O mercado brasileiro de soja teve um dia travado, marcado pela queda nos principais formadores de preços, como Chicago e o dólar. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, os prêmios oscilaram entre estáveis e mais altos, mas sem impacto relevante nas negociações. De maneira geral, houve recuo nas cotações no mercado físico, o que afastou o produtor e reduziu sua participação nas vendas.
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Com isso, o ritmo de negócios foi bastante lento, ocorrendo apenas de forma pontual, com operações realizadas conforme a necessidade imediata. Nos portos, as ofertas ficaram mais firmes para maio, enquanto abril apresenta uma janela mais restrita, com pouco espaço disponível diante dos volumes já programados para embarque.
Preços de soja no Brasil:
Passo Fundo (RS): desceu de R$ 124,50 para R$ 124,00
Santa Rosa (RS): desceu de R$ 125,50 para R$ 125,00
Cascavel (PR): desceu de R$ 120,00 para R$ 119,00
Rondonópolis (MT): desceu de R$ 112,00 para R$ 108,00
Dourados (MS): desceu de R$ 113,00 para R$ 112,00
Rio Verde (GO): manteve em R$ 109,00
Paranaguá (PR): desceu de R$ 130,00 para R$ 129,00
Rio Grande (RS): desceu de R$ 130,50 para R$ 130,00
Soja em Chicago
No cenário internacional, os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Chicago, pressionados principalmente pela queda do óleo, que acompanhou o recuo do petróleo.
O mercado também reagiu ao ambiente financeiro global, com investidores atentos ao desenrolar do conflito no Oriente Médio e à possibilidade de redução das tensões. Declarações do presidente dos Estados Unidos sobre um possível fim próximo do conflito influenciaram o sentimento do mercado, embora tenham sido contestadas por autoridades iranianas.
Câmbio
No câmbio, o dólar também recuou, encerrando a sessão em queda de 0,43%, cotado a R$ 5,1576, o que contribuiu para pressionar ainda mais os preços no mercado interno.
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Ministro determinou a ampliação do horário de votação em todo o país; em Cuiabá, algumas seções já haviam encerrado as atividades
A decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de ampliar o horário de votação neste domingo (25), após problemas no transporte público da Bahia, também gerou dúvidas em Cuiabá. Com a determinação, o encerramento da votação passou para as 18h no horário de Mato Grosso, equivalente às 19h de Brasília.
Entretanto, algumas seções eleitorais da capital mato-grossense já haviam encerrado suas atividades antes da decisão. Ao O LIVRE, o mesário Murilo Macedo confirmou que a seção em que trabalhou concluiu a votação dentro do horário inicialmente previsto e, por isso, não foi afetada pela mudança.
O mesário também lamentou as divergências envolvendo o processo eleitoral. Segundo ele, a sucessão de decisões e controvérsias pode contribuir para o descrédito do processo democrático, independentemente do resultado das urnas.
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A medida foi adotada para garantir o direito ao voto de eleitores prejudicados por dificuldades de transporte na Bahia. No entanto, ainda há dúvidas sobre a aplicação da determinação nas seções que já haviam encerrado suas atividades antes da ampliação do horário.
Candidato do PL aparece com 50,04% dos votos válidos, contra 49,96% do petista; apuração segue em andamento
Flávio Bolsonaro (PL) ultrapassou Lula (PT) na apuração do segundo turno da eleição presidencial neste domingo (25). Com 14,83% das seções eleitorais totalizadas, o candidato do PL somava 9.256.055 votos, equivalentes a 50,04% dos votos válidos.
Lula aparecia com 9.241.668 votos, ou 49,96%. A diferença entre os dois candidatos era de 14.387 votos naquele momento.
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Os números constam na atualização das 19h46min43s exibida no painel de resultados enviado à reportagem. Das 499.248 seções eleitorais, 74.024 haviam sido totalizadas. A apuração permanecia em andamento, sem definição do vencedor.
Informações recebidas pelo O LIVRE apontam extensão do horário nas seções 446 e 447; em outras escolas da Capital, votação já havia terminado às 16h.
A prorrogação do horário de votação determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve situações distintas em Cuiabá neste domingo (25). Segundo relatos recebidos pelo O LIVRE, algumas seções, entre elas a 446 e a 447, tiveram o horário estendido, enquanto outras já haviam encerrado as atividades às 16h.
As informações sobre essas duas seções ainda precisam de confirmação oficial quanto ao horário efetivamente cumprido e às orientações recebidas pelos mesários. Os relatos, porém, indicam que o encerramento não ocorreu de maneira uniforme em todos os locais da Capital.
Entretanto, na maioria das escolas, a votação já havia terminado. Na Escola Estadual Antônio Epaminondas, no bairro Lixeira, as urnas permaneciam nas salas, e mesários e fiscais aguardavam orientações do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).
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Já na Escola Municipal Maria da Glória de Souza, no bairro Baú, os equipamentos estavam lacrados e eram recolhidos. No local, a reportagem foi informada de que a votação havia sido finalizada.
A decisão de Zanin estabeleceu o encerramento às 19h de Brasília, equivalente às 18h em Cuiabá, após reclamações sobre problemas no transporte público na Bahia. Ainda falta uma confirmação oficial sobre quais seções da Capital tiveram o atendimento ampliado e como a determinação foi aplicada em cada unidade.