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Sustentabilidade

Novidades em trigo na TecnoShow Comigo – MAIS SOJA

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A cultivar de trigo BRS Savana é o último lançamento da Embrapa Trigo para a triticultura tropical. A apresentação da cultivar será na vitrine de tecnologias da Embrapa na TecnoShow Comigo, realizada de 06 a 10 abril, em Rio Verde, GO.

O trigo de sequeiro BRS Savana (BRS TR135) é a primeira cultivar da Embrapa a apresentar o segmento cromossômico 2NS, o qual confere resistência parcial à brusone na espiga, causada pelo fungo Pyricularia oryzae, que é a principal doença do trigo que ocorre no Cerrado. A cultivar também se destaca na qualidade de farinha para a panificação, sendo classificada como trigo pão, com força de glúten de 302 e estabilidade de 13 minutos. A média de rendimentos é de 83 sacos por hectare, com indicação de cultivo nos estados de MG, GO, DF, SP, MT, MS e BA.

O nome BRS Savana faz referência ao ambiente da Savana africana, com clima quente e duas estações (seca e chuvosa), semelhante ao bioma do Cerrado brasileiro.

Durante a TecnoShow Comigo, a Embrapa irá apresentar tecnologias para incrementar o processo produtivo de culturas como arroz, feijão, soja e trigo, assim como inovações em sistemas integrados de produção e Zoneamento de Risco Climático (Zarc Níveis de Manejo). Confira os detalhes sobre a participação da Embrapa na TecnoShow acessando o site https://www.embrapa.br/tecnoshow.

A solenidade de lançamento das tecnologias da Embrapa será realizada no dia 7 de abril, com destaque para o lançamento da cultivar de soja convencional BRS 579, desenvolvida em parceria com a Caramuru Alimentos, e o curso online sobre manejo do capim-pé-de-galinha, disponibilizado na plataforma e-Campo da Embrapa.

A Embrapa estará presente na feira por meio de seis unidades de pesquisa: Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Cerrados, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Soja e Embrapa Trigo.

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Joseani Mesquita Antunes (MTb 9693/RS)

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Brasil e Japão apresentam plataforma de dados agrícolas e propõem consórcio para protegê-los. – MAIS SOJA

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Uma plataforma digital, batizada de API-CoPADi, que integra dados agrícolas e pode dar origem a consórcio pioneiro para oferta de informações por produtores rurais é um dos principais resultados que serão apresentados nesta quarta, 1, e quinta, 2, na Japan House, em São Paulo. A ferramenta incorpora projeto desenvolvido entre Brasil e Japão para ampliação e fortalecimento da agricultura de precisão e digital com o uso de sensores, dados, automação, conectividade e interoperabilidade.

A demonstração da plataforma e discussões sobre a criação de um consórcio para proteção de dados gerados em campo serão realizadas durante workshop, das 14 às 16 horas neste primeiro dia de evento. Amanhã, um seminário das 9h30 às 12h30 vai marcar estratégias sobre o uso da ferramenta. Nos dois dias de evento estarão reunidos representantes de governo, instituições de pesquisa, setor produtivo, fabricantes de máquinas, startups e universidades.

Os eventos serão realizados em formato híbrido, com participação presencial e transmissão online, e contarão com tradução simultânea em português e japonês. Interessados podem se inscrever pelo link abaixo.

https://forms.gle/HBKiJU4EciXYJ7ML7

Base digital facilita conexões

Plataformas de dados agrícolas são serviços em nuvem que oferecem informações meteorológicas, dados sobre terras agrícolas, previsões de produtividade, entre outros.

Os dados gerados pela agricultura de precisão e digital podem ser utilizados para rastrear e comprovar práticas sustentáveis, como auditorias de ESG (Ambiental, Social e Governaça), certificações e trazer maior transparência e fortalecer o agro brasileiro.

API segue modelo internacional

A APi-CoPADi está no âmbito do amplo projeto “Desenvolvimento Colaborativo da Agricultura de Precisão e Digital para o Fortalecimento do Ecossistema de Inovação e a Sustentabilidade do Agro Brasileiro (CoPADi)”, desenvolvido entre os dois países e executado nos últimos cinco anos.

A consolidação das discussões técnicas e institucionais sobre a API, incluindo a proposta de criação do Comitê Preparatório do Consórcio CoPADi vão marcar as apresentações desta quarta-feira. A iniciativa da API segue referências de modelos internacionais já consolidados, como na Europa e Ásia, e busca ampliar o acesso a informações de qualidade no setor.

Embora existam várias plataformas privadas de dados agrícolas no Brasil, o ambiente ainda está em busca pela integração.

“Portanto, este projeto entrega a base conceitual e tecnológica, implementada na plataforma de APIs da Embrapa, chamada AgroAPI, onde dados e programas públicos e privados estão sendo testados e validados, com referência ao WAGRI do Japão”, diz o pesquisador da Embrapa Instrumentação (São Carlos -SP), Ricardo Inamasu, coordenador contraparte do projeto pelo Brasil.

Na quinta, o evento inclui debates estratégicos sobre modelos de negócio, termos de uso e governança da ferramenta.

Plataforma integra dados

Os especialistas brasileiros e japoneses vão detalhar as funcionalidades da plataforma API-CoPADi, apresentar casos práticos de aplicação e discutir os impactos da tecnologia no avanço da agricultura digital. Três agtechs participaram dos experimentos pilotos.

A plataforma é uma ferramenta para facilitar o acesso, a integração e o uso de dados no campo, contribuindo para aumentar a eficiência produtiva e apoiar a tomada de decisão por parte de produtores rurais. A Interface de Programação de Aplicações (API) permite a diferentes softwares ou sistemas se comunicarem entre si, além de entregar confiabilidade, segurança e transparência aos dados.

Projeto visa transformação digital

Implementada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Embrapa, universidades, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), propriedades agrícolas comerciais, com o apoio da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), o projeto CoPADi procurou criar uma estratégia de transformação digital, um mapeamento de tecnologias agrícolas e um roteiro de desenvolvimento para o Japão e o Brasil.

De acordo com os coordenadores, o CoPADi buscou avançar na padronização e compartilhamento de dados no campo, promovendo maior eficiência produtiva, sustentabilidade e inovação no setor agrícola.

Consórcio propõe segurança de dados

O objetivo central do consórcio é criar um ecossistema de dados agrícolas sustentáveis, equilibrando a inovação tecnológica com a segurança jurídica e a soberania dos dados dos produtores brasileiros. A criação é vista pelos coordenadores do CoPADi como passo fundamental para garantir a continuidade e a adoção da tecnologia após o encerramento do projeto.

Durante o evento será apresentado um esboço do acordo para a criação do consórcio, como o objetivo, princípios norteadores e funções, status jurídico, organização e governança, categorias, membros, escopo das operações, escopo de trabalho, padronização e conformidade.

Maior eficiência produtiva

“O encontro marca a consolidação de uma parceria internacional focada em inovação e no uso de dados como vetor para o desenvolvimento sustentável da agricultura”, diz Inamasu.

Durante os dois dias de evento serão discutidos também os desdobramentos futuros do projeto, incluindo a construção de um ecossistema de inovação baseado na interoperabilidade de dados agrícolas.

A interoperabilidade, baseada em padrões, é a capacidade de diferentes sistemas, dispositivos ou organizações trocarem dados e utilizarem as informações de maneira automática e segura com a intervenção mínima do usuário final.

“Esta é uma oportunidade estratégica para que representantes de órgãos governamentais, instituições de pesquisa, associações industriais, fabricantes, agtechs e universidades se reúnam em um ecossistema único de colaboração. O evento, além de encerrar um ciclo, visa consolidar a interoperabilidade no campo, conjugando os esforços já existentes entre governo, iniciativa privada e academia”, afirma Inamasu.

Além de Inamsu, estarão presentes no evento pela Embrapa Instrumentação, o chefe-geral José Manoel Marconcini e o pesquisador João de Mendonça Naime, além do analista da Embrapa Agricultura Digital (Campinas – SP), Eduardo Antonio Speranza.

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Joana Silva (MTb 19554)

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Crescimento das exportações de soja é acompanhado pelo aumento de fretes – MAIS SOJA

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As exportações de soja cresceram no mês de fevereiro, contribuindo para o aumento no preço dos fretes. Além da colheita, o período chuvoso é outro fator que influencia na alta dos preços do serviço de transporte de grãos. A análise está na edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O monitoramento dos corredores logísticos evidencia o Arco Norte e o porto de Santos (SP) como principais canais de exportação de soja e milho no início de 2026. Pelo Arco Norte, houve o escoamento de 40,8% da produção de milho e 38,4% da produção de soja. Já pelo Porto de Santos foram exportados 33,5% da safra de milho e 36,8% da de soja.

Com a previsão de safra recorde divulgada pela Conab no último levantamento da safra de grãos, os próximos meses devem ser marcados pelo aumento dos fretes rodoviários. “No mercado externo, oscilações cambiais, incertezas geopolíticas e o valor do petróleo devem continuar influenciando o preço dos fretes. Já no mercado interno, os produtores devem lidar com o avanço da colheita das culturas de primeira safra, o que também mantém a pressão de alta nas cotações para a remoção dos grãos”, analisa o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.

De acordo com o Boletim, no estado de Mato Grosso, principal estado produtor de grãos no país, o alto volume de soja manteve a logística aquecida e os fretes com tendência crescente, com valores até 19% mais elevados que no mês anterior. Apesar das chuvas, melhorias recentes em infraestrutura asseguraram o fluxo, mantendo a proeminência do estado mato-grossense no fornecimento de commodities. O Mato Grosso do Sul também seguiu a tendência de aumento percentual dos fretes, com o registro de rotas que ultrapassaram os 30% em paralelo ao mês de janeiro.

Em Goiás, o excesso de chuvas impactou o plantio e a colheita. Mesmo com a dificuldade encontrada para o avanço das máquinas na colheita e gargalos logísticos, o estado apresentou alta nos fretes, com crescimento percentual acima de 50% em alguns locais. A primeira quinzena de fevereiro foi sintomática quanto à instabilidade climática, com registros de frota retida em virtude da impossibilidade de carregamento e descarga. Com a entrada da nova safra de soja e retenção do milho, a demanda por infraestrutura logística e armazenagem foi ampliada.

No Distrito Federal, os fretes rodoviários apresentaram aumento máximo de 6% em relação ao mês anterior, em conformidade com o esperado para o período de escoamento da safra de grãos. O Boletim assinala a influência do custo local do diesel, do reajuste superior a 3% no piso mínimo do frete em janeiro e de fatores macroeconômicos, além da entrada da safra. O documento prevê ainda que o mês de março deve se caracterizar pelo pico de incremento das cotações de fretes, em função do ápice do escoamento da soja e do milho.

Na Bahia, os fretes cresceram em proporção à alta da demanda por serviços na região Centro-Oeste, que redirecionou os prestadores. Em relação a janeiro, os valores não ultrapassaram o percentual de 10%. O milho apresentou pequena valorização no mercado local. Com a intensificação da colheita da primeira safra nas próximas semanas, o preço do frete tende a crescer.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, a colheita de soja no sul do Maranhão levou ao aumento médio de 5% dos fretes em algumas rotas. No vizinho Piauí, o início do escoamento da soja também aqueceu a logística, com fretes em média 11% superiores aos valores do mês de janeiro.

Em Minas Gerais, enquanto os fretes tiveram crescimento geral quando comparados ao mês anterior, o valor do transporte do café registrou queda nas rotas com destino ao sul do estado. As exportações seguem em expansão no estado mineiro, com destaque para produtos de maior valor agregado e para o café.

No Paraná, houve oscilação na demanda e nos preços de acordo com as particularidades das rotas regionais e a disponibilidade de cargas de retorno. Já em São Paulo, os fretes mantiveram estabilidade e tendência à queda em comparativo mensal, com expectativa de que a colheita de soja melhore as cotações.

Adubos e fertilizantes – As importações aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado. Em fevereiro, o Brasil importou 2,38 milhões de toneladas de fertilizantes, o que oferece margem de segurança para o plantio das próximas safras.

A pesquisa analisou as principais rotas de escoamento do país, abrangendo dez estados. O Boletim considera aspectos logísticos do setor agropecuário, posição das exportações, análise do fluxo de cargas e movimentação de estoques da Conab. As análises completas estão no Boletim Logístico – Março/2026.

Fonte: CONAB

FONTE

Autor:https://www.gov.br/conab/pt-br/crescimento-das-exportacoes-de-soja-e-acompanhado-pelo-aumento-de-fretes

Site: CONAB

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Sustentabilidade

‘Com maior potencial de perda, ferrugem asiática é a doença mais severa da soja’, diz pesquisadora da Embrapa

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Foto: Leila Costamilan/ Embrapa Trigo

Considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja, a ferrugem asiática segue avançando nas lavouras brasileiras. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a doença pode provocar perdas de até 90% na produtividade quando não controlada adequadamente, o que reforça a necessidade de manejo preventivo e integrado nas áreas de produção.

De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem, já são 374 ocorrências registradas no Brasil, com maior concentração na região Sul e Centro-Oeste. O estado do Paraná lidera com 156 casos, seguido por Mato Grosso do Sul (70), Rio Grande do Sul (61), Bahia (42) e São Paulo (19). Na sequência aparecem Goiás (8), Mato Grosso (7), Minas Gerais (5), Rondônia (3), Santa Catarina (2) e o Distrito Federal (1).

Segundo Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja, o problema exige atenção constante, especialmente diante do alongamento da janela de plantio. “Hoje a ferrugem não é a principal doença que ocorre nas lavouras, mas ainda continua sendo a doença mais severa da soja, com maior potencial de causar perda”, afirma.

De acordo com a pesquisadora, os primeiros focos da doença costumam surgir na região Sul, principalmente no Paraná, influenciados por fatores climáticos e pelo calendário agrícola de países vizinhos. “Quando a gente observa os dados do consórcio, normalmente a ferrugem começa pelo Paraná, pela região Sul, não só em função do plantio, mas também por causa do Paraguai, que planta antes. O Paraguai começa a plantar já no início de setembro”, explica.

Outro ponto relevante é a sobrevivência do fungo durante o inverno. No Sul, as condições são mais favoráveis à manutenção do inóculo, diferentemente do Cerrado. “No Paraná, como temos chuvas durante o inverno, há maior sobrevivência de esporos de ferrugem em plantas voluntárias, o que mantém o inóculo. Diferente do Cerrado, que é muito seco e não favorece essa sobrevivência”, destaca.

Nesta safra, um dos principais fatores de preocupação é a ampliação da janela de plantio, que aumenta o risco para lavouras semeadas mais tarde. “O que temos observado é que a janela de plantio está se estendendo demais. O principal controle da ferrugem hoje é semear cedo, com material precoce, até para viabilizar a segunda safra de milho. Mas quando você abre essa janela, as lavouras plantadas mais tarde, principalmente em novembro, acabam pegando um inóculo maior vindo das primeiras áreas”, alerta.

Segundo ela, produtores que precisaram replantar, seja por seca ou granizo, devem redobrar os cuidados. “Semeaduras após novembro são muito mais favoráveis para a ocorrência de ferrugem. O produtor que plantou mais tarde precisa ter atenção, porque o risco é maior”, afirma.

O monitoramento das lavouras e das condições climáticas é essencial para o manejo eficiente da doença. “O produtor pode acompanhar as ocorrências pelo site do consórcio de ferrugem ou por aplicativos. Quando surgem os primeiros casos, são emitidos alertas, porque é um fungo que se dissemina pelo vento. A partir do momento em que aparece na região, já existe inóculo”, explica.

Ela reforça que o clima também precisa ser considerado na tomada de decisão. “Não basta só a presença do fungo. É preciso observar o clima. Às vezes está muito seco e não é tão favorável. A doença depende sempre da combinação entre o patógeno, o hospedeiro, que é a soja, e condições climáticas adequadas”, pontua.

Por fim, a pesquisadora destaca que o controle deve ser antecipado, já que a ferrugem apresenta resistência e é difícil de conter após a instalação. “A ferrugem tem bastante resistência hoje. O produtor não pode esperar ela entrar na lavoura para controlar. É fundamental começar com controle preventivo, utilizando produtos eficientes, porque depois que ela se instala é difícil segurar. O objetivo é manter a lavoura limpa para evitar perdas de produtividade”, conclui.

O post ‘Com maior potencial de perda, ferrugem asiática é a doença mais severa da soja’, diz pesquisadora da Embrapa apareceu primeiro em Canal Rural.

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