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28 de julho de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho deve iniciar mais uma semana com lentidão nos negócios – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve iniciar a semana com lentidão nos negócios, tendo em vista a postura retraída por parte dos produtores. Mesmo que os consumidores busquem mais negociações, o cenário apresenta uma comercialização travada. No cenário internacional, a Bolsa de Chicago sobe, enquanto o dólar cai frente ao real.

O mercado brasileiro de milho sem grandes novidades no decorrer desta sexta-feira. Ritmo de negócios travado e cotações pouco alteradas, com produtores atuando de maneira retraída na fixação de oferta, buscando preços mais altos. Consumidores ativos na busca por lotes em alguns estados, como em São Paulo, mas demonstram preocupação em relação a abastecimento.

Agentes do mercado seguem atentos no clima, com boas chuvas previstas para o Centro-Sul no decorrer dos próximos dias. Paridade de exportação rodou em patamares semelhantes ao dia anterior, com dólar e CBOT em leve queda.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 68,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 68,00/70,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 61,00/62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 64,00/66,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 67,00/69,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 70,00/72,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 61,00/64,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,50/58,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 57,00/62,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,29 1/4 por bushel, alta de 2,00 centavos de dólar, ou 0,46%, em relação ao fechamento anterior.

* O mercado busca movimento de recuperação diante das perdas acumuladas da semana passada. A correção é sustentada por sinais de melhora nas relações comerciais entre os Estados Unidos e a China, ainda que aguarde uma retomada mais firme da demanda chinesa, e pela valorização do petróleo em Nova York.

* Ontem (6), os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com baixa de 0,34%, ou 1,50 centavo, cotados a US$ 4,27 1/4 por bushel. Os contratos com entrega em março de 2026 fecharam com recuo de 1,00 centavo, ou 0,22%, cotados a US$ 4,42 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com baixa de 0,20%, cotado a R$ 5,3243. O Dollar Index registra desvalorização de 0,09% a 99,52 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços altos. Xangai, + 0,53 %. Japão, + 1,26 %.

* As principais bolsas na Europa operam com índices firmes. Paris, + 1,44 %. Frankfurt, + 1,80 %. Londres, + 0,89 %.

* O petróleo opera em alta. Dezembro do WTI em NY: US$ 59,96 o barril (+0,35%).

AGENDA

– Inspeções de exportação semanal dos EUA – USDA, 13h. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria, do Comércio e Serviços divulga, às 15h, os dados parciais referentes a novembro.

– Relatório de condições das lavouras nos Estados Unidos – USDA, 18h. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

—-Terça-feira (11/11)

– Reino Unido: A taxa de desemprego nos últimos três meses até outubro será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– O BC divulga, às 8h, a ata da última reunião do Copom.

– O IBGE divulga, às 9h, o IPCA e INPC referentes a outubro.

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

—–Quarta-feira (12/11)

– A indústria química e farmacêutica alemã Bayer publica seus resultados trimestrais.

– Alemanha: A leitura revisada do índice de preços ao consumidor de outubro será publicada às 4h pelo Destatis.

– AIE: O relatório anual de energia será publicado às 7h pela AIE.

– OPEP: O relatório mensal de petróleo será publicado às 9h pela OPEP.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pesquisa Mensal de Serviços referente a setembro.

– Japão: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 20h50 pelo BOJ.

—–Quinta-feira (13/11)

– Reino Unido: A leitura preliminar do PIB do terceiro trimestre será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: A produção industrial de setembro será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O saldo da balança comercial de setembro será publicado às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Eurozona: A produção industrial de setembro será publicada às 7h pelo Eurostat.

– OCDE: A taxa de desemprego dos países do bloco será publicada às 8h pela OCDE.

– AIE: O relatório mensal de petróleo será publicado às 8h pela AIE.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pesquisa Mensal de Comércio referente a setembro.

– O IBGE divulga, às 9h, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola referente a outubro.

– EUA: O índice de preços ao consumidor de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– EUA: Os pedidos de seguro-desemprego da semana encerrada no último sábado serão publicados às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30. *(Devido à paralisação do governo dos Estados Unidos, não há garantia de que o órgão norte-americano divulgará os dados no horário descrito).

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 14h pelo Departamento de Energia (DoE).

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– China: A produção industrial de outubro será publicada às 23h pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (14/11)

– Eurozona: A segunda leitura do PIB do terceiro trimestre será publicada às 7h pelo Eurostat.

– Eurozona: O saldo da balança comercial de setembro será publicado às 7h pelo Eurostat.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-10 referente a novembro.

– O IBGE divulga, às 9h, a Pnad Contínua referente ao 3º trimestre.

– EUA: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. (*)

– Relatório de oferta e demanda dos EUA e do mundo de novembro – USDA/Wasde, 14h

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Pedro Carneiro / Safras News



 

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Sustentabilidade

Abiove eleva projeção de processamento de soja para recorde de 63,3 milhões de toneladas em 2026

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Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) elevou a projeção de processamento de soja no Brasil em 2026 de 63 milhões para 63,3 milhões de toneladas. A revisão foi divulgada nesta terça-feira (28), em São Paulo. Se confirmada, a marca representará novo recorde para o esmagamento da oleaginosa no país.

A nova estimativa representa alta de 0,5% em relação à projeção anterior, divulgada em junho. A Abiove também revisou para cima a produção de farelo de soja, de 48,6 milhões para 48,7 milhões de toneladas, avanço de 0,2%. No óleo de soja, a previsão passou de 12,65 milhões para 12,75 milhões de toneladas, aumento de 0,8%.

Segundo a entidade, os dados mensais reforçam o ritmo da indústria. Em maio, o processamento de soja somou 5,23 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao de abril e 5,4% acima do registrado em maio de 2025, considerando o ajuste pelo porcentual da amostra. No acumulado de janeiro a maio, o total processado chegou a 23,363 milhões de toneladas, crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A revisão ocorre em meio ao aumento da estimativa para a safra brasileira de soja, que passou a 180,57 milhões de toneladas, conforme os dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No comércio exterior, a Abiove elevou de 114,1 milhões para 115,4 milhões de toneladas a projeção de exportações de soja em grão neste ano, alta de 1,1% ante a estimativa anterior. As importações do grão foram mantidas em 900 mil toneladas.

Entre os derivados, a entidade reduziu levemente a projeção de exportações de farelo de soja, de 25 milhões para 24,9 milhões de toneladas, recuo de 0,2%. Já a previsão de embarques de óleo de soja subiu de 1,65 milhão para 1,7 milhão de toneladas, aumento de 3%. A estimativa para as importações de óleo permaneceu em 125 mil toneladas.

O diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, afirmou que os ajustes reforçam a capacidade da cadeia da soja de atender ao mercado interno e externo.

Com a revisão, a Abiove passou a projetar maior processamento de soja, além de avanços na produção de farelo e óleo e ajuste nas estimativas de exportação do complexo soja.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Sustentabilidade

Algodão/IMEA: Clima nos EUA eleva cotações em NY, mas avanço da colheita em MT pressiona preços locais – MAIS SOJA

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As cotações da pluma na bolsa de Nova York registraram alta ao longo da última semana (20/07 a 24/07), refletindo em valorização de 0,56% na média semanal do contrato de jul/27, que encerrou o período cotado a ¢ US$ 82,56/lb. Na comparação com o mesmo período de jun/26, o avanço foi de 3,56%.

O movimento de alta foi sustentado, principalmente, pelas incertezas quanto à safra norteamericana, em decorrência das condições climáticas adversas no país. Além disso, as tensões geopolíticas envolvendo a região do Mar Negro e o Oriente Médio também contribuíram para sustentar as cotações internacionais. No entanto, os preços permanecem sensíveis à evolução desses fatores, uma vez que parte da valorização reflete a percepção de risco do mercado. Assim, o mercado seguirá atento às condições climáticas nos Estados Unidos e às perspectivas para a produção, que continuarão influenciando o comportamento das cotações nas próximas semanas.

Confira os principais destaques do boletim:
  • RETRAÇÃO: o preço da pluma em Mato Grosso registrou queda de 0,28% na última semana, pressionada pelo avanço da colheita, que tem ampliado a oferta da fibra no mercado.
  • BAIXA: a cotação do caroço de algodão disponível exibiu retração de 3,16% na comparação semanal, em função da maior oferta, decorrente do avanço do beneficiamento.
  • RECUO: a paridade de dez/26 registrou recuo de 0,70% em relação à semana passada, pressionado pela desvalorização do contrato futuro de dólar com vencimento em dez/26.
A colheita do algodão da safra 25/26 avançou 4,75 p.p. na última semana.

Com isso, até a última sexta-feira (24/07), 13,11% da área estimada para a safra em MT havia sido colhida, 7,86 p.p. inferior à média dos últimos cinco anos. Esse atraso reflete, principalmente, a postergação do início dos trabalhos em campo em decorrência das chuvas registradas em meados de jun/26. Entre as regiões, o Nordeste e o Sudeste apresentam o maior avanço, com 46,80% e 22,12% das áreas colhidas, respectivamente.

Cabe destacar que, embora as chuvas de jun/26 não tenham comprometido de forma significativa a produtividade da pluma, houve relatos de perdas na qualidade da fibra, fator que tem gerado preocupação entre os cotonicultores. Por fim, a expectativa é de intensificação da colheita nas próximas duas semanas, com o avanço dos trabalhos nas áreas de segunda safra, que representam mais de 85,00% da área cultivada com algodão no estado.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Abiove eleva projeção de processamento de soja para recorde de 63,3 milhões de toneladas em 2026

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Foto: Paulo Lanzetta/Embrapa

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) elevou a projeção de processamento de soja no Brasil em 2026 de 63 milhões para 63,3 milhões de toneladas. A revisão foi divulgada nesta terça-feira (28), em São Paulo. Se confirmada, a marca representará novo recorde para o esmagamento da oleaginosa no país.

A nova estimativa representa alta de 0,5% em relação à projeção anterior, divulgada em junho. A Abiove também revisou para cima a produção de farelo de soja, de 48,6 milhões para 48,7 milhões de toneladas, avanço de 0,2%. No óleo de soja, a previsão passou de 12,65 milhões para 12,75 milhões de toneladas, aumento de 0,8%.

Segundo a entidade, os dados mensais reforçam o ritmo da indústria. Em maio, o processamento de soja somou 5,23 milhões de toneladas, volume 2,7% superior ao de abril e 5,4% acima do registrado em maio de 2025, considerando o ajuste pelo porcentual da amostra. No acumulado de janeiro a maio, o total processado chegou a 23,363 milhões de toneladas, crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

A revisão ocorre em meio ao aumento da estimativa para a safra brasileira de soja, que passou a 180,57 milhões de toneladas, conforme os dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No comércio exterior, a Abiove elevou de 114,1 milhões para 115,4 milhões de toneladas a projeção de exportações de soja em grão neste ano, alta de 1,1% ante a estimativa anterior. As importações do grão foram mantidas em 900 mil toneladas.

Entre os derivados, a entidade reduziu levemente a projeção de exportações de farelo de soja, de 25 milhões para 24,9 milhões de toneladas, recuo de 0,2%. Já a previsão de embarques de óleo de soja subiu de 1,65 milhão para 1,7 milhão de toneladas, aumento de 3%. A estimativa para as importações de óleo permaneceu em 125 mil toneladas.

O diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, Daniel Furlan Amaral, afirmou que os ajustes reforçam a capacidade da cadeia da soja de atender ao mercado interno e externo.

Com a revisão, a Abiove passou a projetar maior processamento de soja, além de avanços na produção de farelo e óleo e ajuste nas estimativas de exportação do complexo soja.

Fonte: Estadão Conteúdo

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