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Sustentabilidade

Algodão em NY volta a subir com dólar fraco frente a outras moedas – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) para o algodão fechou com preços mais altos nesta quarta-feira.

As cotações voltaram a subir com o mercado superando a linha de 70 centavos de dólar por libra-peso para maio, tendo atingido na sessão anterior os patamares mais elevados em dez meses. A baixa do dólar contra outras moedas foi o aspecto altista do dia.

A pluma teve perdas em boa parte do dia refletindo a queda do petróleo e dos grãos na Bolsa de Chicago. Mas, encontrou boa recuperação e suporte acima de 70 centavos.

Os contratos com entrega em maio/2026 fecharam o dia a 70,76 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,76 centavo, ou de 1,1%. Julho/2026 fechou a 72,94 centavos, elevação de 0,81 centavo, ou de 1,1%.

Fonte: Safras News



 

FONTE

Autor:Lessandro Carvalho – lessandro@safras.com.br

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Novidades em trigo na TecnoShow Comigo – MAIS SOJA

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A cultivar de trigo BRS Savana é o último lançamento da Embrapa Trigo para a triticultura tropical. A apresentação da cultivar será na vitrine de tecnologias da Embrapa na TecnoShow Comigo, realizada de 06 a 10 abril, em Rio Verde, GO.

O trigo de sequeiro BRS Savana (BRS TR135) é a primeira cultivar da Embrapa a apresentar o segmento cromossômico 2NS, o qual confere resistência parcial à brusone na espiga, causada pelo fungo Pyricularia oryzae, que é a principal doença do trigo que ocorre no Cerrado. A cultivar também se destaca na qualidade de farinha para a panificação, sendo classificada como trigo pão, com força de glúten de 302 e estabilidade de 13 minutos. A média de rendimentos é de 83 sacos por hectare, com indicação de cultivo nos estados de MG, GO, DF, SP, MT, MS e BA.

O nome BRS Savana faz referência ao ambiente da Savana africana, com clima quente e duas estações (seca e chuvosa), semelhante ao bioma do Cerrado brasileiro.

Durante a TecnoShow Comigo, a Embrapa irá apresentar tecnologias para incrementar o processo produtivo de culturas como arroz, feijão, soja e trigo, assim como inovações em sistemas integrados de produção e Zoneamento de Risco Climático (Zarc Níveis de Manejo). Confira os detalhes sobre a participação da Embrapa na TecnoShow acessando o site https://www.embrapa.br/tecnoshow.

A solenidade de lançamento das tecnologias da Embrapa será realizada no dia 7 de abril, com destaque para o lançamento da cultivar de soja convencional BRS 579, desenvolvida em parceria com a Caramuru Alimentos, e o curso online sobre manejo do capim-pé-de-galinha, disponibilizado na plataforma e-Campo da Embrapa.

A Embrapa estará presente na feira por meio de seis unidades de pesquisa: Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Cerrados, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Soja e Embrapa Trigo.

Fonte: Embrapa



 

FONTE

Autor:Joseani Mesquita Antunes (MTb 9693/RS)

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

‘Com maior potencial de perda, ferrugem asiática é a doença mais severa da soja’, diz pesquisadora da Embrapa

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Foto: Leila Costamilan/ Embrapa Trigo

Considerada uma das doenças mais agressivas da cultura da soja, a ferrugem asiática segue avançando nas lavouras brasileiras. Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a doença pode provocar perdas de até 90% na produtividade quando não controlada adequadamente, o que reforça a necessidade de manejo preventivo e integrado nas áreas de produção.

De acordo com dados do Consórcio Antiferrugem, já são 374 ocorrências registradas no Brasil, com maior concentração na região Sul e Centro-Oeste. O estado do Paraná lidera com 156 casos, seguido por Mato Grosso do Sul (70), Rio Grande do Sul (61), Bahia (42) e São Paulo (19). Na sequência aparecem Goiás (8), Mato Grosso (7), Minas Gerais (5), Rondônia (3), Santa Catarina (2) e o Distrito Federal (1).

Segundo Cláudia Godoy, pesquisadora da Embrapa Soja, o problema exige atenção constante, especialmente diante do alongamento da janela de plantio. “Hoje a ferrugem não é a principal doença que ocorre nas lavouras, mas ainda continua sendo a doença mais severa da soja, com maior potencial de causar perda”, afirma.

De acordo com a pesquisadora, os primeiros focos da doença costumam surgir na região Sul, principalmente no Paraná, influenciados por fatores climáticos e pelo calendário agrícola de países vizinhos. “Quando a gente observa os dados do consórcio, normalmente a ferrugem começa pelo Paraná, pela região Sul, não só em função do plantio, mas também por causa do Paraguai, que planta antes. O Paraguai começa a plantar já no início de setembro”, explica.

Outro ponto relevante é a sobrevivência do fungo durante o inverno. No Sul, as condições são mais favoráveis à manutenção do inóculo, diferentemente do Cerrado. “No Paraná, como temos chuvas durante o inverno, há maior sobrevivência de esporos de ferrugem em plantas voluntárias, o que mantém o inóculo. Diferente do Cerrado, que é muito seco e não favorece essa sobrevivência”, destaca.

Nesta safra, um dos principais fatores de preocupação é a ampliação da janela de plantio, que aumenta o risco para lavouras semeadas mais tarde. “O que temos observado é que a janela de plantio está se estendendo demais. O principal controle da ferrugem hoje é semear cedo, com material precoce, até para viabilizar a segunda safra de milho. Mas quando você abre essa janela, as lavouras plantadas mais tarde, principalmente em novembro, acabam pegando um inóculo maior vindo das primeiras áreas”, alerta.

Segundo ela, produtores que precisaram replantar, seja por seca ou granizo, devem redobrar os cuidados. “Semeaduras após novembro são muito mais favoráveis para a ocorrência de ferrugem. O produtor que plantou mais tarde precisa ter atenção, porque o risco é maior”, afirma.

O monitoramento das lavouras e das condições climáticas é essencial para o manejo eficiente da doença. “O produtor pode acompanhar as ocorrências pelo site do consórcio de ferrugem ou por aplicativos. Quando surgem os primeiros casos, são emitidos alertas, porque é um fungo que se dissemina pelo vento. A partir do momento em que aparece na região, já existe inóculo”, explica.

Ela reforça que o clima também precisa ser considerado na tomada de decisão. “Não basta só a presença do fungo. É preciso observar o clima. Às vezes está muito seco e não é tão favorável. A doença depende sempre da combinação entre o patógeno, o hospedeiro, que é a soja, e condições climáticas adequadas”, pontua.

Por fim, a pesquisadora destaca que o controle deve ser antecipado, já que a ferrugem apresenta resistência e é difícil de conter após a instalação. “A ferrugem tem bastante resistência hoje. O produtor não pode esperar ela entrar na lavoura para controlar. É fundamental começar com controle preventivo, utilizando produtos eficientes, porque depois que ela se instala é difícil segurar. O objetivo é manter a lavoura limpa para evitar perdas de produtividade”, conclui.

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Sustentabilidade

Chicago fecha com baixa de 3% em trigo, pressionado por realização de lucros e geopolítica – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta quarta-feira (1o) em forte baixa, com perdas superiores a 3%, pressionada por um movimento de realização de lucros. O mercado devolveu parte dos ganhos acumulados no pregão anterior, ao longo do mês de março e também no primeiro trimestre de 2026, período em que os preços haviam avançado mais de 14%.

Além disso, o cenário geopolítico também pesou sobre as cotações. Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito com o Irã pode estar próximo do fim aumentaram as expectativas de desescalada no Oriente Médio. O movimento também foi acompanhado pela queda nos preços do petróleo e do dólar.

Os contratos com entrega em maio fecharam cotados a US$ 5,97 1/2 por bushel, queda de 18,75 centavos, ou 3,04%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em julho encerraram a US$ 6,08 3/4 por bushel, com baixa de 17,75 centavos, ou  2,83%.

Fonte: Safras News



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br

Site: Agência Safras

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