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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Com valorizações externas e do dólar, preços reagem no BR – MAIS SOJA

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Influenciados pelas valorizações no mercado externo e pela alta do dólar frente ao Real, vendedores brasileiros estão mais firmes nos preços pedidos pelo trigo no mercado spot nacional. Do lado da demanda, parte dos compradores voltou às negociações para recompor estoques. Nesse cenário, as cotações do cereal reagiram na semana passada nas principais regiões acompanhadas pelo Cepea. De acordo com pesquisadores do Cepea, no mercado externo, os futuros do trigo seguem em alta, influenciados sobretudo por preocupações climáticas nos Estados Unidos.

Dados do Monitor de Seca indicam que, até 10 de março, 55% da produção de trigo de inverno estava sob algum nível de estiagem, percentual bem acima dos 27% registrados no mesmo período do ano passado. Esse cenário tende a manter os preços internacionais firmes. Além disso, o mercado permanece atento às tensões geopolíticas no Oriente Médio, que podem elevar os custos dos insumos, principalmente dos fertilizantes.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Milho 1ª e 2ª safra avançam com impactos do clima nas principais regiões – MAIS SOJA

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Milho 1ª Safra

Em MG, a colheita já ocorre em todo o estado. No RS, a colheita das áreas semeadas no início da janela de cultivo foi encerrada e agora evolui lentamente. Na BA, as lavouras do Oeste apresentam bom rendimento, enquanto as do Centro-Norte e Sul apresentam condição regular, devido à irregularidade das chuvas.

No MA e PI, as chuvas frequentes favorecem o desenvolvimento do cereal. No PR, as chuvas ocorridas, em muitos municípios, reduziram a velocidade da colheita. Em SC, a colheita avançou nas regiões Oeste e Meio-Oeste, com boas produtividades sendo obtidas.
No PA, as lavouras apresentam ótimo desenvolvimento.

Milho 2ª Safra

Em MT, o plantio se aproxima do fim e as lavouras são favorecidas pelas boas condições climáticas. No PR, em algumas áreas do Oeste, Noroeste e Campos Gerais, o desenvolvimento da cultura têm sido afetado devido à baixa disponibilidade hídrica. Em MS, as chuvas ocorridas paralisaram o plantio em algumas regiões.

Em GO, apesar do fim da janela ideal de cultivo, o plantio segue no estado, devendo se prolongar. Em MG, o plantio avançou e, apesar do clima chuvoso, a incidência de cigarrinha
nas lavouras aumentou. No TO, o atraso na colheita da soja, devido às chuvas frequentes, dificulta a finalização do plantio do cereal.

No MA e PI, o atraso da colheita da soja atrasa o plantio do cereal. As lavouras já semeadas apresentam bom desenvolvimento. No PA, o plantio do cereal avança a medida que ocorre a colheita da soja. As chuvas frequentes têm favorecido o desenvolvimento da cultura.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Após tombo, soja ensaia recuperação nesta terça-feira

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Reprodução Aprosoja Brasil

Os contratos da soja em grão operam em alta na sessão eletrônica da Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira (17). O mercado ensaia uma recuperação técnica após a forte queda registrada no pregão anterior, quando a oleaginosa recuou quase 6%.

O movimento também encontra suporte na valorização do petróleo em Nova York, que avança mais de 3% em meio às tensões no Oriente Médio.

Os contratos com vencimento em maio são cotados a US$ 11,61 1/4 por bushel, com alta de 6 centavos de dólar, ou 0,51%, em relação ao fechamento anterior.

Na sessão de segunda-feira (16), a soja fechou em forte baixa. Após atingir, na semana passada, o maior nível em dois anos, o mercado registrou perdas acentuadas, refletindo o possível adiamento do aguardado encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping.

A reunião, inicialmente prevista para o fim de março, pode ser postergada diante do agravamento do conflito no Oriente Médio. O adiamento também empurra para mais adiante a possibilidade de um acordo comercial entre os dois países, incluindo negociações envolvendo a soja.

De acordo com a Reuters, Trump afirmou no domingo que pode adiar a cúpula com o líder chinês enquanto pressiona Pequim a contribuir para a normalização do fluxo no Estreito de Ormuz.

Outro fator que chamou a atenção do mercado foi a decisão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) de alterar as normas de inspeção para carregamentos de soja com destino à China. A medida ocorre após a paralisação na originação da oleaginosa por parte da Cargill, uma das principais tradings globais, na semana passada.

Para o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, as incertezas envolvendo as exportações brasileiras continuam dando o tom do mercado.

Na segunda-feira, os contratos com entrega em maio encerraram o dia com queda de 70 centavos de dólar, ou 5,71%, a US$ 11,55 1/4 por bushel. Já a posição julho recuou 70 centavos de dólar, ou 5,65%, para US$ 11,67 1/2 por bushel.

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Sustentabilidade

Soja em Chicago desaba mais de 5% nas primeiras posições, refletindo provável adiamento de encontro Trump-Xi – MAIS SOJA

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Os contratos futuros da soja fecharam em forte baixa nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingir na semana passada o maior nível em dois anos, o mercado teve um dia de quedas acentuadas, reflexo do provável adiamento do tão aguardado encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping.

A reunião entre os dois líderes estava marcada para o final de março, mas corre o risco de ser postergada devido ao acirramento do conflito no Oriente Médio. O adiamento do encontro significa que um possível acordo comercial também ficará para mais tarde, incluindo a negociação de soja entre os dois países.

Segundo matéria da Reuters, Trump afirmou no domingo que pode adiar sua cúpula com o presidente chinês ainda neste mês, enquanto pressiona Pequim a ajudar a desbloquear o Estreito de Ormuz.

Outro ponto que mereceu atenção dos agentes hoje foi a decisão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) de alterar as normas de inspeção para os carregamentos de soja com destino à China, após uma paralisação na originação de oleaginosa por parte da Cargill, uma das grandes tradings de mercado, na semana passada.

Para o analista de Safras & Mercado para o mercado de soja, Rafael Silveira, por conta das questões envolvendo a exportação de soja, o cenário de incerteza permanece norteando o mercado.

Na semana passada, o mercado ficou praticamente travado, com baixa liquidez. Muitas tradings ficaram fora do mercado, sem colocar ofertas ou originar produto, o que acabou pressionando os prêmios, que recuaram de forma significativa ao longo da semana, comenta.

Esmagamento
A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 208,725 milhões de bushels em fevereiro, ante 208,725 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 202,750 milhões. Em fevereiro de 2025, foram 177,870 milhões de bushels.

A Associação indicou ainda que os estoques de óleo de soja americanos em fevereiro somaram 2,08 bilhões de libras, ante o esperado de 1,928 bilhão. No mês anterior, foram 1,9 bilhão de libras. Em fevereiro do passado, atingiram 1,503 bilhão de libras.

Preços
Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 70,00 centavos de dólar, ou 5,71%, a US$ 11,55 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,67 1/2 por bushel, com retração de 70,00 centavos de dólar ou 5,65%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 10,50 ou 3,25% a US$ 312,20 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 63,94 centavos de dólar, com perda de 3,50 centavos ou 5,18%.

Fonte:  Dylan Della Pasqua / Safras News

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