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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Janela tardia da soja: atenção ao preparo antecipado do solo é chave para a boa produtividade – MAIS SOJA

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Nesta terça-feira, 5 de novembro, assistimos às paralisações que atrasaram o plantio da soja 2025/26 no Tocantins, causadas por fortes chuvas no estado, comprometendo a janela da safra. O acontecimento, acrescido de altas temperaturas, limitaram as operações e, dado o fato, diversas regiões já apresentam comprometimento com o calendário agrícola, que começou muito bem no começo, segundo o engenheiro agrônomo Thiago Facco, mas que então passou a enfrentar dificuldades recorrentes que foram se intensificando.

Para os agricultores de outros estados que iniciam a semeadura de soja em novembro, ficarem atentos ao preparo adequado do solo será essencial para compensar a janela tardia a fim de garantir uma boa performance na produtividade durante o período. Dentre as diversas práticas administradas pelos agricultores, é tempo de dar atenção ao manejo, às correções químicas e sem deixar de lado a estrutura física do solo. Os detalhes podem diferenciar-se de uns para os outros, mas a maioria dos cuidados na semeadura são comuns a todos, que  pode fazer toda a diferença ao apresentar bons resultados de que são esperados.

A semeadura de soja no Brasil ocorre entre os meses de setembro e dezembro, podendo variar conforme cada região, podendo haver algumas microrregiões ainda semeando entre novembro e dezembro. O calendário é definido considerando os fatores climáticos e fitossanitários, bem como o vazio sanitário,  período em que é recomendado não cultivar ou manter plantas vivas de determinadas culturas.

Para a garantia da produtividade em cada região, na janela de semeadura da soja, o estado do Mato Grosso apresenta dados atualizados, com cerca de 76,13% da área produtiva prevista já semeado. Observa-se que o mês de setembro pode apresentar uma semeadura tardia,com chances de se prolongar até meados de novembro.

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No Goiás, as estimativas prévias de 2025 indicam cerca de 50% de área semeada, prolongando a temporada para até a primeira semana de novembro. A janela do estado começa em 25 de setembro, até 15 de dezembro, sendo considerado as variações que cada microrregião do estado goiano apresenta. Já no Rio Grande do Sul, o período ocorre a partir de 1º de outubro e 31 de dezembro, com chances de se estender, mas apresentando poucas variações. Confira a seguir as janelas de importantes estados produtores brasileiros.

Janela de semeadura da soja:

Paraná: A semeadura acontece entre 11 de setembro e 31 de dezembro. Nas regiões de baixas temperaturas o período pode iniciar mais tarde justamente por influência do clima. Com isso, deve ser observado a semeadura, que deve ser adequada ao tempo correto.

Minas Gerais: A semeadura ocorre entre 1º de outubro e 15 de dezembro, apresentando variações conforme a altitude da área e a umidade do ar. É recomendado que o agricultor acompanhe a variação da umidade do ar recorrentemente, e em espaços geográficos separados entre si.

São Paulo: A janela inicia entre 1º de outubro e 15 de dezembro. No mês de novembro é comum encontrar áreas com colheita tardia de milho e da cana, o que influencia diretamente o escalonamento da semeadura.

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Maranhão e Piauí: A janela ocorre entre 15 de outubro e 31 de dezembro, ocorrendo um início mais tardio nas regiões semiáridas, onde o plantio depende do início regular das chuvas e da umidade.

Tocantins: A janela foi iniciou em 1º de outubro, indo até 15 de dezembro. Por causa da crise, as chuvas afetaram diretamente a semeadura. O estado tinha apresentado áreas em fase ativa do plantio, especialmente nas regiões com menor regularidade de chuvas no início da estação. O cenário mudou – da grande expectativa em outubro, agora calcula redução de áreas e produtividade para a segunda safra.

Visando dar continuidade às etapas essenciais do preparo, observe-se que é necessário realizar uma análise química do solo, com o objetivo de verificar os índices de pH, fósforo, potássio, cálcio e magnésio. Após realizado, ocorre mais uma importante etapa: a aplicação de calcário a fim de corrigir a acidez do solo, prezando pela ação antecipada mínima de 30 dias. Agora, uma atenção importante quando ocorre a entrada com a adubação de base, que é aconselhada tomar cuidados técnicos para a obtenção de êxito no período.

“Estamos em um ciclo onde quem estiver tecnicamente amparado e bem informado terá condições de apresentar ótimos resultados para a safrinha 2025/26. É hora de investir em conhecimento aplicado e proximidade com quem conhece o solo, o período e as adversidades”, diz Leonardo Sodré, CEO do Grupo GIROAgro.

Como de praxe, observa-se a necessidade de iniciar um preparo físico, com o objetivo de preservar a estrutura natural da produção, bem como incorporar diversos resíduos de origem vegetal e aplicando insumos de forma homogênea. Em posse de informações técnicas e das boas práticas apresentadas, o agricultor brasileiro está bem preparado para mais uma etapa, mas não exclusiva,  fazendo o devido controle de plantas daninhas, monitorando a produção no caso de invasoras e, em paralelo, realizando o controle químico conforme cada necessidade apresentada.

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’O técnico agrícola enxerga como essencial a necessidade regular de realizar um manejo técnico completo, do começo ao fim, alinhando-se ao calendário e já prevendo as questões climática e logística. Dito isso, há oportunidade de monitorar todo o processo, para que se aplique, em tempo, correções que são emergentes e que sempre vão existir, mas constantemente observando de perto o desenvolvimento vegetativo e a sanidade do solo, que tem muito a dizer. Além disso, também é de suma importância a realização de rotação de culturas, a fim de manter o solo saudável, livre de pragas e de doenças.

Sendo orientados na via de um manejo adequado do solo e, dando atenção antecipada e estratégica à janela tardia, não considerando questões climáticas que são razoavelmente previstas, o agricultor terá sucesso nas semeaduras de novembro. No campo costuma-se dizer que a eficiência agronômica começa pelo preparo, e termina com uma colheita tecnicamente bem conduzida, orientada à resultados e eficiência – e no Brasil temos referências no setor.

Fonte: Assessoria de Imprensa GIROAgro



 

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Sustentabilidade

Tempo estável favorece semeadura da soja em MS; 0,5% da área precisou ser replantada – MAIS SOJA

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De acordo com informações do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, o plantio da safra de soja 2026/2027 foi favorecido pela melhora das condições climáticas e pela umidade  do solo. A semeadura alcançou 68,6% da área acompanhada, o equivalente a 3,3 milhões de hectares.

Para o analista técnico da Aprosoja/MS,Lucas Santana, o resultado representa uma recuperação do ritmo das operações em relação ao cenário registrado na segunda quinzena de outubro, quando as chuvas e a elevada umidade do solo dificultaram o avanço das máquinas em diversas regiões do estado.

“Naquele período, o plantio havia alcançado 32% da área acompanhada. As operações ficaram paralisadas durante grande parte da semana devido às condições de umidade do solo. Também foram registrados rompimentos de curvas de nível, enxurradas e início de processos erosivos, principalmente em áreas de solos arenosos e mistos”.

Com a melhora das condições para entrada das máquinas nas lavouras, a semeadura ganhou ritmo. A região Sul apresenta o maior percentual de área plantada, com 76,2%, seguida pela região Centro, com 60,3%, e pela Norte, com 52,2%.

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Apesar do avanço das operações, os efeitos das chuvas ainda aparecem no levantamento do Projeto SIGA-MS. Foram identificados 22.718 hectares que precisaram ser replantados em Mato Grosso do Sul,  o que equivale a aproximadamente 0,5% da área estimada para a cultura.

A região Centro concentra a maior área replantada, com 13.213 hectares, seguida pela região Norte, com 9.435 hectares. Nas demais regiões, as ocorrências são pontuais.

Entre as principais causas estão o encharcamento, o selamento e a erosão laminar do solo, condições que podem comprometer o estabelecimento inicial das plantas e exigir a realização de uma nova semeadura.

“O acompanhamento climático continua sendo importante para o planejamento da safra. A atuação do fenômeno El Niño aumenta a possibilidade de instabilidades em Mato Grosso do Sul”.

Acesse o boletim completo, clicando aqui.

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Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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Sustentabilidade

Milho/BR: Plantio chega a 44,2% com contraste climático entre os estados – MAIS SOJA

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Milho/BR: 44,2% semeado. No RS, a semeadura segue lenta, limitada às áreas fora das principais regiões produtoras. Nas regiões consolidadas, encerram-se o manejo de plantas invasoras e as aplicações de nitrogênio. A pressão de cigarrinha é baixa, mas já há sintomas de bacteriose em algumas lavouras. As primeiras áreas semeadas aproximam-se do florescimento, favorecidas pela maior radiação solar.

No PR, a maior parte das lavouras apresenta bom desenvolvimento, embora o excesso de umidade, a baixa luminosidade e os ventos fortes tenha retardado o crescimento inicial, em algumas regiões.

Em SC, a implantação foi concluída no Extremo Oeste e no Oeste e bem adiantada nos Planaltos e na Serra. O desenvolvimento é satisfatório nas áreas drenadas, mas o excesso de umidade e a baixa luminosidade reduziram o crescimento e exigiram replantio em áreas atingidas por chuvas intensas.

Em SP, a semeadura avança de forma gradual e em ritmo limitado. O excesso de umidade e as chuvas frequentes dificultam a entrada de máquinas. Em MG, o plantio avançou com a melhora da umidade. Em GO, a semeadura segue lenta, pois há a priorização da semeadura de soja. Na BA, o plantio foi iniciado na região Oeste e CentroNorte, nas áreas com maiores registros de precipitação.

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No MA, a semeadura terá início a partir desse mês. No PA, as chuvas ainda são insuficientes para o início da semeadura.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

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Site: Conab

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Sustentabilidade

Soja/BR: Semeadura atinge 54,3% do país com avanços no Centro-Oeste e progresso no Sul – MAIS SOJA

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Soja/BR: 54,3% semeado. Em MT, a implantação avança para os talhões marginais, com as lavouras exibindo bom desenvolvimento vegetativo e quadro fitossanitário normal, embora haja heterogeneidade pontual no estabelecimento das lavouras.

Em MS, as chuvas dificultaram a semeadura e os manejos preventivos. Em GO, o plantio avança impulsionado pela antecipação do calendário e pela regularidade das chuvas. As lavouras estão em emergência e desenvolvimento inicial. Em MG, o plantio progrediu devido às chuvas moderadas e a boa umidade do solo.

Em SP, a semeadura ganhou ritmo com a redução das chuvas. Os solos com boa umidade favorecem a germinação e a emergência. No PR, a maioria das lavouras apresenta bom desenvolvimento e o plantio avança nas janelas de tempo seco.

Em SC, a semeadura evoluiu de forma lenta e desigual, limitada pela saturação do solo e pelo atraso na colheita do trigo. Está mais adiantada no Oeste e no Extremo Oeste e ainda inicial nos Planaltos e na Serra. No RS, a umidade do solo favoreceu o bom andamento da semeadura, sobretudo nas áreas bem drenadas, com boa emergência das primeiras lavouras.

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No PA, as chuvas, embora irregulares, incentivaram o plantio. Na BA, a semeadura foi finalizada no manejo irrigado e iniciada no sequeiro, nas áreas com chuvas mais significativas. No TO, a semeadura avançou com a ocorrência das chuvas, mas segue em atraso no Sul e no Norte do estado.

No MA, prossegue a semeadura na região Sul, nos Gerais de Balsas. No PI, a semeadura segue em ritmo descompassado pela irregularidade das chuvas no Sudoeste do estado.

Previsão Agrometeorológica (03/11/2026 a 09/11/2026)

N-NE: Os maiores acumulados de chuva devem se concentrar no Oeste AM. Acumulados entre 20 e 40 mm são previstos em áreas do AC, de RR, de RO, do Sul PA e do TO. Na maior parte das localidades no Oeste do AP e no Norte e Nordeste do PA, não são esperados acumulados significativos. No Nordeste, não há previsão de chuvas para a maior parte do Norte da Região. São previstos acumulados abaixo de 10 mm no Centro-Sul do MA e do PI. No Oeste e Sul da BA, são previstos acumulados mais expressivos somente a partir do começo da próxima semana. No geral, as condições ainda serão desfavoráveis para um maior avanço na semeadura dos cultivos de primeira safra no PA e na maior parte do Matopiba.

CO: A condição varia entre tempo estável a pancadas de chuva isoladas. Acumulados entre 10 e 30 mm deverão ocorrer especialmente no Centro-Sul e Oeste de MT, além de MS, GO e DF. A partir do fim de semana, há previsão de temporais principalmente em MS e Sul de MT, com acumulados que também devem aumentar em GO e DF. Apesar das chuvas intensas, as condições serão, no geral, favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.

SE: Na primeira metade da semana, há previsão de instabilidades na porção mais central da região, desde o Oeste de MG até a divisa do RJ com o ES. Volumes de chuva mais expressivos deverão ocorrer em SP, especialmente, no Centro-Leste, na maior MG, no Norte do RJ e no Sul do ES, com maiores acumulados a partir da quinta-feira. No Norte de MG, os maiores acumulados devem ocorrer somente a partir do domingo. No Oeste de SP e no Oeste de MG, são previstos volumes baixos a moderados. No geral, as condições serão favoráveis ao manejo e ao desenvolvimento das lavouras.

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S: A semana será de tempo instável, com pancadas de chuvas e possibilidade de queda de granizo nos três estados. No RS, são previstos acumulados expressivos, especialmente, no Centro e Oeste, com impactos principalmente aos cultivos de inverno. Em SC e no PR, os acumulados também serão significativos, com danos pontuais às lavouras. No Norte do PR e no Sul do RS, os volumes serão menores. Apesar dos temporais e das chuvas intensas, a
umidade no solo e os intervalos de tempo firme deverão favorecer o manejo e o desenvolvimento da maioria das lavouras.

Fonte: Conab



FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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