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25 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Fé e coragem fizeram o produtor Amelho Volpato deixar o Paraná para produzir em MT

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O agricultor chegou ao estado com poucos recursos e um grande sonho. Décadas depois, construiu uma estrutura que impulsiona o agro e impacta centenas de famílias

Quando chegou ao Vale do Guaporé no ano de 1987, Amelho Volpato, trazia na bagagem a formação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Paraná, além da experiência como servidor de defesa sanitária animal. Ele chegou ao município de Pontes e Lacerda acompanhado da esposa e seus três filhos pequenos, com o sonho de tentar a vida em Mato Grosso.

“Chegamos aqui e as dificuldades eram grandes. Comunicação ruim, energia elétrica precária, estrutura de saúde muito fraca. Mas a gente olhou e disse: nós temos que encarar isso aqui para ver se vai dar”, relembra.

Filho de agricultor, Amelho cresceu vendo a força da terra e ainda jovem arrendou áreas com um amigo e plantou soja, milho, trigo e algodão. “Eu costumo dizer que eu tinha uma chave de fenda e ele um alicate, era o nosso equipamento. Mas foi uma escola excelente. O Paraná me ensinou muito.”

A decisão de se mudar para Mato Grosso surgiu acompanhando o movimento de muitos produtores que enxergaram no Centro-Oeste uma nova fronteira de oportunidades. Foi de uma escolha ousada e corajosa que brotou tudo o que veio a seguir. “Eu vendi um trator. O dinheiro do trator foi a semente que criou a Casa do Produtor e era a única coisa que eu tinha. O resto foi construído com muito trabalho.”

A pequena loja, a qual ele gerencia ao lado se sua esposa Neusa, se transformou em um grupo sólido que hoje reúne comércio de insumos, revenda de máquinas, estrutura de armazenagem, agricultura e pecuária. “Quando abrimos a loja, o sonho era faturar dois salários mínimos por dia. Já estava bom demais. Mas o sonho cresceu porque a gente acreditou”, enfatiza.

Mais do que números ou hectares plantados, Amelho mede o sucesso pelas pessoas que caminharam junto com ele. “Hoje nós temos em torno de 150 a 180 famílias que dependem da nossa estrutura. E isso é o que me dá orgulho. Ver colaboradores que começaram meninos aqui e hoje são empresários, engenheiros, médicos. Um negócio não pode ser só para você crescer. Quem está do seu lado tem que crescer também.”

Para ele, o futuro do setor depende de algo simples e essencial: exemplo. “Se nós não fizermos nossos filhos entenderem que agricultura e pecuária são importantíssimas para todos no mundo, não só para nós, fica difícil. Eles têm que sujar o pé de terra, sentir o cheiro do curral, entender que o alimento não nasce na prateleira.”

Aos 74 anos, ele fala com energia de quem ainda quer construir muito mais. “Eu tenho orgulho do que construímos. Isso me dá energia para continuar. Quando eu comecei, era funcionário. Hoje, olho para trás e vejo uma estrutura que ajuda muitas famílias. Isso não tem preço.”

A trajetória de Amelho Volpato prova que a visão, coragem e trabalho constroem mais do patrimônio, mas também consolidam um legado. São histórias como a dele que fortalecem o agro mato-grossense, que é moldado a partir de histórias de pessoas que fazem a diferença.

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Agro Mato Grosso

VÍDEO: pescador se distrai e leva mordida de dourado em MT

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Edimar Santos relatou que o peixe causou ferimento em um dos dedos e precisou de um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

O pescador Edimar Santos foi surpreendido pela mordida de um dourado enquanto pescava no Rio Sepotuba, em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá. As imagens foram registradas por colegas que estavam no barco e o vídeo viralizou nas redes sociais durante a semana (assista abaixo).

Edimar contou que o ocorrido se deu após uma situação de risco em que, ao tentar desviar de uma galhada na correnteza, o grupo conseguiu capturar o peixe com um anzol. Ele também detalhou o momento de descuido que permitiu o ataque enquanto o barco descia o rio.

“Eu estava preocupado com o anzol, para ele não enganchar na minha perna. Quando virei o rosto para jogar o anzol na água, descuidei e acabei colocando a mão no rumo da boca dele”, relatou.

Devido à força da mordida, Edimar contou que foi necessário utilizar um alicate para ajudar a abrir a boca do animal.

“A mordida dele é muito forte. Tivemos que pegar o alicate, colocar na boca dele e abrir para ajudar. Ele fez um buraco no meu dedo bem fundo e chegou a sair bastante sangue”, descreveu.

Rei do Rio

Considerado por muitos como “rei do rio” pelo comportamento agressivo e grande porte, o dourado (Salminus brasiliensis) é encontrado nos rios da Bacia do Prata, como os rios Paraguai e Paraná. O peixe demonstra um comportamento territorial que exige cuidado redobrado no manuseio fora da água.

O dourado é valorizado na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura, e se alimenta principalmente de outros peixes. Pode ultrapassar 1 metro de comprimento e pesar até 25kg. A espécie é bastante valorizada na pesca esportiva devido à força, resistência e rapidez durante a captura.

Lei do Transporte Zero

Vale lembrar que o dourado é uma das 12 espécies de peixes com transporte, armazenamento e comercialização proibidos até 2029, de acordo com a Lei do Transporte Zero. O projeto pretende dobrar o turismo de pesca esportiva com previsão de atrair turistas e gerar empregos, segundo o governo.

  • Cachara
  • Caparari
  • Dourado
  • Jaú
  • Matrinchã
  • Pintado/Surubin
  • Piraíba
  • Piraputanga
  • Pirara
  • Pirarucu
  • Trairão
  • Tucunaré

 

🎣 Quem pode pescar?

  • Povos indígenas, originários e quilombolas que tenham a pesca como atividade de subsistência, para comercialização e o transporte de iscas vivas, que deverão ser regulamentados por resolução do Conselho Estadual de Pesca do Estado de Mato Grosso (Cepesca);
  • Profissionais artesanais e a modalidade pesque e solte, desde que atendidas as condições previstas na lei, com exceção do período de defeso da piracema.

*Sob supervisão de Jardes Johnson.

VIDEO:

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Dra. Mara fortalece ações de cidadania e leva serviços gratuitos na área de saúde na Capital I MT

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Caminhares da Fecomércio: Cuidando da saúde e o bem estar social da família.

A população da Região Oeste de Cuiabá terá, a partir do dia 22, acesso a uma importante ação da Fecomércio, no Centro de Eventos do Pantanal, com serviços gratuitos nas áreas de saúde, visão, beleza e atendimento voltado às mulheres.

A iniciativa chega à região por meio da articulação da vereadora Dra. Mara, que tem buscado parcerias e alternativas para aproximar serviços essenciais das comunidades e ampliar o acesso da população.

Para Dra. Mara, cuidar das pessoas também significa facilitar o acesso à saúde, à prevenção, à autoestima e à cidadania.

É trabalho que se transforma em benefício para a população: com diálogo, articulação e compromisso, Dra. Mara segue levando oportunidades para quem mais precisa.

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Safra recorde de soja em MT pode encher 1 milhão de caminhões e formar fila que daria 7 voltas no Brasil

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