Sustentabilidade
Análise climática e prognósticos para março, abril e maio/26 – MAIS SOJA

ANÁLISE CLIMÁTICA DE FEVEREIRO
Em fevereiro de 2026, as chuvas foram acima de 150 mm em grande parte do país, exceto em áreas do Nordeste e Sul, bem como no extremo-norte da Região Norte, onde os volumes de chuva foram inferiores a 120 mm e os níveis de umidade do solo foram mais reduzidos.
Em grande parte da Região Norte, os volumes de chuva foram superiores a 150 mm e os maiores volumes concentraram-se no Amapá, leste do Amazonas, centro-norte do Tocantins, além das porções nordeste e sudoeste do Pará. Este cenário contribuiu para manutenção dos níveis de umidade do solo. Somente no norte de Roraima os totais de chuva foram inferiores a 40 mm, reduzindo o armazenamento hídrico do solo nessa área.
Na Região Nordeste, chuvas abaixo de 150 mm em áreas do Piauí, nordeste do Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e nordeste da Bahia pouco contribuíram para a recuperação da umidade do solo. No restante da região houve predomínio de chuvas, com volumes que ultrapassaram os 200 mm, em áreas do oeste da Paraíba, norte do Maranhão e noroeste da Bahia.
Esses acumulados garantiram boas condições para os cultivos de primeira e segunda safras, embora o excesso de chuva tenha dificultado pontualmente a colheita da soja em Tocantins, Maranhão e Piauí.
Bons volumes de chuva foram observados na maior parte da Região CentroOeste, com valores superiores a 200 mm, exceto no sul de Mato Grosso do Sul e nordeste de Goiás, onde os acumulados foram menores. Dessa forma, os níveis de umidade do solo encontram-se satisfatórios, beneficiando o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safras. Porém, o excesso de umidade afetou a colheita da soja e o plantio do milho segunda safra em algumas áreas.
Na Região Sudeste, as chuvas foram superiores a 200 mm em grande parte da região. No sudoeste de Minas Gerais e centro-sul do Rio de Janeiro, os volumes foram muito significativos e acima de 400 mm, desencadeando enchentes e deslizamentos de terra. Com exceção desta área, onde houve excesso de água no solo, grande parte da Região Sudeste manteve os níveis de umidade do solo suficientes para o desenvolvimento das lavouras de grãos.
Na Região Sul, volumes superiores a 150 mm em grande parte de Santa Catarina e do Paraná garantiram boa umidade do solo, favorecendo a maioria das lavouras de primeira e segunda safras. Já na Campanha Gaúcha, os acumulados inferiores a 90 mm reduziram a umidade do solo, causando restrição hídrica à soja em floração e enchimento de grãos.
Em fevereiro, as temperaturas máximas foram acima de 28 °C nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os maiores valores foram observados no centro-norte da Região Nordeste, extremo-sul de Mato Grosso, além de áreas do oeste de Mato Grosso do Sul e Paraná. Em áreas da costa da Região Sudeste e da Região Sul, os valores permaneceram entre 24 °C e 28 °C. Quanto às temperaturas mínimas, os valores superaram os 22 °C na maior parte da Região Norte, centro-norte da Região Nordeste, assim como na porção central e oeste da Região Centro-Oeste. No sul de Minas Gerais e centro-leste da Região Sul, as temperaturas variaram entre 16 °C e 18 °C.
CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA
Na figura a seguir, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) entre os dias 15 e 28 de fevereiro de 2026. Nesse período, registraram-se valores entre 0 °C e -1 °C ao longo da faixa longitudinal compreendida entre 180°W e 100°W, indicando um leve resfriamento das águas nas partes central e oeste do Pacífico Equatorial. Destaca-se, também, o surgimento de águas mais quentes na costa oeste da América do Sul, na faixa entre 80°W e 110°W, com valores variando entre 0,5 °C e 2 °C.
Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4 (delimitada entre 170°W e 120°W), verificaram-se valores variando entre -1 °C e -0,4 °C, durante fevereiro. Esse comportamento ainda indica um resfriamento da região, porém mais fraco em relação ao mês anterior.
A análise do modelo de previsão do El Niño – Oscilação Sul (ENOS) , realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima (IRI), indica para a transição das condições de La Niña para a Neutralidade durante o trimestre março, abril e maio de 2026, com probabilidade de 90%.
PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERIODO DE MARÇO, ABRIL E MAIO DE 2026
As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas acima da média na maior parte da Região Nordeste, norte da Região Centro-Oeste e sul da Região Norte. Chuvas abaixo da média são previstas para o sul das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, além da Região Sul.
Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas acima da média na porção central do Amazonas, centro-sul do Pará, Amapá e Tocantins, elevando os níveis de umidade do solo. Nas demais áreas, são previstas chuvas próximas e abaixo da média, não havendo previsão de baixos níveis de umidade no solo devido às chuvas ocorridas nos últimos meses.
Na Região Nordeste, a previsão indica chuvas próximas e acima da média. Este cenário ainda não será suficiente para recuperar os níveis de umidade do solo no centro-leste da região. Porém, em áreas do Maranhão, oeste e sul da Bahia, bem como no Piauí, as chuvas devem manter os níveis de umidade do solo satisfatórios.
Em grande parte das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. Em Mato Grosso, noroeste de Goiás e nordeste de Mato Grosso do Sul, podem ocorrer volumes acima da média, mantendo o armazenamento do solo elevado. Vale destacar que, à medida que se aproxima do inverno, existe uma tendência natural de redução das chuvas, portanto, em abril e maio, os níveis de umidade de solo poderão ser mais baixos.
Na Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média. Áreas pontuais do Rio Grande do Sul, como a Região das Missões e Depressão Central, podem ficar próximas e ligeiramente acima da média nos próximos meses. Quanto aos níveis de umidade do solo, esses devem permanecer satisfatórios, exceto no sul do Rio Grande do Sul durante março e abril, quando o armazenamento pode sofrer redução.
Quanto às temperaturas, essas devem permanecer próximas e acima da média histórica em grande parte do país. São previstas temperaturas acima de 25 °C nas Regiões Norte, Nordeste e em parte da Região Centro-Oeste. As temperaturas mais amenas e abaixo de 22 °C podem ocorrer na Região Sul, centro-leste da Região Sudeste e extremo-sul de Mato Grosso do Sul.Em áreas mais elevadas das Regiões Sul e Sudeste, as temperaturas podem
variar entre 15 °C e 17 °C.
Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos, clicando aqui.
Fonte: Conab
Autor:Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos, Brasília | v. 13 – safra 2025/26, n° 6 – sexto levantamento, março 2026.
Site: Conab
Sustentabilidade
Soja/Ceema: Soja sobe em Chicago e supera US$ 12 com impacto da guerra no Oriente Médio – MAIS SOJA

Comentários referentes ao período entre 06/03/2026 e 12/03/2026
As cotações da soja continuaram subindo em Chicago, puxadas pela guerra no Oriente Médio, a qual se mantém. O aumento do grão se dá, especialmente, pela forte alta do óleo de soja, puxada pelo petróleo, com a libra-peso do subproduto da soja atingindo a 67,34 centavos de dólar no dia 12/03.
Com isso, o próprio farelo sobe de preço (US$ 319,90/tonelada curta no dia 12) e o grão se eleva, superando os US$ 12,00/bushel durante esta semana. O fechamento desta quinta-feira (12) ficou em US$ 12,13/bushel, contra US$ 11,63 uma semana antes. A última vez que Chicago, para o primeiro mês cotado, havia registrado valores nos patamares de US$ 12,00 foi em 06/06/2024.
Ao mesmo tempo, o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 10/03, não trouxe novidades para a soja, mantendo a última colheita dos EUA em 116 milhões de toneladas, assim como a expectativa de colheita final no Brasil em 180 milhões de toneladas. Houve apenas uma pequena redução na estimativa de produção da Argentina, com a mesma passando, agora, para 48 milhões de toneladas, e no volume mundial final, para 2025/26, com o mesmo recuando um milhão de toneladas, para 427,2 milhões de toneladas. Os estoques finais mundiais permanecem em 125 milhões de toneladas e as importações chinesas de soja em 112 milhões.
Dito isso, o Paraguai confirma sua superssafra, com a mesma devendo atingir a 11,8 milhões de toneladas neste ano comercial (cf. StoneX).
Por sua vez, na China as importações de soja recuaram nos dois primeiros meses do ano, “refletindo a maioria dos embarques dos EUA que ainda não chegaram, por colheitas mais lentas do Brasil e pela demora no desembaraço aduaneiro”. A queda no primeiro bimestre foi de 7,8% em relação ao ano anterior, ficando o volume em 12,6 milhões de toneladas. Espera-se uma recuperação desta performance já a partir deste mês de março, pois aguarda-se a chegada de 6,4 milhões de toneladas da oleaginosa nos portos chineses no corrente mês, contra 3,5 milhões em março do ano passado (cf. Reuters).
E no Brasil, embora o câmbio continue estável ao redor de R$ 5,15 por dólar, os preços da soja finalmente subiram um pouco, puxados por Chicago. As principais praças gaúchas trabalharam com R$ 119,00/saco nesta semana, enquanto nas demais regiões do país os preços oscilaram entre R$ 100,00 e R$ 117,00/saco.
A colheita, no país, avança, tendo chegado a 90% da área no Mato Grosso (cf. Imea) e a 47,4% no início da presente semana no conjunto do Brasil (cf. Pátria AgroNegócios). Em ambos os casos, ainda atrasada, sendo que no caso do país, no ano passado, nesta época, a colheita atingia a 58,7% da área e a média histórica é de 47,8%.
Por outro lado, a Emater/RS divulgou que, por enquanto, a quebra da safra de soja gaúcha, em relação ao esperado, é de 11,3%, o que levaria a colheita final a 19 milhões de toneladas. Em algumas regiões, como a Noroeste do Estado, a quebra chega a 30% efetivamente. Todavia, é preciso esperar para se ter o número final, pois a quebra pode ser maior, já que as chuvas minguaram em março.
No caso gaúcho em particular e outros locais do país, a preocupação é com as dificuldades para a obtenção de óleo diesel para a colheita, já que, diante da iminência de uma alta de preços, devido aos efeitos da guerra no Oriente Médio, as distribuidoras estão segurando o produto e os importadores, enquanto o preço local não se ajustar à forte alta internacional, deixam de abastecer o país (o Brasil importa ao redor de 30% do óleo diesel que consome). Hoje a diferença de preço do diesel, em relação ao exterior, estaria em torno de 50% (e da gasolina em 20%) diante da disparada dos preços internacionais do petróleo, os quais voltaram a se aproximar de US$ 100,00/barril no final desta semana. Assim, mesmo com a Petrobrás ainda não aumentando os combustíveis, na prática, em alguns locais do Estado gaúcho o produtor já estaria pagando um real a mais pelo litro de diesel e muitos estão indo com suas máquinas aos postos de combustível para abastecer já que os TRRs estão sem o produto.
Enfim, causa preocupação, igualmente, o anúncio de que a Cargill, um dos cinco gigantes do comércio internacional de soja, “suspendeu operações de exportação de soja do Brasil para a China devido a mudanças na inspeção fitossanitária pelo governo brasileiro. O Brasil estaria adotando uma inspeção mais rigorosa para a soja destinada à China, após solicitação do governo chinês, e a nova fiscalização está dificultando cumprimento de normas pelos comerciantes e a obtenção da autorização para o embarque do produto”. Com isso a multinacional suspendeu a compra do produto no mercado brasileiro, por conta das dificuldades de enviar o grão ao principal importador global da oleaginosa.
Consta que o Ministério da Agricultura brasileiro “em vez de usar amostra padrão para inspeção que o mercado usa, está fazendo a própria amostragem, gerando diferenças, fato que leva o Ministério a não emitir os certificados fitossanitários. E sem tais certificados o navio não pode descarregar na China. Se tal situação não for logo resolvida poderemos ter a paralisação dos embarques para a China. Por enquanto, o que se sabe é que há negociações em andamento para solucionar o problema.” (cf. Reuters). A quinta-feira (12) iniciou com várias tradings fora do mercado de exportação no Brasil devido a este problema, havendo somente negócios com o mercado interno. Isso tende a reduzir o preço interno da oleaginosa se o problema não for logo solucionado.
Fonte: Ceema

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: CEEMA
Sustentabilidade
Milho/Ceema: Milho sobe em Chicago e mercado acompanha impacto da guerra no Oriente Médio – MAIS SOJA

Comentários referentes ao período entre 06/03/2026 e 12/03/2026
As cotações do milho também subiram nesta semana, porém, em menor intensidade quando comparadas com a soja. Chicago fechou a quinta-feira (12) com o bushel do cereal valendo US$ 4,48 para o primeiro mês cotado, contra US$ 4,41 uma semana antes. A guerra no Oriente Médio influencia este mercado, porém, ainda de forma pouca intensa em Chicago.
Por sua vez, o relatório de oferta e demanda do USDA, anunciado no dia 10/03, também pouco trouxe de novidades para o cereal. O mesmo não alterou os volumes de produção e estoques finais dos EUA, já indicados em fevereiro, porém, aumentou a produção brasileira para 132 milhões de toneladas e diminuiu a da Argentina para 52 milhões. Em ambos os casos a diferença é de um milhão de toneladas sobre fevereiro. Houve aumento da produção mundial de milho, com a mesma sendo estimada, agora, em 1,297 bilhão de toneladas, enquanto os estoques finais globais subiram para 292,8 milhões de toneladas.
O atraso no plantio da safrinha começa a pressionar os preços do milho para cima no país, mesmo que, por enquanto, de forma lenta. O excesso de chuvas no Centro-Oeste é uma preocupação neste sentido.
Assim, nesta semana as principais praças gaúchas se mantiveram com R$ 56,00/saco, enquanto nas demais praças nacionais os valores já chegam entre R$ 52,00 e R$ 69,00/saco. E na B3, o quadro é de acompanhar o comportamento altista de Chicago, mesmo que parcialmente. No meio da corrente semana o contrato março estava em R$ 71,62/saco, maio em R$ 75,30 e setembro em R$ 71,25/saco.
Dentre os principais fatores que preocupam o mercado brasileiro do milho, neste momento, estão o clima para o plantio da safrinha; a janela ideal para este plantio, a qual já foi perdida em algumas importantes regiões de produção nacional; o aumento dos preços do diesel e dos fertilizantes, com consequente aumento nos custos de produção, devido a guerra no Oriente Médio; e, evidentemente, o desenrolar da própria guerra em questão.
Fonte: Ceema

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: Emater/RS
Sustentabilidade
Resistência de plantas daninhas aos herbicidas: o que é, e quais as principais causas – MAIS SOJA

A resistência de plantas daninhas aos herbicidas é um dos principais fatores que limitam a eficiência do controle químico, dificultando o manejo das culturas agrícolas e impactando significativamente a produtividade. Embora diversas estratégias de manejo possam ser adotadas para reduzir ou retardar a evolução da resistência, compreender como esse processo ocorre e como ele se diferencia da tolerância é fundamental para o planejamento de programas de manejo mais eficientes e sustentáveis.
Resistência x Tolerância
De acordo com o Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas (HRAC-BR), a resistência é um processo evolutivo decorrente da variabilidade genética natural presente nas populações de plantas daninhas. Isso significa que, dentro de uma mesma população, alguns indivíduos podem apresentar características que os tornam naturalmente menos suscetíveis a determinado herbicida. Já a tolerância refere-se à capacidade inerente de uma espécie sobreviver e se reproduzir após a aplicação de um herbicida na dose recomendada, sendo uma característica própria da espécie e não resultado da seleção causada pelo manejo (Up. Herb, 2023).
Nesse contexto, a evolução da resistência está diretamente associada ao processo de seleção de biótipos resistentes já presentes na população, que passam a se tornar predominantes ao longo do tempo. Esse processo ocorre principalmente quando as mesmas práticas de controle são repetidas de forma contínua, como no caso do uso frequente de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação (Up. Herb, 2023).
Assim, a ausência de rotação de mecanismos de ação é considerada uma das principais causas do surgimento de novos casos de resistência. A pressão de seleção exercida pelo uso repetido de um mesmo herbicida favorece a sobrevivência e multiplicação de indivíduos portadores de genes de resistência, que passam a originar populações cada vez mais difíceis de controlar.
Figura 1. Seleção e multiplicação de plantas resistentes a um herbicida.
Além disso, o uso de subdoses de herbicidas também pode intensificar esse processo de seleção, uma vez que aplicações abaixo da dose recomendada podem não eliminar completamente a população suscetível, permitindo a sobrevivência de indivíduos menos sensíveis. Dessa forma, para reduzir o risco de evolução da resistência, recomenda-se rotacionar herbicidas quanto ao mecanismo de ação e princípio ativo, além de utilizar as doses recomendadas para cada situação de manejo.
Veja mais: Com o avanço do caruru-gigante no Brasil, medidas de manejo devem ser intensificadas, incluindo a limpeza de máquina

Referências:
HRAC-BR. COMO SURGE A RESISTÊNICA EM PLANTAS DANINHAS? Comitê de Ação a Resistência aos Herbicidas, 2026. Disponível em: < https://www.hrac-br.org/post/como-surge-a-resist%C3%AAncia-em-plantas-daninhas >, acesso em: 13/03/2026.
SILVA, A. A. A.; TRENTIN, F. RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS: CUIDADOS E ESTRATÉGIAS. Mais Soja, 2020. Disponível em: < https://maissoja.com.br/resistencia-de-plantas-daninhas-cuidados-e-estrategias/ >, acesso em: 13/03/2026.
UP. HERB. RESISTÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS AOS HERBICIDAS: TOLERÂNCIA E RESISTÊNCIA. Up. Herb: Academia das Plantas Daninhas, 2023. Disponível em: < https://www.upherb.com.br/int/resistencia-de-plantas-daninhas-aos-herbicidas >, acesso em: 13/03/2026.

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