Connect with us

Sustentabilidade

Produção agrícola nacional posiciona o Brasil entre os principais produtores e exportadores de alimentos do mundo – MAIS SOJA

Published

on


Brasil consolidou-se como um dos principais produtores e exportadores de alimentos, sendo capaz de abastecer o mercado interno e, ao mesmo tempo, contribuir para a segurança alimentar mundial. Nesta sexta-feira (20), celebra-se o Dia Mundial da Agricultura, setor primordial para a sociedade e sob responsabilidade, em parte, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

“O Brasil reúne capacidade produtiva, inovação e sustentabilidade para seguir como um dos principais fornecedores de alimentos do mundo, contribuindo de forma decisiva para a segurança alimentar global. Nosso compromisso é produzir mais, com qualidade e responsabilidade ambiental, ampliando o acesso a alimentos e fortalecendo nossa presença nos mercados internacionais”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

A agricultura brasileira desempenha papel estratégico na segurança alimentar global, posicionando o país como um dos principais fornecedores de alimentos, fibras e energia renovável do mundo. Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), em 2025, o agronegócio brasileiro alcançou US$ 169,2 bilhões em exportações. O setor respondeu por 48,5% de tudo o que o país exportou no período. Entre os produtos brasileiros de maior impacto no mercado global estão soja, milho, açúcar, algodão e suco de laranja. Em várias dessas cadeias, o Brasil ocupa posição de liderança.

A Secretaria de Política Agrícola (SPA) informa que a produção brasileira de grãos na safra 2025/26 está estimada em 353,4 milhões de toneladas, um recorde histórico. Dessa forma, o Brasil exerce papel relevante no abastecimento e na segurança alimentar mundial, atendendo cerca de 10% da população nos cinco continentes, conforme dados da SPA. Por exemplo, o país é o maior produtor e exportador de café, com exportações anuais de cerca de 40 milhões de sacas, o que representa aproximadamente 35% do consumo mundial.

Estudos e pesquisas realizados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) contribuíram para o desenvolvimento de uma agricultura tropical com alta produtividade, competitividade e sustentabilidade, que hoje se destaca pela eficiência.

O Mapa atua na condução e no fomento de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção agrícola nacional, por meio da promoção de um ambiente regulatório estável, do incentivo à inovação e da ampliação do acesso a mercados. Entre os principais instrumentos, destacam-se as ações de defesa agropecuária, que asseguram a sanidade e a qualidade dos produtos, e os programas de apoio à comercialização, especialmente no âmbito da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), cujas diretrizes são coordenadas, elaboradas, acompanhadas e avaliadas para garantir a segurança alimentar e a comercialização dos produtos agropecuários.

Destacam-se também os mecanismos de financiamento da estocagem e da armazenagem, a venda de estoques públicos e a equalização de preços, com o objetivo de assegurar o abastecimento; o estímulo à abertura de novos mercados internacionais; a promoção de práticas e sistemas sustentáveis de produção, com baixa emissão de carbono e alta conservação dos recursos naturais; e o crédito rural. No Plano Safra 2025/2026, foram destinados R$ 516 bilhões ao setor agropecuário.

O trabalho do sistema de defesa agropecuária garante alimentos seguros e de qualidade, atuando de forma integrada na prevenção, no controle e na fiscalização de pragas, doenças e resíduos ao longo de toda a cadeia produtiva. Esse trabalho protege a saúde dos consumidores e das lavouras e fortalece a confiança nos produtos brasileiros, tanto no mercado interno quanto no comércio internacional.

As políticas públicas e os programas nacionais, sob coordenação da Secretaria de Defesa Agropecuária, sustentam esse processo ao estabelecer padrões rigorosos de qualidade e promover a fiscalização contínua, combatendo fraudes e a clandestinidade. A rastreabilidade, o monitoramento e o controle de resíduos e contaminantes garantem a inocuidade dos alimentos e estimulam a adoção de boas práticas ao longo da produção, especialmente nos produtos de origem vegetal.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

Continue Reading

Sustentabilidade

Colheita de soja em MT se aproxima do fim e ultrapassa 99%

Published

on


Foto: divulgação

A colheita da safra de soja 2025/26 no Mato Grosso atingiu 99,06% da área cultivada até o dia 20 de março, conforme boletim do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

O avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 96,42%, indica a reta final dos trabalhos no principal estado produtor do país.

Na comparação anual, o ritmo está levemente abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando a colheita alcançava 99,48% da área. Ainda assim, os números mostram que os trabalhos seguem praticamente concluídos no estado.

O post Colheita de soja em MT se aproxima do fim e ultrapassa 99% apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Potencial de Produtividade da soja nos Estados Unidos – MAIS SOJA

Published

on


Os Estados Unidos da América (EUA) possuem uma das maiores áreas de produção agrícola do mundo, com aproximadamente 97 milhões de hectares cultivados, nesse contexto, a soja se destaca ocupando 35% dessa área cultivada, colocando o país como o segundo maior produtor mundial de soja, atrás apenas do Brasil. Os principais estados produtores de soja nos EUA são Illinois, Iowa, Minnesota, Indiana e Nebraska, juntos são responsáveis por 52% da produção nacional. Esses estados estão localizados na região conhecida como “Corn Belt” ou na tradução “Cinturão do Milho” (Figura 1A), onde o sistema predominante baseia-se na rotação entre soja e milho, iniciando em abril com a soja e finalizando com a colheita de milho em outubro.

O potencial de produtividade da soja nos Estados Unidos foi estimado pelo Global Yield Gap Atlas (GYGA), onde os maiores valores médios de Potencial de produtividade irrigado (PI), são observados em Illinois (IL) (6,5 t ha-1), Kansas (KS) (6,3 t ha-1), Indiana (IN) (6,1 t ha-1), Missouri (MO) (6,1 t ha-1) e Nebraska (NE) (6,0 t ha-1) (Figura 1B). Por outro lado, o potencial de produtividade de sequeiro (PS) é maior nos estados do leste em comparação ao oeste (Figura 1C). Esse fenômeno é explicado pelo gradiente de chuvas do país e pela presença de solos profundos, férteis e ricos em matéria orgânica em estados como IN, IL, Iowa (IA) e Ohio (OH). Essas características favorecem o crescimento radicular e garantem um bom desempenho em condições de sequeiro. Em contraste, os menores valores de PS ocorrem no KS e na Dakota do Sul (SD), que, apesar de pertencerem ao Corn Belt, apresentam menor volume de chuvas durante o ciclo da cultura, limitando o potencial produtivo.



A produtividade média (de 2009 a 2018) (PM) da soja varia significativamente entre os locais avaliados nos EUA. O maior valor é registrado em Bondville/IL, de 3,9 t ha-1, enquanto o menor foi observado em Silverlake/KS, de 2,1 t ha-1. Os maiores valores de PM concentram-se nos estados de Illinois (IL) (3,7 t ha-1), Iowa (IA) (3,5 t ha-1) e Indiana (IN) (3,4 t ha-1). Por outro lado, os menores valores médios são encontrados em Dakota do Sul (SD) (2,4 t ha-1) e Kansas (KS) (2,5 t ha-1) (Figura 1D). Essa distribuição evidencia uma correlação direta entre a produtividade média (PM) observada e o potencial de produtividade de sequeiro (PS). Os estados com maior PM também apresentaram os maiores valores de PS, indicando que esses ambientes oferecem condições mais favoráveis ao desenvolvimento da cultura, especialmente em termos de disponibilidade hídrica ao longo do ciclo da soja.

Figura 1. Área de colheita de soja nos Estados Unidos (ha) e distribuição dos locais avaliados no estudo dos potenciais e das lacunas de produtividade da soja (as siglas identificam cada local) (A). potencial de produtividade irrigado (t ha-1) (B), potencial de produtividade de sequeiro (t ha-1) (C), produtividade média da soja (t ha-1) (D). Os valores de PI e PS apresentados para cada região refletem a média das simulações de 13 anos (2006 – 2018) e o valor de PM apresentado para cada região é a média de 10 anos entre 2009 e 2018.

Fonte: Equipe Field Crops

Referências: 

WINCK, J.E.M et al. Ecofisiologia da soja visando altas produtividades. 3era Edição, 2025.

GLOBAL YIELD GAP ATLAS – GYGA – www.yieldgap.org

Continue Reading

Sustentabilidade

Defina seus favoritos ao Prêmio Personagem Soja Brasil: saiba como votar!

Published

on


Imagem gerada por IA

Se você quer fazer parte dessa decisão, agora é a hora de decidir: a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26 já está aberta! Participar é muito simples: basta acessar o link da votação e escolher seu produtor e pesquisador favoritos. Os candidatos são profissionais que fazem a diferença na cadeia da soja no país.

Confira os indicados:

Pesquisadores

Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.

Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.

Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.

Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.

Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.

Na Embrapa, acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.

Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.

Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.

Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Produtores

João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.

A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.

Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.

Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.

Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.

A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.

Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.

Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.

Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.

Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.

Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.

Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.

A votação para escolher o Personagem Soja Brasil da safra 2025/26 vai até o dia 10 de abril. Participe!

O post Defina seus favoritos ao Prêmio Personagem Soja Brasil: saiba como votar! apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro MT