplicação do registro pela governança local e pelos produtores habilitados.

Fonte: gov.br

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