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22 de maio de 2026

Business

Embrapa destaca sistemas agroflorestais como alternativa de produção sustentável

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apresentou, na 4ª semana de maio de 2026, uma edição do programa Prosa Rural dedicada aos sistemas agroflorestais. Segundo o conteúdo divulgado para todas as regiões do país, os chamados SAFs combinam árvores com culturas agrícolas, hortaliças, forrageiras e espécies frutíferas em uma mesma área de produção. A proposta, de acordo com a estatal, é associar produção de alimentos, conservação ambiental e uso mais eficiente dos recursos naturais.

No material de divulgação, a Embrapa informa que os sistemas agroflorestais reúnem diferentes espécies no mesmo espaço produtivo, com foco na diversificação da produção. Entre os componentes citados estão plantas de lavoura, hortaliças, forrageiras, frutíferas e árvores, em arranjos que podem ser adaptados às condições locais.

A instituição afirma que esse modelo contribui para a conservação do solo e para a maior retenção de água. Esses dois pontos são apresentados como parte da estratégia de enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas sobre a produção vegetal, especialmente em sistemas mais dependentes da regularidade das chuvas e da manutenção da umidade no solo.

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Do ponto de vista econômico, a Embrapa destaca que os SAFs permitem plantios variados em uma mesma área, com colheitas e comercialização em diferentes períodos do ano. Na prática, essa diversificação pode distribuir a oferta de produtos ao longo do calendário produtivo e reduzir a dependência de uma única cultura.

O conteúdo divulgado não detalha indicadores de produtividade, área implantada, custo de adoção ou resultados regionais específicos. Também não informa exemplos de propriedades, culturas predominantes ou comparação direta com outros sistemas produtivos. Ainda assim, o tema tem relevância técnica para produtores, sobretudo da agricultura familiar, por envolver manejo integrado, sustentabilidade e adaptação produtiva.

A edição foi disponibilizada no Prosa Rural, programa de rádio da Embrapa, com versão estendida em podcast nas plataformas digitais informadas pela instituição.

Com base nas informações apresentadas pela Embrapa, os sistemas agroflorestais aparecem como uma alternativa de diversificação produtiva e conservação de recursos naturais. A adoção prática, no entanto, depende de planejamento técnico, definição das espécies e adequação às condições de cada propriedade, pontos que não foram detalhados no material de divulgação.

Fonte: embrapa.br

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Junho chega com chuvas acima da média em parte do Brasil e calor também avança; confira detalhes da previsão

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Foto: Freepik

O mês de junho deve ser marcado por um cenário climático irregular nas lavouras do Brasil, com chuvas acima da média concentradas no Centro-Sul do país, enquanto regiões produtoras do Norte e Nordeste enfrentarão tempo mais quente e seco.

As precipitações devem avançar sobre áreas do Triângulo Mineiro, além da tríplice divisa do Centro-Oeste, trazendo alívio para o milho segunda safra que ainda está em fase de desenvolvimento. Parte dessas chuvas também deve alcançar áreas do interior do Matopiba e o centro-norte do Norte.

Por outro lado, os volumes devem ficar abaixo da média justamente em parte do Matopiba. A previsão indica manutenção do tempo quente e seco, cenário que aumenta a preocupação dos produtores com o desenvolvimento das lavouras e o potencial produtivo.

Para julho, a previsão indica o mesmo padrão. A tendência é de continuidade das chuvas abaixo da média no Matopiba e também no Rio Grande do Sul. Na faixa leste do Nordeste, os volumes começam a perder força gradualmente.

O tempo em agosto

Já em agosto, a chuva volta a avançar em direção ao Brasil Central, mas sem volumes expressivos. Os acumulados previstos podem trazer algum suporte para áreas de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Triângulo Mineiro, porém, essas precipitações devem chegar tardiamente para parte das lavouras.

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Clima seco acelera colheita e pressiona preços do café no Brasil, aponta Itaú BBA

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Foto: Pixabay

O avanço da colheita nas regiões produtoras de café no Brasil tem pressionado os preços nas últimas semanas. O movimento foi favorecido pelo clima seco, que acelerou os trabalhos nas lavouras de conilon e ampliou o ritmo da colheita de arábica.

Os dados constam no relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA.

Queda nas cotações

O contrato de café arábica com vencimento em julho acumulou queda de 5,6% até 8 de maio, negociado a US$ 2,75 por libra-peso. Com a valorização de 5,2% do real no período, o preço em moeda brasileira recuou para R$ 1.670 por saca, baixa de 11%.

No mercado do conilon, o cenário internacional apresentou sustentação, mas o café brasileiro também registrou desvalorização. A cotação caiu 3,8%, para R$ 913 por saca.

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Oferta maior pressiona mercado

Segundo o relatório, o mercado passou a refletir uma expectativa de maior oferta de café no segundo semestre com o avanço da colheita e a entrada do produto novo no mercado.

A avaliação é de que o diferencial de preços entre arábica e robusta deve reduzir de forma gradual, com maior pressão sobre o arábica.

“Apesar da curva futura ainda indicar preços elevados, os contratos para setembro de 2026 já apontam valores cerca de 5% inferiores aos observados há um mês”.

Clima segue no radar

O clima continua sendo o principal fator de atenção para o mercado de café no curto prazo, segundo o Itaú BBA. O risco de geadas durante o inverno e os possíveis efeitos da antecipação do fenômeno El Niño seguem no radar do mercado.

“Caso ocorram eventos climáticos adversos, os impactos devem atingir principalmente a próxima safra, podendo alterar a expectativa de preços mais baixos para o segundo semestre”, finaliza a casa.

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Agro Mato Grosso

STF valida lei e dá sinal verde para a Ferrogrão arrancar de Sinop rumo a Miritituba no Pará

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Plenário do Supremo Tribunal Federal decide por 9 a 1 destravar os estudos e a implantação da ferrovia EF-170 no Arco Norte

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Agro MT