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IMEA/Algodão 2025/26: revisão positiva da oferta amplia disponibilidade e pode pressionar preços – MAIS SOJA

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Em abr/26, a Conab divulgou a nova estimativa de Oferta e Demanda para o algodão da safra 2025/26. De acordo com a publicação, a Oferta ficou projetada em 6,58 milhões de toneladas, representando aumento de 0,82% ante a estimativa de mar/26. Essa elevação está ligada ao avanço na produção de 1,27% no comparativo com o mês anterior, que ficou projetada em 3,84 milhões de toneladas, refletindo as boas condições climáticas e o bom desenvolvimento das lavouras até o período.

No que se refere à Demanda, a previsão é de 3,96 milhões de toneladas, elevação de 0,13% ante a estimativa anterior, motivada pelo aumento de 0,69% na projeção do consumo brasileiro, que ficou em 0,73 milhão de toneladas. Com isso, o estoque final apresentou aumento de 1,88% e ficou previsto em 2,63 milhões de toneladas. Por fim, o cenário indica maior disponibilidade, o que pode impactar os preços no mercado interno.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: o preço pluma Cepea apontou elevação de 1,29% frente à semana passada, motivada pela necessidade de recomposição de estoques por parte das indústrias.
  • ELEVAÇÃO: o contrato dez/26 da Ice NY apresentou acréscimo de 3,26% no comparativo semanal, sendo cotado a ¢ US$ 78,57/lp.
  • VALORIZAÇÃO: o preço do caroço de algodão registrou alta de 0,66% em relação à última semana, devido ao período de entressafra, que limita a oferta e sustenta as cotações.
O projeto CPA-MT¹ divulgou nova projeção de custo de produção do algodão da safra 26/27.

Conforme dados publicados, em mar/26, o custeio ficou previsto em R$ 10.531,50/ha, alta de 2,64% frente à estimativa anterior. Esse aumento está ligado ao aumento da despesa na classe de fertilizantes e corretivos, alta de 6,27% em relação a fev/26, sendo reflexo das restrições de oferta do insumo somadas ao aumento dos custos logísticos em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Com isso, o custo total (CT) aumentou de 1,56% no comparativo mensal, sendo projetado em R$ 18.630,38/ha. Ao comparar a estimativa do CT da safra 26/27 com o consolidado para a temporada 25/26, observa-se que, em fev/26, o custo previsto estava 0,67% inferior da safra anterior. No entanto, em mar/26, o cenário reverteu, e a projeção para 26/27 superando em 0,88% do ciclo anterior. Nesse contexto, o custeio com fertilizantes e corretivos elevado limita ainda mais a rentabilidade, sobretudo no período de maior demanda por insumos.

Fonte: IMEA


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Fim da alíquota zero de PIS/Cofins encarece insumos e pressiona custo de produção no agro – MAIS SOJA

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A entrada em vigor da Lei Complementar  nº 224/2025, em 1º de abril de 2026, introduziu uma mudança relevante na estrutura de custos do agronegócio ao encerrar a alíquota zero de PIS e Cofins sobre insumos agrícolas. A medida, que integra um corte linear de 10% nos incentivos fiscais federais, reintroduz a cobrança dessas contribuições sobre produtos essenciais à produção, como fertilizantes e defensivos, com impacto direto sobre o custo das lavouras.

Essa reoneração atinge tributos que, até então, tinham incidência zerada sobre parte dos insumos do setor. O PIS (Programa de Integração Social) e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), cobrados sobre a receita das empresas, vinham sendo utilizados como instrumentos de desoneração no agronegócio. Com a mudança, esses produtos voltam a ser tributados, ainda que em patamar reduzido, cerca de 0,925% no regime não cumulativo.

Embora a alíquota seja inferior a 1%, o impacto tende a ser relevante devido ao peso dos insumos na composição dos custos agrícolas. Em culturas como soja e milho, insumos como fertilizantes e defensivos concentram parcela relevante do custo operacional, o que amplia o impacto de mudanças tributárias mesmo quando as alíquotas são reduzidas.

É nesse ponto que, segundo Gustavo Venâncio, advogado e sócio da Lastro Soluções Tributárias para o Agro, a mudança ganha dimensão prática. “O produtor nunca trabalhou com esse tributo. PIS e Cofins não faziam parte da rotina. A partir de agora, isso muda”, afirma. Para ele, o impacto não está apenas na alíquota, mas na base sobre a qual incide. “É praticamente 1%, mas sobre um insumo largamente utilizado. Isso gera um aumento de custo significativo”, diz.

O aumento ocorre em um momento de maior fragilidade financeira do setor. Após ciclos de preços mais elevados, produtores enfrentam compressão de margens, custos ainda pressionados e aumento do endividamento, o que reduz a capacidade de absorver novas despesas. Nesse contexto, a reintrodução da tributação tende a ter efeito direto sobre a rentabilidade e pode influenciar decisões de compra e negociação ao longo da safra.

Além do impacto econômico, a mudança traz desafios na aplicação prática da regra. Ainda não há clareza consolidada sobre como operacionalizar a cobrança, especialmente em relação aos códigos fiscais (CST) a serem utilizados na emissão de notas fiscais. A falta de padronização dificulta a orientação tanto para empresas fornecedoras quanto para produtores.

“Estamos prestes a ter a vigência da alteração e ainda não sabemos como orientar corretamente a emissão das notas fiscais. As coisas acabam acontecendo de forma atropelada”, afirma Venâncio.

Diante dessas incertezas operacionais, o mercado começou a reagir antes mesmo da entrada em vigor da medida. Empresas anteciparam entregas e incentivaram a retirada de insumos antes de abril como forma de evitar a incidência dos tributos. Com a nova regra já em vigor, o custo adicional passou a ser incorporado às negociações.

“O produtor vai pagar mais caro no adubo e no defensivo. Vai ter o destaque de cerca de 1% na nota, e isso se agrega ao preço”, explica o tributarista.

Esse movimento ocorre em paralelo a outro fator que amplia a incerteza: o caráter temporário da medida. “A cobrança vale até dezembro de 2026, antes da entrada em vigor das novas regras da reforma tributária sobre o consumo, previstas para 2027. O curto intervalo reduz a previsibilidade e exige do produtor adaptação em um ambiente de mudanças sucessivas”, acrescenta Viviane Morales, advogada, sócia proprietária e diretora Administrativa e Financeira da Lastro.

Diante desse cenário, a recomendação é de maior atenção às operações. A conferência das notas fiscais, a verificação das alíquotas aplicadas e o entendimento da composição dos preços passam a ser ainda mais relevantes na gestão da atividade.

Mais do que um ajuste pontual, o fim da alíquota zero de PIS/Cofins sinaliza uma mudança gradual na política de incentivos ao agronegócio. Ao reintroduzir a tributação sobre insumos estratégicos, a medida tende a repercutir ao longo de toda a cadeia produtiva e já começa a influenciar preços, negociações e decisões no campo em 2026.

Sobre a Lastro

Fundada em 14 de julho de 2005, a Lastro é uma empresa especializada em consultoria tributária para o agronegócio, com foco na recuperação de créditos de ICMS para produtores rurais e Imposto de Renda. Ao longo de quase duas décadas, construiu uma carteira com mais de 2.000 clientes e consolidou-se como referência no mercado. Atualmente, a Lastro é gerida por Gustavo Lopes Venâncio e Viviane Gomieri Morales, ambos formados em Direito pela PUC-Campinas. A empresa conta com departamentos especializados, sistemas próprios, consultoria e auditoria, atuando de forma integrada na gestão da vida tributária do produtor rural, com eficiência, qualidade e redução de riscos fiscais.

Saiba mais, clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa Lastro



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Defensivos agrícolas: Mercado tem leve recuperação na moeda nacional, com alta de 3% e movimenta R$ 98,7 bilhões na safra 2024-25 – MAIS SOJA

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Com movimentação de R$ 98,7 bilhões na safra 2024-25, o mercado brasileiro de defensivos agrícolas cresceu 3%, em reais, face ao ciclo anterior (R$ 95,9 bilhões). Em dólar, contudo, o setor recuou 7% em faturamento, de US$ 19,4 bilhões para R$ 18,1 bilhões. Os dados são do estudo anual FarmTrak, da Kynetec Brasil, principal empresa de pesquisas de mercado para o agronegócio. A desvalorização do câmbio no período, que saiu de R$ 4,94 para R$ 5,46, explica o resultado na moeda americana, informa o gerente de pesquisas da consultoria, Lucas Alves.

Segundo ele, a recuperação de 3% em reais na safra é relevante para a indústria, na medida em que reverte uma queda de 13% no desempenho apurado em 2023-24.

Conforme Alves, em 2023-24, apesar dos avanços de área plantada (+1%) e da intensidade dos tratamentos realizados no campo (+9%), os preços dos insumos despencaram, em média, 79%. “Esse cenário influenciou na redução do faturamento do setor, de R$ 110,1 bilhões para R$ 95,9 bilhões.”

A expectativa da consultoria é a de que o mercado volte a apresentar crescimento, em reais, na safra 2025-26, na faixa de 8%. “Esse crescimento potencial deve ser puxado pelas culturas de soja e milho e relacionado a aumento de área plantada e à intensidade dos tratamentos adotados.”

Oscilação de preços

Lucas Alves ressalta que a compreensão dos indicadores mais recentes da indústria remete a uma análise do panorama de mercado das últimas cinco safras. Os dados da Kynetec mostram ciclos marcados por significativa elevação de preços de defensivos, a partir da chegada da pandemia de coronavírus, sucedidos por períodos de perdas nos valores dos insumos.

Entre as temporadas 2020-21 e 2022-23, por exemplo, lembra Alves, o mercado de defensivos agrícolas apresentou alta expressiva, em valor, de R$ 61,4 bilhões para R$ 110,1 bilhões (+79%), além de registrar avanço na área plantada (+2%) e na intensidade dos tratamentos (+23%).

“De 2020-21 para 2022-23, o custo médio de uma aplicação de defensivos subiu de R$37,93 para R$54,15 por hectare”, exemplifica Alves.

“Todos os segmentos de produtos foram atingidos pela inflação nos preços, como os herbicidas, principalmente os não seletivos. Uma aplicação que custava R$37,68, em 2020-21, passou a valer, em média, R$97,60 (+159%) em 2022-23”, continua o especialista.

“A subida dos preços também teve início em um momento de restrição de comércio de algumas das principais moléculas do mercado, devido ao fechamento de fábricas no principal fornecedor brasileiro de produtos, a China. Fretes ficaram mais caros ante a alta do dólar”, reforça Alves.

De acordo com ele, algumas das principais commodities brasileiras, entre estas soja e milho, tiveram igualmente, nas safras 20-21 e 22-23, momentos favoráveis de apreciação nos preços. “Isto ajudou, então, a sustentar as vendas, mesmo com os custos de produção do agricultor mais elevados.”

Na safra 2024-25, aponta o especialista, a leve recuperação do setor, em reais, resultou de novos investimentos do produtor para ampliar a área plantada (+2%) e também impulsionar, em iguais 9% de 2023-24, os manejos adotados nas lavouras. “Apesar de ter prevalecido, ainda, um quadro de acomodação de preços de oito pontos negativos”, finaliza Lucas Alves.

Conforme a Kynetec, o estudo FarmTrak envolve mais de 3 mil entrevistas realizadas diretamente com produtores, em toda a fronteira agrícola nacional.

Sobre a Kynetec

A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Para mais informações, Clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa Kynetec



 

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Conflito no Oriente Médio tira status de “janela de oportunidade” de boas compras para fertilizantes no 2º trimestre de 2026 – MAIS SOJA

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O segundo trimestre, tradicionalmente visto como uma janela de oportunidade para compradores de fertilizantes, deverá ser marcado por um cenário significativamente mais adverso em 2026. A avaliação consta da 35ª edição do Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities da StoneX, lançado na última terça-feira (14), e reflete os impactos persistentes do conflito no Oriente Médio sobre preços, logística e decisões de compra em escala global. O relatório pode ser baixado gratuitamente.

Em anos de maior estabilidade geopolítica, a sazonalidade da demanda em grandes mercados importadores, como Brasil e Índia, costuma reduzir a pressão compradora neste período, enfraquecendo os preços e favorecendo negociações para aplicações do segundo semestre, como a safra de verão brasileira e a safra Kharif indiana. Em 2026, no entanto, esse padrão histórico foi profundamente alterado.

“A combinação entre redução temporária da produção em alguns países, entraves logísticos no Estreito de Ormuz e a forte escalada de preços observada após os episódios de tensão militar diminuiu de forma significativa a probabilidade de o segundo trimestre se consolidar como um momento favorável para compras”, afirma Tomás Pernías, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

Nitrogenados sob volatilidade e fragilidade do poder de compra

No mercado de nitrogenados, caracterizado por elevada volatilidade, ainda existe algum espaço para correções pontuais ao longo dos próximos meses, especialmente diante da reabertura do Estreito de Ormuz. “A normalização parcial das rotas é um fator positivo, mas há baixa expectativa de que as condições logísticas retornem rapidamente aos níveis pré-conflito. Mesmo com algum alívio nos preços, gargalos como atrasos, contratos represados e baixa disponibilidade de navios devem seguir sustentando as cotações”, explica Pernías.

A fragilidade do poder de compra dos produtores fica evidente nos Estados Unidos. Uma pesquisa recente do Farm Bureau, realizada entre 3 e 11 de abril com mais de 5.700 agricultores, mostra que uma parcela expressiva não realizou compras antecipadas de fertilizantes, e, em um contexto de forte valorização dos insumos desde o início do conflito no Oriente Médio, haverá dificuldade para comprar os insumos necessários para as aplicações.  Entre o início das tensões e a primeira semana de abril, os preços FOB da ureia negociada em barcaças em Nova Orleans avançaram cerca de 47%, deteriorando o poder de compra no campo. Como consequência, aproximadamente 70% dos produtores entrevistados afirmam não ter capacidade financeira para adquirir todo o volume necessário de fertilizantes.

O levantamento também revela disparidades regionais relevantes. No Sul dos Estados Unidos, apenas 19% dos agricultores relataram compras antecipadas, enquanto no Nordeste esse percentual sobe para 30%. Nessas regiões, a predominância de aquisições próximas ao período de aplicação aumenta a exposição à volatilidade de preços e eleva o risco de restrições no acesso aos insumos ao longo da safra. A dinâmica varia ainda entre culturas: produtores de algodão e arroz apresentam os menores níveis de compra antecipada, tornando essas lavouras particularmente sensíveis às disrupções recentes.

“O quadro financeiro dos agricultores ajuda a explicar essa postura mais cautelosa. Cerca de 94% dos entrevistados relataram que sua situação financeira piorou ou permaneceu inalterada em relação ao ano anterior, o que influencia não apenas as decisões de compra, mas também os níveis de aplicação e até a definição das áreas plantadas”, observa Pernías.

Oferta restrita e rigidez de preços nos fosfatados e potássicos

No segmento de fosfatados, o cenário segue ainda mais rígido. A oferta global permanece restrita, tanto pelas dificuldades de escoamento da produção em países do Oriente Médio quanto pelos planos de manutenção industrial no Marrocos e pelas incertezas em torno das exportações chinesas. Além disso, o setor enfrenta custos elevados de matérias-primas essenciais, como amônia e enxofre, o que reduz a viabilidade de ajustes expressivos nos preços. “Esse conjunto de fatores aumenta o risco concreto de destruição de demanda ao longo de 2026, sobretudo em um ambiente de margens agrícolas pressionadas”, avalia o analista da StoneX.

No mercado de potássicos, especialmente o cloreto de potássio (KCl), as condições relativas de aquisição ainda se mostram menos restritivas do que nos mercados de ureia e MAP. Ainda assim, o ambiente permanece cercado de incertezas. Com margens comprimidas, existem chances de que os produtores passem a priorizar nitrogenados e fosfatados, postergando compras de KCl. Soma-se a isso o impacto de fretes marítimos mais caros, seguros elevados e a persistência do risco geopolítico, fatores que também pressionam esse segmento.

“As chances de que o segundo trimestre ofereça um ambiente realmente atrativo para compras de potássicos também diminuíram. Embora as relações de troca devam permanecer melhores do que em outros mercados, isso está longe de representar condições ideais”, pontua Pernías. No radar do setor estão ainda as negociações de contratos de longo prazo, como o da Índia, que definem referências internacionais de preços e costumam limitar aquisições a valores inferiores aos praticados em China e Índia.

Gestão de riscos ganha centralidade em um ambiente adverso

De forma geral, a valorização dos fertilizantes, a rigidez dos preços e a fragilidade financeira do produtor aumentam a probabilidade de decisões difíceis nos próximos meses: aceitar custos mais elevados e operar com margens apertadas ou reduzir aplicações e assumir riscos de produtividade. Em cenários mais adversos, ambos os movimentos podem ocorrer simultaneamente.

“O gerenciamento de riscos e uma gestão eficiente dos custos da lavoura serão decisivos para a sustentabilidade do negócio agrícola em 2026”, conclui Pernías. Segundo a StoneX, embora a reabertura do Estreito de Ormuz represente um alívio pontual, a normalização ampla do mercado tende a ser lenta. À medida que o ano avança, compradores que necessitam de insumos para o segundo semestre terão cada vez menos espaço para adiar decisões, tornando inevitável a realização de negociações, ainda que para volumes menores e a preços pouco atrativos.

Serviço:

Produzido desde 2015 pela Inteligência de Mercado StoneX, com materiais elaborados por analistas do Brasil, em parceria com analistas no Reino Unido, Paraguai, Argentina, China e Estados Unidos, o Relatório traz análises objetivas e de abrangência global, destacando fatores que podem influenciar, no curto prazo, os mercados de commodities agrícolas, energia, metais e moedas emergentes. A publicação reflete a amplitude da cobertura global da StoneX e as capacidades da área de Inteligência de Mercado em apoiar decisões estratégicas com informação relevante e acionável.

35ª edição do Relatório Trimestral de Perspectivas para Commodities da StoneX –Baixe gratuitamente: Clicando aqui.

Sobre a StoneX

A StoneX é uma empresa global e centenária de serviços financeiros customizados, com presença em mais de 80 escritórios pelo mundo, conectando mais de 480 mil clientes em 180 países. No Brasil, atua em estratégias de gestão de riscos, banco de câmbio, inteligência de mercado, corretagem, mercado de capitais de dívida, fusões e aquisições, investimentos, trading e consultoria de soluções sustentáveis.  Mais informações, clique aqui, ou acesso o LinkedIn, clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa StoneX



 

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