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13 de agosto de 2026

Sustentabilidade

O milho no Brasil: produção, usos e relevância cultural – MAIS SOJA

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Omilho é um dos grãos mais estratégicos para a segurança alimentar global, destacando-se por
sua adaptabilidade ao cultivo em diferentes escalas — desde pequenas áreas familiares até grandes lavouras tecnificadas. No Brasil, mais de 1 milhão de produtores estão envolvidos com essa cultura, distribuídos por praticamente todos os municípios do país. A produção varia de sistemas de subsistência, com baixo uso de insumos, até operações de alta tecnologia voltadas à exportação.

Exportação

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho, com uma produção estimada em 128
milhões de toneladas em 2025, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China. Um exemplo que evidencia essa relevância é o estado de Mato Grosso, que deverá colher cerca de 50 milhões de toneladas, volume equivalente a toda a produção da Argentina. No cenário internacional, o Brasil ocupa a segunda posição entre os maiores exportadores do grão, com cerca de 34 milhões de toneladas embarcadas.

Ao contrário da soja, cuja exportação se concentra fortemente na China, o milho brasileiro possui um perfil de e exportação diversificado. Entre os principais destinos estão Egito (África), Irã (Oriente Médio), Japão (Ásia) e Espanha (Europa), o que demonstra sua competitividade e versatilidade no mercado global.

Internamente, o milho apresenta uma ampla gama de usos, abrangendo consumo humano, alimentação animal e aplicações industriais. Aproximadamente 60% do milho consumido no Brasil é destinado à produção de ração animal, com destaque para o setor avícola, que utiliza cerca de 32% desse volume, e o setor de suínos, responsável por 15%. Um segmento em crescimento constante é o de alimentação pet, que já responde por cerca de 1,7% do consumo interno. O dado é relevante, considerando que o Brasil possui a segunda maior população de animais de estimação do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Etanol de milho

Outro setor que vem se destacando é o da produção de etanol a partir do milho. Em 2013, a
produção nacional era de apenas 30 mil metros cúbicos. Dez anos depois, esse volume ultrapassou 8 milhões de metros cúbicos, e a expectativa é de que dobre até 2030. Atualmente, existem 25 usinas de etanol de milho em operação no Brasil, distribuídas nos estados de Mato Grosso (11), Goiás (7), Mato Grosso do Sul (3), Alagoas (1), Maranhão (1), Paraná (1) e São Paulo (1). Um aspecto importante dessa cadeia é a produção de subprodutos, como o DDG (Distillers Dried Grains), um farelo proteico utilizado na alimentação animal.

DDG

Atualmente, o Brasil produz cerca de 5 milhões de toneladas de DDG, das quais aproximadamente 3 milhões são originadas no Mato Grosso. Embora a maior parte seja consumida internamente, a assinatura de um acordo em maio de 2025 permitiu a exportação de DDG para a China, abrindo novas oportunidades de mercado e reforçando a sustentabilidade econômica do setor de biocombustíveis.

A indústria também se beneficia da versatilidade do milho. Estima-se que mais de 500 produtos industriais utilizem o grão como matéria-prima. Entre os exemplos estão o ácido lático, o ácido cítrico e o sorbitol, amplamente utilizados nas indústrias farmacêutica e cosmética. O amido de milho é empregado na fabricação de papel, tecidos e alimentos, enquanto o ácido polilático (PLA), extraído do milho, é usado na produção de plásticos biodegradáveis. Além disso, compostos derivados do milho integram a formulação de pneus, contribuindo para aumentar o atrito com o solo.

Consumo

Apesar dessa diversidade de aplicações, o consumo direto de milho pela população brasileira ainda é relativamente baixo, representando apenas 3% do consumo interno total. O consumo per capita no Brasil é de cerca de 12 kg por habitante ao ano, enquanto na China o índice chega a 30 kg, nos Estados Unidos a 28 kg, na União Europeia a 42 kg, e no México a 63 kg por habitante ao ano.

Isso indica um amplo espaço para crescimento no consumo humano direto do cereal, especialmente considerando seus benefícios nutricionais. O milho é fonte de fibras, ajuda na regulação do intestino, contribui para o controle da glicemia e do colesterol, é energético e fortalece o sistema imunológico.

Valor cultural do grão

Além dos aspectos produtivos e industriais, o milho tem profundo valor cultural para a sociedade
brasileira. Cultivado nas Américas muito antes da chegada dos europeus, seu ancestral, o teosinto, foi domesticado há cerca de 9 mil anos no atual território do México. A planta espalhou-se pela América Central, chegou ao norte da América do Sul há cerca de 6 mil anos, e foi levada à Europa, África e Ásia após o início da colonização.

No Brasil, o milho tem papel central nas festas juninas, sendo a base de pratos típicos como pamonha, canjica, curau, bolo, pipoca, milho cozido e cuscuz, além de estar associado a danças, trajes e músicas tradicionais. A
festa, além de celebrar a colheita, reforça laços comunitários e preserva tradições que atravessam gerações.

O milho também está fortemente ligado à herança africana no Brasil. Durante o período colonial, era base da alimentação nas senzalas. A sabedoria culinária africana transformou o milho em alimento nutritivo e símbolo de resistência, por meio de pratos como mingaus, pamonhas, bolos e cuscuz, muitos dos quais permanecem vivos na culinária popular brasileira. Essa herança reforça o valor simbólico e histórico do milho como alimento de identidade nacional.

Agricultura familiar

Por fim, destaca-se o papel da agricultura familiar na produção de milho. Segundo o Censo Agropecuário do IBGE (2017), aproximadamente 70% dos produtores de milho no Brasil pertencem à agricultura familiar, cultivando uma área total de cerca de 3,2 milhões de hectares.

A produção nesses estabelecimentos é geralmente voltada ao autoconsumo, à alimentação animal e à comercialização local, especialmente na forma de milho verde. O milho, nesses contextos, é elemento essencial para a segurança alimentar e para a manutenção do sistema produtivo rural, sustentando criações de galinhas, suínos e bovinos, além de gerar renda nas pequenas feiras regionais.

Outra diferença observada entre as produções de larga escala e da agricultura familiar é a adoção da biotecnologia. Ainda que não haja nenhuma restrição para sua utilização na agricultura familiar, ainda há uma prevalência no uso de sementes crioulas. As tecnologias modernas aplicadas à genética do milho, como os eventos transgênicos, contribuem significativamente para o aumento da produtividade, a redução do uso de defensivos químicos e a maior resistência a pragas, doenças e estresses climáticos, como seca e calor.

Isso se traduz em maior eficiência no uso de recursos naturais e maior estabilidade na produção, especialmente em áreas de grande escala. Diante desse panorama, o milho se consolida como um produto estratégico não apenas pelo seu peso econômico, mas também por seu valor cultural, nutricional, social e ambiental, com papel
decisivo no fortalecimento da agricultura familiar e na construção da soberania alimentar no Brasil.

Artigo escrito pelo Diretor Técnico, Daniel Rosa.

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Sustentabilidade

Colheita do milho chega à metade da área em MS, aponta SIGA-MS – MAIS SOJA

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A colheita do milho segunda safra 2025/2026 alcançou metade da área acompanhada pelo Projeto SIGA-MS em Mato Grosso do Sul. O índice representa um avanço importante das operações, mas ainda está 6,4 pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período da safra 2024/2025.

A Região Norte apresenta o maior percentual de área colhida, com 60,1%. Na sequência aparecem a região Centro, com 48,3%, e a Sul, com 47,4%. A área colhida é estimada em aproximadamente 1,08 milhão de hectares.

De acordo com o levantamento, as condições climáticas contribuíram para ritmos diferentes de colheita entre as regiões. No Norte e Nordeste, mesmo com chuvas irregulares, as operações tiveram maior continuidade. Já nas regiões Centro-Sul e Sul, precipitações entre 5 e 50 milímetros, além de ventos fortes e chuvas isoladas de granizo, provocaram interrupções e atrasos nos trabalhos.

Para o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige atenção do produtor principalmente diante das condições climáticas e da necessidade de retirar o milho do campo no ponto adequado.

“Apesar do atraso no ritmo da colheita em relação à safra passada, os primeiros resultados mostram um bom potencial produtivo. Neste momento, é importante acompanhar as condições das lavouras e aproveitar a janela adequada para avançar com a colheita, reduzindo a exposição do milho a eventos climáticos que podem comprometer produtividade e qualidade dos grãos.”

Os primeiros levantamentos apontam produtividades entre 65,1 e 174,9 sacas por hectare. Os resultados indicam que, de maneira geral, as condições climáticas ao longo do ciclo favoreceram o desenvolvimento das lavouras e mantêm perspectivas positivas para a produção estadual.

A estimativa do SIGA-MS para a segunda safra de milho aponta área cultivada de 2,206 milhões de hectares, produtividade média esperada de 84,2 sacas por hectare e produção de 11,139 milhões de toneladas.

Em comparação com a safra anterior, a área cultivada representa aumento de 3%, enquanto a produtividade média esperada apresenta redução de 22,4%. Com isso, a produção projetada é 20,1% menor que a registrada na segunda safra de 2024/2025.

Atenção também para a próxima safra de soja

Enquanto a colheita do milho avança, os produtores já iniciaram algumas operações voltadas para a próxima safra de soja, como dessecação e manejo de plantas daninhas. O levantamento destaca a elevada presença de buva nas áreas monitoradas.

A umidade do solo tem favorecido a eficiência das aplicações, mas os produtores demonstram preocupação com o intervalo de segurança dos herbicidas e o início do plantio da soja.

O cenário climático também exige atenção. Segundo o boletim, a influência do El Niño pode favorecer a ocorrência de chuvas irregulares, ventos fortes e episódios localizados de granizo. Por isso, a recomendação é realizar a colheita assim que as lavouras atingirem o ponto ideal de maturação, reduzindo o tempo de exposição do milho no campo e os riscos de perdas de produtividade e qualidade.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.
Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Agronegócio gaúcho registra alta de 13,1% nas exportações em julho – MAIS SOJA

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O agronegócio gaúcho manteve seu protagonismo na balança comercial do Estado em julho de 2026, consolidando um desempenho positivo em valor e volume na comparação interanual. Segundo relatório da Assessoria Econômica da Farsul, o valor exportado pelo setor atingiu US$ 1,39 bilhão, um crescimento de 13,1% em relação a julho de 2025.

O resultado do mês foi sustentado, majoritariamente, pelo desempenho do complexo soja – que abrange grãos, óleo e farelo – e pela recuperação nas exportações de carne de frango in natura. Enquanto o valor exportado subiu 13,1%, o volume embarcado avançou 21,7%, totalizando 1,96 milhão de toneladas. Esse indicador de volume superior ao valor aponta uma expansão focada em escala física, com uma leve redução no valor médio por tonelada no período.

Destaques e vetores de mercado

O complexo soja foi o principal motor de julho, com alta de 67,7% em valor e 44,8% em volume, impulsionado por uma demanda chinesa firme pela soja em grãos e pela forte necessidade indiana por óleos vegetais, o que elevou drasticamente as exportações de óleo de soja em bruto.

No setor de proteínas animais, a carne de frango in natura também se destacou, crescendo 39,8% em valor e 25,5% em volume. O dado reflete um cenário de normalização de mercado após os desafios sanitários enfrentados no ano anterior. Já a carne bovina, embora tenha registrado queda pontual em julho devido à aproximação do limite de cota chinesa e ao redirecionamento de embarques, mantém um crescimento sólido de 27,7% no acumulado do ano.

Por outro lado, o setor de fumo não manufaturado manteve-se como o principal limitador do desempenho mensal, enfrentando um mercado global mais abastecido e competitivo, com o aumento da oferta por parte de concorrentes internacionais, especialmente países africanos.

Destinos e Cenário Acumulado

A Ásia, excluindo o Oriente Médio, reafirmou sua posição como o principal destino dos produtos gaúchos, absorvendo US$ 714,2 milhões. A China permanece como o parceiro comercial líder, responsável por 31,7% do valor exportado pelo agronegócio gaúcho em julho.

No acumulado de janeiro a julho de 2026, as exportações do setor somam US$ 8,24 bilhões, um avanço de 9,2% frente ao mesmo período de 2025. “O acumulado de 2026 confirma uma pauta sustentada por soja e proteínas, evidenciando a força do agronegócio como base da economia gaúcha, mesmo diante dos desafios de competitividade em setores específicos como o fumo”, aponta a análise da Farsul.

Confira o relatorio completo

Fonte: Farsul



 

FONTE

Autor:Farsul

Site: Farsul

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Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve ter dia mais cauteloso nos negócios, atento ao relatório do USDA – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quarta-feira mais cautelosa nos negócios, com as atenções voltadas ao relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado hoje. O dólar opera em queda frente ao real. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago sobe, reagindo frente às perdas de ontem.

O mercado brasileiro de milho teve uma terça-feira um pouco mais agitada depois que o dólar avançou bem. Houve melhor movimento principalmente no porto, com o câmbio mais favorável às exportações. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, há muita expectativa para o relatório de oferta e demanda de agosto, que será divulgado nesta quarta-feira, pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Molinari destaca que o mercado aguarda o relatório para decisões de venda do milho. Quanto aos preços, internamente não houve maiores mudanças, mas nos portos houve uma leve melhora diante da subida do dólar.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 66,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,50/68,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 59,00/61,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 60,00/62,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/68,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 59,00/61,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 57,00/58,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* 0s contratos de milho com entrega em setembro operam a US$ 4,40 3/4, alta de 4,00 centavos, ou 0,91% relação ao fechamento anterior.

* O mercado avança na expectativa pelo relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado às 13h desta quarta-feira (12). A alta do petróleo também favorece as cotações.

Para o relatório, estimativas compiladas pelo The Wall Street Journal e pela Dow Jones apontam produção norte-americana de milho de 15,944 bilhões de bushels em 2026/27, enquanto a Reuters projeta 15,934 bilhões, ambos abaixo dos 16 bilhões de bushels estimados em julho. Para os estoques finais dos Estados Unidos, as projeções também ficam abaixo das indicadas no mês passado.

Para os estoques finais norte-americanos da temporada 2026/27, The Wall Street Journal e Dow Jones projetam 1,73 bilhão de bushels, enquanto a Reuters aponta 1,725 bilhão, ambos abaixo dos 1,790 bilhão de bushels indicados em julho. No cenário global, as estimativas são de estoques finais de 273,4 milhões de toneladas, segundo The Wall Street Journal e Dow Jones, e de 273,77 milhões de toneladas, conforme a Reuters, frente aos 275,26 milhões de toneladas projetados no mês passado.

Ontem (11), o mercado foi pressionado pela expectativa de um clima mais favorável ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos e por um ajuste de posições antes do relatório de agosto de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã (12).

As chuvas e temperaturas mais amenas registradas na última semana no Meio-Oeste norte-americano reduziram parte das preocupações climáticas. O USDA informou que, até 9 de agosto, 61% das lavouras norte-americanas de milho estavam em condições boas ou excelentes, 25% em situação regular e 14% entre ruins e muito ruins. Os percentuais seguiram os mesmos em relação à semana anterior.

Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,36 3/4, baixa de 1,50 centavo, ou 0,34% relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,60 1/2, queda de 1,25 centavo, ou 0,27% por bushel em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial registra baixa de 0,20% a R$ 5,1531. O Dollar Index registra baixa de 0,02% a 99,801 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* A maioria das bolsas da Ásia fechou com cotações firmes. China, +0,32%. Japão, +0,87%.

* As principais bolsas na Europa operam mistas. Paris, -0,09%. Frankfurt, +0,50%. Londres, +0,06%.

* O petróleo opera em alta. Setembro do WTI em NY: US$ 83,54 o barril (+0,40%).

AGENDA

09:00 – Pesquisa Mensal de Serviços/IBGE.

09:30 – Indice de Preços ao Consumidor (CPI, julho).

11:30 – Relatório Semanal de Petróleo da EIA (07/08).

13:00 – Relatório de O&D mundial e norte-americana de grãos de agosto (Wasde)/USDA.

– Resultados financeiros: Rumo, SLC, BB e Minerva.

—–Quinta-feira (13/08)

03:00 – Reino Unido: PIB – primeira estimativa trimestral (2º trimestre).

03:00 – Reino Unido: PIB mensal (junho).

06:00 – Zona do Euro: Produção Industrial (junho).

09:00 – Pesquisa Mensal de Comércio/IBGE.

09:00 – Levantamento Sistemático da Produção Agrícola/IBGE.

09:00 Atualização da projeção para a safra brasileira de grãos 2025/26/Conab.

09:30 – Indice de Preços ao Produtor (PPI, julho).

09:30 – Dados de exportação semana de grãos dos EUA/USDA.

15:00 – Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura.

15:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires.

16:00 – Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultados financeiros: Raizen, 3tentos e MBRF.

—–Sexta-feira (14/08)

06:00 – Zona do Euro: PIB – estimativa preliminar (2º trimestre).

06:00 – Zona do Euro: Emprego – estimativa preliminar (2º trimestre).

16:00 – Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA.

– Resultados financeiros: Cosan e Vibra.

Autor/Fonte: Arno Baasch – arno@safras.com.br) / (Agência Safras)

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