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Sustentabilidade

TIM leva à Agrishow 2026 nova fase do B2B no agronegócio com dados e IA – MAIS SOJA

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A TIM chega à Agrishow 2026 inaugurando uma nova etapa de sua estratégia para o agronegócio. Com a maior cobertura 4G do campo brasileiro, a companhia avança agora para agregar mais serviços e aplicações utilizando dados, analytics, cloud e inteligência artificial. O movimento faz parte da nova estratégia da operadora, que ganha uma vice-presidência focada no segmento B2B, e é potencializada pela recente aquisição da V8. Tech, que amplia a capacidade de entrega em serviços gerenciados, cloud e inteligência artificial.

Hoje o desafio vai além de “conectar o campo” e o foco é “extrair valor da conectividade”. E a TIM sai na frente, mais uma vez, ampliando sua atuação, e passa a se posicionar como uma plataforma capaz de sustentar decisões em tempo real, com previsibilidade e eficiência operacional para seus clientes.

Líder em conectividade no campo

A robustez da operação da TIM no agronegócio é sustentada por números que reforçam sua liderança no setor. A operadora soma 26,2 milhões de hectares cobertos com tecnologia 4G e mais de 53 milhões de hectares com NB-IoT, tecnologia de rede voltada para Internet das Coisas (IoT). Essa infraestrutura atende empresas como BP Bioenergy, SLC Agrícola, Jalles, Citrosuco, Amaggi, Adecoagro, Grupo Pedra Agroindustrial e Usina Santa Terezinha, entre outros players do mercado.

A cobertura da TIM também gera inclusão digital no campo, beneficiando diretamente 2,6
milhões de pessoas, 348 mil propriedades rurais, 515 escolas públicas rurais e 164 unidades de saúde que utilizam a rede da operadora em áreas remotas.

Conectividade, dados e IA na prática

A TIM anuncia a nova fase na Agrishow 2026, onde o visitante pode conferir no seu estande alguns parceiros e soluções, como:

  • Monitoramento de Fogo e Fumaça (parceiro Um Grau e Meio): uso de câmeras com IA e satélites para resposta rápida a incêndios;
  • SmartBio Pragas (parceiro SmartBreeder): uso de Big Data e IoT para antecipar surtos de pragas com até 30 dias de antecedência;
  • Plataforma de Inteligência Territorial: gestão de dados climáticos e sensores para planejamento de safra;
  • Gestão 360o (parceiro Agros Tecnologia da Informação ERP): unificação de dados de máquinas, clima, insumos e finanças em um único ambiente;
  • Sinergia com V8. Tech: demonstração das novas capacidades de serviços gerenciados e suporte especializado para a jornada digital do produtor;
Nova parceria no Agro

Referência na produção de açúcar, etanol e bioenergia no Triângulo Mineiro, a Usina Cerradão inicia a implantação de um projeto de conectividade que leva sinal de alta qualidade para áreas antes isoladas, transformando a gestão da safra em Frutal e arredores. O projeto de conectividade 4G elimina gargalos históricos de comunicação operacional e leva a usina a contar com maior estabilidade e redundância para operações críticas, substituindo soluções via satélite de alta órbita.

“Com a expansão da conectividade no campo, avançamos para uma nova etapa no agronegócio: transformar infraestrutura em inteligência para a operação. Ao integrar rede, cloud, dados e inteligência artificial, queremos apoiar produtores e empresas com mais eficiência, previsibilidade e competitividade em suas operações”, afirma Alexandre Dal Forno, Diretor de Negócios e Soluções B2B da TIM Brasil.

Sobre a TIM

“Evoluir juntos com respeito e coragem, transformando tecnologia em liberdade” é o propósito da TIM, que atua há 25 anos no Brasil, liderando movimentos importantes do mercado e levando transformação digital para diferentes áreas da sociedade. A operadora tem a maior cobertura 5G do país e é a única a alcançar todas as cidades com a rede 4G, em linha com sua atitude protagonista e a sua assinatura: “Imagine as possibilidades”.

A evolução da companhia vem sempre acompanhada do compromisso com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança. Por isso, é a primeira e única empresa do setor de telecomunicações presente em todas as carteiras de sustentabilidade da bolsa brasileira: Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3), Índice de Carbono Eficiente (ICO2 B3), IDIVERSA B3 e IGPTW B3. Para mais informações, clique aqui.

Fonte: Assessoria



 

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Sustentabilidade

El Niño pode prejudicar plantio da soja 2026/27, alerta meteorologista

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Imagem gerada por IA para o Canal Rural

A confirmação do retorno do fenômeno El Niño pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) acendeu um alerta para produtores rurais de todo o Brasil. Segundo o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, o evento tem 63% de chance de atingir forte intensidade nos próximos meses e pode provocar impactos significativos sobre a safra 2026/27, especialmente na produção de soja.

De acordo com o especialista, o fenômeno já está estabelecido no Oceano Pacífico e deve persistir até o próximo verão, influenciando tanto os cultivos de inverno quanto o próximo ciclo agrícola.

  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

“O fenômeno vai pegar todo o ciclo dos cultivos de inverno e também a safra 2026/27, principalmente da soja”, afirmou Müller.

A preocupação aumentou porque a probabilidade de o evento atingir intensidade muito forte saltou de 37% para 63% em apenas um mês. Caso esse cenário se confirme, o meteorologista afirma que o fenômeno poderá figurar entre os mais intensos já registrados desde o início das medições, em 1890.

Sul deve ter excesso de chuva

Os primeiros impactos já devem ser sentidos durante o inverno. A tendência é de aumento das chuvas na Região Sul, cenário que preocupa produtores que ainda precisam concluir a colheita de culturas de segunda safra.

“O produtor do Sul precisa ficar atento porque a chuva já começa a ganhar ritmo durante o inverno e pode prejudicar principalmente os trabalhos de colheita”, destacou.

O Paraná aparece como uma das áreas mais vulneráveis. Segundo Müller, o solo já apresenta elevados níveis de umidade e os acumulados previstos para as próximas semanas podem ultrapassar 200 milímetros em algumas regiões.

“Em uma semana, esse acumulado pode passar de 150 milímetros e chegar a 200 milímetros, prejudicando a colheita do milho segunda safra e também do feijão”, alertou.

Plantio da soja exige cautela

Se por um lado o Sul deve enfrentar excesso de chuva, parte do Centro-Oeste e do Sudeste pode conviver com atraso no retorno das precipitações durante a primavera.

Segundo o meteorologista, produtores que planejam iniciar a semeadura da safra de soja 2026/27 precisam acompanhar de perto a evolução do clima.

“A tendência é de atraso das chuvas e também de ondas de calor intensas, muito parecido com o que ocorreu em 2023. O produtor precisa ter cautela ao iniciar a semeadura”, afirmou.

A expectativa é que as chuvas ganhem força no Centro-Oeste e no Sudeste apenas entre o final de outubro e o início de novembro.

Calor, seca e impactos na logística

Além das mudanças no regime de chuvas, o El Niño também deve provocar temperaturas acima da média em grande parte da América do Sul.

Arthur Müller destaca que o fenômeno favorece a ocorrência de ondas de calor durante o inverno e a primavera, aumentando o risco de incêndios em diversas regiões do país.

No Norte e no Nordeste, o cenário é oposto ao observado no Sul. A previsão é de redução das chuvas e agravamento da estiagem ao longo do segundo semestre.

“O fenômeno deve diminuir as chuvas no Norte e no Nordeste, agravando o período seco e reduzindo os níveis dos rios da Amazônia”, explicou.

A situação preocupa especialmente os setores de logística e exportação. Com rios mais baixos, o transporte de cargas pelo chamado Arco Norte pode enfrentar dificuldades semelhantes às registradas durante a forte seca amazônica de 2023.

Frio e geadas no curto prazo

Enquanto os efeitos do El Niño se desenham para os próximos meses, o curto prazo segue marcado pela atuação de sistemas frontais sobre o Centro-Sul do país.

Nos próximos dias, a chuva continua intensa entre Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Na sequência, uma massa de ar frio avança pela Região Sul, aumentando o risco de geadas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina entre segunda (15) e terça-feira (16).

As temperaturas mínimas podem ficar abaixo dos 5°C em algumas áreas, mas o frio não deve avançar com a mesma intensidade para o Sudeste e o Centro-Oeste.

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Sustentabilidade

USDA e Conab confirmam supersafra de soja; oferta recorde pode limitar reação dos preços? Saiba o que esperar do mercado

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Foto: Pixabay

Os números divulgados nesta semana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reforçam um cenário de crescimento da oferta global de soja. As novas estimativas apontam para safras robustas tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, ampliando a disponibilidade da oleaginosa e pressionando os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago. Com isso, as cotações se aproximaram de US$ 11 por bushel, menores níveis observados em cerca de quatro meses.

No Brasil, a combinação entre Chicago em queda e produtores retraídos reduziu o ritmo dos negócios. Mesmo com o dólar apresentando momentos de maior firmeza ao longo da semana, o movimento não foi suficiente para compensar a pressão exercida pelas cotações internacionais.

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USDA

O USDA manteve sua projeção para a safra norte-americana de 2026/27 em 120,7 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais seguem estimados em 8,44 milhões de toneladas. Em âmbito global, a produção mundial foi projetada em 441,34 milhões de toneladas, confirmando um cenário de ampla disponibilidade da commodity.

Para o Brasil, o órgão norte-americano manteve a previsão de uma safra de 180 milhões de toneladas em 2025/26 e indicou um potencial de 186 milhões de toneladas para 2026/27. Já a Argentina teve sua estimativa elevada para 50 milhões de toneladas.

Conab

A Conab também revisou para cima a produção brasileira. Segundo a estatal, a safra de soja deverá alcançar 180,25 milhões de toneladas em 2025/26, crescimento de 5,1% em relação ao ciclo anterior. O volume recorde deverá permitir exportações de 116,1 milhões de toneladas e um processamento doméstico de 61,58 milhões de toneladas.

O que esperar?

Diante desse cenário, a principal dúvida do mercado passa a ser o comportamento da demanda global, especialmente da China, principal compradora da soja brasileira. Enquanto a oferta segue crescendo, investidores e produtores acompanham se o consumo será capaz de absorver volumes cada vez maiores sem provocar novas quedas nos preços.

Com estoques elevados e projeções recordes de produção, o mercado da soja entra no segundo semestre sob pressão. A tendência é que os preços continuem sensíveis a qualquer mudança no clima, na demanda chinesa e no ritmo das exportações mundiais.

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Sustentabilidade

Produtor reduz o ritmo nas negociações com a soja nesta sexta-feira; confira como ficaram os preços pelo Brasil

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Foto: Daniel Popov

O mercado brasileiro de soja encerrou esta sexta-feira (12) com pouca movimentação e queda nas cotações nas principais praças do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a combinação entre a desvalorização do dólar e uma Bolsa de Chicago sem força suficiente para sustentar os preços pressionou os negócios ao longo do dia.

Embora os prêmios de exportação tenham apresentado valorização e permaneçam firmes para os embarques do segundo semestre, o movimento não foi suficiente para compensar os demais fatores que influenciam a formação dos preços da oleaginosa.

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De acordo com Silveira, o produtor permaneceu afastado das negociações, elevando o spread entre compradores e vendedores. A semana foi marcada por poucos negócios no mercado físico, refletindo uma postura mais cautelosa dos agentes diante do cenário atual.

O analista destaca que o ritmo de comercialização da safra avançou significativamente nas últimas semanas. Com isso, muitos produtores passaram a preservar os volumes ainda disponíveis e começam a direcionar a atenção para as fixações da safra 2026/27, avaliando principalmente os custos de produção.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 125,50 para R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,50 para R$ 126,00
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): passou de R$ 111,00 para R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 114,00 para R$ 113,00
  • Paranaguá (PR): recuou de R$ 132,50 para R$ 131,50
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 132,50 para R$ 132,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa, ampliando as perdas acumuladas durante a semana. O movimento de cobertura de posições vendidas perdeu força no final da sessão, devolvendo espaço aos fundamentos baixistas.

O clima favorável para o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre as cotações. Além disso, a forte queda do petróleo no mercado internacional e a perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã reduziram o suporte ao complexo soja.

A ampla oferta global da commodity também segue limitando qualquer tentativa de recuperação mais consistente dos preços.

Números do USDA

O relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe poucas alterações para o mercado. A safra norte-americana de soja em 2026/27 foi mantida em 120,7 milhões de toneladas, com produtividade estimada em 53 bushels por acre.

Os estoques finais dos Estados Unidos foram projetados em 8,44 milhões de toneladas, praticamente em linha com as expectativas do mercado.

No cenário global, o USDA estimou a produção mundial de soja em 441,34 milhões de toneladas para a temporada 2026/27. Os estoques globais ficaram em 124,88 milhões de toneladas, levemente abaixo das projeções dos analistas.

Para o Brasil, o órgão manteve a estimativa da safra 2025/26 em 180 milhões de toneladas e projetou uma produção ainda maior, de 186 milhões de toneladas, para 2026/27. Já a Argentina teve sua estimativa elevada para 50 milhões de toneladas na safra atual.

Contratos futuros de soja

O contrato julho da soja fechou cotado a US$ 11,13½ por bushel, com queda de 0,13%. O vencimento agosto encerrou a US$ 11,18¾ por bushel, recuando 0,15%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja julho caiu para US$ 301,30 por tonelada. O óleo de soja julho fechou em 74,28 centavos de dólar por libra-peso, com leve retração.

Câmbio

No mercado cambial, o dólar comercial encerrou o dia em baixa de 0,80%, cotado a R$ 5,0585 para venda. Durante a sessão, a moeda norte-americana variou entre R$ 5,0550 e R$ 5,1155, contribuindo para a pressão sobre os preços da soja no mercado brasileiro.

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