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Brasil detém 23% das reservas mundiais de terras raras, mas patina no refino

Com a segunda maior reserva do planeta, país enfrenta o desafio de deixar de ser apenas exportador de matéria-prima para a alta tecnologia global
Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global.
Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial mineral do país, Elementos Terras Raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio.
Apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas costumam estar dispersos, o que dificulta a exploração econômica. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa.
Minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países e que tenham importância pela sua aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética.
Minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição.
Por isso, a definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. Porém, alguns exemplos mais comuns atualmente são: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio.
Terras raras podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto. Ou seja, toda terra rara pode ser estratégica, mas nem todo mineral estratégico é terra rara.
Situação no Brasil
Segundo o SGB, o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico.
Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas. Também é o segundo no ranking global de reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro quando se trata de reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas.
O país tem uma lista de minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento interno. Ela foi publicada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Esses minerais são divididos em três grupos:
Precisam ser importados: enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio.
Usados em produtos e processos de alta tecnologia: minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio.
Minerais com vantagem comparativa e geração de superávit na balança comercial: minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio.
Disputa global
Esses recursos se tornaram centrais na disputa geopolítica global. Hoje, a China lidera amplamente o refino e a produção de terras raras, o que gera preocupação em outras potências, como Estados Unidos e União Europeia, que buscam diversificar fornecedores.
Nesse cenário, o Brasil aparece como um ator relevante. Especialistas apontam que o desafio brasileiro não está apenas na extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve etapas complexas, como beneficiamento e refino, que ainda são pouco desenvolvidas no país.
Sem isso, o Brasil tende a continuar importando produtos de maior valor agregado, analisa o professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, que é especialista na interseção entre política, economia e mineração.
“O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país primário-exportador. A gente exporta muitos minerais e os consome muito pouco no mercado nacional”, diz Jardim.
Além da dimensão econômica, há também questões ambientais e sociais. A exploração desses recursos gera impactos significativos nos lugares onde ocorre.
“Não existe mineração sustentável. Toda mineração causa impactos ambientais pesados, como o comprometimento de recursos hídricos. Também causa pressão econômica nos municípios em que ocorre: aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que temos hoje é um modelo completamente insustentável de mineração”, avalia o geógrafo.
“É possível fazer um modelo um pouco menos degradante. Mas, ainda assim, continuariam sendo feitos grandes buracos para extrair esses minérios. Continuariam a desmontar montanhas e a afetar cursos de água. Precisamos pensar com muita calma se realmente vale a pena, já que perdemos muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são significativos”, complementa.
Com AssessoriaConhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global.

Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), órgão do governo federal responsável por avaliar o potencial mineral do país, Elementos Terras Raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio.
Apesar do nome, não são necessariamente raros na natureza, mas costumam estar dispersos, o que dificulta a exploração econômica. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa.
Minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países e que tenham importância pela sua aplicação em produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética.
Minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição.
Por isso, a definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. Porém, alguns exemplos mais comuns atualmente são: lítio, cobalto, grafita, níquel e nióbio.
Terras raras podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto. Ou seja, toda terra rara pode ser estratégica, mas nem todo mineral estratégico é terra rara.
Situação no Brasil
Segundo o SGB, o Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas. Isso representa cerca de 23% das reservas globais, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
A maior parte das terras raras no Brasil está concentrada em Minas Gerais, Goiás, Amazonas, Bahia e Sergipe. Esses estados têm os principais tipos de depósitos com potencial econômico.
Entre os minerais que costumam ser considerados críticos ou estratégicos na maior parte dos países, o Brasil se destaca por ter as maiores reservas de nióbio do mundo (94%), com 16 milhões de toneladas. Também é o segundo no ranking global de reservas de grafita (26%), com 74 milhões de toneladas, e o terceiro quando se trata de reservas de níquel (12%), com 16 milhões de toneladas.
O país tem uma lista de minerais considerados estratégicos para o desenvolvimento interno. Ela foi publicada na Resolução nº 2, de 18 de junho de 2021, do Ministério de Minas e Energia. Esses minerais são divididos em três grupos:
Precisam ser importados: enxofre, minério de fosfato, minério de potássio e minério de molibdênio.
Usados em produtos e processos de alta tecnologia: minério de cobalto, minério de cobre, minério de estanho, minério de grafita, minérios do grupo da platina, minério de lítio, minério de nióbio, minério de níquel, minério de silício, minério de tálio, minério de terras raras, minério de titânio, minério de tungstênio, minério de urânio e minério de vanádio.
Minerais com vantagem comparativa e geração de superávit na balança comercial: minério de alumínio, minério de cobre, minério de ferro, minério de grafita, minério de ouro, minério de manganês, minério de nióbio e minério de urânio.
Disputa global
Esses recursos se tornaram centrais na disputa geopolítica global. Hoje, a China lidera amplamente o refino e a produção de terras raras, o que gera preocupação em outras potências, como Estados Unidos e União Europeia, que buscam diversificar fornecedores.
Nesse cenário, o Brasil aparece como um ator relevante. Especialistas apontam que o desafio brasileiro não está apenas na extração. A cadeia produtiva desses minerais envolve etapas complexas, como beneficiamento e refino, que ainda são pouco desenvolvidas no país.
Sem isso, o Brasil tende a continuar importando produtos de maior valor agregado, analisa o professor de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF), Luiz Jardim Wanderley, que é especialista na interseção entre política, economia e mineração.
“O Brasil mantém o mesmo padrão de dependência que teve ao longo de sua história. Foi assim com o ouro colonial, passando pelo ferro e até o petróleo. Servindo para o mundo como um país primário-exportador. A gente exporta muitos minerais e os consome muito pouco no mercado nacional”, diz Jardim.
Além da dimensão econômica, há também questões ambientais e sociais. A exploração desses recursos gera impactos significativos nos lugares onde ocorre.
“Não existe mineração sustentável. Toda mineração causa impactos ambientais pesados, como o comprometimento de recursos hídricos. Também causa pressão econômica nos municípios em que ocorre: aumento da pobreza, desigualdade e violência urbana. O que temos hoje é um modelo completamente insustentável de mineração”, avalia o geógrafo.
“É possível fazer um modelo um pouco menos degradante. Mas, ainda assim, continuariam sendo feitos grandes buracos para extrair esses minérios. Continuariam a desmontar montanhas e a afetar cursos de água. Precisamos pensar com muita calma se realmente vale a pena, já que perdemos muitos recursos naturais e os efeitos socioambientais são significativos”, complementa.
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Depoimento de ex-banqueiro à Polícia Federal é adiado após pedido da defesa

Advogados de Daniel Vorcaro alegam falta de acesso integral aos autos. Investigação apura suspeita de fraudes bilionárias entre Banco Master e BRB
O depoimento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro à Polícia Federal que estava previsto para esta terça-feira (15), foi adiado para a semana que vem após pedido da defesa.
A oitiva faz parte da investigação sobre supostas irregularidades em operações envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).
Os advogados alegaram necessidade de mais tempo para analisar o material da investigação e afirmaram não ter certeza de que tiveram acesso integral aos autos.
A apuração envolve operações de cessão de créditos entre empresas ligadas ao Banco Master e o BRB. Relatórios da Polícia Federal apontam indícios de irregularidades em transações bilionárias realizadas entre 2024 e 2025, que estão sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Sebrae Mato Grosso oferece vagas com salários que podem chegar a quase R$ 7 mil

Os profissionais selecionados atuarão como analista técnica e assistente administrativo na regional Noroeste
Estão abertas as inscrições para os processos seletivos que vão selecionar os profissionais para os cargos de analista técnico e assistente administrativo do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT). O prazo para se inscrever encerra na sexta-feira (18/09). Os aprovados irão atuar na regional Noroeste. Os salários podem chegar a R$ 7 mil.
No total, são oferecidas quatro vagas, distribuídas nas cidades de Juína e Tangará da Serra. A agência de cada cidade selecionará um analista técnico I e um assistente administrativo II. O salário oferecido para o cargo de analista técnico I é de R$ 6.720,61 mais benefícios. Já a remuneração para a função de assistente administrativo II é de R$ 4.117,40.
Os benefícios para ambas as vagas são assistência médico-hospitalar pelo sistema coparticipativo, plano de previdência privada, vale-transporte, auxílio-creche, auxílio alimentação no valor de R$ 1.850,00 por mês. O salário e benefícios são para 40 horas de trabalho semanais, de segunda a sexta-feira.
A gestora de Projetos de Desenvolvimento de Seres Humanos do Sebrae Mato Grosso, Yuri Fernanda Lima, ressalta que o processo seletivo será realizado em diferentes etapas, combinando atividades online e presenciais.
“A primeira etapa é a inscrição online, realizada diretamente pelo link de cada vaga. Após as inscrições, os candidatos passarão pela etapa de triagem. Os candidatos aprovados nessa fase serão convocados para a prova objetiva, que será realizada online. Na sequência, será realizada a etapa de Habilidades e Perfil, em grupo e presencialmente em cada cidade”, destaca.
Pré-requisitos para as vagas
Os candidatos que se interessam pela vaga de analista técnico I deve ter ensino superior completo; vivência na articulação e relacionamento com parceiros; experiência com comercialização de produtos e/ou serviços; conhecimentos em análise de dados e indicadores e experiência em gestão de projetos.
Já para as vagas de assistente II, exige-se ensino médio completo; experiência profissional de seis meses nas atividades de atendimento ao público; rotinas administrativas e financeiras, como pagamentos e ordens de compras; organização de arquivos e documentos e monitoramento de ações, entre outras atividades relacionadas.
A exigência comum para os dois cargos é disponibilidade para viajar esporadicamente e trabalhar eventualmente aos fins de semana.
Resultado do certame
O resultado das etapas do processo seletivo e convocações serão comunicados por meio dos links referentes às vagas e por meio dos canais oficiais.
A gestora de Projetos de Desenvolvimento de Seres Humanos do Sebrae/MT enfatiza que entre as principais atribuições dos aprovados estão atividades relacionadas à articulação e relacionamento com clientes e parceiros, prospecção, comercialização de produtos e serviços, análise de dados e indicadores e gestão de projetos.
“O objetivo é contribuir para o desenvolvimento das ações do Sebrae e para a promoção da prosperidade do empreendedorismo local, fortalecendo o relacionamento com os empreendedores e o ecossistema de negócios da região”, explica.
Veja como se inscrever
As vagas são para cadastro de reserva. As inscrições podem ser feitas pelos links abaixo:
Analista Técnico I – Tangará da Serra: https://iel.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3708608
Assistente II – Tangará da Serra: https://iel.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3709479
Analista Técnico I – Juína: https://iel.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3708893
Assistente II – Juína: https://iel.pandape.infojobs.com.br/Detail?id=3709516
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Em Chapada, Wilson Santos destaca resultados e novas propostas em campanha pela reeleição

Candidato à reeleição visitou a nova Feira do Produtor e o distrito de Água Fria. Parlamentar também atua em cobranças sobre o Portão do Inferno e fornecimento de energia
O candidato à reeleição e deputado estadual Wilson Santos (PSD) cumpriu agenda neste sábado (12), em Chapada dos Guimarães, onde apresentou resultados de sua atuação pelo município e propostas para o próximo mandato. A programação deu início pela Feira do Produtor, onde ele conversou com feirantes, produtores e visitantes, sendo que foi marcada pela receptividade do público e por manifestações de apoio à sua caminhada eleitoral.
Morador de Chapada há cerca de 30 anos, no Vale da Bênção, o parlamentar acompanhou a recente inauguração da Feira do Produtor e aproveitou a oportunidade para conversar diretamente com quem trabalha e frequenta o espaço. A nova estrutura recebeu investimento superior a R$ 7,1 milhões, com mais de quatro mil metros quadrados de área construída e 76 boxes pelo Governo de Mato Grosso.
Após a visita à feira, o deputado seguiu para o distrito de Água Fria, onde fez um arrastão pelas ruas e conversou com moradores e comerciantes. A caminhada permitiu a Wilson Santos ouvir diretamente as demandas da comunidade e rever espaços que também fazem parte da história de sua atuação na região. Entre os locais visitados esteve a praça que recebeu melhorias e revitalização em um trabalho realizado em regime de mutirão, com participação da equipe do deputado e da própria comunidade e o Centro Comunitário de Água Fria que teve a oportunidade de ser reformado com apoio de seu mandato.
O parlamentar realizou importantes ações em diferentes áreas em prol da população chapadense. Ao longo dos anos, ele destinou emendas e articulou recursos para atender demandas do município, com importantes investimentos nas áreas de infraestrutura, saúde, agricultura familiar, esporte, turismo e desenvolvimento social.
Na área de regularização fundiária, ele participou da entrega de 262 escrituras definitivas para famílias de Chapada. Na habitação, ele também articulou recursos para que o município possa ser contemplado com um projeto de loteamento popular dentro da emenda de R$ 100 milhões destinada ao setor em Mato Grosso.
Além dos investimentos e das entregas, Wilson Santos tem atuado em pautas estratégicas para o futuro de Chapada dos Guimarães, como a situação do Portão do Inferno, a preservação ambiental e a qualidade do fornecimento de energia elétrica. Para discutir esses temas e ouvir as demandas da população, ele promoveu audiências públicas e buscou encaminhamentos junto ao poder público.
A passagem do candidato por Chapada dos Guimarães reforçou a relação construída ao longo de três décadas com moradores, trabalhadores e comerciantes, além de evidenciar uma trajetória marcada pela experiência política, pelo conhecimento da realidade local e pela busca de resultados concretos para a população.
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