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9 de junho de 2026

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Alta dos aluguéis em Cuiabá supera inflação e coloca cidade entre as mais caras do Brasil

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O custo para morar de aluguel em Cuiabá ficou mais alto em 2025. De acordo com o Índice FipeZAP, divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os valores residenciais na capital mato-grossense acumularam alta de 14,61% no ano — percentual acima da média nacional, que foi de 9,44%.

De acordo com o Índice FipeZAP, o preço médio de locação na cidade atingiu R$ 47,21 por metro quadrado. No ranking nacional de preços médios de locação residencial, Cuiabá ocupa a 17ª posição entre as 36 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP, ficando à frente de capitais como Curitiba, onde o aluguel custa R$ 46,82 por metro quadrado; Porto Alegre, com R$ 44,34 por metro quadrado; e Goiânia, com R$ 41,60 por metro quadrado.

Entre os bairros cuiabanos com maior valor médio de locação estão Duque de Caxias (R$ 62,8/m²), Despraiado (R$ 51,4/m²) e a região de expansão urbana (R$ 49,2/m²). Já áreas como Centro Norte (R$ 41,6/m²), Cidade Alta (R$ 41,6/m²) e Dom Aquino (R$ 36,6/m²) apresentam valores mais acessíveis, embora algumas tenham registrado variações expressivas ao longo do ano.

Em termos de valorização, o levantamento revela que o bairro Quilombo se destaca como o que registrou o maior aumento no preço nos últimos 12 meses, com valorização de 49,7%. A segunda maior valorização do aluguel por metro quadrado é a do bairro Centro Norte, que teve aumento de 40,4% nos últimos 12 meses, seguido pelo bairro Cidade Alta, com alta de 36,2%.

Imóveis maiores registram maior alta

No recorte por tipologia, imóveis com três dormitórios lideraram a valorização anual no país, com alta de 10,19%. Unidades de dois dormitórios tiveram a menor variação média, de 9,19%. Em relação ao preço por metro quadrado, apartamentos de um dormitório seguem com os valores proporcionais mais elevados no cenário nacional.

O levantamento mostra que o aumento dos aluguéis foi registrado em 34 das 36 cidades analisadas, incluindo 21 das 22 capitais acompanhadas. Em Cuiabá, o ritmo acima da média nacional confirma um mercado aquecido — cenário favorável para proprietários e investidores, mas desafiador para quem busca moradia diante da escalada dos preços.

Desenvolvido em parceria pela Fipe e pelo Grupo OLX, o Índice FipeZAP acompanha o preço de locação de imóveis residenciais prontos em 36 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na internet. Em Cuiabá, o índice avaliou 2.614 anúncios para compor a base de dados.

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Aos 40 anos, a mulher não está envelhecendo. Está se transformando

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Existe um momento na vida da mulher em que o espelho começa a refletir mais do que a aparência. Ele passa a revelar histórias, escolhas, conquistas, cicatrizes e também algumas perguntas que talvez nunca tenham sido feitas antes.

Para muitas mulheres, esse momento chega por volta dos 40 anos.

É uma fase cercada de mudanças silenciosas. Algumas acontecem no corpo. Outras, na mente. Muitas, no coração. E embora a sociedade ainda tente associar essa etapa ao envelhecimento, a verdade é que ela representa algo muito mais profundo: uma transformação.

No consultório, vejo mulheres que construíram carreiras, criaram filhos, sustentaram famílias, enfrentaram desafios e aprenderam a cuidar de todos ao seu redor. Mas que, em algum momento, percebem que deixaram de olhar para si mesmas.

É justamente nessa década que muitas começam a notar alterações no sono, na disposição, no metabolismo, na pele, na libido e até na forma como lidam com as próprias emoções. Algumas sentem uma irritabilidade que não existia antes. Outras relatam cansaço persistente, dificuldade para perder peso ou uma sensação de não reconhecer mais o próprio corpo.

Essas mudanças não são fruto da imaginação. Elas têm explicações biológicas importantes. A partir dos 40 anos, a produção hormonal feminina inicia um processo gradual de transição que pode durar vários anos até a menopausa. O organismo começa a enviar sinais de que uma nova fase está chegando.

O problema é que muitas mulheres foram ensinadas a suportar esses sintomas em silêncio. Como se sentir desconforto fosse uma obrigação natural da idade. Como se perder qualidade de vida fosse inevitável.

Não é.

Hoje a medicina oferece recursos que permitem compreender essas transformações de forma muito mais individualizada. Cada mulher vive essa fase de maneira única. Algumas apresentam sintomas intensos. Outras passam por mudanças mais discretas. Não existe uma regra universal, e é justamente por isso que o acompanhamento médico faz tanta diferença.

Mas existe algo que considero ainda mais importante do que os hormônios, os exames ou os tratamentos.

A forma como a mulher escolhe enxergar esse período da vida.

Aos 40 anos, muitas descobrem uma liberdade que não possuíam aos 20. Já não precisam provar tantas coisas. Aprendem a estabelecer limites. Passam a compreender melhor seus desejos, suas prioridades e aquilo que realmente faz sentido.

É uma fase em que a maturidade encontra a vitalidade. Em que a experiência se soma à autoconfiança. Em que muitas mulheres finalmente se autorizam a ocupar o centro da própria vida.

Por isso, quando uma paciente me pergunta se é normal mudar aos 40, minha resposta é sempre a mesma.

Sim, é normal.

O que não deveria ser normal é atravessar essas mudanças sem informação, sem acolhimento e sem cuidado.

A mulher de 40 anos não está perdendo juventude. Está ganhando consciência. Está descobrindo novas versões de si mesma. Está entendendo que beleza não é ausência de idade, mas presença de saúde, energia, autoestima e propósito.

E talvez essa seja a transformação mais bonita de todas.

Bruna Ghetti é ginecologista, especialista em mulheres 40+.

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Agro Mato Grosso

Carreta invade a contramão e mata motorista na BR-163 I Mato Grosso

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Segundo motorista da carreta, colisão ocorreu após uma frenagem brusca para impedir outro acidente

O motorista Wilson Honório dos Reis, de 59 anos, morreu após a picape que dirigia ser atingida de frente por um caminhão na noite desta segunda-feira (8), na BR-163, em Sinop (a 478 quilômetros de Cuiabá).

De acordo com o boletim de ocorrência, Wilson conduzia uma Fiat Strada quando foi atingido por um caminhão-trator que seguia no sentido Sinop-Itaúba.

Em depoimento aos policiais, o motorista do caminhão, de 54 anos, relatou que seguia pela rodovia quando, ao subir um viaduto, se deparou com outro caminhão seguindo à sua frente em baixa velocidade e sem sinalização luminosa adequada.

Para evitar uma colisão traseira, ele afirmou que realizou uma frenagem brusca. Durante a manobra perdeu o controle da direção, invadiu a pista contrária e bateu de frente contra a Fiat Strada conduzida por Wilson.

Com a força do impacto, o motorista da picape sofreu ferimentos graves e morreu ainda no local.

O condutor do caminhão realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado negativo para consumo de bebida alcoólica.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e o caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.

 

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente.

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Força Tática descobre depósito do tráfico e apreende 66 kg de maconha em Rondonópolis

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Homem de 32 anos escondia 64 tabletes da droga debaixo da cama em uma quitinete no bairro Vila Operária

Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam 66 quilos de substância análoga a maconha, na noite desta segunda-feira (8.6), em Rondonópolis. Na ação, um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de entorpecentes.

Durante execução da Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática recebeu informações, do setor de inteligência, sobre um possível local de armazenamento e tráfico de drogas em uma quitinete, no bairro Vila Operária.

Os policiais foram ao endereço informado e, ao se aproximarem, sentiram forte odor característico de droga vindo de uma das residências. A equipe fez abordagem e localizou o suspeito que foi detido. Questionado sobre a droga, o homem afirmou que o entorpecente estava escondido debaixo de uma cama.

Os militares fizeram busca no local indicado e encontraram 64 tabletes de drogas, que totalizaram 66 quilos. Ainda em depoimento, o homem afirmou que havia retirado o material na rodoviária do município de Poxoréu e que faria a distribuição na cidade de Rondonópolis.

Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.

Com Assessoria 

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