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16 de maio de 2026

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StoneX faz revisão positiva da safra de soja 26/27, com ajustes em três regiões

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Foto: Pixabay

A estimativa para a safra de soja neste mês de abril da StoneX, empresa global de serviços financeiros, mudou pouco em relação ao mês anterior. A safra brasileira de soja 2025/26 segue com perspectiva de recorde, e agora foi revisada positivamente em 1%, chegando a 179,7 milhões de toneladas. 

Mesmo diante de perdas causadas por eventos climáticos adversos, com maior impacto registrado no Rio Grande do Sul, o desempenho da colheita em outras regiões tem superado as expectativas. O avanço dos trabalhos no campo resultou em ganhos de produtividade, levando a StoneX a elevar a estimativa de rendimento médio nacional para 3,69 toneladas por hectare. 

As maiores revisões ocorreram em estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde as condições de desenvolvimento das lavouras se mostraram mais favoráveis. Com a colheita se aproximando da fase final, a StoneX avalia que os números da safra 2025/26 passam a ficar menos suscetíveis a mudanças relevantes, consolidando a projeção de uma safra recorde de soja no Brasil, ainda que o potencial total tenha sido parcialmente limitado pelo clima. 

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 Milho

No mercado de milho, o relatório de abril trouxe ajuste positivo para a primeira safra 2025/26, cuja produção foi revisada para 27,2 milhões de toneladas, alta de 1,5% frente à estimativa anterior. O crescimento reflete, principalmente, a melhora das expectativas de produtividade em estados do Norte e Nordeste, elevando também o rendimento médio nacional.

Se confirmado, o volume produzido na safra de verão será 6,6% superior ao observado no ciclo anterior, reforçando o papel estratégico da primeira safra no abastecimento interno. No Brasil, o consumo doméstico de milho supera as exportações, tornando a produção colhida no início do ano essencial para atender à demanda até a entrada da safrinha no segundo semestre.

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Por outro lado, a segunda safra de milho teve sua estimativa de produção levemente reduzida em 0,6%, passando para 106 milhões de toneladas. O ajuste decorre, principalmente, da revisão de área plantada em alguns estados, com reduções em São Paulo e Mato Grosso, em função dos atrasos no plantio.

Além das questões de área, o clima permanece como um fator de atenção. Algumas previsões meteorológicas indicam volumes de chuva abaixo da média em abril, o que levou também a uma pequena redução da produtividade esperada no Paraná. A StoneX destaca, no entanto, que as projeções climáticas ainda podem sofrer alterações, e que as próximas semanas serão determinantes para a definição do potencial produtivo da safrinha.

Considerando as três safras de milho, incluindo a terceira safra, estimada em 2,5 milhões de toneladas, a produção total no ciclo 2025/26 foi ajustada de 136 milhões para 135,7 milhões de toneladas.

No balanço de oferta e demanda, a soja teve apenas a produção revisada em abril, enquanto o consumo doméstico foi mantido em 65 milhões de toneladas e as exportações em 112 milhões. Os estoques finais aumentaram para 6,44 milhões de toneladas.

No cenário internacional, o mercado acompanha a relação entre China e Estados Unidos, com expectativa de um encontro entre os presidentes em maio.

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Para o milho, além do pequeno ajuste na produção, a StoneX reduziu a previsão de exportações para 42 milhões de toneladas, refletindo a demanda interna aquecida. Os estoques finais devem permanecer elevados, garantindo o abastecimento até a chegada da safrinha.

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Vigia Mais Saúde: Cuiabá instala botão do pânico para proteger profissionais nas UPAs

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A Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp) lançou nesta sexta-feira (15.5), em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, o programa Vigia Mais Saúde, com o objetivo de oferecer mais segurança e tranquilidade aos profissionais da saúde pública que atuam na Capital.

O sistema foi desenvolvido pela Sesp a partir de tecnologias do programa Vigia Mais MT, com objetivo de acelerar o atendimento de ocorrências contra profissionais da saúde durante o horário de trabalho e contra terceiros, em unidades de saúde do município.

O programa possui um botão do pânico que, quando ativado, emite um alerta automático do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), que fará acionamento da equipe policial mais próxima da unidade sem entrevista prévia.

A expectativa é que o programa reduza entre 40% e 60% o tempo de resposta da Polícia Militar no atendimento de ocorrências em unidades de saúde do município.

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A secretária de Segurança Pública, coronel PM Susane Tamanho, destacou o uso eficiente dos recursos públicos, fortalecendo as ações de segurança realizadas pelo Estado sem ampliar as despesas da secretaria.

“O Vigia Mais Saúde é um exemplo de boas práticas da Segurança, uma solução com custo zero para o Estado. Estamos fazendo mais com menos, criando soluções mais eficientes sem uso de recursos públicos e garantindo a melhoria da qualidade do serviço de segurança prestado à população mato-grossense, seguindo o planejamento do governador Otaviano Pivetta”. O prefeito Abílio Brunini reforçou a importância do programa, criado para prevenir crimes contra profissionais de saúde e pessoas que buscam atendimento nas unidades de saúde de Cuiabá.

“A ferramenta oferece comunicação direta entre os profissionais da saúde e a polícia, age de forma preventiva contra crimes e protege funcionários para que possam trabalhar de forma segura e tranquila, melhorando a qualidade de atendimento aos pacientes”, destacou.

O botão do pânico pode ser ativado em casos de agressão física ou verbal, além de crimes contra o patrimônio registrados no interior da unidade de saúde.

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Até o momento, foram cadastrados 106 profissionais da saúde que atuam em unidades de pronto atendimento.  Os profissionais que terão acesso ao mecanismo são médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais que atuam nas unidades de saúde do município.

Com Assessoria 

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Jovem de 19 anos é preso após estrangular e agredir namorada de 17 em Várzea Grande

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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa sexta-feira (15.5), um homem, de 19 anos, pelo crime de lesão corporal qualificada contra a companheira adolescente, de 17 anos, em Várzea Grande.

A adolescente compareceu à Delegacia da Mulher e Vulneráveis 24 Horas de Várzea Grande no fim da tarde dessa sexta-feira apresentando lesões próximas à costela direita, marcas no pescoço, decorrentes de estrangulamento, e relatando ter sofrido tapas na cabeça.

Ela relatava, ainda, que o companheiro a impedia de frequentar a escola, demonstrava ciúmes excessivo e não aceitava que ela colocasse fim ao relacionamento.

Diante do relato e confecção do boletim de ocorrência, a equipe do Plantão localizou o suspeito em frente à residência do casal, em uma distribuidora no bairro Capão Grande, onde ele recebeu voz de prisão em flagrante, e o conduziu para a delegacia.

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A vítima solicitou medidas protetivas de urgência.

Com Assessoria 

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Artesão indígena de MT fatura R$ 68 mil em um único dia na Bienal do Ibirapuera

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Bancos de madeira esculpidos por Peti Waura conquistam arquitetos e decoradores no Salão do Artesanato em SP

O artesanato indígena de Mato Grosso se tornou um dos destaques da 22ª edição do Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, realizado no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, em São Paulo, de 13 a 17 de maio. Em apenas um dia de evento, bancos esculpidos em madeira produzidos pelo artesão indígena Peti Waura movimentaram R$ 68 mil em vendas e encomendas durante uma rodada voltada a arquitetos, decoradores e lojistas de várias regiões do país.Mato Grosso participa da feira em dois espaços distintos dentro do evento, um no estande institucional dos Estados brasileiros, com apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), e outro do Sebrae/MT, que acompanha os artesãos durante toda a programação. A delegação mato-grossense reúne 11 artesãos individuais, associações e núcleos produtivos de municípios como Cuiabá, Tangará da Serra, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Santo Antônio de Leverger, Gaúcha do Norte e Paranatinga.Além das esculturas indígenas, o Estado levou ao evento peças em cerâmica, sementes, madeira, reciclagem e outras tipologias que representam diferentes regiões e culturas mato-grossenses. Segundo a coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Josafa Sampaio, a participação no salão é estratégica para ampliar mercado, fortalecer comunidades e mostrar o potencial econômico do artesanato produzido no Estado.Ela explica que a presença de Mato Grosso em um dos maiores eventos do segmento no país também demonstra como o artesanato tem se transformado em oportunidade de negócios para comunidades indígenas e pequenos produtores do interior.“O artesanato indígena tem uma aceitação enorme. Ontem, um dos nossos artesãos vendeu sozinho R$ 68 mil em bancos diretamente da aldeia dele para arquitetos e lojistas. Isso mostra a força do artesanato mato-grossense e como essas comunidades conseguem transformar cultura em renda e empreendedorismo”, afirmou.Lourdes também destacou que o apoio do Governo do Estado é fundamental para garantir que os artesãos consigam participar de feiras nacionais, já que os custos logísticos dificultariam a presença sem suporte institucional.Segundo ela, o Governo Federal disponibiliza os espaços expositivos, mas cabe aos Estados oferecer estrutura, transporte e apoio operacional para que os artesãos consigam levar seus produtos até os grandes centros consumidores.“Sem o apoio do Governo do Estado muitos deles jamais conseguiriam estar aqui. São comunidades indígenas e artesãos de municípios distantes, que precisam dessa estrutura para apresentar seus produtos e fazer negócios em um evento nacional como esse”, ressaltou.Morador da Aldeia Álamo, em Paranatinga, Peti Waura trabalha há mais de 20 anos com esculturas em madeira. Cada banco produzido leva cerca de uma semana para ficar pronto e pode custar entre R$ 800 e R$ 5 mil. O artesão conta que começou a esculpir ainda na infância e hoje já ensina o filho a continuar o trabalho artesanal da família.A participação na feira em São Paulo, segundo ele, representa não apenas oportunidade de venda, mas também reconhecimento do trabalho produzido dentro da aldeia.“Desde criança eu trabalho esculpindo madeira. Hoje fico muito feliz vendo minhas peças sendo valorizadas aqui. Tem muitos clientes, arquitetos e decoradores comprando meu trabalho”, relatou.

A ceramista Valéria Menezes participa pela primeira vez da feira em São Paulo e também comemora os resultados obtidos durante o evento. Há 19 anos trabalhando com cerâmica, ela afirma que a presença em feiras nacionais é essencial para ampliar a visibilidade do trabalho artesanal mato-grossense.Para a artesã, o apoio institucional faz diferença justamente porque permite que os produtos cheguem a novos públicos e mercados consumidores.“Esse incentivo é muito importante porque não tem como o cliente conhecer nosso trabalho sem mostrar. Estar aqui está sendo muito importante para mim. Estou vendendo bem e sendo muito elogiada”, disse.O Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras reúne mais de 700 artesãos de 26 Estados e do Distrito Federal. A expectativa da organização é superar os R$ 4,7 milhões em negócios registrados na edição anterior.

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