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26 de maio de 2026

Sustentabilidade

Endividamento avança no campo após juros altos, perdas climáticas e queda da renda – MAIS SOJA

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Depois de anos impulsionando recordes de produção, exportações e crescimento econômico, produtores rurais passaram a enfrentar uma combinação de juros elevados, perdas em decorrência de eventos climáticos e retração do crédito que elevou o endividamento no campo e colocou em risco a continuidade da atividade agrícola em diferentes regiões do país.

Lideranças do setor afirmam que o avanço das dívidas não está ligado à expansão desordenada ou à especulação, mas à tentativa de manter a produção diante da alta dos custos de fertilizantes, diesel e insumos, somada à queda da rentabilidade das lavouras nos últimos ciclos.

“O produtor não se endividou porque quis crescer demais. Ele se endividou tentando continuar produzindo”, destaca o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR).

Dados do Ministério da Agricultura apontam desaceleração nas operações do Plano Safra 2025/2026. As contratações de custeio registraram queda de 13%, enquanto as linhas de investimento recuaram 20% em relação ao ciclo anterior. Programas voltados à modernização da produção, como Moderfrota e Proirriga, tiveram retração próxima de 50%.

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Perdas por eventos climáticos agravam cenário no Sul

A situação se agravou em estados afetados por eventos climáticos extremos. No Rio Grande do Sul, produtores convivem há anos com estiagens sucessivas e, em 2024, sofreram com enchentes históricas que atingiram mais de 206 mil propriedades rurais, segundo a Defesa Civil estadual.

Levantamento da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) estima que as perdas acumuladas do agro gaúcho ultrapassaram R$ 100 bilhões nos últimos cinco anos. O atual presidente da entidade, Domingos Velho Lopes, afirmou que o produtor rural gaúcho enfrenta um dos períodos mais difíceis das últimas décadas em razão da sequência de eventos climáticos extremos e do encarecimento do crédito.

“O mundo nos vê como responsáveis pela segurança alimentar, como um País amigo, capaz de produzir alimento e energia”, declarou Domingos Lopes após assumir a presidência da entidade em 2026.

Em municípios do interior gaúcho, agricultores relatam venda de máquinas, renegociação de arrendamentos e dificuldade para financiar a próxima safra.

“Tem produtor que não está discutindo lucro. Está tentando descobrir como vai continuar plantando”, resume um dirigente do setor agropecuário do estado.

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Mato Grosso enfrenta pressão financeira

A pressão financeira também atingiu Mato Grosso, principal produtor de grãos do país. Com a queda nos preços internacionais da soja e do milho e o aumento das taxas de financiamento, agricultores passaram a enfrentar dificuldades para renovar operações de crédito e contratar custeio para o próximo ciclo agrícola.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, afirmou neste ano que a combinação entre juros elevados, quebra de produtividade e queda na rentabilidade comprometeu a capacidade de pagamento de parte expressiva dos produtores do estado.

“Nós não estamos pedindo perdão de dívida. O produtor quer prazo para conseguir continuar produzindo e honrar seus compromissos”, afirmou Lucas Beber durante debate sobre crédito rural e endividamento promovido pela entidade.

Em outra frente de discussão sobre a crise financeira no agro, o produtor rural Regis Porazzi, afirmou que muitos agricultores passaram a operar no limite financeiro após sucessivas perdas de margem.

“Nós estamos impossibilitados de pagar as nossas contas porque a nossa produtividade ficou muito próxima do nosso custo de produção”, declarou.

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Segundo Porazzi, muitos produtores recorreram a linhas privadas com juros superiores a 16% ao ano diante da retração do crédito oficial.

Matopiba reduz investimentos

No Matopiba, região formada por áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, produtores relatam redução dos investimentos e aumento da pressão bancária após queda de produtividade causada por irregularidades climáticas.

Representantes do agro classificam o atual cenário como uma “tempestade perfeita”, resultado da combinação entre juros elevados, retração do crédito, aumento dos custos de produção e perdas climáticas sucessivas.

“A preocupação do setor é que o agravamento da situação financeira provoque redução da área plantada e menor capacidade de investimento nos próximos ciclos, com impacto sobre a produção de alimentos e a inflação”, concluiu o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion.

Congresso amplia pressão por renegociação

Diante do cenário, a Frente Parlamentar da Agropecuária intensificou a articulação política no Congresso Nacional em torno do Projeto de Lei nº 5.122/2023 que prevê mecanismos para renegociação das dívidas rurais com recursos do Fundo Social.

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A proposta passou a ser tratada como prioridade pela bancada no Senado Federal. A vice-presidente da FPA no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), articula o avanço do texto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), enquanto entidades do agro defendem uma solução mais ampla para o passivo financeiro acumulado pelos produtores.

Além da renegociação emergencial, parlamentares e entidades defendem o fortalecimento do seguro rural, a ampliação de fundos garantidores e a construção de uma política agrícola plurianual que dê previsibilidade ao financiamento da produção agropecuária brasileira.

Fonte: Frente Parlamentar da Agropecuária

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Sustentabilidade

Pouca movimentação e preços estáveis a mais baixos marcam o dia da soja; saiba as cotações

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão de pouca movimentação nesta terça-feira (26), marcada por pequenas oscilações nos preços e maior firmeza na demanda das indústrias no mercado interno. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as fábricas apresentaram ofertas mais atrativas, especialmente em Goiás, enquanto os portos tiveram um dia mais lento, sem grandes negociações reportadas.

O cenário externo limitou variações mais expressivas nos preços. A Bolsa de Chicago encerrou o dia em baixa, o dólar apresentou leve alta e os prêmios permaneceram praticamente estáveis. Com isso, as cotações tiveram mudanças pontuais na maior parte das regiões acompanhadas.

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De acordo com Silveira, o mercado teve um comportamento “morno” ao longo da sessão, refletindo a cautela dos agentes diante do cenário internacional e da expectativa em relação ao andamento da safra norte-americana.

No mercado físico brasileiro, algumas praças registraram estabilidade, enquanto outras apresentaram pequenas quedas nas cotações da soja.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 125,00
  • Cascavel (PR): desceu de R$ 120,00 para R$ 119,00
  • Rondonópolis (MT): desceu de R$ 110,00 para R$ 109,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 113,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 112,00
  • Paranaguá (PR): desceu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 130,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira. As previsões de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas pressionaram o mercado na primeira sessão após o feriado nos Estados Unidos.

O mercado segue atento às condições climáticas e ao avanço do plantio nos Estados Unidos. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulga o relatório semanal sobre o andamento das lavouras nas principais regiões produtoras.

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Segundo informações da agência Reuters, o clima seco em grande parte do cinturão do milho deve favorecer o avanço do plantio, embora aumente a preocupação com a seca em áreas do Meio-Oeste e das Planícies do Norte. As chuvas recentes, porém, melhoraram a umidade do solo em regiões como o sudeste do Meio-Oeste, leste de Nebraska e delta do Mississippi.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja com entrega em julho encerraram o dia cotados a US$ 11,86 por bushel, com queda de 10,50 centavos de dólar ou 0,87%. A posição agosto fechou em US$ 11,85 por bushel, com baixa de 10 centavos ou 0,83%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para julho caiu US$ 3,30, encerrando a US$ 328,60 por tonelada. Já o óleo de soja para julho fechou em alta de 0,51%, cotado a 74,36 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,15%, cotado a R$ 5,0275 para venda e R$ 5,0255 para compra. Durante o pregão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,0035 e R$ 5,0375.

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Chuvas frequentes beneficiam o desenvolvimento da safra de soja 25/26 em Roraima, aponta Inmet

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Foto: Freepik

O cultivo de soja em Roraima possui um calendário agrícola diferente do restante do Brasil, coincidindo com o período chuvoso da região, o que favorece maior estabilidade produtiva das lavouras. O zoneamento agrícola no estado teve início no fim de março e segue até meados de junho, período considerado ideal para a semeadura devido à regularidade das chuvas.

Na safra de 2026, o cenário tem sido positivo para os produtores. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), desde o início da janela recomendada de plantio, Roraima tem registrado chuvas frequentes e, em alguns períodos, acumulados expressivos, favorecendo a emergência das plantas e o bom estabelecimento das lavouras.

De acordo com análises do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro), as perdas registradas até o momento são reduzidas. O bom desempenho está relacionado à distribuição equilibrada das chuvas, à ausência de deficiência hídrica e às temperaturas adequadas ao desenvolvimento da cultura.

O monitoramento climático realizado na região de Alto Alegre (RR) utilizou indicadores como precipitação, evapotranspiração e balanço hídrico do solo para avaliar os impactos das condições meteorológicas sobre a produtividade da soja.

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Nas próximas semanas, as lavouras entrarão em fases de maior demanda hídrica, tornando a manutenção das chuvas essencial para garantir o potencial produtivo. Em Roraima, a estação chuvosa é influenciada principalmente pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), responsável por chuvas intensas e persistentes entre abril e agosto.

Climatologicamente, junho e julho representam o pico do período chuvoso no estado, com volumes frequentemente superiores a 250 milímetros. Quando bem distribuídas, essas precipitações atendem adequadamente às necessidades hídricas da soja ao longo do ciclo produtivo.

Entretanto, a partir de agosto, o deslocamento sazonal da ZCIT reduz gradualmente os volumes de chuva, elevando o risco de déficit hídrico, especialmente em áreas de plantio tardio.

Atenção para o El Niño

Especialistas também alertam para os possíveis impactos do El Niño. O aquecimento anormal das águas do Pacífico Equatorial altera a circulação atmosférica tropical, podendo reduzir e desregular as chuvas no norte da Amazônia, antecipando o fim da estação chuvosa e aumentando o risco de secas severas.

Segundo previsão climática elaborada pelo Inmet, pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe) e pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o período entre junho e agosto pode registrar volumes de chuva até 50 milímetros abaixo da média em Roraima, aumentando o risco climático para a soja justamente nas fases de maior exigência hídrica da cultura.

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Diante desse cenário, especialistas reforçam a importância do monitoramento contínuo das condições meteorológicas para auxiliar o planejamento das operações no campo, reduzir riscos e apoiar a tomada de decisão dos produtores.

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Qual é a principal via de perda de potássio no solo: lixiviação ou escoamento superficial? – MAIS SOJA

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O potássio (K) é um dos macronutrientes essências para a soja, sendo demandado em grandes quantidades pela cultura. Nesse contexto, a adubação potássica é uma prática recorrente nas lavouras comerciais, a fim de suprir a demanda nutricional da cultura e obter altas produtividades. Sobretudo, para efeito de manejo, conhecer o comportamento do K no solo, bem como sua dinâmica é determinante para reduzir perdas e maximizar a eficiência da adubação.

A adsorção do potássio é bem mais simples do que a adsorção do fosfato. De forma simplificada, dá para considerar que há apenas dois tipos de adsorção de potássio: adsorção física ou não específica e adsorção química ou específica (Santos & Silva, 2010).  O potássio no solo ocorre em quatro formas: estrutural, não trocável, trocável e em solução. O K estrutural e o não trocável representam reservas pouco disponíveis às plantas, sendo liberados lentamente ao longo do tempo. O K trocável é a principal reserva imediata do nutriente, pois está adsorvido às partículas do solo e repõe rapidamente o K da solução. Já o K em solução é a forma diretamente absorvida pelas raízes, embora esteja presente em pequenas quantidades. Entre essas formas, o K trocável e o K em solução são os mais importantes para a nutrição das culturas e para o manejo da adubação potássica (Facco et al., 2022).

Figura 1. Esquema representando a dinâmica do potássio no solo.
Fonte: Santos e Silva (2010), apud. Facco et al. (2022).

A maior mobilidade do potássio no solo permite a realização da adubação potássica em cobertura, prática amplamente utilizada em culturas de grande extensão, como a soja. Além de reduzir a quantidade de fertilizante aplicada no sulco de semeadura e favorecer a operacionalização da semeadora, essa estratégia possibilita o fracionamento de doses elevadas de K, contribuindo para aumentar a eficiência de uso do nutriente e reduzir potenciais perdas.

Quando aplicado na superfície, o potássio tende a se concentrar inicialmente nas camadas mais superficiais do solo, deslocando-se gradualmente para profundidades maiores em função da dose aplicada, da frequência de aplicação e das características do ambiente. Entretanto, a dinâmica de distribuição do nutriente varia conforme o sistema de manejo adotado e as propriedades químicas e físicas do solo (Costa, 2024).

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Embora o potássio apresente maior mobilidade no perfil do solo e, consequentemente, seja suscetível à lixiviação, diversos estudos demonstram que, em sistemas agrícolas sob, as maiores perdas do nutriente costumam ocorrer por escoamento superficial, especialmente durante eventos de chuvas intensas. Ao monitorarem as perdas de potássio entre 2002 e 2007, Ceretta et al., (2010) verificaram que entre 9% e 17% do K aplicado foi perdido por escoamento superficial. No mesmo período, Girotto et al. (2013) observaram perdas significativamente menores por lixiviação, variando de 0,33% a 0,65% do total aplicado.

Resultados semelhantes foram encontrados por Bertol et al (2011), que identificaram o escoamento superficial como uma via potencialmente mais relevante de perda de potássio do que a lixiviação em áreas sob plantio direto, especialmente quando ocorre acúmulo superficial do nutriente associado a precipitações capazes de gerar elevado volume de enxurrada. Dessa forma, torna-se fundamental adotar práticas de manejo que minimizem as perdas de potássio no sistema produtivo, tanto por lixiviação quanto, principalmente, por escoamento superficial.

Entre as principais estratégias destacam-se a realização das operações em nível, a construção de terraços em áreas com declividade e a utilização de plantas de cobertura. Além de promoverem a ciclagem do potássio presente em camadas mais profundas do solo, as plantas de cobertura reduzem a velocidade do escoamento superficial e aumentam a infiltração da água, contribuindo para a reduzir as perdas do nutriente e aumentar seu aproveitamento pelas culturas (Facco et al., 2022).


Veja mais: Alumínio e seus efeitos nas raízes das plantas



Referências:

SANTOS, D. R.; SILVA, L. S. FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS. UFSM, 2010. Disponível em: < https://repositorio.ufsm.br/bitstream/handle/1/16178/Curso_Agric-Famil-Sustent_Fertilidade-Solo-Nutricao-Plantas.pdf?sequence=1&isAllowed=y >, acesso em: 26/05/2026.

FACCO, D. B. et al. ADUBAÇÃO POTÁSSIOCA DA SOJA: ESTRATÉGIAS DE MANEJHO EM SOLOS ARENOSOS. Aprosoja MT, Circular Técnica, n. 04, 2022. Disponível em: < https://siteapi.aprosoja.com.br/storage/arquivos/4/180124103104.pdf >, acesso em: 26/05/2026.

COSTA, O. V. IMPORTÂNCIA NUTRICIONAL DO POTÁSSIO EM SOJA. Mais Soja, 2024. Disponível em: < https://maissoja.com.br/importancia-nutricional-do-potassio-em-soja/ >, acesso em: 26/05/2026.

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CERETTA, C.A.; GIROTTO, E.; LOURENZI, C. R.; TRENTIN, G.; VIEIRA, R. C. B.; BRUNETTO, G. NUTRIENT TRANSFER BY RUNOFF UNDER NO TILLAGE IN A SOIL TREATED WITH SUCCESSIVE APPLICATIONS OF PIG SLURRY. Agriculture, Ecosystems and Environment, 2010. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0167880910002847 >, acesso em: 26/05/2026.

GIROTTO, E.; CERETTA, C. A.; LOURENZI, C. R.; LORENSINI, F.; TIECHER, T. L.; VIEIRA, R. C. B.; TRENTIN, G.; BASSO, C. J.; MIOTTO, A.; BRUNETTO, G. NUTRIENT TRANSFERS BY LEACHING IN A NO-TILLAGE SYSTEM THROUGH SOIL TREATED WITH REPEATED PIG SLURRY APPLICATIONS. Nutrient Cycling Agroecosystem, 2013. Disponível em: < https://www.researchgate.net/publication/257564044_Nutrient_transfers_by_leaching_in_a_no-tillage_system_through_soil_treated_with_repeated_pig_slurry_applications >, acesso em: 26/05/2026.

BERTOL, O. J. et al. PERDA DE NUTRIENTES VIA ESCOAMENTO SUPERFICIAL NO SISTEMA PLANTIO DIRETO SOB ADUBAÇÃO MINERAL E ORGÂNICA. Ciência Rural, 2011. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/cr/a/pY4qQfscDVwQBMFnKSp8R9G/?format=pdf&lang=pt >, acesso em: 26/05/2026.

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