Connect with us

Sustentabilidade

Chicago fecha no vermelho no trigo, pressionada por ampla oferta global – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (17) em baixa, refletindo o cenário de ampla oferta global. Este foi o segundo pregão consecutivo de perdas, com o mercado mantendo o viés negativo ao longo do dia diante da elevada disponibilidade entre os principais exportadores.

Por outro lado, as preocupações com o clima nas Planícies dos Estados Unidos ofereceram algum suporte às cotações. As condições mais secas e a deterioração das lavouras de trigo de inverno em estados como Kansas, Oklahoma e Texas oferecem suporte às cotações.

Os contratos com entrega em maio fecharam cotados a US$ 5,89 3/4 por bushel, baixa de 7,50 centavos, ou 1,25%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em julho encerraram a US$ 6,00 3/4 por bushel, queda de 7,00 centavos, ou 1,15%.

Fonte: Safras News



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

Continue Reading

Sustentabilidade

Conflito no Oriente Médio pode pressionar custos do agro brasileiro, alerta CNA – MAIS SOJA

Published

on


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na terça (17), da reunião semanal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília, que discutiu os impactos do conflito no Oriente Médio sobre o agro brasileiro.

O diretor técnico da entidade, Bruno Lucchi, e a diretora de Relações Internacionais, Sueme Mori, acompanharam os debates.

Em sua apresentação, Lucchi destacou que a escalada das tensões na região, especialmente envolvendo áreas estratégicas como o Estreito de Ormuz, pode gerar efeitos relevantes sobre custos de produção, logística e preços de insumos no Brasil.

A região concentra cerca de 20% do comércio global de petróleo e gás natural, além de responder por até 35% do comércio mundial de amônia e ureia e 30% dos fertilizantes comercializados no mundo.

Segundo o diretor, eventuais interrupções no fluxo marítimo na região tendem a impactar diretamente o mercado global, elevando custos de frete, seguro e operações logísticas. “Isso pode resultar em aumento no custo de chegada de insumos essenciais para o agro brasileiro, especialmente fertilizantes”, alertou.

O Brasil importa cerca de 12% dos fertilizantes do Oriente Médio, sendo que 35% da ureia utilizada no país tem origem na região.

Neste contexto, Lucchi pontuou que o mercado já sente os efeitos do conflito, com alta dos preços da ureia entre 30% e 35% desde o início do conflito. No caso do petróleo, os preços internacionais registraram alta de até 51%, pressionando também os custos de combustíveis como o diesel.

Lucchi disse, ainda, que alertou que o conflito tende a aumentar a volatilidade nos mercados, afetando preços, contratos futuros e câmbio. “Esse cenário dificulta o planejamento do produtor rural e pode comprometer decisões de compra de insumos”.

Medidas e propostas – O diretor falou sobre as propostas da CNA apresentadas na reunião, voltadas para a redução de tributos sobre o diesel, medidas de fiscalização para evitar abusos de preços, o aumento da mistura do biodiesel ao diesel (15% para 17%), aprovação de políticas para estimular a produção nacional de fertilizantes, e a redução da alíquota do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM).

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:CNA

Site: CNA

Continue Reading

Sustentabilidade

O Plano Clima tem direção, mas será que o dinheiro chega?

Published

on


Solo saudável: a chave para aumentar a produtividade e mitigar o impacto climático. Foto: Divulgação.

Vou ser direto: o Brasil está olhando na direção certa. O chamado Plano Clima parte de uma premissa que, para mim, é inquestionável. O mundo está mudando, a pressão por produção com menor impacto ambiental só aumenta, e quem conseguir entregar isso com escala vai sair na frente.

E poucos países têm as condições que o Brasil tem.

Nós temos terra, tecnologia tropical, uma matriz energética mais limpa que a média mundial e, principalmente, um agronegócio que já vem fazendo, há anos, uma transição silenciosa. Recuperação de pastagens, plantio direto, integração lavoura-pecuária-floresta… isso não é teoria, isso já acontece no campo.

Por isso, quando se fala em economia de baixo carbono, eu não vejo isso como ameaça ao agro. Vejo como oportunidade.

Agora, dito isso, vem a parte que realmente importa.

O governo fala em algo próximo de R$ 160 bilhões para financiar essa transição. É um número grande, chama atenção, gera expectativa. Mas quem está no campo, e eu converso com produtor todos os dias, sabe que o problema nunca foi o anúncio.

O problema é sempre o mesmo: o dinheiro chega?

Porque não adianta ter linha “verde” com exigência impossível, taxa pouco atrativa ou uma burocracia que trava tudo. No papel, o recurso existe. Na prática, muitas vezes ele não se transforma em investimento dentro da porteira.

O Plano Clima acerta ao colocar o agro no centro da solução. Porque, goste-se ou não, é no campo que está uma das maiores oportunidades de o Brasil combinar produção e captura de carbono.

Eu vejo o Plano Clima como um avanço. A direção está correta. Esse dinheiro vai chegar na ponta, de forma viável, para quem produz?

Se chegar, o Brasil assume a liderança global. Se não chegar, virá mais uma promessa que o campo aprende a ignorar.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

O post O Plano Clima tem direção, mas será que o dinheiro chega? apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Sustentabilidade

Fávaro nega flexibilização nas regras de inspeção da soja e afirma que negociará com a China

Published

on


Foto: Agência Brasil

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou nesta terça-feira (17) que o governo brasileiro irá negociar os requisitos de inspeção e segurança da soja destinada à China, após reclamações de autoridades e compradores do país asiático.

Segundo informações da Reuters, Fávaro negou que o Brasil tenha flexibilizado as regras de inspeção nos últimos dias. Ele rebateu reportagens que apontavam mudanças para facilitar as exportações.

O ministro confirmou que o país recebeu notificações após a identificação de sementes de plantas daninhas em algumas cargas. Diante disso, as inspeções foram, inclusive, intensificadas.

“Não houve qualquer alteração nas regras. Temos obrigação legal de inspecionar”, afirmou Fávaro.

Ele acrescentou que embarcações com inspeções pendentes só receberão certificação se atenderem aos padrões exigidos pela China, maior importadora mundial de soja. “Se tivesse havido flexibilização, os navios já estariam navegando”, disse.

Autoridades vão à China para negociar protocolo

Fávaro informou que o Brasil enviará dois representantes do ministério à China na próxima semana: Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais, e Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária.

A missão terá como objetivo propor um novo protocolo sanitário que atenda às exigências chinesas, preserve a capacidade operacional da indústria brasileira e reduza riscos.

O ministro ressaltou que a situação não configura embargo. “Se a China quisesse suspender as compras, já teria suspendido. Não é esse o caso”, afirmou.

Inspeções mais rígidas afetam ritmo de embarques

Na semana passada, a Reuters informou que o Ministério da Agricultura intensificou a fiscalização após recorrentes apontamentos de resíduos de pesticidas e fungicidas em cargas brasileiras.

Segundo tradings, o aumento do rigor tem desacelerado os embarques em pleno pico da safra de exportação, elevando custos logísticos.

A demora na emissão de certificados tem mantido navios parados nos portos por mais tempo, gerando despesas adicionais, como multas. A Cargill chegou a suspender temporariamente os embarques de soja do Brasil para a China na semana passada.

Apesar disso, o cronograma de exportações segue relativamente estável. De acordo com a Anec, os embarques de março estão estimados em 16,32 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo da previsão anterior, de 16,47 milhões.

O post Fávaro nega flexibilização nas regras de inspeção da soja e afirma que negociará com a China apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement

Agro MT