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3 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Análise climática e prognósticos para março, abril e maio/26 – MAIS SOJA

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ANÁLISE CLIMÁTICA DE FEVEREIRO

Em fevereiro de 2026, as chuvas foram acima de 150 mm em grande parte do país, exceto em áreas do Nordeste e Sul, bem como no extremo-norte da Região Norte, onde os volumes de chuva foram inferiores a 120 mm e os níveis de umidade do solo foram mais reduzidos.

Em grande parte da Região Norte, os volumes de chuva foram superiores a 150 mm e os maiores volumes concentraram-se no Amapá, leste do Amazonas, centro-norte do Tocantins, além das porções nordeste e sudoeste do Pará. Este cenário contribuiu para manutenção dos níveis de umidade do solo. Somente no norte de Roraima os totais de chuva foram inferiores a 40 mm, reduzindo o armazenamento hídrico do solo nessa área.

Na Região Nordeste, chuvas abaixo de 150 mm em áreas do Piauí, nordeste do Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e nordeste da Bahia pouco contribuíram para a recuperação da umidade do solo. No restante da região houve predomínio de chuvas, com volumes que ultrapassaram os 200 mm, em áreas do oeste da Paraíba, norte do Maranhão e noroeste da Bahia.

Esses acumulados garantiram boas condições para os cultivos de primeira e segunda safras, embora o excesso de chuva tenha dificultado pontualmente a colheita da soja em Tocantins, Maranhão e Piauí.

Bons volumes de chuva foram observados na maior parte da Região CentroOeste, com valores superiores a 200 mm, exceto no sul de Mato Grosso do Sul e nordeste de Goiás, onde os acumulados foram menores. Dessa forma, os níveis de umidade do solo encontram-se satisfatórios, beneficiando o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safras. Porém, o excesso de umidade afetou a colheita da soja e o plantio do milho segunda safra em algumas áreas.

Na Região Sudeste, as chuvas foram superiores a 200 mm em grande parte da região. No sudoeste de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro, os volumes foram muito significativos e acima de 400 mm, desencadeando enchentes e deslizamentos de terra. Com exceção desta área, onde houve excesso de água no solo, grande parte da Região Sudeste manteve os níveis de umidade do solo suficientes para o desenvolvimento das lavouras de grãos.

Na Região Sul, volumes superiores a 150 mm em grande parte de Santa Catarina e do Paraná garantiram boa umidade do solo, favorecendo a maioria das lavouras de primeira e segunda safras. Já na Campanha Gaúcha, os acumulados inferiores a 90 mm reduziram a umidade do solo, causando restrição hídrica à soja em floração e enchimento de grãos.

Em fevereiro, as temperaturas máximas foram acima de 28 °C nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os maiores valores foram observados no centro-norte da Região Nordeste, extremo-sul de Mato Grosso, além de áreas do oeste de Mato Grosso do Sul e Paraná. Em áreas da costa da Região Sudeste e da Região Sul, os valores permaneceram entre 24 °C e 28 °C. Quanto às temperaturas mínimas, os valores superaram os 22 °C na maior parte da Região Norte, centro-norte da Região Nordeste, assim como na porção central e oeste da Região Centro-Oeste. No sul de Minas Gerais e centro-leste da Região Sul, as temperaturas variaram entre 16 °C e 18 °C.

CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA

Na figura a seguir, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) entre os dias 15 e 28 de fevereiro de 2026. Nesse período, registraram-se valores entre 0 °C e -1 °C ao longo da faixa longitudinal compreendida entre 180°W e 100°W, indicando um leve resfriamento das águas nas partes central e oeste do Pacífico Equatorial. Destaca-se, também, o surgimento de águas mais quentes na costa oeste da América do Sul, na faixa entre 80°W e 110°W, com valores variando entre 0,5 °C e 2 °C.

Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4 (delimitada entre 170°W e 120°W), verificaram-se valores variando entre -1 °C e -0,4 °C, durante fevereiro. Esse comportamento ainda indica um resfriamento da região, porém mais fraco em relação ao mês anterior.

A análise do modelo de previsão do El Niño – Oscilação Sul (ENOS) , realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), indica para a transição das condições de La Niña para a Neutralidade durante o trimestre março, abril e maio de 2026, com probabilidade de 90%.

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERIODO DE MARÇO, ABRIL E MAIO DE 2026

As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas acima da média na maior parte da Região Nordeste, norte da Região Centro-Oeste e sul da Região Norte. Chuvas abaixo da média são previstas para o sul das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, além da Região Sul.

Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas acima da média na porção central do Amazonas, centro-sul do Pará, Amapá e Tocantins, elevando os níveis de umidade do solo. Nas demais áreas, são previstas chuvas próximas e abaixo da média, não havendo previsão de baixos níveis de umidade no solo devido às chuvas ocorridas nos últimos meses.

Na Região Nordeste, a previsão indica chuvas próximas e acima da média. Este cenário ainda não será suficiente para recuperar os níveis de umidade do solo no centro-leste da região. Porém, em áreas do Maranhão, oeste e sul da Bahia, bem como no Piauí, as chuvas devem manter os níveis de umidade do solo satisfatórios.

Em grande parte das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. Em Mato Grosso, noroeste de Goiás e nordeste de Mato Grosso do Sul, podem ocorrer volumes acima da média, mantendo o armazenamento do solo elevado. Vale destacar que, à medida que se aproxima do inverno, existe uma tendência natural de redução das chuvas, portanto, em abril e maio, os níveis de umidade de solo poderão ser mais baixos.

Na Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média. Áreas pontuais do Rio Grande do Sul, como a Região das Missões e Depressão Central, podem ficar próximas e ligeiramente acima da média nos próximos meses. Quanto aos níveis de umidade do solo, esses devem permanecer satisfatórios, exceto no sul do Rio Grande do Sul durante março e abril, quando o armazenamento pode sofrer redução.

Quanto às temperaturas, essas devem permanecer próximas e acima da média histórica em grande parte do país. São previstas temperaturas acima de 25 °C nas Regiões Norte, Nordeste e em parte da Região Centro-Oeste. As temperaturas mais amenas e abaixo de 22 °C podem ocorrer na Região Sul, centro-leste da Região Sudeste e extremo-sul de Mato Grosso do Sul.Em áreas mais elevadas das Regiões Sul e Sudeste, as temperaturas podem
variar entre 15 °C e 17 °C.

Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos, clicando aqui.

Fonte: Conab

FONTE

Autor:Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, Brasília | v. 13 – safra 2025/26, n° 6 – sexto levantamento, março 2026.

Site: Conab

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Sustentabilidade

Milho fecha em alta em Chicago com temores sobre exportações no Mar Negro – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com alta nos preços. O mercado chegou a cair no início do dia, pressionado pela queda do petróleo em Nova York, mas reagiu e acabou sendo sustentado pelos temores de que uma intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia provoque novas interrupções nas exportações pelo Mar Negro. Os sinais de uma boa demanda pelo cereal dos Estados Unidos complementaram o quadro positivo.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2025/26, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 332.700 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. O México liderou as compras, com 203.300 toneladas.

Para a temporada 2026/27, foram mais 701.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 500 mil e 1,6 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,49 1/4, com avanço de 8,50 centavos, ou 1,92% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, com alta de 8,50 centavos, ou 1,83% em relação ao fechamento anterior.

Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Colheita do milho safrinha 2026 atinge 54,7% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras – MAIS SOJA

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A colheita da safrinha 2026 de milho atingia 54,7% da área estimada de 15,739 milhões de hectares na sexta-feira (31), segundo levantamento de Safras & Mercado.

A ceifa de milho atinge 38,9% da área no Paraná, 14,3% em São Paulo, 40,6% em Mato Grosso do Sul, 30,9% em Goiás, 78,9% em Mato Grosso e 10,6% em Minas Gerais.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 66,5% da área cultivada de 15,407 milhões de hectares. A média de colheita dos últimos cinco anos para o período é de 65,7%.

Matopiba

Na região do Matopiba, a colheita da safrinha 2026 atingiu 56% da área cultivada de 1,341 milhão de hectares. A ceifa chegou a 88,8% na Bahia, a 49,1% no Maranhão, a 62,4% da área no Piauí e a 46,4% no Tocantins.

No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 74,9% na área cultivada de 1,280 milhão de hectares, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 64,3%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Sumitomo Chemical apresenta tecnologias para o manejo de plantas daninhas em diferentes sistemas de produção – MAIS SOJA

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A Sumitomo Chemical marca participação no 34o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD) com as suas principais soluções de proteção de lavouras e pastagens. Maior encontro do setor no país, o evento acontece entre os dias 3 e 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia apresentará seu portfólio focado no manejo eficiente e sustentável de plantas daninhas para o agro.

Entre os principais destaques do evento está o Rapidicil®, nova geração de herbicida da Sumitomo Chemical para agricultores que buscam controle rápido, seguro e flexível de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, e que confere maior velocidade de dessecação do mercado. Pertencente ao grupo dos inibidores da enzima PPO (Protoporfirinogênio Oxidase), o novo herbicida é voltado para as culturas de soja, milho e algodão, posicionando-se como uma ferramenta estratégica contra espécies de difícil controle. O produto, em fase de registro, não está disponível para comercialização.

A empresa, que é patrocinadora Diamante do evento, também leva ao congresso o ZethaMaxx® Evo, herbicida pré-emergente que combina três mecanismos de ação distintos para ampliar a eficiência do manejo, garantindo mais flexibilidade, controle residual prolongado e facilidade operacional ao produtor. No segmento de pastagens, o destaque será Tempest® E, que chega com um posicionamento ainda mais completo: além da eficiência em plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle, passa a contemplar também os segmentos de fácil e médio controle, contribuindo para pastagens mais produtivas e maior rentabilidade na pecuária.

De acordo com Luciano Teixeira, gerente de Herbicidas da Sumitomo Chemical, o CBCPD é um ambiente fundamental para a inovação no campo. “O congresso é uma plataforma essencial para trocarmos conhecimentos e apresentarmos tecnologias que combinam inovação, eficiência operacional e sustentabilidade no manejo de plantas daninhas”, destaca. “A Sumitomo Chemical está à disposição do produtor para proteger o potencial produtivo das áreas e auxiliar no aumento da rentabilidade no campo”.

Além do estande, alguns trabalhos foram selecionados para apresentação oral pela comissão do congresso e a Sumitomo Chemical preparou um ambiente exclusivo para a disseminação de conhecimento técnico. Nos dias 4 e 5 de agosto, das 15h às 17h, uma sala será dedicada para receber pesquisadores e profissionais do setor para a apresentação de trabalhos científicos e resultados de pesquisas de campo conduzidas pela companhia.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Em 2025, a companhia completou 50 anos de história no Brasil como precursora e referência em produtos para aumentar a produtividade e controlar doenças e pragas da agropecuária nacional.

A Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer soluções sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade.

Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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