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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Agregação de valor para soja ganha força com projeto entre Embrapa e Governo do Paraná – MAIS SOJA

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Para garantir a competitividade do agronegócio paranaense, a Embrapa e o Governo do Estado do Paraná, por intermédio da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial e da Fundação Araucária, assinaram hoje, 6 de março, durante a abertura do Dia de Campo de Verão, realizado na Embrapa Soja, uma Carta de Intenções que prevê investimentos de R$ 5 milhões para fortalecer a agregação de valor na cadeia da soja paranaense.

A solenidade contou com a presença da presidente da Embrapa, Silvia Massruhá (em formato remoto), do secretário de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, Alex Canziani, do chefe-geral da Embrapa Soja Alexandre Nepomuceno e da assessora de relações institucionais e inovação da Fundação Araucária Cristianne Cordeiro Nascimento. “O tradicional Dia de Campo da Embrapa Soja é sempre um motivo de orgulho, mas este ano a celebração ganhou um peso especial com a assinatura da Carta de Intenções junto à Secretaria de Inovação do Paraná e à Fundação Araucária, porque estamos desenhando a soja brasileira para as próximas décadas”, destaca Silvia Massruhá. “Focamos em inovação, bioeconomia e transição energética. E este é o momento de pensarmos na soja muito além da produção de proteína vegetal. Estamos olhando para a agregação de valor em setores que, até pouco tempo, pareciam distantes do campo”, complementa a presidente da Embrapa.

Para o secretário de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, Alex Canziani, o investimento em de inovação e transição energética na cadeia da soja objetiva que o Paraná, além de celeiro agrícola, seja também um centro de inteligência e liderança em bioeconomia. “É um projeto fantástico, por trazer uma nova perspectiva à soja brasileira, com uma série de benefícios técnicos e econômicos”, avalia Canziani. “Estamos mirando na “soja do futuro” e, por meio de edição gênica e melhoramento clássico, vamos desenvolver variedades com perfil nutricional superior, melhor qualidade industrial e sustentabilidade energética”, ressalta o secretário.

Nepomuceno ressalta que, em 2025, o Brasil exportou cerca de 80 milhões de toneladas para a China, o que equivale a aproximadamente 80% da exportação brasileira. Porém, segundo o chefe da Embrapa Soja, existe uma tendência de redução dessa dependência pela soja brasileira, tanto que a China está incentivando a produção de soja em locais mais próximos, como África e Russia e Índia. “Neste sentido, precisamos incentivar a agregação de valor na cadeia da soja, porque não adianta termos alta produção de grão, se não tivermos para quem vender”, reflete Nepomuceno. “Por isso, este projeto é estratégico para garantir a soberania do agronegócio brasileiro. A Embrapa pretende desenvolver novas tecnologias e aproximar o setor químico e as startups, por exemplo. Precisamos que a indústria brasileira utilize a soja para criar novos produtos, de cosméticos a calçados”, enfatiza Nepomuceno.

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A parceria estratégica tem como foco fortalecer a integração entre pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e políticas públicas voltadas ao agronegócio sustentável.  Em sua fala, a diretoria da Fundação Araucária diz que o fomento financeiro, atua como um articulador estratégico de todo o ecossistema paranaense. Estamos destinando um aporte de 5 milhões para estruturar um programa integrado que vai além do fomento financeiro: atuamos como articuladores estratégicos, integrando a pesquisa científica da Embrapa e as políticas públicas que fortalecem nossa competitividade.  Estamos plantando hoje a base para que o Paraná se consolide cada vez mais como referência nacional e internacional em uma economia de base biológica”, ressalta Cristianne.

O projeto de pesquisa está estruturado em quatro eixos centrais: 1) Desenvolvimento de cultivares de soja com perfis proteicos e de óleo diferenciados, 2) Perfil diferenciado de aminoácidos na proteína da soja para maior eficiência de conversão alimentar, ganho de peso e redução de custos na produção de carnes 3) Biocombustíveis avançados: desenvolvimento de cultivares de soja com perfil de ácidos graxos com maior qualidade para a produção de biocombustíveis e 4) Perfil para novos usos do óleo de soja, como lubrificantes, asfalto, materiais vulcanizados para fabricação de sapatos, correias de máquinas, entre outros.

Dia de Campo de Verão – Entre as temáticas técnicas do Dia de Campo da Embrapa Soja estão o manejo de percevejos, o impacto da diversificação de culturas e da inoculação na saúde do solo e na produtividade das culturas, aprendizados sobre o manejo de plantas daninhas e demonstração de cultivares de soja e de feijão.

Fonte: Embrapa



 

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FONTE

Autor:Lebna Landgraf (MTb 2903 – PR) Embrapa Soja

Site: Embrapa

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Colheita avança no Sul, mas clima reduz produtividade e qualidade dos grãos – MAIS SOJA

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Trigo/BR: 66,9% colhido. No RS, os produtores seguem intensificando o ritmo da colheita em razão da sequência de dias sem chuva. A produtividade e a qualidade dos grãos permanecem mais baixos em relação ao projetado no início da safra, influenciadas pelas condições climáticas e pelo nível de manejo adotado nas lavouras.

No PR, a colheita avançou e a qualidade das lavouras remanescentes reduziu. O produto colhido apresenta PH e falling number abaixo dos padrões de qualidade exigidos. Em SC, a colheita avança com perdas de produtividade e qualidade em razão da elevada precipitação. No Extremo Oeste e no Oeste, a colheita está em andamento. Nos Planaltos e na Serra Catarinense, de calendário mais tardio, a cultura está entre as fases de enchimento de grãos e maturação.

Na BA, GO, MG, MS e SP a colheita está encerrada

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia lento nos negócios – MAIS SOJA

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 O mercado brasileiro de milho pode ter uma quarta-feira de movimentação lenta nos negócios, em meio ao impasse de produtores e compradores no que tange aos preços. O dólar opera em queda frente ao real, mas a recente escalada deve fazer com que os produtores segurem as intenções de venda, apostando em preços mais elevados para o cereal. Na ponta compradora, porém, a demanda deve seguir fraca, uma vez que os consumidores estão bem ofertados do cereal. No cenário internacional, a pressão de oferta proveniente do avanço da colheita nos Estados Unidos mantém a Bolsa de Chicago em queda.

O mercado brasileiro de milho teve um retorno do feriado de negociações fracas. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, os produtores acreditam que as cotações podem subir devido ao câmbio, já os consumidores não veem espaço para altas devido à oferta e ao bom clima para a safra de verão.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,00/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 56,00/60,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 66,00/67,00 a saca.

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No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/63,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 57,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 52,00/56,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro de 2026 estão cotados a US$ 4,40 1/2 por bushel, queda de 2,00 centavos em relação ao fechamento anterior.

* O mercado estende perdas, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pelas preocupações com o ritmo mais lento da demanda externa pelo produto norte-americano. O desempenho negativo do petróleo em Nova York também contribui para o cenário de baixa.

* Ontem (3), os contratos de milho com entrega em dezembro/26 fecharam a US$ 4,42 1/2 por bushel, com baixa de 5,75 centavos, ou 1,28%, em relação ao fechamento anterior. A posição março/27 fechou a sessão a US$ 4,56 1/4 por bushel, recuo de 5,75 centavos, ou 1,24%, em relação ao fechamento anterior.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,57% a R$ 5,4547. O Dollar Index registra queda de 0,48% a 101,376 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam mistas. China, +2,11%. Japão, -1,42%.

* As principais bolsas na Europa operam firmes. Paris, +1,42%. Frankfurt, +1,52%. Londres, +1,19%.

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* O petróleo opera em baixa. Dezembro do WTI em NY: US$ 95,12 o barril (-1,00%).

AGENDA

10:30 – EUA: Balança comercial de bens e serviços de setembro.

12:30 – EUA: Relatório semanal da Administração de Informações de Energia (EIA) sobre estoques de petróleo referente à semana de 30 de outubro.

18:30 – Definição da taxa Selic pelo Copom/BC.

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– Resultados financeiros da Minerva, da Vibra e da Prio.

20:50 – Japão: Ata da reunião de política monetária do Banco do Japão (BoJ).

—–Quinta-feira (05/11)

07:00 – Zona do euro: Índice de Preços ao Produtor (PPI) de setembro.

09:00 – Reino Unido: Ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra.

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09:00 – Reino Unido: Decisão sobre as taxas de juros do Banco da Inglaterra.

09:00 – Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física do Brasil/IBGE.

10:30 – EUA: Dados de exportação semanal de grãos/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

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16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros da PetroRecôncavo e do Brasil Agro.

20:30 – Japão: Pesquisa preliminar do trabalho – salários, emprego e horas trabalhadas de setembro.

—–Sexta-feira (06/11)

10:30 – EUA: Relatório de emprego dos Estados Unidos de outubro.

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15:00 – Balança comercial consolidada de outubro/MDIC.

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultado financeiro da Fertilizantes Heringer.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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Sustentabilidade

Arroz/BR: Semeadura atinge 50,9% no país com avanço no RS e progresso nas demais regiões – MAIS SOJA

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Arroz/BR: 50,9% semeado. No RS, o clima foi mais estável e permitiu bom avanço do plantio. Ao todo, cerca de 60% da área estadual está semeada, com bom desenvolvimento geral da cultura. No TO, as chuvas recentes permitiram o preparo e a sistematização das áreas de várzea, iniciando o plantio do arroz irrigado.

Em SC, mesmo com a baixa luminosidade, as temperaturas amenas e o excesso hídrico, o plantio avança e se aproxima do final. As lavouras apresentam danos pontuais por conta desse cenário climático.

No MA, a semeadura do arroz irrigado foi finalizada, restando as áreas tardias de arroz sequeiro. No PR, o clima foi mais favorável e permitiu a retomada do plantio. As condições das lavouras são consideradas boas.

Fonte: Conab

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FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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