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Sustentabilidade

Negociações são limitadas no mercado físico de algodão, com compradores ajustando bases – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de algodão apresentou negociações limitadas ao longo da semana. Os compradores ajustaram para baixo suas bases, com algum interesse pontual para entrega em 30 dias. Enquanto isso, os produtores se mantiveram cautelosos, contribuindo para conter uma pressão maior sobre as cotações domésticas, informou a Safras Consultoria.

No mercado paulista, a indicação média CIF fechou a quinta-feira (22) em R$ 3,51 por libra-peso, recuo de 0,58% frente aos R$ 3,54 por libra-peso da quinta anterior (15). Já em Rondonópolis (MT), a pluma foi negociada a R$ 109,22 por arroba, acumulando queda semanal de R$ 1,47 por arroba.

Área plantada em 2025/26 – Abrapa

De acordo com o primeiro levantamento da safra 2025/2026 da Abrapa, a área plantada de algodão deverá reduzir em 5,5% chegando a 2,052 milhões de hectares na nova safra. A produtividade de pluma por hectare é projetada em queda de 4,7% (1.866 kg de pluma por hectare). Com isso, a projeção de pluma é estimada em 3,829 milhões de toneladas na safra 2025/2026, queda de 9,9%.

A semeadura da safra 2025/26 iniciou no Brasil, e se intensifica durante o mês de janeiro de 2026 nos estados que plantam o algodão segunda safra. A colheita da soja em ritmo mais rápido que em 2025 no estado do Mato Grosso, favorece os trabalhos de campo de plantio do algodão. Até 08 de janeiro, 18% da área já havia sido semeado, conforme levantamento da Abrapa.

Custeio 2026/27 em MT – Imea

Em janeiro/26, o projeto CPA-MT1 divulgou a primeira estimativa de custo de produção do algodão para a safra 26/27 em Mato Grosso. Segundo o Instituto, o custeio ficou projetado em R$ 10.653,57/ha, redução de 1,13%, quando comparado ao consolidado da safra 25/26, pautado principalmente pelo recuo com as despesas de fertilizantes e corretivos.

Com isso, o custo operacional efetivo (COE) ficou previsto em R$ 15.255,21/ha, queda de 0,59% frente à estimativa do ciclo 25/26. Contudo, apesar da baixa no custeio e no COE, o custo total (CT) ficou projetado em R$ 18.917,57/ha, estando 2,44% superior em relação à safra 25/26, decorrente sobretudo do custo de oportunidade, que está 21,20% maior.

Por fim, é essencial que o cotonicultor se planeje de forma antecipada para o ciclo 26/27, especialmente diante das incertezas relacionadas aos preços, custos e condições de mercado. As informações partem do Imea.

Fonte: Sara Lane – Safras News

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Sustentabilidade

Preços da soja recuam com expectativa de safra recorde e real valorizado

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Divulgação CNA

Os preços da soja em grão encerraram o mês de janeiro em queda no mercado brasileiro. Segundo pesquisadores do Cepea, o enfraquecimento das cotações está ligado às expectativas de uma oferta recorde no Brasil, à demanda doméstica limitada e à valorização do real frente ao dólar.

De acordo com o centro de pesquisas, o movimento cambial reduziu a competitividade da soja brasileira no mercado internacional. Com o real mais valorizado, parte dos compradores externos passou a priorizar a soja norte-americana, afastando demandantes do produto brasileiro.

Colheita avança, mas falta de umidade preocupa produtores do Sul

No campo, as atividades de colheita da soja avançam de forma gradual em diferentes regiões do país. No entanto, colaboradores consultados pelo Cepea indicam que os níveis de umidade do solo seguem abaixo do ideal em áreas do Sul do Brasil, principalmente em lavouras semeadas mais tardiamente.

Essa condição mantém os produtores em estado de alerta, diante do risco de impacto sobre o desenvolvimento das lavouras. As previsões climáticas apontam para chuvas mais abrangentes nos próximos dias, o que pode contribuir para a melhora do balanço hídrico e trazer alívio às áreas afetadas.

Mato Grosso lidera colheita da soja no país

Dados da Conab mostram que a colheita da soja alcançou 6,6% da área nacional até o dia 24 de janeiro. O percentual supera os 3,2% registrados no mesmo período da safra passada.

Mato Grosso segue à frente nos trabalhos de campo, com 19,7% da área colhida até a data, avanço expressivo em relação aos 3,6% observados no mesmo intervalo do ciclo anterior.

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Sustentabilidade

Sistema Farsul mantém negociações sobre royalties da soja – MAIS SOJA

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As questões que envolvem a cobrança de royalties da soja no Rio Grande do Sul foram tema de reunião entre representantes do Sistema Farsul e da Bayer. As conversas giraram, especialmente, em torno do Termo de Compromisso do Programa Pré-Certifica RS, e sobre as dificuldades geradas pela alteração de compreensão das cargas a serem analisadas na entrega dos grãos e cerealistas e cooperativas. Além das medidas implementadas por empresas do grupo Cultive Biotec, a mudança nos padrões da multa de 7,5% na moega para produtores que não realizaram pagamento prévio de royalties na safra 2025/2026 também esteve em debate.

No encontro, o Sistema Farsul reiterou sua posição de respeito aos direitos de propriedade industrial. Entretanto, a entidade reforçou seu posicionamento de jamais ter anuído ou concordado com o percentual de 7,5%, que está sendo aplicado de forma unilateral pelas empresas de biotecnologia. A entidade também questiona a falta de clareza no Termo de Compromisso e do comunicado expedido que trazem insegurança ao produtor que assinar o documento.

A Federação aguarda para a próxima semana o anúncio de ajustes nos procedimentos das empresas e irá dar continuidade nas tratativas em relação a aplicação da multa e seu percentual.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Em queda, Indicador volta à casa dos R$ 65/sc – MAIS SOJA

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No encerramento de janeiro, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa seguiu em queda e voltou a operar na casa dos R$ 65 por saca de 60 kg, patamar que não era verificado desde o final de outubro de 2025. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez esteve baixa no período, tendo em vista que compradores priorizaram o consumo de estoques negociados antecipadamente e realizaram aquisições apenas de forma pontual.

Do lado da oferta, parte dos produtores com receio de novas desvalorizações e com necessidade de liberação de armazéns esteve mais flexível nos valores. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, tipicamente, a colheita da soja e a maior demanda por fretes para a oleaginosa chegam a sustentar os valores de milho durante as primeiras semanas do ano.

No entanto, em 2026, um dos fatores que tem impedido reações nos preços é o fato de os estoques de milho estarem muito elevados – são estimados em 12 milhões de toneladas neste início de temporada, contra 1,8 milhão de toneladas em 2025, e acima da média das últimas cinco safras, de 9,2 milhões de toneladas.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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