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5 de maio de 2026

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Indústria 5.0 em MT: como os setores econômicos podem aproveitar a evolução tecnológica

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A Indústria 5.0 representa a nova fase da evolução industrial, mais do que tecnologia e automação: é a combinação entre máquinas inteligentes, automação e robótica, com o protagonismo humano. A ideia é que humanos, robôs e sistemas inteligentes trabalhem juntos de forma colaborativa, valorizando o pensamento crítico, a flexibilidade, a segurança no trabalho e a sustentabilidade.

Em concreto, isso envolve o uso de robôs colaborativos (os chamados cobots), sensores, Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, automação avançada, e sistemas de monitoramento e controle em tempo real, com foco em eficiência, qualidade, adaptabilidade da produção e bem-estar dos trabalhadores.

A Indústria 5.0 permite produção mais flexível e personalizada, sem perder escala nem eficiência, algo vital quando se trata de cadeias como as de alimentos e carne, que precisam seguir normas rígidas de qualidade e rastreabilidade.

Ao automatizar tarefas pesadas, repetitivas ou perigosas, reduz-se a exposição humana a riscos, melhorando segurança, ergonomia e produtividade, uma demanda crescente em frigoríficos, usinas e operações industriais intensivas.

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Para regiões como Mato Grosso, que já têm forte presença na agropecuária, frigoríficos e agroindústrias, a adoção da Indústria 5.0 pode representar um diferencial competitivo, agregando valor à produção, reforçando a qualidade, eficiência e padronização exigidas nos mercados internacionais.

Potencial e desafios para Mato Grosso

Para Mato Grosso, a adoção da Indústria 5.0 tem grande apelo, mas há obstáculos a superar:

Potenciais ganhos / oportunidades

  • Melhoria na produtividade e padronização, tornando os produtos mais competitivos no mercado nacional e internacional.
  • Redução de custos operacionais e de risco, com automação de atividades pesadas, repetitivas ou insalubres.
  • Valorização da cadeia produtiva local, com maior eficiência, rastreabilidade e compliance, atraindo mais investimentos e fortalecendo o Estado como polo agroindustrial moderno.
  • Sustentabilidade e menor impacto ambiental, quando combinado com práticas mais eficientes de energia, recursos e processos.

Desafios e limitações

A variabilidade natural da matéria-prima (animais, cortes) exige tecnologia de ponta, robôs com sensores, visão de máquina ou sistemas adaptativos, e isso representa custo elevado e complexidade técnica.

A adoção exige capacitação da mão de obra local: a Indústria 5.0 valoriza o papel humano, mas com perfil técnico, criativo e de supervisão, diferente da produção tradicional. Isso demanda investimento em treinamento e requalificação.

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A infraestrutura de energia, logística, conectividade e sistemas integrados deve estar à altura, especialmente em regiões do interior, como muitas no MT, onde a dispersão geográfica e desafios logísticos podem tornar a implementação mais árdua.

Para Mato Grosso a Indústria 5.0 surge não como “luxo tecnológico”, mas como passo estratégico para elevar a competitividade, qualidade e sustentabilidade do setor.

Investir em automação colaborativa hoje é preparar a indústria local para padrões globais: exigência crescente de eficiência, rastreabilidade, conformidade sanitária e sustentabilidade.

Para empresas, cooperativas e governos regionais, vale o esforço de mapear onde a automação com cobots, sensores e sistemas inteligentes pode trazer retorno, alinhando produtividade, competitividade internacional e valorização do trabalho local.

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VG em Ação: Força-tarefa percorre avenidas e bairros prioritários hoje

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Geral

Iniciativa coordenada pela Secretaria de Serviços Públicos leva capinação e limpeza pesada a pontos como o Cristo Rei e a Avenida da FEB

A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta segunda-feira (04.05), mais uma edição do programa VG em Ação, levando serviços de limpeza e zeladoria a diversas regiões da cidade, com destaque para o bairro Vitória Régia e para a região central do município.Coordenada pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, a força-tarefa executa ao longo do dia ações de varrição, poda de árvores, capinação e retirada de resíduos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e manter os espaços públicos conservados.A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a manutenção urbana, a prevenção de problemas ambientais e a oferta de serviços públicos mais eficientes à comunidade. O programa VG em Ação integra um cronograma contínuo de atendimentos estratégicos em bairros e avenidas considerados prioritários.Locais atendidos:• Avenida Ary Paes Barreto
• Avenida Prefeito Murilo Domingos
• Avenida da FEB
• Avenida Castelo Branco
• Guarita
• Avenida São Gonçalo
* Bairro 7 de Maio
* Bairro Ipase
• Região do Engordador
• Bairro Manga
• Bairro Vitória Régia
° Bairro Cristo Rei
• Bairro MapimCom Prefeitura de Várzea Grande

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Cuiabá reforça proteção animal e vistorias oficiais não apontam irregularidades no Canil Municipal

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Gestão municipal rebate denúncias infundadas com base em laudos recentes do Juvam e CRMV-MT, destacando reestruturação e avanços nos atendimentos da unidade

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria-Adjunta de Bem-Estar Animal, repudia as acusações divulgadas sobre o Canil Municipal e esclarece que não correspondem à realidade atual da unidade. As alegações são graves, não possuem comprovação e estão sendo tratadas com responsabilidade.

Parte das informações é falsa ou refere-se a registros antigos, de período em que o Canil passava por reforma e adequações sanitárias. Desde então, a estrutura e os fluxos de atendimento foram reestruturados.

Em relação à acusação de acondicionamento de animal vivo em freezer, não há qualquer evidência formal que comprove o fato.

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Uma vistoria realizada pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam), em 15 de abril de 2026, não constatou irregularidades compatíveis com as denúncias, apontando condições adequadas de limpeza, organização e funcionamento.

O relatório também verificou higienização frequente das baias, fornecimento regular de água e alimentação, separação de animais doentes e suporte por clínicas veterinárias parceiras.

Além do Juvam, o Canil Municipal passou por fiscalização do Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Estado de Mato Grosso (CRMV-MT) em 20 de fevereiro de 2026, com apontamentos técnicos e prazos para adequações, dentro dos procedimentos regulares de acompanhamento do órgão.

“A atual gestão promoveu melhorias estruturais, reforço da equipe técnica e implantação de protocolos e controles, garantindo maior organização e rastreabilidade dos atendimentos”, desta a secretária adjunta de Bem-Estar Animal, Morgana Thereza Ens.

Como resultado da reestruturação, foram realizados 781 atendimentos no primeiro bimestre, com mais de 356 denúncias apuradas, além de vacinação e castrações contínuas. A Prefeitura informa ainda que denúncias comprovadamente falsas serão formalmente encaminhadas aos órgãos competentes para as devidas responsabilizações.

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Regularização fundiária

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, buscou nesta segunda-feira (4) mais uma alternativa para solucionar o impasse fundiário que envolve mais de mil famílias da região do Contorno Leste. Em audiência realizada no Fórum de Cuiabá, na 2ª Vara Especializada em Direito Agrário, conduzida pela juíza Adriana Sant’Anna Coningham, o prefeito defendeu a retomada do diálogo como caminho para encerrar o conflito que se arrasta há anos.

A audiência representantes do município, do Judiciário e das partes envolvidas na disputa judicial. Do lado de fora, centenas de moradores acompanharam o encontro e recepcionaram o prefeito com aplausos e gritos de apoio, reconhecendo a disposição da gestão municipal em buscar uma solução definitiva para a permanência das famílias na área.

Durante a audiência, Abilio Brunini apresentou três alternativas possíveis para destravar o imbróglio jurídico. A primeira prevê o depósito, em conta específica da Justiça, de um valor destinado a ressarcir os proprietários em caso de desapropriação da área. A segunda opção seria aguardar uma decisão definitiva do Judiciário, deixando que o processo siga seu curso legal. Já a terceira alternativa propõe a construção de um acordo amigável para a compra do imóvel diretamente com os proprietários.

Segundo o prefeito, o objetivo é garantir segurança jurídica e dignidade às famílias que vivem no local, evitando soluções traumáticas como a remoção forçada. Ele reforçou que a Prefeitura está aberta ao diálogo e disposta a construir uma solução equilibrada entre os direitos dos proprietários e a necessidade social das famílias.

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Ao final da audiência, a juíza Adriana Sant’Anna Coningham determinou que, caso haja concordância dos proprietários, será realizada uma nova audiência de conciliação com a participação de um mediador do Poder Judiciário. Nessa etapa, deverão ser apresentadas propostas concretas para a possível aquisição da área.

A expectativa é que, se a sessão de conciliação for aceita, o processo avance para uma solução definitiva, colocando fim a um impasse que já dura anos e impacta diretamente a vida de milhares de pessoas na capital mato-grossense.

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