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Falta pouco: últimos dias para votar no Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26!

Faltam apenas quatro dias para o fim da votação do Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26! Até o dia 30 de abril, você ainda pode decidir seu produtor e pesquisador favorito (a). Acesse o link, preencha seus dados e escolha.
Ainda não sabe em quem votar? Relembre os candidatos desta safra:
Pesquisadores
Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.
Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.
Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.
Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.
Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.
Na Embrapa, ele acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.
Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.
Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.
Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.
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Produtores
João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.
A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.
Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.
Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.
Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.
A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.
Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão: rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.
Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.
Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.
Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.
Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.
Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.
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Incomodado, Lula pede que TSE mande Abilio Brunini retirar de redes sociais vídeo sobre eleitores

Defesa do presidente diz que prefeito tem raio de influência suficiente para impactar a campanha de Lula à reeleição
O presidente Lula (PT) pediu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mande o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) retirar do ar um vídeo em que afirma que os eleitores da esquerda são presidiários faccionados.
O pedido foi protocolado pela assessoria jurídica de campanha da coligação Brasil Pronto Pra mais. Os advogados afirmam que Abilio teria influência suficiente nas redes sociais para causar impacto na campanha de Lula como a declaração.
Eles ressaltaram o número de seguidores de Abilio no Instagram, cerca de 1,7 milhão, como exemplo da amplitude de influência. A assessoria argumenta que o vídeo de Abilio é uma “grave investida” contra Lula, candidato à reeleição, com “ostensiva peça de propaganda eleitoral negativa”.
O prefeito associou na semana passada, durante o ato de celebração do Dia da Independência, o desempenho de Lula nas pesquisas de intenção de voto, até aquele momento, à proporção de pessoas presas ou envolvidas com facção criminosa.
“Quais são os principais eleitores do Lula? Presidiário, faccionado, drogado, dependente químico. Pessoas num mundo totalmente perdido acabam escolhendo estar do lado do Lula”, comentou.
Além do pedido de exclusão do vídeo, a assessoria de Lula pediu a aplicação de multa de R$ 30 mil a Abilio por causa de conteúdo considerado ofensivo.
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Força-tarefa distribui refeições e cobertores para proteger população de rua do frio em Cuiabá

Ação da Prefeitura atendeu pontos críticos como Rodoviária, Praça do Porto e Beco do Candeeiro. Moradores relatam a importância do acolhimento
Com temperaturas mais amenas, que fogem ao calor característico de Cuiabá, a Prefeitura intensificou a distribuição de cobertores e marmitas para pessoas em situação de rua. Foram entregues 100 marmitas e 80 cobertores na região dos Eucaliptos, próxima à Rodoviária Engenheiro Cássio Veiga de Sá, além de ações na Praça do Porto e no Beco do Candeeiro, na noite de segunda-feira (14). A iniciativa foi coordenada pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, com apoio da Defesa Civil.
“Quando esfria, a gente espera por vocês. Se não vem essa ajuda dos cobertores, a gente se junta todos, vários moradores aqui da rua, porque aí fica quentinho”, contou Leidiane Silva Pereira, 26 anos, que vive há sete anos na Praça do Porto. No segundo ano como moradora do local, ela sofreu uma queda em um barranco na beira da ponte e ficou com sequelas de locomoção, passando a usar cadeira de rodas há seis anos.
Leidiane disse que está conseguindo se aposentar e pretende usar o benefício para alugar uma casa e deixar as ruas. Ela também recebe ajuda de uma prima que mora em Várzea Grande. Trabalhadora, já atuou em várias cidades de Mato Grosso, inclusive como cuidadora de uma pessoa idosa em uma fazenda de Figueirópolis D’Oeste. Seu último trabalho foi em São José dos Quatro Marcos, de onde saiu após divergências.
Na região dos Eucaliptos, onde há concentração de pessoas em situação de rua, também está Ednalva Caldeira, que chegou ao local há dois dias. Ela contou que mora com a mãe e trabalha, mas enfrenta recaídas.
“Eu acho uma bênção essa ajuda da Prefeitura. Adicto vai e volta, um dia está bem, outro não muito. Mas ninguém está aqui porque quer, é uma situação, e ainda bem que deixam a gente ficar aqui”, afirmou. Ednalva também pediu a instalação de um bebedouro público para garantir água gelada, lembrando que Cuiabá enfrenta temperaturas elevadas na maior parte do ano.
Segundo o diretor de Políticas Públicas para População em Situação de Rua, Cleverson Leite de Almeida, coronel Leite, a ação busca amenizar as necessidades de pessoas vulneráveis e ampliar o acesso à dignidade, alimentação e proteção durante o período de frio.
“Passamos pelos pontos sensíveis onde se encontra um número maior de pessoas fragilizadas e vulneráveis”, destacou. Na ocasião, ele representou a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela de Oliveira.
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Estudo identifica efetores da ferrugem capazes de suprimir imunidade

Proteínas de Hemileia vastatrix atuam em diferentes fases da infecção e alvos celulares do cafeeiro
Pesquisadores identificaram 15 proteínas efetoras de Hemileia vastatrix com capacidade de suprimir a imunidade desencadeada por padrões, conhecida como PTI. O estudo avaliou 44 candidatos e também encontrou cinco efetores capazes de reduzir a imunidade desencadeada por efetores, chamada ETI. Três proteínas atuaram nos dois mecanismos de defesa vegetal.
A equipe reuniu ensaios funcionais, análise da expressão dos genes durante a infecção e avaliação da localização das proteínas dentro das células. Os experimentos utilizaram Nicotiana benthamiana e o sistema de entrega de efetores baseado em Pseudomonas fluorescens.
Componentes compartilhados
Os candidatos HvEC_006, HvEC_053 e HvEC_081 suprimiram PTI e ETI. Segundo os pesquisadores, esse comportamento sugere atuação sobre componentes regulatórios compartilhados pelas duas vias de imunidade. Os alvos moleculares dessas proteínas ainda permanecem desconhecidos.
Os 15 efetores capazes de reduzir PTI também favoreceram a multiplicação de Pseudomonas syringae nas folhas usadas nos ensaios. A população bacteriana superou o controle em mais de três ordens de magnitude após 48 horas.
A expressão dos genes mostrou uso sequencial dos efetores durante a infecção. Alguns apresentaram maior atividade em urediniósporos dormentes ou em germinação. Outros atingiram maior expressão durante a penetração no hospedeiro ou nas fases posteriores da colonização biotrófica.
Localização celular
A análise de localização celular apontou concentração de seis efetores no núcleo. Outros três se acumularam nos cloroplastos. Esses compartimentos participam de processos ligados à regulação da resposta imune vegetal.
Os resultados oferecem critérios para priorizar efetores em estudos sobre genes de avirulência reconhecidos pelos genes de resistência SH do cafeeiro. O trabalho também amplia a compreensão dos mecanismos usados por Hemileia vastatrix para manter a colonização de tecidos vivos (doi 10.1111/mpp.70341).
O estudo foi realizado por Thiago Maia, Gustavo Marin-Ramirez, Maicon N. Araujo, Larissa G. Zanardo e Sérgio H. Brommonschenkel.
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