Sustentabilidade
China volta a comprar soja dos EUA antes de encontro entre Xi Jinping e Trump

A estatal chinesa Cofco realizou a compra de três carregamentos de soja dos Estados Unidos, encerrando um intervalo de quase cinco meses sem aquisições do país norte-americano. Os embarques, que somam cerca de 180 mil toneladas e têm entrega prevista entre dezembro e janeiro, marcam as primeiras compras chinesas da nova safra americana.
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De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o movimento é positivo do ponto de vista simbólico, indicando uma possível reaproximação comercial entre China e Estados Unidos. Apesar disso, os volumes ainda são reduzidos, e o mercado segue cauteloso quanto à intensidade da retomada nas próximas semanas.
“Os volumes não são muito relevantes em termos de quantidade, mas a sinalização é boa. O mercado observa uma possível retomada da China ao mercado americano”, avalia a Safras & Mercado.
O movimento ocorre às vésperas do encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, marcado para esta quinta-feira (30), e tem ajudado a sustentar os preços na Bolsa de Chicago nos últimos pregões.
Segundo analistas, novembro será decisivo para as vendas americanas. Com o Brasil dominando a janela de exportação em outubro, o ritmo das compras chinesas no próximo mês será determinante para o nível dos estoques finais dos EUA, fator que pode influenciar diretamente o comportamento dos preços internacionais da soja.
“Se a China não ampliar as aquisições, há risco de aumento no estoque americano, o que pode levar a uma correção negativa nos preços”, acrescenta a consultoria.
Enquanto isso, o Brasil mantém o protagonismo nas exportações globais. Dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) apontam que o país já soma 104,5 milhões de toneladas entre os volumes embarcados e as programações previstas até novembro.
Sustentabilidade
Federarroz orienta produtores a relatar aumento de preço e falta de óleo diesel – MAIS SOJA

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), em nota, está orientando os produtores rurais do estado a informarem casos de aumento recente no preço do óleo diesel ou dificuldades de abastecimento do combustível em estabelecimentos comerciais. A entidade vem recebendo reclamações de diferentes regiões gaúchas sobre problemas de fornecimento.
De acordo com a Federarroz, os relatos indicam duas situações principais: aumentos no preço do combustível nos últimos dias e cancelamento de vendas ou alegação de ausência de estoque por parte de estabelecimentos que comercializam óleo diesel.
O diretor jurídico da entidade, Anderson Belloli, solicita que os produtores encaminhem informações sobre postos ou empresas que tenham registrado essas ocorrências. Os dados serão reunidos pela entidade e encaminhados ao Ministério Público, à Polícia Civil, à Polícia Federal e à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além de órgãos de defesa do consumidor, para avaliação e eventual adoção das medidas cabíveis.
As informações são da assessoria de comunicação da Federarroz.
Fonte: Agência Safras
Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)
Site: Agência Safras
Sustentabilidade
CNA defende aumento imediato da mistura de biodiesel ao óleo diesel para 17% – MAIS SOJA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou, na sexta (6), ao Ministério de Minas e Energia (MME), o aumento urgente da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel no país, dos atuais 15% para 17% (B17), diante da escalada recente dos conflitos no Oriente Médio e seus impactos sobre o mercado de petróleo.
No ofício encaminhado ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a entidade lembra que. após o início das tensões, o preço do barril do petróleo bruto Brent chegou a US$ 84, acumulando alta de até 20% em relação ao final de fevereiro.
Segundo a CNA, tomando como referência episódios recentes de tensões globais decorrentes de conflitos bélicos, como em 2022 (Guerra Ucrânia/Rússia), quando o preço do barril do petróleo bruto Brent chegou a subir 40% no primeiro semestre, observou-se, como resposta, o aumento médio nos preços de distribuição e revenda do diesel da ordem de 21% e 23%, respectivamente.
“Nesse contexto, em antecipação aos eventuais impactos à população brasileira, o avanço da mistura de biodiesel representa medida importante e sustentável para ampliar a oferta de combustível no mercado doméstico, reduzir pressões sobre os custos logísticos e fortalecer a segurança energética nacional”, explica no ofício o presidente da CNA, João Martins.
A Confederação ressalta que o atraso na implementação do B16 (16% de mistura do biodiesel ao óleo diesel), prevista para 1º de março de 2026, conforme o cronograma estabelecido para a política de biodiesel, já é um fator de redução do potencial de amortecimento de crises oferecido por esse combustível.
“No entanto, no novo quadro da geopolítica mundial, o avanço imediato para 17% (B17) surge como medida razoável para a realidade nacional”, ressalta Martins.
Por fim, a CNA alerta que, com a soja em plena safra e amplo potencial de abastecimento das indústrias esmagadoras, “o biodiesel torna-se uma alternativa com preço competitivo e com potencial de frear eventuais escaladas de preços para os usuários do transporte no País, incluindo o agronegócio”.
Fonte: CNA
Autor:CNA
Site: CNA
Sustentabilidade
Consórcio de braquiária com milho safrinha aumenta produtividade da soja; saiba mais

A Embrapa confirmou uma estratégia que está transformando o cenário produtivo no Brasil: o consórcio de milho safrinha com braquiária, que eleva em dez por cento a produtividade da soja cultivada na safra seguinte. Essa integração promove não apenas um ganho em grãos, mas também potencializa a produção de carne, leite e palhada, alterando o perfil químico e físico do solo.
O engenheiro agrônomo Roberto Rodrigues, de Mato Grosso, afirma que o sistema deixou de ser uma alternativa e se tornou um seguro agrícola natural contra veranicos e plantas daninhas. A pesquisa revela que o consórcio aumentou a média de 39 para 51 vagens por pé de soja.
Confira:
Fundamentos do consórcio
Esse salto produtivo é sustentado por três pilares fundamentais. O consórcio é a base para os sistemas integrados de produção de alimento. Com janelas climáticas cada vez mais apertadas, essa tecnologia funciona como uma proteção financeira para o produtor. Para garantir que a braquiária não abafe o milho, o sucesso depende do manejo de simultaneidade.
O milho solteiro perde espaço para a eficiência da integração. O consórcio se torna o combustível para a agricultura de alta performance e a base para a pecuária intensiva. Como resume Roberto Rodrigues: “O agro sustenta o PIB, e a integração sustenta o bolso do produtor”.
Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.
Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.
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