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Sindenergia participa de debate com bancada federal sobre impactos da escala 6×1 em MT

Representantes do setor produtivo de Mato Grosso se reuniram nesta segunda-feira (16) com a bancada federal para discutir os impactos da possível mudança na jornada de trabalho, que pode alterar o modelo atual da escala 6×1. O encontro ocorreu durante café da manhã promovido pela Aliança do Setor Produtivo, com participação de entidades empresariais, entre elas o Sindenergia, no plenário da Fecomércio.
Estudo do Observatório de Mato Grosso do Sistema Fiemt estima que a alteração pode provocar perda superior a 155 milhões de horas de produção por ano no estado. Para manter o nível atual da atividade econômica, as empresas teriam de optar entre novas contratações ou pagamento de horas extras.
No cenário de horas extras, o aumento na folha de pagamento pode chegar a R$ 5,1 bilhões por ano, alta de 14,88%. Já no caso de novas contratações, o custo adicional estimado é de R$ 3,4 bilhões, crescimento de 9,92%.
O presidente do Sindenergia, Carlos Garcia, afirmou que o debate sobre a jornada precisa considerar os impactos para a competitividade do país.
“A redução da jornada é um tema importante, mas precisa ser discutido com responsabilidade. Setores estratégicos, como energia e agroindústria, operam de forma contínua e podem sofrer impactos significativos se houver mudanças abruptas sem planejamento e sem transição”, disse.
Segundo levantamento do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), 82,61% dos dirigentes sindicais industriais avaliam que a alteração da jornada teria impacto negativo na produtividade, com aumento de custos, redução da produção e perda de competitividade.
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Várzea Grande cria 1º planejamento de longo prazo para guiar a cidade pelos próximos 10 anos

Prefeita Flávia Moretti reuniu secretários para alinhar metas que serão integradas diretamente ao orçamento do município (PPA, LDO e LOA)
Plano será integrado ao PPA, à LDO e à LOA, definindo prioridades, metas e investimentos da administração municipal até a próxima década
Pela primeira vez, Várzea Grande está estruturando um planejamento estratégico de longo prazo que vai orientar as ações da Prefeitura pelos próximos dez anos. A primeira etapa do trabalho foi concluída nesta sexta-feira (31), após dois dias de imersão que reuniram a prefeita Flávia Moretti, secretários municipais, assessores e servidores efetivos para definir prioridades, estabelecer metas e alinhar as ações que passarão a nortear o planejamento e o orçamento do município.
O trabalho, no entanto, começou antes da imersão. A prefeita Flávia Moretti vem trabalhando ao lado da consultora e advogada especialista em Direito, Planejamento e Orçamento Público, Vívian Arruda, para alinhar o plano de governo aos instrumentos oficiais de planejamento da administração pública.
O objetivo é fazer com que o planejamento estratégico deixe de ser apenas um documento técnico e passe a orientar diretamente o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA), garantindo que as prioridades da gestão estejam refletidas na aplicação dos recursos públicos.
Para a prefeita Flávia Moretti, o município inicia uma nova etapa na forma de planejar e executar as políticas públicas. “O município nunca teve um planejamento estratégico estruturado. Percebemos que essa era uma necessidade para enfrentar problemas históricos e organizar o futuro da cidade. Mais do que discutir desafios, reunimos nossa equipe para construir soluções e definir um caminho para Várzea Grande pelos próximos dez anos”, afirmou.
Segundo a prefeita, o planejamento está sendo elaborado agora porque, após pouco mais de um ano de gestão, as equipes passaram a conhecer com profundidade a realidade do município, permitindo estabelecer metas mais consistentes e compatíveis com as necessidades da população.
Ela também destacou que fez questão de participar integralmente dos dois dias de imersão e incluir servidores efetivos no processo para garantir a continuidade das ações ao longo dos próximos anos. “Queremos que esse planejamento seja uma política pública, e não apenas de governo. Cada secretaria terá servidores efetivos acompanhando o cumprimento das metas, garantindo continuidade às políticas públicas independentemente das futuras gestões”, pontuou.
Responsável pela condução técnica do planejamento, a consultora Vívian Arruda explica que o processo parte de um diagnóstico construído pelas próprias secretarias.
“O planejamento permite compreender a realidade atual para definir objetivos estratégicos e organizar ações compatíveis com os instrumentos de planejamento público. O diagnóstico elaborado pelas equipes técnicas é o que orienta a definição de prioridades, responsáveis, metas e prazos”.
Segundo ela, embora a estrutura do planejamento estratégico já tenha sido construída durante a imersão, uma nova etapa será realizada para aprofundar o planejamento setorial e concluir a integração com os instrumentos orçamentários.
Nesta fase também foram definidos missão, visão, valores e compromissos institucionais da Prefeitura. A equipe iniciou ainda a aplicação da metodologia da “Árvore de Problemas”, que identifica as causas dos principais desafios do município e servirá de base para a construção da “Árvore de Objetivos”, transformando os problemas diagnosticados em ações estratégicas.
Para a secretária municipal de Saúde, Valéria Nogueira, o planejamento fortalece a capacidade de gestão da Prefeitura. “É um momento essencial para refletirmos sobre os desafios da administração, organizar estratégias e projetar resultados que tragam melhorias para a população”.
A secretária de Assistência Social, Cristina Saito, afirmou que a pausa na rotina administrativa permitiu olhar para o município de forma mais estratégica. “Foi uma oportunidade de identificar problemas, avaliar o que precisa avançar e pensar novas possibilidades para aprimorar as políticas públicas”.
O secretário de Defesa Social, inspetor da Guarda Municipal Louriney Silva, destacou que a metodologia amplia a integração entre as secretarias. “Identificamos problemas em conjunto, discutimos soluções e fortalecemos a atuação integrada da Prefeitura para atender melhor a população”.
Já a secretária de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Fabyane Nagazawa, ressaltou que um dos principais ganhos foi aproximar as diferentes áreas da administração. “As secretarias possuem ações que se complementam. Essa integração torna o planejamento mais eficiente, acelera a execução dos projetos e fortalece os resultados para o município”.
A conclusão do planejamento estratégico está prevista para agosto. A partir daí, o documento servirá como referência para a revisão do PPA, da LDO e da LOA e para o acompanhamento das metas definidas para a próxima década.
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EUA reportam venda de 624,15 mil toneladas de soja para China e destinos desconhecidos

Exportadores dos Estados Unidos relataram a venda de 488 mil toneladas de soja para a China e de 136,15 mil toneladas para destinos desconhecidos. As operações foram informadas nesta segunda-feira (3) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês). Todo o volume negociado tem entrega prevista para o ano comercial 2026/27.
Somadas, as vendas alcançam 624,15 mil toneladas de soja. O maior volume foi destinado à China, com 488 mil toneladas. Para destinos desconhecidos, foram registradas 136,15 mil toneladas.
O USDA informou as operações em seu sistema de reporte diário. Pelas regras em vigor nos Estados Unidos, exportadores são obrigados a comunicar qualquer venda de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity realizada em um único dia. Também devem ser reportadas até o dia seguinte vendas de 200 mil toneladas ou mais para um mesmo destino.
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As negociações divulgadas nesta segunda-feira (3) se enquadram nesses critérios de comunicação obrigatória ao órgão americano.
O reporte do USDA reúne duas operações de soja para entrega no ano comercial 2026/27, sendo uma para a China e outra para destinos desconhecidos, com volume total de 624,15 mil toneladas.
Fonte: Estadão Conteúdo
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Agro Mato Grosso
Syngenta destaca tecnologias para manejo de plantas daninhas

Novos herbicidas serão apresentados durante o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas
A Syngenta participa do XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD), que acontece de 3 a 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). Para sustentar sua posição de liderança no mercado de proteção de cultivos, a companhia preparou uma agenda robusta para o evento, apresentando ao setor duas grandes tecnologias em herbicidas: Crestivo e Virestina technology, novidades que devem chegar ao mercado brasileiro em breve para apoiar os agricultores em culturas como cana-de-açúcar, soja, algodão, milho e trigo.
O evento, que deve reunir cerca de 1.200 participantes entre pesquisadores, consultores e profissionais da cadeia do agro, será o palco para a Syngenta debater o avanço das espécies emergentes de plantas daninhas e novas moléculas.
A Syngenta destaca duas novas tecnologias de herbicidas: Crestivo, direcionada ao manejo em cana-de-açúcar com amplo espectro, flexibilidade e longo período residual no controle de plantas daninhas, e Virestina technology, novo grupo químico focado no combate a gramíneas que apresentam resistência a herbicidas convencionais nas culturas da soja e algodão. Ambas as soluções estão em fase de registro.
“A evolução das plantas daninhas e o avanço dos casos de resistência exigem conhecimento técnico, inovação e estratégias cada vez mais precisas. O Congresso cria um ambiente importante para discutir esses desafios diretamente com os elos estratégicos do setor, apresentando tecnologias que constroem um manejo muito mais eficiente”, destaca Murilo Borges, Gerente de Herbicidas da Syngenta.
Corrida da Inovação
Antes do início dos debates, a Syngenta realiza a Corrida da Inovação no dia 2 de agosto (domingo), às 17h, no Complexo Turístico de Itaipu. O evento une esporte e ciência por meio de três modalidades inspiradas em termos do campo: corridas de 5km e 10km e caminhada de 5km.
“As corridas exigem velocidade e alta performance – e no campo não é diferente. Crestivo e Virestina technology chegam juntos para ditar o ritmo do manejo de plantas daninhas”, destaca Rafael Berta, Gerente de Marketing de Produto para a área de Herbicidas da Syngenta.
Programação técnica: painéis debatem futuro do manejo
Os especialistas das áreas de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) e Desenvolvimento Técnico de Mercado (DTM) da Syngenta comandarão cinco apresentações estratégicas ao longo da agenda oficial do congresso. No dia 4 de agosto, Lucas Mialick e Rafael Berta debatem o futuro do mercado de herbicidas no Auditório Principal, enquanto Dieimission Paulo Almeida apresenta soluções para o controle de capim-andropogon no Auditório 3.
Na sequência, no dia 5 de agosto, o Auditório Principal recebe Wendy Colombo e Murilo Borges para detalhar Virestina technology contra gramíneas resistentes, além de Rodrigo Angarten, que aborda as tendências globais em formulações. Os debates técnicos da companhia serão encerrados também no dia 5, com Rodrigo Dourado analisando os mecanismos de tolerância da vassourinha-de-botão no Auditório 2.
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