Sustentabilidade
Análise mensal do mercado do algodão – MAIS SOJA

O ano de 2025 foi desafiador para o setor brasileiro de algodão. A combinação entre produção histórica, consumo ainda enfraquecido e pressão externa sobre as cotações levou a um ciclo prolongado de queda dos preços domésticos. Em contrapartida, o avanço das exportações foi decisivo para o escoamento do excedente e para a manutenção do protagonismo do Brasil no cenário internacional.
Depois de operar em um intervalo relativamente estreito no ano anterior, em 2025, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ (pagamento em 8 dias) acumulou baixa de 16,89%, encerrando a R$ 3,4862/libra-peso no dia 30 de dezembro. A paridade de exportação recuou em magnitude semelhante no comparativo entre 30 de dezembro de 2024 e 30 de dezembro de 2025 (-16,9%). Esse movimento refletiu a desvalorização de 11,2% do dólar frente ao Real, cotado a R$ 5,488 no dia 30, além da baixa de 6,05% do Índice Cotlook A, para US$ 0,7450/lp no mesmo período. No mercado futuro, o primeiro vencimento da Bolsa de Nova York (ICE Futures) caiu 6% em 2025.
Nos primeiros cinco meses do ano, os preços domésticos do algodão estiveram predominantemente em alta. Em maio, a cotação atingiu o pico anual e a maior média mensal real desde março de 2024 (IGP-DI de nov/25). A sustentação veio da postura firme dos vendedores durante a entressafra, da valorização dos contratos na Bolsa de Nova York e do avanço do Índice Cotlook A. Produtores capitalizados, amparados por receitas de outras commodities ou focados no cumprimento de contratos a termo, limitaram a oferta no mercado spot.
A partir de junho, contudo, os valores da pluma passaram a recuar com maior intensidade, pressionados pelas quedas externas e do dólar, além da intensificação das vendas de estoques remanescentes da safra 2023/24 e da aproximação do volume recorde de 2024/25. A necessidade de “fazer caixa”, aliada ao elevado nível de estoques, reforçou o viés baixista ao longo do segundo semestre.
Diante desse cenário, compradores passaram a atuar de forma mais cautelosa, priorizando aquisições pontuais, em um contexto de consumo contido de manufaturados e de bom nível de abastecimento industrial por meio de contratos a termo. Os atrasos na colheita e no beneficiamento da nova safra levaram muitos agentes a priorizarem o cumprimento desses contratos, firmados a preços mais atrativos do que os vigentes no spot.
O excesso de oferta, a demanda doméstica e internacional moderada, a instabilidade geopolítica e um câmbio menos favorável limitaram a recuperação dos preços no Brasil. A partir de outubro, o mercado interno passou a operar abaixo da paridade de exportação, situação que não se observava desde o final de 2024. A liquidez permaneceu reduzida no spot, com negociações concentradas quase exclusivamente nos contratos a termo. Em novembro, mesmo com a aproximação do recesso de fim de ano e a demanda restrita por manufaturados, em um ambiente de consumo têxtil global ainda enfraquecido, os embarques permaneceram intensos. Os preços médios, porém, acumularam quedas mensais consecutivas desde o pico de maio, caindo para o menor patamar real desde setembro de 2009. Nesse contexto, agentes intensificaram novas programações tanto para o início de 2026 quanto para os lotes da próxima temporada, reforçando a relevância do mercado a termo como principal estratégia de gestão comercial do setor.
EXPORTAÇÃO – As exportações brasileiras de algodão em pluma atingiram volume recorde na temporada 2024/25. Entre agosto/24 e julho/25, o Brasil embarcou 2,835 milhões de toneladas, 6% a mais que na safra anterior (2,68 milhões de toneladas), segundo dados da Secex. No ano civil, de janeiro a dezembro, foram 3,026 milhões de toneladas, 9,1% acima ao total de 2024 (2,774 milhões) e um recorde. Os principais destinos foram China (17%), Bangladesh (16%), Paquistão (16%), Turquia (14%), Vietnã (14%), Índia (8%) e Indonésia (6%). Em dólar, o preço médio de exportação em 2025 foi de US$ 0,7379/lp, 12,5% menor que o de 2024. Entre setembro/23 e março/25, as cotações externas superaram continuamente os valores do spot nacional; em abril/25, houve inversão, com o mercado interno voltando a operar em desvantagem frente à exportação a partir de setembro/25.
SAFRA BRASILEIRA 2024/25 – A área semeada na safra 2024/25 avançou 7,27% em relação à temporada anterior, totalizando 2,09 milhões de hectares, segundo a Conab. A produtividade média foi estimada em 1.954 kg/ha, 3,46% acima do recorde anterior. Assim, a produção atingiu 4,076 milhões de toneladas de pluma, alta de 10,13% frente à safra 2023/24. A disponibilidade interna (estoque inicial, produção e importações) cresceu 10,36%, totalizando 6,47 milhões de toneladas em 2024/25. O consumo doméstico foi estimado em 725 mil toneladas (+4,32%), gerando um excedente interno de 5,75 milhões de toneladas. As exportações foram projetadas em 2,94 milhões de toneladas (+6,08%) e os estoques de passagem, em 2,81 milhões de toneladas em dezembro/25, 17,05% superiores aos de dezembro/24.
OFERTA E DEMANDA MUNDIAL – Com aumentos expressivos na produção da China, do Brasil e dos Estados Unidos, a oferta global foi estimada em 25,97 milhões de toneladas em 2024/25, a maior desde 2017/18 e 6% acima da temporada anterior, segundo o USDA. O consumo mundial cresceu em ritmo menor, 3%, para 25,9 milhões de toneladas, elevando a relação estoque/consumo para 62,7%. As importações globais foram estimadas em 9,37 milhões de toneladas (-2,3%) e as exportações, em 9,23 milhões (-4,4%). Em sentido oposto, os embarques brasileiros cresceram 5,8%, alcançando 2,835 milhões de toneladas, o equivalente a 31% do comércio mundial, superando em 9,4% os dos Estados Unidos.
Fonte: Cepea

Autor:AGROMENSAIS DEZEMBRO/2025
Site: CEPEA
Sustentabilidade
Chicago fecha em baixa no milho seguindo queda do petróleo e dólar forte – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com os preços mais baixos. O mercado foi pressionado pela forte queda do petróleo em Nova York, associada à redução das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. A valorização do dólar frente a outras moedas complementou o quadro negativo.
Além disso, as chuvas recentes no oeste da Argentina melhoraram a umidade do solo, embora a Bolsa de Buenos Aires destaque que novas precipitações ainda serão necessárias nas próximas semanas para evitar perdas de rendimento. O quadro de demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos limitou uma maior queda.
As inspeções de exportação norte-americana de milho chegaram a 1.136.352 toneladas na semana encerrada no dia 29 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, haviam atingido 1.547.064 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 1.260.984 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro de 2025, as inspeções somam 32.611.083 toneladas, contra 21.761.284 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,25 3/4, com baixa de 2,50 centavos, ou 0,58%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio fechou a sessão a US$ 4,33 1/2 por bushel, recuo de 2,25 centavos ou 0,51% em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Safras News)
Sustentabilidade
O milho no Brasil: produção, usos e relevância cultural – MAIS SOJA

Omilho é um dos grãos mais estratégicos para a segurança alimentar global, destacando-se por
sua adaptabilidade ao cultivo em diferentes escalas — desde pequenas áreas familiares até grandes lavouras tecnificadas. No Brasil, mais de 1 milhão de produtores estão envolvidos com essa cultura, distribuídos por praticamente todos os municípios do país. A produção varia de sistemas de subsistência, com baixo uso de insumos, até operações de alta tecnologia voltadas à exportação.
Exportação
O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho, com uma produção estimada em 128
milhões de toneladas em 2025, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Um exemplo que evidencia essa relevância é o estado de Mato Grosso, que deverá colher cerca de 50 milhões de toneladas, volume equivalente a toda a produção da Argentina. No cenário internacional, o Brasil ocupa a segunda posição entre os maiores exportadores do grão, com cerca de 34 milhões de toneladas embarcadas.
Ao contrário da soja, cuja exportação se concentra fortemente na China, o milho brasileiro possui um perfil de e exportação diversificado. Entre os principais destinos estão Egito (África), Irã (Oriente Médio), Japão (Ásia) e Espanha (Europa), o que demonstra sua competitividade e versatilidade no mercado global.
Internamente, o milho apresenta uma ampla gama de usos, abrangendo consumo humano, alimentação animal e aplicações industriais. Aproximadamente 60% do milho consumido no Brasil é destinado à produção de ração animal, com destaque para o setor avícola, que utiliza cerca de 32% desse volume, e o setor de suínos, responsável por 15%. Um segmento em crescimento constante é o de alimentação pet, que já responde por cerca de 1,7% do consumo interno. O dado é relevante, considerando que o Brasil possui a segunda maior população de animais de estimação do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Etanol de milho
Outro setor que vem se destacando é o da produção de etanol a partir do milho. Em 2013, a
produção nacional era de apenas 30 mil metros cúbicos. Dez anos depois, esse volume ultrapassou 8 milhões de metros cúbicos, e a expectativa é de que dobre até 2030. Atualmente, existem 25 usinas de etanol de milho em operação no Brasil, distribuídas nos estados de Mato Grosso (11), Goiás (7), Mato Grosso do Sul (3), Alagoas (1), Maranhão (1), Paraná (1) e São Paulo (1). Um aspecto importante dessa cadeia é a produção de subprodutos, como o DDG (Distillers Dried Grains), um farelo proteico utilizado na alimentação animal.
DDG
Atualmente, o Brasil produz cerca de 5 milhões de toneladas de DDG, das quais aproximadamente 3 milhões são originadas no Mato Grosso. Embora a maior parte seja consumida internamente, a assinatura de um acordo em maio de 2025 permitiu a exportação de DDG para a China, abrindo novas oportunidades de mercado e reforçando a sustentabilidade econômica do setor de biocombustíveis.
A indústria também se beneficia da versatilidade do milho. Estima-se que mais de 500 produtos industriais utilizem o grão como matéria-prima. Entre os exemplos estão o ácido lático, o ácido cítrico e o sorbitol, amplamente utilizados nas indústrias farmacêutica e cosmética. O amido de milho é empregado na fabricação de papel, tecidos e alimentos, enquanto o ácido polilático (PLA), extraído do milho, é usado na produção de plásticos biodegradáveis. Além disso, compostos derivados do milho integram a formulação de pneus, contribuindo para aumentar o atrito com o solo.
Consumo
Apesar dessa diversidade de aplicações, o consumo direto de milho pela população brasileira ainda é relativamente baixo, representando apenas 3% do consumo interno total. O consumo per capita no Brasil é de cerca de 12 kg por habitante ao ano, enquanto na China o índice chega a 30 kg, nos Estados Unidos a 28 kg, na União Europeia a 42 kg, e no México a 63 kg por habitante ao ano.
Isso indica um amplo espaço para crescimento no consumo humano direto do cereal, especialmente considerando seus benefícios nutricionais. O milho é fonte de fibras, ajuda na regulação do intestino, contribui para o controle da glicemia e do colesterol, é energético e fortalece o sistema imunológico.
Valor cultural do grão
Além dos aspectos produtivos e industriais, o milho tem profundo valor cultural para a sociedade
brasileira. Cultivado nas Américas muito antes da chegada dos europeus, seu ancestral, o teosinto, foi domesticado há cerca de 9 mil anos no atual território do México. A planta espalhou-se pela América Central, chegou ao norte da América do Sul há cerca de 6 mil anos, e foi levada à Europa, África e Ásia após o início da colonização.
No Brasil, o milho tem papel central nas festas juninas, sendo a base de pratos típicos como pamonha, canjica, curau, bolo, pipoca, milho cozido e cuscuz, além de estar associado a danças, trajes e músicas tradicionais. A
festa, além de celebrar a colheita, reforça laços comunitários e preserva tradições que atravessam gerações.
O milho também está fortemente ligado à herança africana no Brasil. Durante o período colonial, era base da alimentação nas senzalas. A sabedoria culinária africana transformou o milho em alimento nutritivo e símbolo de resistência, por meio de pratos como mingaus, pamonhas, bolos e cuscuz, muitos dos quais permanecem vivos na culinária popular brasileira. Essa herança reforça o valor simbólico e histórico do milho como alimento de identidade nacional.
Agricultura familiar
Por fim, destaca-se o papel da agricultura familiar na produção de milho. Segundo o Censo Agropecuário do IBGE (2017), aproximadamente 70% dos produtores de milho no Brasil pertencem à agricultura familiar, cultivando uma área total de cerca de 3,2 milhões de hectares.
A produção nesses estabelecimentos é geralmente voltada ao autoconsumo, à alimentação animal e à comercialização local, especialmente na forma de milho verde. O milho, nesses contextos, é elemento essencial para a segurança alimentar e para a manutenção do sistema produtivo rural, sustentando criações de galinhas, suínos e bovinos, além de gerar renda nas pequenas feiras regionais.
Outra diferença observada entre as produções de larga escala e da agricultura familiar é a adoção da biotecnologia. Ainda que não haja nenhuma restrição para sua utilização na agricultura familiar, ainda há uma prevalência no uso de sementes crioulas. As tecnologias modernas aplicadas à genética do milho, como os eventos transgênicos, contribuem significativamente para o aumento da produtividade, a redução do uso de defensivos químicos e a maior resistência a pragas, doenças e estresses climáticos, como seca e calor.
Isso se traduz em maior eficiência no uso de recursos naturais e maior estabilidade na produção, especialmente em áreas de grande escala. Diante desse panorama, o milho se consolida como um produto estratégico não apenas pelo seu peso econômico, mas também por seu valor cultural, nutricional, social e ambiental, com papel
decisivo no fortalecimento da agricultura familiar e na construção da soberania alimentar no Brasil.
Artigo escrito pelo Diretor Técnico, Daniel Rosa.
Sustentabilidade
StoneX revisa para cima produção brasileira de grãos 25/26

A StoneX, empresa global de serviços financeiros, revisou para cima suas estimativas para a produção brasileira de grãos na safra 2025/26, com destaque para a soja. Segundo relatório divulgado nesta semana, a consultoria agora projeta a colheita da oleaginosa em 181,6 milhões de toneladas, avanço de 4 milhões de toneladas em relação à estimativa anterior.
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O crescimento da produção decorre de ajustes tanto na área cultivada, estimada em 48,7 milhões de hectares, quanto na produtividade média nacional, projetada em 3,73 toneladas por hectare. De acordo com a StoneX, o cenário segue favorável, mesmo com algumas regiões apresentando maior variabilidade ao longo do ciclo.
“Com a colheita avançando, as perspectivas seguem bastante positivas, apesar de algumas áreas apresentarem maior variabilidade, em função das irregularidades climáticas ocorridas ao longo do ciclo”, destaca a especialista de Inteligência de Mercado da StoneX, Ana Luiza Lodi.
Milho também tem revisão positiva
Para o milho de primeira safra, a consultoria também elevou suas projeções. A produção do ciclo 2025/26 pode alcançar 26,6 milhões de toneladas, alta de 2,3% frente à estimativa anterior e pouco mais de 1 milhão de toneladas acima do volume registrado na safra 2024/25.
A revisão foi motivada, principalmente, por ajustes positivos de produtividade em estados do Nordeste e no Paraná. No Sul do país, a expectativa é de rendimento médio elevado, podendo atingir 11,5 toneladas por hectare na safra paranaense. Já no milho verão, os estados do Norte e Nordeste seguem com ciclo mais tardio, mantendo o clima como ponto de atenção.
No caso do milho segunda safra, a revisão foi mais moderada. A produção estimada passou de 105,8 milhões para 106,3 milhões de toneladas. Houve aumento de área no Tocantins e no Pará, enquanto Maranhão e Piauí registraram redução, reflexo da cautela dos produtores em relação ao período ideal de plantio.
Oferta, demanda e estoques
No balanço de oferta e demanda, a StoneX manteve inalteradas as estimativas de consumo de soja para o ciclo 2025/26. Ainda assim, com o avanço da colheita, a expectativa é de que as compras chinesas da oleaginosa brasileira ganhem relevância nos próximos meses.
“O maior importador mundial cumpriu os termos iniciais do acordo com os Estados Unidos, mesmo com a soja norte-americana menos competitiva. A expectativa é que a China volte seu foco para o Brasil a partir de agora”, explica Ana Luiza.
Com isso, o aumento da produção de soja deve resultar em estoques finais mais elevados, já que não houve crescimento correspondente da demanda.
Em relação ao milho, as projeções de consumo também permaneceram inalteradas, mas o impacto do aumento da produção foi compensado pela redução dos estoques iniciais, reflexo do forte ritmo de exportações no ciclo anterior.
“Com o encerramento do ano-safra 2024/25 no final de janeiro, os embarques brasileiros de milho devem somar cerca de 42 milhões de toneladas, com dados oficiais previstos para divulgação no início de fevereiro”, conclui a especialista.
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