Sustentabilidade
Colheita do milho avança no Brasil: 1ª Safra praticamente concluída e 2ª safra ganha ritmo – MAIS SOJA

Milho 1ª Safra: 97,9% colhido.
Em SC, SP, PR, RS, GO, MG e PA, a colheita está finalizada. Na BA, a colheita se aproxima da finalização. No MA e PI, a colheita do cereal deve se prolongar até o início de agosto.
Milho 2ª Safra: 49,8% colhido.
Em MT, a colheita avança nas áreas semeadas fora da janela ideal e as produtividades se mantêm positivas. No PR, a colheita começa a ganhar ritmo no Oeste do estado, mas a alta
umidade do solo e dos grãos impede um avanço maior nas operações. Em GO, a colheita teve um grande avanço nos talhões de menores produtividades devido ao encurtamento do ciclo provocado pela falta de chuvas em abril.
Em MS, o tempo seco favoreceu o andamento da colheita, entretanto a alta umidade dos grãos limita um maior avanço. Em SP, a colheita avança lentamente e está abaixo da média histórica. Em MG, a colheita continua lenta e as chuvas ocorridas tardiamente propiciaram as condições para o aumento na incidência de doenças de final de ciclo.
No TO, o tempo seco favorece o andamento dos trabalhos e as produtividades alcançadas são consideradas satisfatórias. No MA, a colheita avança em todas as regiões, mas a ocorrência de chuvas em alguns municípios paralisou as operações de alguns talhões. No PI, a colheita avança no estado e já ultrapassa a média histórica para o período.
No PA, as lavouras nos polos de Paragominas e Santarém se encontram na fase final de enchimento de grãos e maturação.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Line-up prevê embarques de 13,499 mi de t de soja pelo Brasil em julho – MAIS SOJA

O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 13,499 milhões de toneladas de soja em grão para julho, conforme levantamento realizado por Safras & Mercado. No mesmo mês do ano anterior, exportações somaram 11,915 milhão de toneladas segundo a estimativa.
Para agosto de 2026, estão previstas 4,320 milhões de toneladas. Em junho, foram programadas 14,053 milhões de toneladas.
De janeiro a agosto de 2026, o line-up projeta o embarque de 90,459 milhões de toneladas. Pelo Secex, de janeiro a agosto de 2025 foram embarcadas 86,531 milhões de toneladas.
Autor/Fonte: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência Safras News
Sustentabilidade
Colheita do algodão avança pelos Brasil com boa produtividade e alerta fitossanitário – MAIS SOJA

MT, a colheita ganha ritmo com o avanço de novas áreas em abertura ideal dos capulhos. No manejo fitossanitário, permanece a prioridade no controle do bicudo-doalgodoeiro, diante da elevada pressão da praga.
Na BA, a colheita está em andamento. No MA, nos Gerais de Balsas, o avanço da colheita foi prejudicado por chuvas atípicas para o período, sem previsão de atrasos significativos. As demais lavouras permanecem em maturação. Em MS, as condições climáticas favoreceram o avanço da colheita na região dos Chapadões, com produtividades satisfatórias.
Na região Central, a colheita iniciou de forma incipiente. Em GO, no Norte do estado, houve registros pontuais de lagartacuruquerê, com controle fitossanitário eficaz. A colheita avança na região Sudoeste e se expande para novos municípios, como Chapadão do Céu, Rio Verde e Mineiros. As lavouras de segunda safra e irrigadas seguem em fase final do ciclo.
Em MG, o avanço da colheita nas áreas de sequeiro reforça a tendência de elevadas produtividades. No PI, a colheita segue avançando. Em SP, a colheita foi encerrada na região de Holambra/Paranapanema. Na Alta Paulista, os trabalhos seguem em andamento e devem se estender até agosto.
Previsão Agrometeorológica (20/07/2026 a 27/07/2026)
N-NE: Na maior parte da região N-NE, a previsão é de tempo predominantemente seco, com temperaturas elevadas, o que favorecerá a maturação e a colheita do algodão e do milho primeira e segunda safras. Os maiores volumes de chuva estão previstos no Noroeste do AM, em áreas de RR e na faixa litorânea, com destaque para o AP, Nordeste do PA, Noroeste do MA e litoral do RN, PB e PE, favorecendo o desenvolvimento do feijão terceira safra no PA e da cana-de-açúcar, na Zona da Mata, no Nordeste. Nas demais áreas, há previsão de pouca ou nenhuma precipitação, mantendo a restrição hídrica para o sorgo ainda em enchimento de grãos no Oeste da BA e para o feijão e o milho terceira safra no Sealba.
CO: Há previsão de tempo estável e de elevação das temperaturas, favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra. Há possibilidade de chuvas em áreas do Sudoeste de MS, a partir de quarta-feira, que podem amenizar a restrição hídrica ao trigo. No entanto, a umidade no solo ainda deverá ser insuficiente para parte das
lavouras que se encontram, majoritariamente, em floração e enchimento de grãos.
SE: Há previsão de tempo predominantemente estável, com temperaturas amenas. No geral, as condições serão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de segunda safra, da cana-deaçúcar e do café. No entanto, pode haver restrição hídrica ao sorgo ainda em enchimento de grãos em áreas do Noroeste e Triângulo Mineiro. Há previsão de chuvas na metade Sul de SP, a partir de quarta-feira, que contribuirão para a manutenção da umidade no solo e favorecerão as lavouras de trigo em floração e enchimento de grãos.
S: O tempo continuará instável no RS no início da semana. No decorrer dos dias, as instabilidades se deslocarão em direção ao Norte, abrangendo áreas dos três estados. Os maiores volumes de chuva estão previstos para a porção central do RS, que, devido ao relevo e à intensidade das precipitações, superiores a 100 mm, poderão causar danos pontuais aos cultivos de inverno. Nas demais áreas, onde as instabilidades serão intercaladas por períodos de tempo seco, as condições deverão ser, no geral, favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.
Fonte: Conab

Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
Sojicultores ainda esperam por preços melhores; negócios não andam e dia é fraco para a soja

O mercado brasileiro de soja apresentou pequenos ajustes negativos nesta terça-feira (21), mas sem mudanças nos fundamentos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) manteve uma perspectiva favorável para a safra norte-americana, mesmo diante das ondas de calor no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Ainda assim, a demanda segue dando sustentação às cotações.
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No mercado físico, as cotações foram mistas, com algumas regiões registrando estabilidade e outras pequenas quedas nas indicações de compra. Apesar disso, os vendedores mantiveram pedidas elevadas, sustentados por um basis positivo no mercado interno.
Silveira destaca que algumas praças continuam com ofertas firmes e, embora os portos apresentem boas oportunidades de comercialização, o volume de negócios segue limitado, já que os produtores continuam retendo a soja à espera de preços melhores.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): desceu de R$ 140,00 para R$ 139,00
- Santa Rosa (RS): desceu de R$ 141,00 para R$ 140,00
- Cascavel (PR): manteve em R$ 134,00
- Rondonópolis (MT): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
- Dourados (MS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,50
- Rio Verde (GO): manteve em R$ 129,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 145,00
- Rio Grande (RS): desceu de R$ 146,00 para R$ 145,00
Soja em Chicago
No mercado internacional, os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). Após a valorização registrada nas últimas sessões, o mercado passou por um movimento de realização de lucros, pressionado também pela melhora das condições das lavouras norte-americanas.
Dados do USDA
De acordo com o USDA, 66% das lavouras de soja dos Estados Unidos estavam em condições boas a excelentes até 19 de julho, acima dos 65% registrados na semana anterior. As áreas classificadas como regulares representavam 26%, contra 27% na semana anterior, enquanto 8% permaneciam entre ruins e muito ruins.
Nos próximos dias, o mercado continuará atento às previsões meteorológicas para avaliar se o clima seco e as temperaturas elevadas poderão comprometer o potencial produtivo da safra norte-americana. Além disso, os agentes seguem monitorando possíveis sinais de aquecimento da demanda pela soja dos Estados Unidos, principalmente por parte da China.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja para agosto fecharam cotados a US$ 12,19½ por bushel, com queda de 5,50 centavos de dólar, ou 0,41%. O vencimento novembro encerrou a US$ 12,22¾ por bushel, com recuo de 3,50 centavos, ou 0,28%.
Entre os derivados, o farelo de soja para agosto avançou US$ 3,20, ou 0,98%, para US$ 326,70 por tonelada. Já o óleo de soja para agosto fechou a 74,30 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 0,50%.
Câmbio
No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,30%, cotado a R$ 5,0730 para venda e R$ 5,0710 para compra. Durante o pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0664 e a máxima de R$ 5,0859.
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