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Frederico Tannure Filho é reconduzido à presidência da Acrismat para o triênio 2026–2028

Reeleito pelos associados da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho seguirá à frente da entidade até 2028. A votação ocorreu na sexta-feira (7), de forma presencial e online, garantindo participação ampla dos suinocultores de diferentes regiões do estado.
A recondução de Tannure consolida a aprovação da atual gestão, iniciada em 2023, e que tem se destacado pela articulação política, defesa de políticas tributárias mais justas e apoio direto ao produtor. “É uma honra trabalhar à frente de uma entidade tão importante, que representa uma cadeia essencial para o crescimento do estado de Mato Grosso”, afirmou o presidente.
Durante o primeiro mandato, a Acrismat ampliou sua atuação institucional e conquistou avanços como a redução da carga de ICMS para 3% na venda de suíno vivo a outros estados, além de contribuir para destravar a habilitação de plantas ao Selo Sisbi — medida atendida recentemente por decreto nacional. A aproximação com frigoríficos e o fortalecimento da interlocução com o Governo Federal também foram destacados por Tannure como pontos-chaves da gestão.
A entidade se consolidou como referência em capacitação técnica, com eventos como o Seminário da Suinocultura de Mato Grosso, os Encontros Regionais, o Simpósio Técnico e o MBA da Suinocultura, que tem atraído cada vez mais produtores.
“Conseguimos estreitar o relacionamento com a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado, o Ministério da Agricultura e diversas entidades do setor, como o Conselho Regional de Medicina Veterinária e o Fórum Agro MT. Também implantamos ações voltadas ao produtor, como seminários e programas de capacitação que estão dando resultados muito positivos”, pontuou.
Para o novo triênio, Tannure projeta uma gestão voltada à industrialização, à preservação do status sanitário de excelência do estado e à criação de políticas que garantam previsibilidade e crescimento sustentável. “Há muito tempo o plantel de matrizes do estado não cresce, e isso está diretamente ligado à falta de indústrias suficientes para absorver a produção. É fundamental olhar para o futuro com foco na industrialização — um caminho que vai garantir competitividade, principalmente com a chegada da reforma tributária”, avaliou.
O presidente também reforçou o compromisso da Acrismat com a proximidade ao produtor, por meio de encontros regionais e ações integradas. “A suinocultura de Mato Grosso é forte, moderna e tem muito espaço para crescer”, concluiu.
A nova diretoria toma posse oficialmente em janeiro de 2026.
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Cotações da soja: mercado físico não resiste à nova queda expressiva de Chicago

O mercado brasileiro de soja ficou praticamente paralisado nesta quarta-feira (6), com poucos negócios reportados ao longo do dia.
De acordo com o analista da Safras & Mercado Thiago Oleto, os players permaneceram afastados diante da queda em Chicago e das poucas oportunidades geradas pelo câmbio.
“O produtor segue retraído, aguardando melhores condições de comercialização”, afirma. Segundo ele, mesmo com uma leve melhora nos prêmios dos portos, o cenário não foi suficiente para destravar o mercado. “O spread ainda elevado limitou a formação de negócios”, comenta.
Preços médios da saca de soja
- Passo Fundo (RS): recuou de R$ 124 para R$ 122,50
- Santa Rosa (RS): caiu de R$ 125 para R$ 123,50
- Cascavel (PR): passou de R$ 120 para R$ 118,50
- Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 109 para R$ 107,50
- Dourados (MS): foi de R$ 112 para R$ 110,50
- Rio Verde (GO): diminuiu de R$ 111 para R$ 109,50
- Porto de Paranaguá (PR): recuou de R$ 130 para R$ 128,50
- Porto de Rio Grande (RS): passou de R$ 130 para R$ 128,50
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa acentuada nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado acompanhou a forte desvalorização dos preços do petróleo diante da possibilidade de Estados Unidos e Irã chegarem a um acordo para por fim ao conflito no Oriente Médio.Segundo Oleto, os agentes voltam as suas atenções também para outro dois pontos. O primeiro deles é o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, nas próximas semanas.
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“A aposta é de um acordo que envolva a compra de soja estadunisense pela China, mas também pairam dúvidas sobre as discussões comerciais”, ressalta o analista.
Segundo a Reuters, a Associação Americana de Soja afirmou estar preocupada que a China possa voltar a impor tarifas mais altas sobre a soja norte-americana em resposta a uma investigação comercial dos Estados Unidos.
Outro foco do mercado está no relatório de oferta e demanda de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que trará os primeiros números para a temporada 2026/27. Com isso, os traders já começam a posicionar suas carteira.
Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 16,75 centavos de dólar, ou 1,38%, a US$ 11,94 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 por bushel, com retração de 16,00 centavos de dólar ou 1,32%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 3,10 ou 0,96% a US$ 317,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 75,02 centavos de dólar, com perda de 1,89 centavo ou 2,45%.Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,14%, sendo negociado a R$ 4,9195 para venda e a R$ 4,9175 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8877 e a máxima de R$ 4,9347.O post Cotações da soja: mercado físico não resiste à nova queda expressiva de Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
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Mercosul-UE: CNA lança simulador que mostra redução de tarifas para exportações do agro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) disponibilizou uma nova ferramenta para facilitar o acesso dos produtores rurais às informações sobre o cronograma de redução tarifária negociado entre o Mercosul e a União Europeia.
O “BI Simulador do Acordo” foi desenvolvido para orientar o setor produtivo sobre as tarifas de importação aplicadas pela União Europeia aos produtos comercializados entre os dois blocos. O acordo comercial começou a valer de forma provisória em 1º de maio, após mais de duas décadas de negociações.
Por meio da plataforma, o produtor pode selecionar produtos de interesse e acompanhar como as tarifas europeias serão reduzidas ao longo do período de desgravação tarifária previsto no acordo.
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A ferramenta contempla todas as mercadorias com base nas linhas tarifárias da União Europeia, permitindo consultas detalhadas sobre as condições estabelecidas no capítulo de comércio bilateral.
O sistema também permite pesquisar pelo nome do produto ou pelo código tarifário. Além disso, o usuário consegue identificar o regime de desgravação aplicado a cada item e verificar se o produto está incluído em quotas tarifárias.
Segundo a CNA, o simulador integra uma série de materiais técnicos, guias e análises produzidos pela entidade para traduzir os impactos do acordo comercial para a realidade do campo brasileiro.
A entidade ressalta que a plataforma serve como ferramenta de orientação e não substitui o contato com parceiros comerciais no país de destino nem consultas às autoridades aduaneiras antes do início de operações de exportação.
Além do simulador, a CNA também disponibilizou em seu site uma área de “Perguntas e Respostas” com esclarecimentos sobre as novas regras comerciais entre Mercosul e União Europeia.
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BNDES anuncia novo ciclo de R$ 40 milhões para produção de bioinsumos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou, nesta quarta-feira (6), um novo ciclo do programa BNDES Bioinsumos, com R$ 40 milhões em recursos não reembolsáveis para cooperativas e associações de agricultores familiares. O lançamento ocorreu durante a 3ª Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em Brasília.
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Segundo o banco, a medida dá continuidade à política de fomento à produção própria de insumos biológicos e integra um conjunto de ações que somam mais de R$ 2,4 bilhões mobilizados entre 2023 e 2026 para segurança alimentar.
De acordo com o BNDES, o novo edital sucede a primeira chamada do programa, aberta em 2025. No ciclo inicial, quatro projetos foram selecionados em caráter preliminar, totalizando R$ 20 milhões, e seguem para nova etapa de avaliação antes da contratação. A iniciativa contou com apoio técnico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O programa financia a produção e a multiplicação de bioinsumos para uso próprio em unidades industriais ou semi-industriais. Entre os itens apoiáveis estão inoculantes à base de microrganismos, bioestimulantes, agentes biológicos para controle de pragas, biofertilizantes, compostos fermentados e compostagem de resíduos orgânicos, desde que associada a outra categoria prevista no edital.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o novo ciclo amplia o apoio à agricultura familiar e busca reduzir a dependência de insumos convencionais. Já a diretora Socioambiental do banco, Tereza Campello, afirmou que a proposta é estruturar uma política contínua de fomento, com foco em qualidade, biossegurança e escala produtiva.
No balanço apresentado ao Consea, o banco informou que os R$ 2,4 bilhões mobilizados desde 2023 reúnem R$ 1,2 bilhão do Fundo Amazônia, R$ 1 bilhão em recursos mistos com organismos internacionais e R$ 232 milhões do Fundo Socioambiental do BNDES. O montante está distribuído em programas voltados à produção, abastecimento, acesso e consumo de alimentos.
Na prática, o novo edital amplia a possibilidade de reapresentação de propostas por organizações não contempladas no primeiro ciclo. As entidades que ficaram fora da etapa inicial, segundo o BNDES, poderão receber orientações técnicas para ajuste dos projetos, o que tende a elevar a capacidade de acesso a tecnologias de bioinsumos por cooperativas e associações da agricultura familiar.
Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br
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