Connect with us
9 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve iniciar mais uma semana com lentidão nos negócios – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de milho deve iniciar a semana com lentidão nos negócios, tendo em vista a postura retraída por parte dos produtores. Mesmo que os consumidores busquem mais negociações, o cenário apresenta uma comercialização travada. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago sobe, enquanto o dólar cai frente ao real.

O mercado brasileiro de milho sem grandes novidades no decorrer desta sexta-feira. Ritmo de negócios travado e cotações pouco alteradas, com produtores atuando de maneira retraída na fixação de oferta, buscando preços mais altos. Consumidores ativos na busca por lotes em alguns estados, como em São Paulo, mas demonstram preocupação em relação a abastecimento.

Agentes do mercado seguem atentos no clima, com boas chuvas previstas para o Centro-Sul no decorrer dos próximos dias. Paridade de exportação rodou em patamares semelhantes ao dia anterior, com dólar e CBOT em leve queda.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 68,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 68,00/70,00 a saca.

Advertisement

No Paraná, a cotação ficou em R$ 61,00/62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 64,00/66,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/69,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 70,00/72,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/64,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,50/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 57,00/62,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,29 1/4 por bushel, alta de 2,00 centavos de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior.

* O mercado busca movimento de recuperação diante das perdas acumuladas da semana passada. A correção é sustentada por sinais de melhora nas relações comerciais entre os Estados Unidos e a China, ainda que aguarde uma retomada mais firme da demanda chinesa, e pela valorização do petróleo em Nova York.

Advertisement

* Ontem (6), os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com baixa de 0,34%, ou 1,50 centavo, cotados a US$ 4,27 1/4 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2026 fecharam com recuo de 1,00 centavo, ou 0,22%, cotados a US$ 4,42 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,20%, cotado a R$ 5,3243. O Dollar Index registra desvalorização de 0,09% a 99,52 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços altos. Xangai, + 0,53 %. Japão, + 1,26 %.

Advertisement

* As principais bolsas na Europa operam com índices firmes. Paris, + 1,44 %. Frankfurt, + 1,80 %. Londres, + 0,89 %.

* O petróleo opera em alta. Dezembro do WTI em NY: US$ 59,96 o barril (+0,35%).

AGENDA

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 13h. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os dados parciais referentes a novembro.

Advertisement

– Relatório de condições das lavouras nos Estados Unidos – USDA, 18h. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

—-Terça-feira (11/11)

– Reino Unido: A taxa de desemprego nos últimos três meses até outubro será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– O BC divulga, às 8h, a ata da última reunião do Copom.

– O IBGE divulga, às 9h, o IPCA e INPC referentes a outubro.

Advertisement

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

—–Quarta-feira (12/11)

– A indústria química e farmacêutica alemã Bayer publica seus resultados trimestrais.

– Alemanha: A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de outubro será publicada às 4h pelo Destatis.

– AIE: O relatório anual de energia será publicado às 7h pela AIE.

Advertisement

– OPEP: O relatório mensal de petróleo será publicado às 9h pela OPEP.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pesquisa Mensal de Serviços referente a setembro.

– Japão: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 20h50 pelo BOJ.

—–Quinta-feira (13/11)

– Reino Unido: A leitura preliminar do PIB do terceiro trimestre será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

Advertisement

– Reino Unido: A produção industrial de setembro será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O saldo da balança comercial de setembro será publicado às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Eurozona: A produção industrial de setembro será publicada às 7h pelo Eurostat.

– OCDE: A taxa de desemprego dos países do bloco será publicada às 8h pela OCDE.

– AIE: O relatório mensal de petróleo será publicado às 8h pela AIE.

Advertisement

– O IBGE divulga, às 9h, a Pesquisa Mensal de Comércio referente a setembro.

– O IBGE divulga, às 9h, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola referente a outubro.

– EUA: O índice de preços ao consumidor de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– EUA: Os pedidos de seguro-desemprego da semana encerrada no último sábado serão publicados às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

Advertisement

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 14h pelo Departamento de Energia (DoE).

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– China: A produção industrial de outubro será publicada às 23h pelo departamento de estatísticas.

Advertisement

—–Sexta-feira (14/11)

– Eurozona: A segunda leitura do PIB do terceiro trimestre será publicada às 7h pelo Eurostat.

– Eurozona: O saldo da balança comercial de setembro será publicado às 7h pelo Eurostat.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-10 referente a novembro.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pnad Contínua referente ao 3º trimestre.

Advertisement

– EUA: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– Relatório de oferta e demanda dos EUA e do mundo de novembro – USDA/Wasde, 14h

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Pedro Carneiro / Safras News



 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Crédito rural para a agricultura empresarial soma R$ 65,7 bilhões nos dois primeiros meses da safra 2026/2027 – MAIS SOJA

Published

on


Nos dois primeiros meses da safra 2026/2027, de julho a agosto de 2026, os produtores rurais enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e os Demais Produtores Rurais contrataram R$ 65,7 bilhões em operações de crédito rural.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com base em informações do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central do Brasil.

As Cédulas de Produto Rural (CPRs), títulos que permitem ao produtor obter recursos mediante o compromisso de entrega futura de produtos agropecuários, responderam por R$ 32,4 bilhões do total contratado no bimestre, o equivalente a 49,2% das operações. O volume ficou acima do registrado nas operações de custeio convencional, que somaram R$ 23 bilhões, ou 34,9% do total.

Do total destinado ao custeio da produção, os demais produtores empresariais responderam por R$ 12 bilhões, equivalentes a 52,2% do custeio contratado. Os produtores enquadrados no Pronamp contrataram R$ 11 bilhões, correspondentes a 47,8%.

Advertisement

Para a comercialização da produção agropecuária, foram contratados R$ 4 bilhões em crédito no período. Já as operações destinadas à industrialização somaram R$ 2,9 bilhões. Em ambos os casos, os recursos ficaram concentrados entre médios e grandes produtores.

As operações de investimento, destinadas à aquisição de máquinas e equipamentos, irrigação e modernização de estruturas produtivas, somaram R$ 3,5 bilhões no bimestre. Entre os programas específicos, o Pronamp Investimento registrou R$ 428 milhões em contratações, enquanto o RenovAgro somou R$ 413 milhões.

SEGMENTAÇÃO POR PORTE DO PRODUTOR

Na análise por segmento, os demais produtores rurais, fora do Pronamp, responderam por R$ 22 bilhões, equivalentes a 33,5% do total concedido no período. O Pronamp registrou R$ 11,4 bilhões em concessões, o equivalente a 17,3% do total.

Ao todo, a agricultura empresarial registrou 70.657 contratos de crédito rural no bimestre. Desse total, 23.478 foram operações de CPRs, que representaram parcela significativa das contratações realizadas nos dois primeiros meses da safra.

Advertisement

Entre as regiões do país, o Sul concentrou o maior número de contratos, com 22.631 operações, e registrou R$ 11,7 bilhões em crédito. Na sequência aparecem o Sudeste, com R$ 9,6 bilhões, e o Centro-Oeste, com R$ 7,2 bilhões. O Nordeste e o Norte registraram, respectivamente, R$ 3,2 bilhões e R$ 1,7 bilhão em concessões no bimestre.

O levantamento também mostra diferenças no valor médio das operações entre as regiões. O Nordeste apresentou o maior valor médio por contrato, de R$ 1,05 milhão, seguido pelo Centro-Oeste, com R$ 1,03 milhão. O Sul, apesar de registrar o maior número de contratos e o maior volume de crédito entre as regiões, apresentou o menor valor médio, de R$ 516,5 mil.

FONTES DE RECURSOS

Entre as fontes de recursos utilizadas no financiamento do crédito rural, os Recursos Obrigatórios (parcela dos depósitos à vista que as instituições financeiras devem destinar ao crédito rural) foram a principal fonte controlada no período, com R$ 9,9 bilhões, equivalentes a 41% do total de fontes controladas.

A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) na modalidade controlada somou R$ 6,7 bilhões, correspondentes a 28% das fontes controladas.

Advertisement

Entre as fontes não controladas, formadas por recursos captados livremente pelas instituições financeiras no mercado, a LCA Livre foi a principal, com R$ 7,6 bilhões destinados ao crédito rural.

RECURSOS EQUALIZÁVEIS

A programação orçamentária de recursos equalizáveis para a safra 2026/2027 totaliza R$ 97,6 bilhões, conforme a Portaria MF nº 2.170, de 22 de julho de 2026. Esses recursos são destinados a linhas de crédito com taxas de juros controladas pelo Governo Federal, com a equalização da diferença em relação às taxas de mercado.

Nos dois primeiros meses da safra, foram concedidos R$ 10,9 bilhões em recursos equalizáveis.

Entre os programas de investimento com recursos equalizáveis, o RenovAgro registrou o maior volume de contratações no período, com R$ 412,9 milhões, seguido pelo Pronamp, com R$ 380,3 milhões, e pelo Moderfrota, com R$ 250,2 milhões.

Advertisement

Nas operações equalizáveis de investimento, Banco do Brasil e BNDES concentraram, juntos, cerca de 77% das concessões do período, com participações de 39,8% e 36,8%, respectivamente.

Nas linhas equalizáveis de custeio e comercialização, o Banco do Brasil respondeu por 45,6% das concessões, seguido pelo Sicredi, com 16,7%, e pela Cresol, com 12,9%.

Fonte: MAPA



 

FONTE
Advertisement

Autor:MAPA

Site: MAPA

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

Advertisement

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

 

Continue Reading

Sustentabilidade

Clima nos EUA e ajuste de posições pressionam milho em Chicago, que fecha em baixa – MAIS SOJA

Published

on


A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços baixos. O cereal foi pressionado por um movimento de ajuste de posições antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira, enquanto o clima favorável à colheita no país também pesou sobre as cotações.

O mercado esperou, em relação ao relatório de sexta-feira, uma redução na produção e nos estoques dos Estados Unidos na safra 2026/27, além de queda nos estoques globais da mesma temporada. O avanço do petróleo em Nova York e os sinais de demanda pelo produto dos EUA seguiram limitando as perdas durante todo o pregão.

O clima no Meio-Oeste dos Estados Unidos deve permanecer predominantemente mais quente e seco nas próximas semanas, reduzindo os riscos de atrasos na colheita e de geadas. Segundo o USDA, 5% da área de milho havia sido colhida até 6 de setembro, ante 4% no mesmo período do ano passado e média de 3% nos últimos cinco anos. Entre as lavouras, 56% estavam em condições boas ou excelentes, 27% em situação regular e 17% entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 26% e 17%, respectivamente.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 182.880 toneladas de milho ao México, a serem entregues na safra 2026/27. Toda operação envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100.000 toneladas do grão, feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.

Advertisement

Os contratos de milho com entrega em dezembro fecharam a US$ 5,27 3/4, baixa de 5,75 centavos, ou 1,07% relação ao fechamento anterior. A posição março fechou a sessão a US$ 5,43 1/4, recuo de 5,75 centavos, ou 1,04% por bushel em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Advertisement

Site: Agência Safras

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT