Business
Exportações de café recuam em março, aponta Secex

As exportações brasileiras de café em grão somaram 1,348 milhão de sacas de 60 quilos em março de 2026, considerando dez dias úteis, segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
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No período, o país registrou média diária de 134.850 sacas embarcadas, com receita total de US$ 533,372 milhões e média diária de US$ 55,337 milhões. O preço médio da saca ficou em US$ 410,34.
Na comparação com março de 2025, os embarques apresentam queda no volume e na receita, apesar da valorização do café no mercado internacional.
A receita média diária obtida com as exportações é 26,7% menor em relação ao mesmo período do ano passado. Já o volume médio diário embarcado recua 29,9% na mesma base de comparação.
Por outro lado, o preço médio por saca registra alta de 4,4%, indicando valorização do produto mesmo diante da redução do ritmo dos embarques.
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Business
Combate ao greening: um ano de cerco à planta que destrói pomares de laranja

Em maio de 2026, o setor citrícola paulista marca um marco decisivo na defesa sanitária: completa-se um ano da vigência da Resolução SAA nº 24/2025, que proibiu em todo o estado a produção, o comércio, o plantio e o transporte da murta (Murraya paniculata).
A medida, que completa seu primeiro aniversário legislativo este mês, é a ponta de lança da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) para tentar frear o avanço do greening (HLB), a doença mais devastadora da citricultura mundial.
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A murta, embora popular no paisagismo urbano por seu aroma e resistência, é a “casa favorita” do psilídeo (Diaphorina citri), o inseto vetor da bactéria causadora do greening.
Como a planta não costuma receber os tratamentos químicos feitos nos pomares comerciais, ela acaba funcionando como um reservatório e centro de disseminação da praga para as laranjeiras de todo o cinturão citrícola.
Fiscalização e rigor sanitário
A Defesa Agropecuária de São Paulo tem reforçado, por meio de seus canais digitais, que a proibição não é apenas para novos plantios. A normativa determina a eliminação obrigatória das murtas existentes em áreas urbanas e rurais.
O descumprimento das normas acarreta penalidades previstas no Decreto Estadual nº 45.211/2000.
Segundo o órgão, o foco da fiscalização tem sido viveiros e o comércio de mudas, mas a colaboração da população é considerada vital. “A conscientização do morador de cidade é tão importante quanto o rigor do produtor no campo”, afirma a pasta em comunicado.
O desafio do greening
Dados recentes do Fundecitrus apontam que a incidência da doença no cinturão citrícola (SP e Triângulo Mineiro) atingiu níveis recordes nos últimos anos, beirando os 48% em 2025.
Sem cura, a única forma de controle é a prevenção: a erradicação de plantas doentes e, crucialmente, a eliminação de hospedeiras como a murta.
A recomendação para quem possui a planta em jardins ou calçadas é a substituição por espécies nativas ou ornamentais que não ofereçam risco à agricultura, garantindo que o estado de São Paulo mantenha sua liderança global na produção de suco de laranja.
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Agro Mato Grosso
Agrishow 2026 registra R$ 11,4 bilhões em intenção de negócios

Feira recebeu 197 mil visitantes e registrou queda de 22% nas intenções de negócios ante a edição anterior
A Agrishow 2026 encerrou com R$ 11,4 bilhões em intenção de negócios. O balanço final foi apresentado nesta sexta-feira, 1º de maio. O resultado representa queda de 22% em relação ao ano anterior.
Os números abrangem os setores de máquinas agrícolas, irrigação e armazenagem. A feira recebeu 197 mil visitantes durante cinco dias. O público ficou em patamar semelhante ao da edição anterior.
No feriado de 1º de maio, último dia do evento, os portões abriram às 7h30. A organização antecipou a abertura para atender à demanda de público.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o desempenho acompanha o cenário do setor. Na quarta-feira, 29 de abril, Pedro Estevão, presidente da Câmara de Máquinas e Implementos Agrícolas da entidade, informou queda de 19,9% nas vendas de máquinas e equipamentos agrícolas no mercado interno no primeiro trimestre de 2026, frente ao mesmo período de 2025.
Estevão atribuiu o cenário à alta taxa de juros, à variação cambial e ao preço desfavorável das commodities.
O presidente da Agrishow, João Marchesan, afirmou em nota que agricultores e fabricantes mantêm investimentos em tecnologia para a agricultura tropical, apesar de três anos de mercado desfavorável. Ele também disse esperar ciclos mais favoráveis para o setor nos próximos anos.
Agro Mato Grosso
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