Connect with us
1 de agosto de 2026

Business

Maior parte do país tem clima favorável para o desenvolvimento da soja, Conab

Published

on


Lavouras de soja em Palotina e Terra Roxa. Foto: Marco Bomm/ TresBomm Agri

O monitoramento agrícola dos cultivos de verão indica condições majoritariamente favoráveis para o desenvolvimento da soja nas principais regiões produtoras do país. As informações constam no mais recente Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na última sexta-feira (24). O levantamento considera as condições meteorológicas e o Índice de Vegetação (IV) das lavouras entre os dias 1º e 21 de abril.

De acordo com o boletim, os maiores volumes de chuva foram registrados na região Norte e na faixa norte do Nordeste, incluindo áreas do leste do Rio Grande do Norte e da Paraíba. A maior umidade do solo nessas localidades favoreceu o desenvolvimento das lavouras de grãos.

Na região Norte, os acumulados mais expressivos ocorreram no Pará, no leste do Amazonas e no Amapá. Embora o excesso de chuvas tenha provocado atrasos na colheita da soja no Pará e do arroz no Tocantins, houve impacto positivo sobre o milho segunda safra. Já no interior do Nordeste, a redução das chuvas, típica do período, prejudicou parte dos cultivos na Bahia, no Piauí e no Sertão de Pernambuco. Ainda assim, o cenário geral permaneceu favorável.

No Centro-Oeste e no Sudeste, a umidade do solo se manteve adequada durante a maior parte do período, apesar de uma redução no armazenamento hídrico ao final da janela analisada. Em Mato Grosso, os volumes de chuva foram mais elevados, beneficiando o milho safrinha. Por outro lado, áreas de Mato Grosso do Sul e Goiás apresentaram queda na reserva de água no solo, situação também observada em Minas Gerais e São Paulo, o que pode limitar o desenvolvimento do cereal.

Na região Sul, a irregularidade das chuvas acendeu um alerta, especialmente no Paraná, onde houve restrição hídrica na porção norte. Episódios de chuva intensa em curto período também afetaram a colheita da soja e do arroz no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Apesar disso, o Índice de Vegetação no estado gaúcho ficou acima do registrado em safras anteriores.

De forma geral, o IV aponta bom desempenho das lavouras, com níveis próximos aos observados em ciclos anteriores de soja e milho. O boletim também traz informações sobre o avanço do plantio de algodão e arroz nos principais estados produtores.

As informações completas sobre regime de chuvas e índice de vegetação das safras de verão estão disponíveis na edição de abril do Boletim de Monitoramento Agrícola.

O post Maior parte do país tem clima favorável para o desenvolvimento da soja, Conab apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Milho: oferta contida e consumidores abastecidos mantêm mercado sem reação

Published

on


Imagem produzida por inteligência artificial

O mercado brasileiro de milho não apresentou grandes novidades no decorrer desta sexta-feira (31), com um ritmo de negócios travado em diversas regiões do país. Tanto produtores quanto consumidores adotam uma postura cautelosa. Do lado da oferta, os produtores permaneceram na expectativa de novas altas nos preços, dessa forma, muitos optam por limitar as negociações à espera de melhores oportunidades de comercialização.

Já os consumidores sinalizaram bom abastecimento, aguardando um avanço mais expressivo da colheita da safrinha. Em estados como São Paulo e Minas Gerais, os trabalhos de campo ainda estão em estágio inicial. A expectativa, entretanto, é de que a colheita ganhe maior velocidade em breve.

Como ficaram os preços da saca de milho

  • Porto de Santos (SP): entre R$ 66 e R$ 70 (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR): entre R$ 65,50 e R$ 68
  • Casvavel (PR): entre R$ 58 e R$ 62
  • Mogiana (SP): de R$ 59 a R$ 62
  • Campinas (SP): de R$ 66,50 a R$ 67,50 (CIF)
  • Erechim (RS): R$ 69
  • Uberlândia (MG): entre R$ 59 e R$ 61
  • Rio Verde (GO): de R$ 54 a R$ 57 (CIF)
  • Rondonópolis (MT): entre R$ 53 e R$ 56

Milho na Bolsa de Chicago

 A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão do dia com baixa nos preços. O mercado foi pressionado em um movimento de realização de parte dos lucros acumulados recentemente, além de buscar um melhor reposicionamento de carteiras frente ao final do mês.
Previsões de chuvas no Meio-Oeste dos Estados Unidos, trazendo melhores condições ao desenvolvimento das lavouras, a força do dólar frente a outras moedas correntes e a queda do trigo também contribuíram para as perdas.
Na semana, a posição setembro/26 registrou um recuo acumulado de 5,06%. No mês de julho, contudo, a mesma posição registrou ganhos acumulados de 11,39%.
Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,40 3/4, com recuo de 5 centavos, ou 1,12% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,64 por bushel, com baixa de 4,50 centavos, ou 0,96% em relação ao fechamento anterior.

O post Milho: oferta contida e consumidores abastecidos mantêm mercado sem reação apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

El Niño pode reduzir produção de trigo no Sul, avalia Câmara Setorial em São Paulo

Published

on


A reunião da Câmara Setorial do Trigo do Estado de São Paulo, realizada na quinta-feira (30), reuniu avaliações sobre os efeitos do El Niño na atual safra do cereal. Segundo o especialista em trigo da CJ Internacional, Douglas Araújo, o excesso de chuva já observado pode reduzir a produção no Rio Grande do Sul e no Paraná. Em São Paulo, a expectativa é de menor exposição aos efeitos mais severos do fenômeno climático.

A avaliação apresentada no encontro aponta o excesso de chuva como um fator de risco para o desempenho das lavouras de trigo nos dois principais estados do Sul citados durante a reunião. De acordo com Araújo, esse quadro já é considerado um reflexo do El Niño e pode limitar a produção regional.

Para o mercado paulista, a leitura foi diferente. Segundo o presidente do Sindustrigo, Max Piermartiri, a produção de trigo no Estado de São Paulo deve escapar dos efeitos mais severos do fenômeno. A indicação reforça um cenário distinto entre as áreas produtoras acompanhadas pelo setor.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

No abastecimento da indústria moageira paulista, a alternativa mais competitiva segue sendo a Argentina, na avaliação de Araújo. O especialista afirmou que o país vizinho mantém vantagem para o fornecimento do cereal.

A competitividade argentina, segundo a análise apresentada na reunião, está ligada a uma safra projetada em 21 milhões de toneladas e ao menor custo logístico. Esse quadro mantém o país como referência para as compras da indústria de moagem em São Paulo.

As avaliações levadas à Câmara Setorial do Trigo de São Paulo indicam pressão climática sobre a safra do Sul e menor impacto esperado para a produção paulista, enquanto a Argentina permanece como principal opção competitiva de importação para a indústria moageira do Estado.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post El Niño pode reduzir produção de trigo no Sul, avalia Câmara Setorial em São Paulo apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Nova frente fria pode provocar chuva de até 100 mm e risco de tornados

Published

on


Imagem gerada por IA para o Canal Rural

Apesar do tempo firme em grande parte do país nesta sexta-feira (31), a chegada de uma frente fria deve provocar chuva intensa, granizo, ventos fortes e risco de microexplosões e tornados no oeste do Rio Grande do Sul.

De acordo com o meteorologista, Arthur Müller, depois da passagem do ciclone extratropical que provocou ventos intensos nos últimos dias, o tempo voltou a ficar firme em praticamente todo o Brasil nesta sexta-feira (31).

A previsão indica predomínio de sol de Norte a Sul do país, com poucas nuvens e temperaturas elevadas, especialmente no litoral do Sudeste, onde as máximas devem superar os 30°C. A partir de sábado (1º), uma nova frente fria avança sobre o Rio Grande do Sul e volta a colocar o estado em alerta para temporais.

De acordo com a previsão, a atuação conjunta da frente fria, de um cavado e do transporte de umidade pelos chamados “rios voadores” deve favorecer chuvas expressivas, principalmente na porção oeste do estado. Os acumulados podem variar entre 40 e 60 milímetros, com volumes pontuais próximos de 100 milímetros.

Além da chuva intensa, há previsão de queda de granizo, rajadas fortes de vento e ocorrência de fenômenos severos, como microexplosões atmosféricas e até formação de tornados em áreas isoladas.

No domingo (2), o tempo volta a ficar firme no Rio Grande do Sul. A estabilidade também deve predominar na segunda-feira (3), mas será novamente interrompida entre segunda e terça-feira com a formação de um novo ciclone extratropical.

O sistema dará origem a uma frente fria mais intensa, capaz de espalhar chuva desde a Região Sul até o sul da Bahia. A massa de ar frio associada também deve avançar sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, enquanto o Sul volta a enfrentar risco de chuva volumosa.

Antes da chegada do frio, os próximos dias ainda serão marcados por temperaturas elevadas em parte do país. Entre os dias 10 e 15 de agosto, o calor deve predominar em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Na sequência, uma nova incursão de ar frio deve favorecer a ocorrência de geadas em áreas de baixada do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, acendendo um alerta para impactos sobre as lavouras mais sensíveis nessas regiões.

O post Nova frente fria pode provocar chuva de até 100 mm e risco de tornados apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT