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9 de setembro de 2026

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Embrapa Soja abre inscrições para curso de produção em Londrina

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Soja promoverá, entre domingo (22) e quinta-feira (26), o Curso de Produção de Soja, em Londrina (PR). A capacitação dará destaque ao módulo de Manejo do Solo e da Cultura e ao Manejo de Plantas Daninhas. Segundo a instituição, a proposta é compartilhar estratégias de produção com foco no manejo do sistema produtivo e na condução técnica da lavoura.

O curso será realizado na unidade da Embrapa Soja, em Londrina, e terá aulas teóricas e práticas ministradas por pesquisadores da própria empresa e de instituições parceiras. A programação informada pela Embrapa inclui temas ligados à instalação da lavoura, integração lavoura-pecuária, manejo e conservação do solo e da água, fertilidade do solo, nutrição de plantas, manejo pós-colheita, manejo integrado de plantas daninhas e dessecação pré-colheita.

De acordo com a descrição do evento, o módulo busca apresentar práticas de manejo que influenciam o desempenho da soja ao longo do ciclo produtivo. O conteúdo técnico abrange desde a preparação do sistema de cultivo até procedimentos de conservação e condução da área, com ênfase em fatores que interferem na produtividade e na eficiência operacional.

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A Embrapa informou ainda que o Curso de Produção de Soja será dividido em dois módulos independentes. O segundo está previsto para 2026 e será voltado ao manejo fitossanitário. O material divulgado não detalha, até o momento, carga horária total, número de vagas nem público máximo por turma.

Para produtores, consultores, técnicos e demais profissionais da cadeia da soja, a capacitação reúne temas centrais do manejo agronômico, especialmente em um cenário em que decisões sobre solo, fertilidade, plantas daninhas e pós-colheita têm efeito direto sobre custo operacional e desempenho da lavoura.

As inscrições e a programação completa estão disponíveis no endereço informado pela Embrapa: http://www.embrapa.br//soja/curso-de-producao. Até o momento, a instituição não informou novos detalhes sobre critérios de participação além dos dados básicos de data, local e conteúdo técnico do treinamento.

Fonte: embrapa.br

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Leilão de Pepro negocia 13 mil toneladas de laranja em cinco estados

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O leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural ou Cooperativa de Produtor Rural (Pepro) para apoio à comercialização e ao escoamento de laranja in natura da safra 2026/2027 negociou 13 mil toneladas da fruta. A operação foi realizada na quinta-feira (3), no âmbito do Aviso nº 57/2026 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e alcançou 36% das 36 mil toneladas ofertadas.

O leilão foi destinado a agricultores familiares e cooperativas da Bahia, do Pará, do Paraná, do Rio Grande do Sul, de São Paulo e de Sergipe que comprovassem a produção, a venda e o escoamento da laranja para indústrias de processamento. Houve negociação em cinco estados. O lote de São Paulo não teve arremate.

O Rio Grande do Sul registrou o maior volume negociado, com 5,3 mil toneladas. Sergipe apareceu na sequência, com cerca de 4,4 mil toneladas. Bahia somou 1,8 mil toneladas, Pará 1,2 mil toneladas e Paraná 285,6 toneladas.

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Entre os arremates no Rio Grande do Sul, a Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares de Liberato Salzano e Região (Coopsalzano), de Liberato Salzano, ficou com 2,5 mil toneladas. A Cooperativa de Comercialização da Agricultura Familiar de Economia Solidária (Cecafes), de Erechim, arrematou 2,3 mil toneladas. Produtores de Constantina e Centenário negociaram, em conjunto, 515 toneladas.

Em Sergipe, a Cooperativa Nordestina de Industrialização de Produtos Agropecuários Ltda., de Poço Redondo, arrematou 3 mil toneladas. A Cooperativa de Produção, Comercialização e Prestação de Serviços dos Agricultores Familiares de Cristinápolis ficou com 1,4 mil toneladas. Na Bahia, a Cooperativa dos Citricultores do Estado da Bahia, de Rio Real, arrematou 1,2 mil toneladas, e a Cooperativa Agropecuária do Litoral Norte da Bahia (Coopealnor), também de Rio Real, levou 600 toneladas.

No Pará, foram arrematadas 1,2 mil toneladas em Capitão Poço. No Paraná, o volume negociado foi de 285,6 toneladas em Alto Paraná. As operações ocorreram em leilões públicos por meio de Bolsas de Mercadorias credenciadas.

Pelas regras da operação, o Pepro prevê o pagamento de prêmio negociado em leilão diretamente ao produtor rural ou à cooperativa que comprovar a produção, a venda e o escoamento da laranja para a indústria de processamento. Para este leilão, o preço mínimo foi fixado em R$ 28,76 por caixa de 40,8 quilos.

Fonte: gov.br

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Colheita avança em MT enquanto nova safra sustenta exportações brasileiras de algodão

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Mato Grosso chega à reta final da colheita de algodão no momento em que a produção da safra 2025/26 começa a ganhar espaço no comércio internacional. Até 4 de setembro, 97,30% da área plantada havia sido colhida, enquanto os primeiros embarques do novo ciclo comercial já mostravam a força do Estado nas exportações brasileiras.

Em agosto, o Brasil embarcou 106,35 mil toneladas de pluma, alta de 37,28% em relação ao mesmo mês de 2025. Mato Grosso respondeu por 58,32% desse volume, reforçando a importância da produção estadual para o desempenho do país no mercado externo.

No campo, o ritmo também chama atenção. A colheita está 2,06 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos, de 95,24%, e supera em 5,07 pontos o percentual registrado na mesma época da safra passada, de 92,23%.

Somente entre 28 de agosto e 4 de setembro, o avanço foi de 8,64 pontos percentuais. A conclusão dos trabalhos em diversas propriedades acelerou a retirada do algodão e deixou a safra praticamente fora do campo, enquanto o produto beneficiado começa a alimentar o fluxo de exportações.

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Da lavoura para o mercado internacional

A relação entre os números da colheita e os embarques está no próprio calendário da cultura. O algodão retirado das lavouras a partir de junho passa pelo beneficiamento antes de se transformar em pluma disponível para exportação. Por isso, a produção da safra 2025/26 começa a aparecer nos embarques a partir de agosto, já dentro do ciclo comercial 2026/27.

É justamente nesse período que Mato Grosso amplia sua importância na oferta brasileira. A estimativa do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) é de que a produção da safra 2025/26 resulte em 2,09 milhões de toneladas destinadas às exportações estaduais ao longo do ciclo comercial que começou em agosto.

O volume projetado para Mato Grosso ocorre em um mercado no qual o Brasil já consolidou uma posição de liderança. Desde a safra 2022/23, quando ultrapassou os Estados Unidos, o país ocupa o primeiro lugar entre os exportadores mundiais de pluma.

A vantagem brasileira deve continuar no novo ciclo. Conforme projeção do USDA, os embarques do país em 2026/27 devem ficar 24,39% acima dos volumes dos Estados Unidos, mantendo o Brasil na liderança internacional.

Lavouras entram na etapa de pós-colheita

Com 97,30% da área já colhida, o trabalho nas propriedades entra em uma fase diferente. A Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa) orienta os produtores a priorizarem o manejo de pós-colheita, começando pela retirada dos fardos que ainda permanecem nas lavouras.

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A eliminação das soqueiras também ganha importância nesse momento. A medida busca reduzir a presença do bicudo-do-algodoeiro nas áreas e diminuir a pressão da praga sobre o próximo ciclo.

O preparo do solo completa as operações previstas para o encerramento da safra. A organização dessas atividades permite que as propriedades avancem para a próxima temporada depois de uma colheita que chegou à reta final em ritmo superior ao histórico.

Enquanto essas operações são concluídas no campo, a pluma da safra 2025/26 já começa a percorrer o caminho do mercado externo. Com mais da metade dos embarques brasileiros de agosto originados em Mato Grosso e uma projeção de 2,09 milhões de toneladas para o ciclo comercial, o desempenho estadual segue diretamente ligado à manutenção da liderança brasileira nas exportações de algodão.


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Colheita de milho nos EUA avança para 5%, informa USDA

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta terça-feira (8) que a colheita da safra de milho 2026/27 no país alcançou 5% até o último domingo. O ritmo supera os 4% registrados no mesmo período do ano passado e os 3% da média dos últimos cinco anos. O relatório também atualizou as condições das lavouras de soja, trigo e algodão.

Segundo o USDA, 56% da safra de milho apresentava condição boa ou excelente, com recuo de 1 ponto porcentual em relação à semana anterior. Um ano antes, esse índice era de 68%.

O relatório mostrou ainda que 96% das lavouras de milho estavam na fase de formação de grãos, ante 94% no ano passado e na média de cinco anos. A parcela com formação de dentes chegou a 76%, acima dos 72% observados tanto um ano antes quanto na média quinquenal. Já as áreas maduras somavam 25%, contra 24% no ano passado e 23% na média.

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Na soja, 58% da safra estava em condição boa ou excelente, sem variação na comparação semanal. No mesmo período do ano passado, o índice era de 64%. O USDA informou também que 26% das lavouras apresentavam queda de folhas, acima dos 20% registrados há um ano e na média de cinco anos.

Para o trigo de primavera, a colheita atingiu 86%, ante 83% no ano passado e o mesmo percentual da média quinquenal. No trigo de inverno, o plantio chegou a 2%, abaixo dos 4% observados no mesmo período do ano passado e dos 5% da média de cinco anos.

No algodão, 34% da safra estava em condição boa ou excelente, queda de 5 pontos porcentuais na semana. Um ano antes, essa parcela era de 54%. O USDA apontou ainda que 96% das lavouras tinham formado maçãs, em linha com o ano passado e a média de cinco anos. A abertura de maçãs alcançou 40%, ante 38% no ano passado e na média, enquanto a colheita chegou a 7%, igual ao registrado há um ano e acima dos 6% da média quinquenal.

Os números do USDA indicam avanço da colheita do milho e do trigo de primavera nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que mostram mudança nas condições das lavouras de milho e algodão e estabilidade na soja.

Fonte: Estadão Conteúdo

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