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Prefeitura faz mutirão de limpeza e infraestrutura em 15 avenidas e bairros de Várzea Grande nesta terça

Operação inclui reforço na iluminação, instalação de quebra-molas e roçagem. Veja se a sua região está na lista de atendimento de hoje
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana (SSPMU), realiza nesta terça-feira (4) mais uma etapa do programa VG em Ação, reforçando os serviços de zeladoria, manutenção e mobilidade urbana em diversos bairros e importantes vias do município.
As equipes executam serviços de capina, roçagem, poda de árvores, retirada de entulhos, revitalização de espaços públicos e pintura de meio-fio, garantindo mais limpeza, organização e conservação dos espaços urbanos. As ações contribuem para a valorização dos bairros, promovem mais qualidade de vida aos moradores e tornam a cidade mais segura e acolhedora.
O cronograma também contempla intervenções voltadas à mobilidade urbana, como reforço da sinalização viária, implantação de quebra-molas e modernização da iluminação pública, ampliando a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres.
O VG em Ação integra o planejamento permanente da gestão municipal, que mantém equipes atuando diariamente em diferentes regiões da cidade para oferecer uma Várzea Grande mais limpa, organizada, segura e com infraestrutura cada vez melhor para a população.
Locais atendidos nesta terça-feira (4):
- Avenida Ary Paes Barreto
- Avenida Castelo Branco
- Residencial Milton Figueiredo
- Bairro Canelas
- Bairro Marajoara
- Bairro Hélio Ponce
- Bairro Jardim União
- Limpo Grande
- Bairro Parque das Mangabeiras
- Bairro Nova Fronteira
- Bairro Ouro Verde
- Bairro Vitória Régia
- Estrada da Guarita
- Orla da Alameda
- Parque Tanque do Fancho
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Havanna entra em recuperação extrajudicial no Brasil

A operação da rede de cafeterias Havanna no Brasil está em recuperação extrajudicial após o grupo controlador apresentar à Justiça um plano para reorganizar dívidas. O pedido foi protocolado no fim de 2025 e tramita na 1ª Vara Regional de Competência Empresarial de São Paulo.
O processo reúne seis empresas ligadas ao empresário Marcos Rothenberg, entre elas a DGA Doces Del Plata e a Café Del Plata, responsável pelas lojas da marca no país.
Segundo a documentação apresentada, a Café Del Plata não enfrenta dificuldades operacionais e foi incluída por atuar como avalista de obrigações de outras empresas do grupo.
A principal empresa afetada é a Fragrance, do ramo de perfumes. Também pesa no processo um pedido de falência movido pela Top Cau, que cobra R$ 4,18 milhões em notas fiscais não pagas.
Em nota, a Havanna afirmou que a recuperação envolve dívidas de outras empresas do grupo e que a medida busca preservar as operações, fornecedores, franqueados e parceiros.
A companhia informou ainda que abriu mais de 30 novas unidades no primeiro semestre de 2026 e mantém a meta de alcançar mais de 700 pontos de venda no Brasil até 2030.
O plano prevê desconto de 95% para os credores concursais, que receberiam 5% dos valores devidos após 12 meses de carência, em dez parcelas anuais corrigidas.
Já os credores que aportarem novos recursos por meio de financiamento DIP e os classificados como parceiros terão pagamento integral, conforme as condições previstas na proposta.
Agro Mato Grosso
Operação da PF investiga retirada ilegal de mais de 34 toneladas de calcário em MT

Atividade minerária era realizada fora dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais, o prejuízo foi estimado em mais de R$ 3 milhões à União.
Uma operação realizada pela Polícia Federal investiga um esquema de extração irregular de recursos minerais em Rosário Oeste, a 133 km de Cuiabá. Nesta terça-feira (4), foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Cuiabá.
De acordo com a polícia, as investigações apontam que a atividade minerária era realizada fora dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais. O levantamento preliminar indica que mais de 34 toneladas de calcário foram extraídas de forma irregular, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões à União.
As investigações começaram após a identificação da exploração mineral em área não autorizada. Em seguida, fiscalizações administrativas, análises geoespaciais e uma perícia realizada pela Polícia Federal confirmaram indícios da atividade irregular.
Segundo a PF, as ordens judiciais foram expedidas para apreender documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros materiais que possam auxiliar nas investigações.
A operação busca identificar a participação de cada investigado, dimensionar o lucro obtido com a exploração ilegal, verificar se as irregularidades continuaram ao longo do tempo e apurar a existência de outros envolvidos ou beneficiários do esquema.
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CNJ vota fim da aposentadoria remunerada para juízes criminosos e cria “cerco ético”

Magistrados flagrados vendendo sentenças poderão perder o cargo de vez. Sessão desta terça (4) também define regras para presentes e eventos
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar na sessão desta terça-feira (4) uma proposta de criação de regras para disciplinar a participação de juízes em eventos privados, recebimento de presentes e atuação de escritórios de advocacia de parentes de magistrados nos tribunais.
A proposta é de autoria do presidente do conselho e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, e será chamada de Política Nacional de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses no âmbito do Poder Judiciário. A sessão está prevista para começar às 10h.
No STF, também está em tramitação uma proposta de criação de regras de conduta.
Em fevereiro deste ano, Fachin anunciou que a adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo será uma das prioridades de sua gestão e indicou a ministra Cármen Lúcia para relatar a proposta de criação da norma.
O anúncio sobre a criação do Código de Ética ocorreu em meio às investigações sobre o Banco Master e às citações aos nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Aposentadoria
O CNJ também deve deliberar sobre o fim da aposentadoria compulsória como pena máxima administrativa aos magistrados condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras.
A decisão ocorrerá após o julgamento do STF que determinou o fim da aposentadoria compulsória.
Pelo entendimento da Suprema Corte, após a condenação do magistrado pelo CNJ, a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá entrar com uma ação no Supremo para que o magistrado tenha a perda do cargo analisada pela Corte.
Em 20 anos, o conselho condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória. O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.
Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave.
Antes da decisão do Supremo, magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação pelo CNJ.
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